A lembrança é predicado pessoal


Quem um dia ainda não sentiu na alma a saudade do fim de um dia espetacular que encerra as férias de verão?

Um dia em que a onda que inunda todos os poros de nosso corpo, é imediatamente reconhecida como mágica de uma vivência inesquecível, e por isso mesmo nos deixa um tanto fragilizados, pois, a desconfiança que outro dia igual a este, dificilmente se dará em nossa breve existência? Não é mole não.

Com as devidas proporções da descrição, uma de minhas bandas prediletas conseguiu me transportar para esse lugar mágico! A sensação invocada é de que urge necessário muito esforço e merecimento para que o último dia do verão (?) de quando éramos inocentes e extremamente vulneráreis pode voltar um dia, quem sabe, mas, desta feita, em homens e mulheres mais maduros, calejados e nostálgicos de boas lembranças de um último dia de verão.

Bobagem...!? Coisas do amor? Talvez seja a mudança de intensidade e foco.

Ouçam "The Last Day of Summer".

Nothing I am
Nothing I dream
Nothing is new
Nothing I think or believe in or say
Nothing is true

It used to be so easy
I never even tried
Yeah, it used to be so easy...

But the last day of summer never felt so cold
The last day of summer never felt so old

Never felt so...

All that I have
All that I hold
All that is wrong
All that I feel for or trust in or love
All that is gone

It used to be so easy
I never even tried
Yeah, it used to be so easy...

But the last day of summer never felt so cold
The last day of summer never felt so old
The last day of summer never felt so cold
Never felt so...

Além de potencializar lembranças, Bob Smith ensina aos entendidos o que uma boa e simples harmonia de guitarra pode fazer: arrasar corações e gerar... um caleidoscópio de caríssimas lembraças de um tempo que ficou onde deve ficar: num bom lugar do passado dentro dos corações de cada um de nós. Os amantes incuráveis.

A música vocês podem ouvir aqui.

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