Reportagem sobre os extremos de Belém

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Matéria publicada hoje no jornal Folha de São Paulo, Caderno Turismo, dificilmente atrairá um turista para a Capital do Pará.














A matéria, após indicar a localização do Forte do Castelo critica a degradação e sujeira da área. O texto segue nessa lógica até a conclusão da reportagem.
Reside aí a reclamação dos empresários da rede hoteleira paraense: uma cidade sem Prefeitura, desgovernada, onde impera a esculhambação dos camelôs e o abandono generalizado, jamais atrairá gente disposta a gastar algum em meio à lama e a fedentina, sujeira e falta de espaço nas calçadas para os transuentes. Até quando Nossa Senhora de Nazaré?
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Carlos Barretto comenta: Pois é. E há 3 ou 4 governos municipais, ninguém tomou nenhuma providência. Imagina se o "quasímodo" vai tomar alguma.
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Veja Carlos. Ainda somos voz rouca e abafada, mas, venho defendendo neste espaço, de maneira contundente, as desastrosas conseqüências da falta de renovação política nos quadros paraenses.
O aviltante despreparo para as funções ora ocupadadas nos mais diversos alicerces do poder beiram, tão somente as raias do crime de responsabilidade, salvo cada vez mais raras as exceções. O ideólogo italiano Antônio Gramsci bem que poderia ter agregado à sua obra o conceito da dialética do despreparo, cairia como uma luva para estes ilusionistas.
Além da falta de amor à cidade; o necessário desprendimento de vaidades cultivadas à ferro e fogo em busca do poder podem explicar, quem sabe? Tanta iniqüidade.
Assisto embasbacado a sucessão de incompetentes a dirigir descaminhos, travando o caminho de todos. É demais para ficar parado.
Não sossego enquanto não assistir essa gente, desprovida até dos cacoetes da desfarçatez, saírem de cena, de onde não deviam que ter saído: a porta dos fundos.

2 comentários:

Flanar disse...

Pois é. E há 3 ou 4 governos municipais, ninguém tomou nenhuma providência. Imagina se o "quasímodo" vai tomar alguma.

Val-André Mutran disse...

Carlos Barreto, levarei seu comentário para a página prinicipal.