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Mostrando postagens de Dezembro, 2007

Brizola: Tempos de Luta

Dirigido por Tabajara Ruas. Brizola: Tempos de Luta, é um documentário que conta a saga de um construtor de esperanças, de um homem extraordinário para a história política recente do Brasil do século passado.


O blog oferece aos seus leitores, especialmente os que apreciam política, a densidade de uma vida dedicada ao Brasil.A história de um homem que, em meio ao árido e pobre cenário nacional político atual, fez a diferença e faz falta.



















Resumo do roteiro.


Porto Alegre, 24 de junho de 2004.Cadetes da Brigada Militar do Rio Grande do Sul conduzem solenemente nos ombros o esquife de Leonel Brizola entre o povo emocionado. O cenário é a frente do Palácio Piratini, sede do Governo do Estado, onde o corpo do ex-governador foi velado. Os tempos de luta de Leonel Brizola haviam chegado ao fim, deixando para a memória da História Contemporânea do Brasil a saga de um construtor de esperanças e condutor de sonhos. Saga que teve início na localidade de Cruzinha, interior do Rio Grande do Sul, quando…

American Gangster

História baseada em fatos reais.

Aqui>>

Três indicações

A primeira tem o anadiável viés da vida: o meio ambiente. Leia aqui.

A segunda, indicar aos amigos leitores, o talento de gente da nossa gente. Uma menina-moleca-mulher que vai dar o que falar. Veja e ouça aqui.

A terceira e última indicação vale compartilhar convosco o assombroso talento de Maria Eugênia.



Veja o site dela aqui.

- Faltam 19 horas para a virada do ano.

O que você fará na virada do ano?

Balanço 2007 - Parte XIV

Aos meus leitores que acompanharam minhas críticas em relação aos rumos da conduta administrativa do Estado do Pará, espero que 2008 seja um ano melhor para o povo paraense.

A governadora fecha 2007 entregando à Santarém a Universidade Federal daquela região. Sem dúvida sua maior realização no ano. E nada mais justo.

Pelo que sei, o deputado o qual assessoro, não medirá esforços para a garantia dos recursos necessários à esta conquista na Comissão do Orçamento, a qual é titular respeitado.
Para o PDT a Educação é solução, jamais problema.

2007 será inesquecível.

Apesar da governadora ter demorado para agir com relação as ações criminosas da Liga dos Camponeses Pobres. De qualquer maneira, a pacificação do setor rural paraense é desafio permanente e tem que ser pautado como item estratégico no Gabinete de Crises.

No 2007 paraense, houve invasão e paralisação da estrada de ferro da Vale por um MST que agora revela, de maneira efetiva, ao que veio.

Insistentes e inadmissíveis ações criminosas…

Balanço 2007 - Parte XIII

Colocado os interesses das partes, destaca-se que mesmo num ambiente teoricamente hostil, a bancadinha aprovou na Comissão de Constituição e Justiça do Senado Federal, a autorização para o projeto de criação do Estado do Carajás pronta para votação em Plenário. Projeto de autoria do senador do Tocantins, Leomar Quintanilha (PMDB).

Não fosse o caso Renan Calheiros (PMDB-AL), teríamos uma decisão sobre a matéria , que, na visão do blog, deve ser aprovada, assim como o foi a autorização plebiscitária para a criação do Estado do Tapajós.

Balanço 2007 - Parte XII

Sobrou o senador Mário Couto (PSDB-PA) ex-deputado que presidiu a Assembléia Legislativa do Pará e que, para surpresa de todos, obteve mais votos que o concorrente ao governo estadual Almir Gabriel.

José Nery do Psol é contra a criação do Estado do Carajás.

