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Mostrando postagens com o rótulo Inflação

Governo precisa cortar gastos da máquina para consolidar queda da inflação

O Ministério da Fazenda com a faca na mão

Paulo Guedes

Artigo publicado na revista Época

Se ele cortar gastos públicos com firmeza, ainda teremos alguma chance de conter a alta da inflação até 2012
As pressões de custos de energia e alimentos se infiltraram por toda a economia. No Relatório de Inflação divulgado na semana passada, o Banco Central (BC) admite que teremos mais inflação e menos crescimento em 2011. Pelas novas estimativas, a inflação saltará de 5% para 5,6%, e o crescimento cairá de 4,5% para 4% neste ano. É o reconhecimento pelo BC do fenômeno de cost-push – o aumento de custos que nasce nas mercadorias básicas e é empurrado na marra por toda a cadeia produtiva.

“No segundo semestre de 2010, nós e o mundo fomos apanhados de surpresa por um gigantesco choque de preços das commodities, que subiram 70% em apenas nove meses”, disse o diretor responsável pela divulgação do documento. O BC calcula em 2,5 pontos porcentuais adicionais o imp…

Minipacote fiscal para conter inflação

Brasil S/A :: Antonio Machado para o Correio Braziliense
Governo descobre o pé para cobrir a cabeça ao aumentar o IOF sobre gastos no exterior com cartão

Ditadura do caixa

O governo trabalha com duas prioridades que supostamente tiram da frente todas as outras: a inflação alta e o viés de valorização do real. Tais objetivos são conflitantes, embora essenciais, exigindo perfeita afinação dos instrumentos da política econômica.

É isso o que a Fazenda e o Banco Central deveriam ter considerado ao levar à assinatura da presidente Dilma Rousseff o decreto que aumentou de 2,38% para 6,38% a alíquota do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) incidente sobre os gastos com cartão de crédito no exterior.

A decisão contraria a intenção de segurar a depreciação do dólar, o que é combatida com uma mistura de ações que impliquem a redução das entradas de divisas e aumentem as saídas. O aumento dos custos das viagens internacionais está na mão oposta dessa estratégia.

Os economistas do go…

Inflação: bafeja em nosso pescoço

Artigo - Um círculo vicioso

EMÍLIO ODEBRECHT

Na Folha

DESDE QUE iniciei estes artigos dominicais tenho sido rigoroso com um princípio: evitar temas políticos e assuntos que envolvam minha organização.

Meu propósito é debater ideias e defender causas de interesse público. Entendo que não é correto o uso de espaço tão nobre para abrigar reivindicações ou tratar de interesses setoriais.
Mas há situações que fogem à regra, como é o caso da recente escalada de más notícias sobre uma velha conhecida nossa, a inflação.

Entidades como o IBGE e a Fundação Getulio Vargas já demonstram, através de seus índices de preços, que desde o início de janeiro o custo de vida vem crescendo.

Não acho que isso seja decorrente de problemas de nossa política monetária, que considero correta.

Se a carestia começa a nos rondar, isso é devido a um desarranjo histórico da economia nacional.
Explico: sempre que a inflação preocupa, os juros sobem. Com os juros altos, o setor produtivo reduz os investimentos e as empresas n…

Debate sobre a alta dos alimentos e o plano safra: Deputados Giovanni Queiroz (PDT-PA) e Carlos Mendes Thame (PSDB-SP)

TV Câmara: Brasil em Debate

A entrevista está sendo veiculada para todo o Brasil desde ontem as 21h00.

Pauta: Preocupado com os efeitos da crise dos alimentos sobre o aumento da inflação, o governo Lula acaba de anunciar um aumento do volume de crédito para financiar a safra agrícola 2008/2009, para R$ 78 bilhões com juros reduzidos de forma a estimular o produtor.

O governo espera que a safra possa alcançar 150 milhões de toneladas. O total será assim dividido: R$ 65 bilhões de crédito agropecuário, isto é, para o agrobusines, e mais R$ 13 bilhões destinados à agricultura familiar, que hoje tem peso crescente na produção de grãos.

O presidente e a área econômica apostam que a produção agrícola pode dar boa contribuição para que o governo mantenha controle sobre a inflação, cujas proporções o ministro da fazenda acha que estão sendo exageradas pela mídia. Para debater o tema convidamos os deputados Mendes Thame (psdb-SP) e Giovanni Queiroz(PDT-PA).

Lula lança Plano Safra 2008-2009 para conter alta de alimentos

Principais medidas adotadas para a safra 2008/2009

A próxima safra da agricultura empresarial terá um investimento de R$ 65 bilhões, 12,1% maior do que a safra atual (2007/2008). Comparando com a safra de 2002/2003, o aumento é de 217%.

Com o incremento, o governo pretende elevar a produção de grãos no país e colaborar com a contenção da alta dos preços mundiais. O governo espera ainda que, com o aumento da produção, o preço dos alimentos não puxe a inflação para cima.

Dos R$ 65 bilhões liberados, R$ 45,4 bilhões serão emprestados aos agricultores com encargo financeiro de 6,75% ao ano. Isso representa 20% a mais em relação ao ciclo 2007/2008.

