MST: Conveniência de transferência suspeita

Logo depois de a Anca perder terreno na captação de recursos, a responsável legal por parte de seus convênios, Gislei Siqueira Knierim, foi transferida para a Cepatec (Centro de Formação e Pesquisa), listada entre as dez entidades que mais receberam verbas federais no governo Lula: R$ 5,8 milhões.

Com sede em São Paulo, a entidade usou termos agora considerados inadequados pelo governo para justificar o convênio com o Incra, que bancou reuniões e distribuição de cartilhas para assentados: "Apesar do compromisso do governo brasileiro com a questão, há setores da sociedade, sobretudo o latifúndio, que não veem os ganhos coletivos da reforma, senão suas próprias perdas, engajadas em maquinações políticas e jurídicas para barrar a luta dos trabalhadores".

Localizada pelo jornal Folha de S. Paulo no escritório do MST em Brasília, Gislei preferiu se calar sobre a atividade da entidade. "Eu já fui procuradora [da Cepatec], mas não sou mais", disse. Ela teve o nome mencionado no relatório final da CPI da Terra por ter supostamente desviado R$ 19,5 mil de um dos convênios assinados com a União, quando era representante da Anca. Há três semanas, a entidade teve os bens bloqueados.

2 comentários:

Anônimo disse...

Esse Governo é de brincadeirinha, não estar vendo o Presidente querendo emprestar dinheiro ao FMI as obrigações de casa não cumpre, o aumento dos aposentados não tem dinheiro e se passar na Camara vai vetar.PODE!!!!!!!!

Anônimo disse...

Senhor Jornalista, eu queria saber como faço para colocar uma nota pedindo ao povo para fazer um levante para dividir a Bahia.