Fernando Flexa Ribeiro (PSDB) e Mário Couto (PMDB) não colocam qualquer empecilho para a consulta popular para a realização do plebiscito. Tão pouco, participam de qualquer debate , quer seja em suas supostas bases eleitorais --lembrando que tanto Nery como Ribeiro são senadores sem votos --, quanto ao projeto de criação do Estado do Carajás. Com um agravante: Flexa Ribeiro é alto dirigente da Confederação Nacinal da Indústria (CNI) e perfilou ao lado da Associação Comercial do Estado do Pará (ACP), contra a criação do Estado do Carajás, numa posição política dúbia e claudicante com os interlocutores a favor da criação da nova unidade federativa.

Balanço 2007 - Parte XI

No senado o Pará vive um conto de Gabriel Garcia Marques -- o genial escritor colombiano prêmio Nobel de Literatura.

À moda da cidade mágica do romance Cem Anos de Solidão que retrata a mistura do real com o místico na Vila de Macondo. O Pará viu-se com o inusitado troca-troca de mandatos.

Cada Estado brasileiro tem três senadores.

Seria correto se cada um dêles cumprissem seus mandatos. Mas, no Brasil, regras são exceções que agridem o eleitorado desde seu descobrimento a 508 anos atrás.

O primeiro desfrute que colocou o Pará na crônica sa safadeza política, foi protagonizado por dois dos senadores eleitos por voto direto e para mandato de oito anos.

A disputa, num primeiro momento, deu-se entre a então senadora e hoje governadorado do Pará, Ana Júlia Carepa (PT), que disputou a Prefeitura de Belém do Pará com o também senador Duciomar Costa (PTB), perdendo-a.

No lugar do vencedor, um sujeito que atende pelo apelido de Dudu, veio pra Brasília o primeiro suplente do nacional, um entrosado …

Balanço 2007 - Parte X

E os deputados da bancadinha?

O PMDB elegeu três deputado federais no que chamo a bancadinha do Carajás. Um do PDT. Outro do PSDB.

Respectivamente, Bel Mesquita - ex-prefeita por duas vezes de Paraupebas, enclave sob contrôle da Vale. Asdrúbal Bentes, fiel escudeiro de Jader Barbalho, e Zequinha Marinho, ex-deputado que tem sob seu contrôle o PSC, apesar de ter sido eleito pela legenda peemedebista.

O quinto deputado é Wandenkolk Gonçalves, das hostes do sumo sacerdócio tucano-paraense.

Ah! Nenhum do PT, legítimamente sulparaense. Apesar de Paulo Rocha, Zé Geraldo e Beto da Fetagri, unidos, obterem uma avalache de votos com um discurso diametralmente oposto à bancadinha.

O único que se opõe frontalmente ao Carajás é o deputado Zé Geraldo.

Capixaba de origem, Zé Geraldo é um dos fenômenos políticos da região da Transamargura - antes conhecida como BR-360, a Transamazônica do governo militar.

Balanço 2007 - Parte IX

Era um garôto quando me ví intrigado com a possibilidade de que o sul do Pará pudesse vir um dia a ser o mais novo estado do Brasil.

Estudava em Belém, a capital do Pará.

Recordo-me de pedir um melhor entendimento ao meu mentor no Colégio Marista Nossa Senhora de Nazaré, o irmão Luis.

- Padre. Perguntei-lhe. As vezes com as mãos ocupadas de livros de geografia. Isso não custa caro?
Criar um novo Estado?

- Irmão Luis disse-me: depende.

É exatamente aí que a tese do Sebastianismo não se encaixa nessa questão.

Balanço 2007 - Parte VIII

Na base de apoio do governo federal e do estadual, o deputado Giovanni Queiroz (PDT-PA) foi firme ao longo do ano que finda, no cumprimento de uma promessa de vida que fez ao seu eleitorado: defender a criação do Estado do Carajás.

Como seu assessor e caminhando há anos com esse firme, honesto e, acima de tudo, sempre disposto à ajudar o próximo, de trato afável, extremamente trabalhador e um apaixonado pelo sul do Pará, endossei o projeto e a chama que guarda, sem exitação, a possibilidade de um lugar melhor para criar nossos filhos.

