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Mostrando postagens com o rótulo Política Internacional

É um erro antecipar agenda em áreas de conflito armado

Um vacilo estratégico e risco de vida eminente para a secretária de Estado americana, Hillary Clinton, que fará nos dias 3 e 4 de março sua primeira visita oficial a Cisjordânia e Israel, informaram fontes oficiais palestinas.

O blogger discorda da necessidade da antecipação de agenda nesse caso.

O Iraque de hoje é uma bomba relógio sem aviso prévio para explodir.

Ao se divulgar uma visita dessa importância --a primeira -- ação presencial do mais importante representante do novo goveno americano, dá tempo aos grupos antagonistas da ocupação do país a planejarem ataques terroristas com maior poder de fogo para chamar a atenção da comunidade internacional à sua causa. Lícitas ou não.

Barack Obama, o Brasil, o neoliberalismo e a nova ordem internacional

*Por Davis Sena Filho

Barack Hussein Obama II, advogado de 47 anos, senador da República e recém-eleito presidente dos Estados Unidos da América — a Nação mais rica do mundo e a maior potência militar da história da humanidade. Esta apresentação poderia ser para qualquer homem eleito presidente nos Estados Unidos, se não fosse uma realidade, que até pouco tempo jamais pensaríamos que fosse acontecer: Barack Obama é um homem negro, em um país que há um pouco mais de 30 anos era, irremediavelmente, dividido entre raças, de forma institucional e rotineira, o que fazia da nação mais poderosa do mundo um lugar de desassossego, violência e vergonha moral e espiritual.

Lembro-me quando pequeno, na década de 1960, e adolescente e jovem, nas décadas de 1970 e 1980, que os Estados Unidos, extra-oficial e oficialmente, experimentava uma grande convulsão social, no que concerne ao direitos civis para a população negra daquela terra. Descendentes de escravos, os negros não tinham acesso, de…

O segredo do sucesso de Obama

Barbara Flynn tem um crachá que diz Old White Woman for Obama. "Porque isso é que não é suposto, que as mulheres brancas mais velhas votem no Obama", explica a rir-se. Com o cabelo branco cortado curto, Flynn tem um ar jovial. Aos 67 anos, empenhou-se numa campanha eleitoral, algo que nunca tinha feito antes na vida (nem pensado fazer): pegou no carro e junto com o marido saiu do seu estado, a Virgínia, e foi até à Carolina do Norte durante as primárias para apoiar Obama. Tem distribuído folhetos e participado em acções para registar novos eleitores. Agora está prestes a fazer pelo seu candidato uma coisa que lhe desagrada - telefonemas a perguntar em quem é que as pessoas vão votar. Desagrada-lhe, mas vai fazê-lo.

Para quem gosta de política, a partir da leitura do lead da reportagem do jornal mais influente de Portugal sobre o candidato democrata à presidência dos Estados Unidos, há um juízo sobre o enorme sucesso que o senador negro está a contabilizar nessa campanha: a fo…

O papel do FMI na crise

Em editorial o Washington Post diz que o FMI pode ter papel crucial na crise financeira global. Segundo o jornal, até alguns meses atrás o FMI era uma "instituição em busca de uma missão", depois que mobilidade de capital global e a acumulação de reservas em moedas estrangeiras pelos países emergentes deixaram o fundo praticamente obsoleto. "Mas então veio o colapso financeiro global deste outono. Enquanto o crédito foi congelado nos Estados Unidos e na Europa, investidores famintos por caixa começaram a tirar seu dinheiro dos mercados emergentes. As reservas diminuíram, as moedas caíram - e, de repente, o FMI tem clientes de novo", afirma o editorial.Noutro dos editoriais do diário, o Post apóia o candidato Barack Obama para a presidência da República.
Fonte:Washington Post.

Governo e oposição adiam assinatura de acordo na Bolívia

clipped from noticias.uol.com.br COCHABAMBA, Bolívia (Reuters) - O governo e a oposição da Bolívia adiaram por pelo menos até a próxima semana a assinatura de um acordo sobre reformas que ponham fim ao conflito que ameaça dividir o país. Com otimismo cauteloso, ambas as partes disseram após o encontro de duas horas nesta quinta-feira, na cidade de Cochabamba, que voltarão a reunir-se na segunda-feira, dando mais tempo a discussões técnicas sobre uma nova Constituição socialista e as autonomias regionais pedidas por várias regiões. O presidente Evo Morales, que havia manifestado desejo de assinar nesta quinta um acordo global com a oposição, ficou em silêncio depois da reunião e só confirmou através do porta-voz que se reunirá no sábado com os chamados "movimentos sociais" para avaliar o diálogo.Lei mais.

Santiago, 11 de semtembro: o povo latino-americano não pode esquecer esse dia

11 de Setembro de 1973: chove sobre Santiago...
















Foi há seis anos o dia em que a América e o dito "Mundo Livre" perceberam que a espiral de hipocrisia e violência que eles próprios tinham criado e continuavam a alimentar, lhes tinha literalmente desabado sobre as cabeças. Mas esta data não pode, não deve, fazer-nos remeter para o esquecimento o primeiro 11 de Setembro, o de 1973, que marca o culminar da desbragada ingerência dos EUA nos destinos do mundo e no destino de um povo que livre e democraticamente tinha ousado escolher o seu caminho.

11 de Setembro de 1973: o governo de Salvador Allende, já completamente isolado na área militar, é derrubado violentamente. Allende e a Unidade Popular, vitoriosos, assumem o governo na sequência das eleições presidenciais de 1970. Mas não o poder, pois o aparelho de Estado e a organização burocrático-militar é mantida, no fundamental, intacta. O governo da Unidade Popular implementa, desde o início, uma melhoria significativa das condiçõe…

Sobretudo, um parceiro

Chávez não é perigo para região, diz Lula
KENNEDY ALENCAR Folha de S. Paulo 5/6/2007
Presidente chamou venezuelano de "parceiro", mas ainda espera recuo da Venezuela em relação a críticas feitas ao Senado

"Não dou palpites nas políticas internas", diz Lula sobre caso RCTV; para ele, Brasil não tem razões para brigar com EUA ou Caracas O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou em entrevista à rede britânica BBC que o presidente venezuelano, Hugo Chávez, é "um parceiro" e que Caracas não representa "um perigo à América Latina". Mas, segundo apurou a Folha, ainda aguarda um recuo do venezuelano para dar por encerrada a discussão sobre o fim da licença da rede oposicionista RCTV.
"Chávez tem suas razões para brigar com os EUA. E os EUA têm suas razões para brigar com a Venezuela. O Brasil não tem nenhuma razão para brigar com os EUA ou a Venezuela", disse Lula ao programa "Hard Talk", lembrando que o Brasil tem negócios im…

Nicolas Sarkozy é o eleito para a presidência da França

Nicolas Sarkozy