Diálogo para entender ocupação da Amazônia

Fotos: Val-André Mutran
















Maria Teresa Saenz Jucá
Secretária Nacional de Programas Urbanos acaba de discorrer sobre o esforço do governo federal na gigantesca tarefa de promover a regularização fundiária da Amazônia, um dos principais entraves para que se possa garantir a efetiva aplicação de política públicas, notadamente quandio se quer proporcionar a inclusão plena de cidadãos ao mercado e às cidades.

Um comentário:

Anônimo disse...

O General Heleno foi convidado a participar neste congresso?
Suas experiências na região do Amazonas seria de grande valia.
Na minha humilde opnião para se desenvolver políticas de inclusão
e politicas públicas, alem da regularização fundiária,(Tem muita terra pra pouco indio), colacarem transportes decentes para toda a população, chega de acidentes de barcos. Apoiar ainda mais a FAB o Exercito e a Marinha, que ja desenvolvem brilhantes atividades na região, reforçar as fronteiras para coibir a entrada de terroristas, traficantes e contrabando (idem para toda a fronteira brasileira).
Colocar jovens de 14 anos em bases das Forças Armadas, para estudarem e aprenderem uma profissão e após prestarem o serviço militar, livrando essas crianças das drogas e marginalidade, formando cidadãos íntegros (Vale para todo o Brasil). Criar faculdades de medicina, odontologia,engenharia, direito, para os filhos de pobres estudarem, pois, os filhos de ricos não querem trabalhar nas periferias do Brasil, pobre só tem estudar história, geografia, e administração? (Vale para todo o Brasil).
Enfim, temos que desenvolver mesmo a Amazonia, preservando com responsabilidades, mas, sem dar muita corda para o meio abiente, pois, os gringos e países ricos e nossos vizinhos, não estão nenhum pouco preocupados, então não adianta o Lula dizer "A gente mata cobra e mostra o pau", pois, cada um esta preocupado com seu próprio umbigo, então, não vamos querer ser os salvadores do mundo, à custa do desenvolvimento e progresso da população da Amazonia e do Brasil.