Faço aqui minhas as suas palavras: "Se houver. Se nos for apresentado um projeto com maior dimensão, possibilidade real de realização do que a criação do Estado do Carajás. Serei o primeiro da fila em aderir".

Nesse sentido, e utilizando-se como porta-voz não da tese do Sebastianismo, defendido pelo querido amigo Juvêncio de Arruda em seu blog 5.a Emenda {leia a tese do mestre aqui}, Giovanni ao contrário propõe o desenvolvimento, o planejamento, …

Balanço 2007 - Parte VII

Amorte de Antonio Carlos Magalhães consideroum desiderato sob vários pontos de vista.Com a saída do velho coronel baiano, oespaço de velhos adversários cresceu como nunca. Leia-se: Jader Barbalho, Renan Calheiros, mesmo sob a saraivada do ataque midiático e, principalmente, o espaço do senador José Sarney, declaradamente seu amigo pesoal. Jader é o que está mais confortável que os demais.Usa praticamente todo o seu tempo para travar os processos que o investigam por toda sorte de iniquidades como homem público. Quase não comparece às sessões ou votações.
Sai desse ano de articulação para um ano de mão na massa. É um arquiteto dos reencaixes políticos do Brasil. Representa tudo que o Brasil tem que se libertar.

Balanço 2007 - Parte VI

Foi um ano muito difícil para a estreante Ana Júlia Carepa - primeira mulher eleita governadora o Pará. Pesou o desafio. Pesou-lhe também os problemas de saúde que a distanciaram quase que ao longo de todo o ano de um empenho melhor sob o ponto de vista de cobrança de sua equipe.Desfilaram os problemas, destilaram-se -- felismente -- a boa vontade de resolvê-los, porém, fica para 2008, o desfecho da solução da redivisão territorial do Estado.
Ana chegou em pé em 2007 e considero-a, agora mesmo, avaliando tudo,uma mulher extraordinária.
O blog não lhe poupou críticas, reconhecendo, no entanto, seu extraordinário valôr para a consolidação da democracia num Estado coberto de problemas e repleto de potencialidades mal resolvidas.
Não foi, com toda a certeza, o tão menos difícil e com desafios de nossa cada vez pior política, o caso de outros, outrora estreantes, homens ou mulheres, para que fique num tom, algo, democrático, um desafio fácil. Pelo contrário, todos sabemos.
Herdar expectativas …

Balanço 2007 - Parte V

Antes mesmo do final do ano a governadora Ana Júlia Carepa resolveu mexer na equipe de seu primeiro escalão de governo.

Foram substituídos até agora, pelo que se sabe, dois de seus colaboradores: O Secretário de Estado de Educação, e praticmamente o coração da Secretaria de Segurança Pública.

Espera-se a substituição de outros secretários, mas, o que mais apostas despertam interesse é quem será o substituto do secretário estadual de Meio Ambiente.

É exatamente nessa área, ao lado da segurança pública, que a agovernadora mais dôres de cabeça teve no ano que acaba na meia noite de amanhã.

É justamente aí onde Anala Júlia pode revolucionar o seu governo, se estabelecer um novo e diferenciado paradgma para valorizar o setor produtivo, visto que o mesmo está em frangalhos.

Balanço 2007 - Parte IV

Após o recesso parlamentar. Logo após o Carnaval, o mesmo Congresso que derrotou o Governo e impediu-lhe de arrecadar R$ 160 bilhões, respeitáveis US$ 89.6861 bilhões.

Veja quadro com a variação do dólar.












O Congresso decidirá onde efetivamente ocorrerá a rearrumação do Orçamento de 2008.

Sabe-se, no entanto, que o PPA 2008-2011 virou um samba de crioulo doido.

De concreto é que os R$ 1,9 bi prometido ao governo paraense, esvaiu-se entre os dêdos e quem viver verá.

