Contundente, sublime, insuperável

São alguns adjetivos que vieram-me para designar a obra-prima que é o artigo publicado pelo jornalista Lúcio Flavio Pinto analisando a (ir)responsabilidade dos dois maiores jornais impresos do Pará.

A nobre causa que o jornalista defende é o respeito ao ser humano e sua dignidade violentamente vilipendiada com a publicação diária de fotos de cadáveres, membros caucinados, closes dantescos e sangue...muito sangue.

No mais espetacular trecho do extraordinário artigo Lucio sapeca: (...) os dois grupos de comunicação aproveitam qualquer possibilidade comercial, indiferentes aos compromissos e responsabilidades para com a opinião pública. Exploram os mais baixos instintos humanos e, ao mesmo tempo, contribuem para que eles se intensifiquem. Dizem-se conseqüência de um mal que estimulam. Tornam-se um elo do ciclo vicioso, que de fato existe, mas não é inevitável.

A íntegra do artigo você pode ler aqui.

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