A insegurança jurídica do leilão de bois piratas

O Governo Federal jamais poderia imaginar que a decisão em apreender cerca de 3.500 bovinos de corte, ação determinada pelo ministro Carlos Minc, (Meio Ambiente) e articulada junto com o Ibama, acarretaria tamanha dor de cabeça e, principalmente, prejuízos.
Conforme comenta o superintendente da Acrimat (Associação dos Criadores de Mato Grosso), Luciano Vacari, todo esse imbróglio está se tornando uma bola de neve exatamente porque, desde o início da ação governamental, faltou planejamento prévio e também o próprio nome vinculando a operação (‘Boi Pirata’) de confisco de rebanho foi uma denominação infeliz.

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