Balanço 2007 - Parte III

As compensações, estão em parte, apenas em parte sob a tutela de Lula. O Executivo não é maior que o Mercado. Este prevê dificuldades ainda não exatamente equacionadas na crise dos papéis de empréstimo imobiliários americanos que gerou a implosão da bolha do supervalorizado mercado para a compra da casa própria lá.

Em parte porque espera-se para 2008 seja um ano de muitas dificuldades fiscais com a extinção da CPMF. Noutra ponte destaca-se o temor do Banco Central brasileiro de retomar a queda da taxa de juros, o que pode levar o país à uma explosão de consumo e conseqüente descontrole da inflação que já demonstrou seu crescimento nas últimas averiguações de medição, prevendo forte alta para o próximo ano.

Outra questão básica é o permanente desequilíbrio fiscal brasileiro.
Segundo o ex-ministro Mailson da Nóbrega em artigo publicado no blog do Noblat {aqui} a piora fiscal viria do não-cumprimento da meta de superávit primário, causado pela perda da CPMF. O risco Brasil aumentaria, pro…

Balanço 2007 - Parte II

Informado pela governadora da pressão do grupo de parlamentares, aí inseridos senadores e deputados não somente do Pará, mas, de outros Estados, o presidente parece convencido que quanto mais adiar esse discussão como fim, resolveu em outras audiências, prestigiar a governadora Ana Júlia Carepa.

Ciente das dificuldades de gestão porque passa o governo da aliada. Pressionado nos bastidores pelo avanço desmesurado do PMDB que no Pará é controlado pelo deputado federal Jader Barbalho, cuja bancada é a maior do Pará, Lula rompe o ano a catar compensações.

Balanço 2007 - Parte I

Finalizamos o ano com a possibilidade de investimentos em 2008 a serem posto em prática pelo governo federal no estado do Pará na ordem de R$ 1,9 bilhão -- promessa -- segundo o blog do Barata, que Lula cumprirá.

Seria ótimo se isso fosse verdade. Poderia ser se não houvesse o atropelo da não aprovação da CPMF.

Todos os investimentos salvo os programas sociais e nas rubricas constitucionais estão sob a lupa do Planejamento, Fazenda e, principalmente, nas rédeas de Congresso Nacional.

Não há garantia nem do presidente e sua poderosa caneta, de garantir tais recursos sem o aval do Congresso Nacional.

Que se abram os arquivos aos familiares

Publico na íntegra o artigo da jornalista e pesquisadora Myriam Alves sobre o caso, enviado ao blog por e-mail.

Olá, amigos,

Seguem matérias de hoje, 27/12 (leia o post abaixo), ainda sobre a decisão da juíza italiana por conta da Operação Condor. Vale a correção no texto do JB: Joca chegou ao Araguaia no Natal de 1967.

Itália, Joca, Brasil e o Natal

* Por Myrian Luiz Alves

Impressiona a correria do nosso ministro da Justiça para falar sobre a questão do pedido de extradição de agentes e militares brasileiros. Dos 13, apenas alguns nomes são citados; sete estão mortos, entre eles o general Bandeira.

Nos últimos anos, livros e livros são publicados com documentos em sua maioria "vazados" por militares, inclusive livros por eles assinados, como o do militar da Operação Sucuri. Outros trazem entrevistas, a exemplo dos livros do Luiz Maklouf, com o coronel Lício Ribeiro Maciel, e Hugo Stuart, com fontes que não se revelam.

É clara a atuação nacional da repressão ao Araguaia, que matou …

As conexões da repressão no Brasil: guerrilha e sumiço de militantes

Repercute na grande imprensa os desdobramentos do pedido de um juiz estrangeiro para processar autoridades brasileiras envolvidas na chamada "Operação Condor", quando vários países sulamericanos patrocinados pelos Estados Unidos, empreenderam uma perseguição implacável ao opositores do regime ditatorial então instalado no país.Jornal do Brasil – 27/12/2007
Uma luz sobre desaparecidos na época da didatura
Vasconcelo Quadros Brasília
A decisão do juiz Giancarlo Capaldo em pedir a extradição de 13 autoridades brasileiras, a maioria delas já falecida, acusados de participar da Operação Condor, trouxe à tona a história do único estrangeiro que participou efetivamente da Guerrilha do Araguaia, o italiano Líbero Giancarlo Castiglia, o Joca, que figura entre os 58 ativistas do PC do B desaparecidos na região entre 1972 e 1975, cuja naturalidade foi escondida pelos órgãos de informação das Forças Armadas em informes e relatórios produzidos à época.
- Há indícios de que Joca era visado p…

Não ficou um...mano!

Blog do Pagão
AssombraçãoMorreu a matriarca de tradicional família de São Domingos das Latas e seus herdeiros decidiram dar-lhe uma despedida digna. Um dos filhos, fazendeiro, partiu cedo para Marabá em busca da melhor urna funerária que encontrasse. Encontrou-a na Cidade Nova, caríssima, mas ele não reclamou. Aproveitou e comprou logo todos os adereços: cruz de madeira, coroas de flores, velas, e alugou os apetrechos metálicos para o velório. Tudo em ordem, os homens da funerária colocaram a urna brilhante e pesada na carroceria de camionete e as peças no banco do carona.
Descendo na direção da Nova Marabá, pouco antes da cabeceira da ponte do Itacaiúnas o fazendeiro freou para atender o cidadão que lhe acenava. Era um vizinho e amigo que há mais de semana tinha vindo à cidade divertir-se. E não perdera tempo, pelo visto: ainda estava bêbado; Queixou-se de estar liso e pediu carona para voltar.Ora, assim que o bêbado aboletou-se na carroceria, começou a chover e meteu-se el…

Investigações comprometidas

Em matéria assinada pelo repórter Edson Luiz publicada no Estado de Minas e no Correio Brasiliense atesta o que todos desconfiavam e sabiam: com o fim da CPMF, a PF perdeu um importante instrumento de combate ao crime financeiro.
Imposto era usado pela polícia para identificar movimentações financeiras incompatíveis com a renda de servidores. PF e Receita calculam prejuízos nas operações envolvendo a UniãoA Polícia Federal e a Receita Federal avaliam em conjunto os efeitos do fim da cobrança da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), um instrumento usado nas investigações de corrupção e lavagem de dinheiro, principalmente de servidores públicos. Técnicos do Fisco e delegados da área de inteligência e fazendária da PF reuniram-se para calcular os prejuízos que podem ser causados às operações montadas para o ano que vem, envolvendo dinheiro da União.A cobrança da CPMF, um imposto obrigatório, permitia aos investigadores observar movimentações incompatíveis de servid…

Uma luz sobre desaparecidos na época da didatura

Palavra de especialista


Vasconcelo QuadrosA decisão do juiz Giancarlo Capaldo em pedir a extradição de 13 autoridades brasileiras, a maioria delas já falecida, acusados de participar da Operação Condor, trouxe à tona a história do único estrangeiro que participou efetivamente da Guerrilha do Araguaia, o italiano Líbero Giancarlo Castiglia, o Joca, que figura entre os 58 ativistas do PC do B desaparecidos na região entre 1972 e 1975, cuja naturalidade foi escondida pelos órgãos de informação das Forças Armadas em informes e relatórios produzidos à época.- Há indícios de que Joca era visado pela Operação Condor e que por essa razão tenham escondido sua condição de cidadão italiano. A presença de agentes estrangeiros entre os militares que atuaram no Araguaia são sintomas de que a guerrilha do PC do B também era alvo da Condor - disse a jornalista Myrian Alves, que trabalha numa biografia sobre Castiglia.Torneiro mecânico, militante do PC do B, morador no bairro de Santa Teresa, no Rio de…

O começo do fim do privilégio dos juízes

Melhor notícia não há este ano na área jurídica. A reação foi imediata, vegonhosa e que merece repúdio de toda a sociedade.

Notem que quando se quer modificar o privilégio dos acima do bem e do mal, a jeripoca pica.

Tem nada não doutos. Se esse projeto não passar, vamos apresentar outro constitucional. Chega!

Ninguém suporta mais o comportamento de todos vocês. O Festival de impunidade imoral patrocinado pelo indecente corporativismo operado pela Justiça nesse país. Jamais nesse país...

Juiz condenado pode perder aposentadoriaFausto MacedoProjeto de deputado extingue direito a remuneração a magistrados afastados compulsoriamente por crimeUm dos privilégios mais antigos da toga - a aposentadoria remunerada como punição disciplinar a juízes processados criminalmente - pode estar com os dias contados. Proposta de emenda constitucional em tramitação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara prevê o fim do benefício, que é exclusivo da magistratura.“Esse é caso flagrante de p…

Leia antes de viajar de avião

Finalmente a turma da ANAC tirou o traseiro da cadeira e começa a mostrar serviço. Cartilha ensina seus direitos na hora de voar no Brasil
A Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) fez uma cartilha para os usuários do sistema aéreo do país. Intitulada "Verão no Ar 2008", a publicação traz informações sobre os direitos dos passageiros e o que fazer em casos de overbooking, atrasos e cancelamentos de vôos.O documento entra hoje no site da Anac (www.anac.gov.br) e será distribuído a partir de janeiro nos principais aeroportos do país.A cartilha enumera o que o passageiro deve fazer em casos como atrasos e overbooking, comuns no final de ano. É direito dele, por exemplo, ser reacomodado em caso de vôo atrasado por mais de quatro horas.Fonte: Folha de S. Paulo

Para corroborar

Sobre o post abaixo


Processos contra brasileiros não vão prosperar, dizem ex-ministros do STFDois ministros aposentados do STF (Supremo Tribunal Federal), Francisco Rezek e Carlos Velloso, dizem que o processo contra os brasileiros investigados na Operação Condor não irá prosperar, ainda que seja transferido da Itália para o Brasil."Sob a ótica brasileira, todos os hipotéticos crimes são anistiados. Mesmo que não fossem cobertos pela Lei da Anistia, estariam prescritos", disse Rezek. Ele descartou a possibilidade de extradição de brasileiros.Rezek disse, porém, que "há uma situação de risco" no exterior com o eventual prosseguimento do processo e a possibilidade de prisão dos brasileiros e dos demais latino-americanos indiciados no processo, caso eles visitem a Itália ou outro país da Europa, que coopere com a repressão a crimes contra direitos humanos."Vivemos um momento em que o sistema de repressão internacional a crimes contra os direitos humanos está muito…

Antes ou depois da Anistia: não importa

Não importa mesmo! Não vai dar em absolutamente nada, o pedido de prisão de um juíz italiano contra 17 brasileiros que supostamente participaram da vergonha nacional chamada Operação Condor.

No máximo a abertura de um processo, aqui mesmo, que se arrastará a passos de cágado. Outros países vizinhos, no entanto, como Argentina e Uruguaia, processou, condenou e encarcerou os meliantes, mas, como estamos na República da Banana, com um judiciário que é uma vergonha; que simboliza atos protegidos numa caixa preta; servidores que se julgam acima do bem e do mal; classe que representa da maneira a mais vergonhosa possível o espírito de corpo, gente que só quer trabalhar se for em Castelos e não em prédios públicos com funcionalidade. Ei! Acordem. Não esperem nada de animador sobre esse assunto se depender do poder judiciário brasileiro.


Documento dos EUA prova ação brasileiraSÉRGIO DÁVILAPapel inédito obtido no Departamento de Estado norte-americano mostra participação direta do Brasil na Ope…