O governo liberou, ainda dentro do plano, R$ 1 bilhão para agricultores que planejam plantar em áreas degradadas, como no Mato Grosso. Com a medida, pretende impedir que o plantio de soja avance
na Amazônia.

Com as medidas, o objetivo federal é aumentar a produção agrícola em 5% já na próxima safra, ou seja, daqui a 9 meses. Se o plano …

Governo Lula começa a perder a "batalha" contra a inflação

O governo Lula começa a esfarelar a principal herança que recebeu da era FHC: o controle da inflação. Há fatores externos como a inflação mundial dos alimentos que já elevou em até 52% o preço da cesta básica do brasileiro em um ano, levando a uma corrosão no poder de compra dos trabalhadores, sobretudo os de menor renda e que comprometem a maior parte do orçamento com alimentação.

A preocupação do eleitorado com a carestia já está sendo tabulada em pesquisas de opinião pública e tem o poder de afetar a popularidade do presidente.

Pesquisa do Dieese mostra que as maiores variações da cesta básica aparecem em capitais do Nordeste, como Natal, João Pessoa, Recife e Fortaleza, que subiram, respectivamente, 51,85%, 45,02%, 44,92% e 43,3% nos últimos 12 meses.

Por outro lado, Porto Alegre e São Paulo, as duas capitais com o maior preço da cesta básica (R$ 246,72 e R$ 245,24, respectivamente), tiveram os menores aumentos no período de um ano: de 27,24% e 30,83%.

A pesquisa revela que a cesta b…

Aéreas se mancam e começam a mudar cardápio

Coube à TAM inaugurar novo sistema de alimentação a bordo. Já não há mais aqueles sanduíches requentados e de pouca aceitação. Surgiu nos aviões o Festival de Culinária Regional, onde os pratos quentes são diferenciados conforme a região a ser voada. A idéia foi bem aceita.

Enquanto isso, a elevação do preço das passagens reduz crescimento do setor. Em 12 meses, reajuste repassado chegou a 67%.

Um dos sinais da inclusão da classe C no mercado de consumo, as viagens aéreas estão deixando de fazer parte da planilha de gastos dos brasileiros menos abastados. O número de passageiros que voaram desde o início do ano é maior que o do mesmo período de 2007, mas o crescimento está perdendo fôlego. O incremento de 3,5% de janeiro a abril é o menor dos últimos quatro anos, de acordo com a Infraero.

A culpa é do reajuste dos preços. Desde o início de 2008 até o fim de maio, as passagens domésticas ficaram 11,13% mais caras em média do que em 2007. É a maior elevação dos últimos 12 anos. Desde 199…

Gastança governamental está no limite

A polêmica maldisfarçada entre o Ministério da Fazenda e o Banco Central (BC) em torno da política fiscal e seus efeitos inflacionários ganhou ontem a intervenção de um ex-membro da equipe econômica. O economista Armínio Fraga, presidente do BC no segundo mandato de Fernando Henrique Cardoso, afirmou que o crescimento dos gastos públicos é um sério obstáculo para a redução da taxa de juros e a expansão sustentada da economia brasileira a taxas maiores. Para ele, o corte nas despesas do governo precisa ser feito urgentemente.

“Estamos chegando ao limite. É preciso, com urgência, adotar providências estruturais definitivas para conter o crescimento dos gastos públicos e da carga tributária, que está asfixiando a economia. Se isso for feito, tenho certeza de que os resultados serão excelentes”, afirmou Fraga num seminário sobre política monetária na Comissão de Finanças e Tributação da Câmara. Dessa forma, o ex-comandante do BC se alia à posição defendida internamente pelo se…

Inflação começa a arranhar imagem do governo Lula

O presidente Luis Inácio Lula da Silva foi alertado que a elevação dos preços já se transforma em desaprovação do seu governo, segundo pesquisa reservada do Palácio do Planalto. Combate aos aumentos virou “prioridade zero”.

O dragão da inflação voltou com força e o "efeito" teflon que protegia o presidente está tendo efeito de uma potente esponja de aço na imagem do governo.

O Palácio do Planalto acendeu o sinal de alerta. As pesquisas mostram que a disparada dos preços dos alimentos, que levaram a inflação a registrar a maior alta para os meses de maio (0,79%) em 12 anos, já está afetando a imagem do governo. As pessoas consultadas disseram estar temerosas de que o dragão que se acreditava domado volte com toda a força, jogando por terra as boas conquistas dos últimos anos. Vários dos entrevistados afirmaram que estão comprando cada vez mais comida. Essa ressalva foi feita, principalmente, pelos mais pobres, justamente os que mais votam em Lula.

Decisão do aumento de combustíveis sai hoje

O presidente Luis Inácio Lula da Silva determinou que o ministro da Fazenda Guido Mantegna apresse os estudos do impacto do aumento do petróleo nas contas da produção de alimentos e defina ainda hoje se será necessário o aumento dos combustíveis.
----------------Atualizado às 19h23
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou que a gasolina terá um reajuste de 10%nas refinarias a partir desta sexta-feira. O aumento, no entanto, não terá impacto no bolso do consumidor, assegurou Mantega. Segundo o ministro, o governo reduzirá a Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide), o tributo cobrado no combustível, para que o preço final não mude. Já o óleo diesel sofrerá alta de 15% nas refinarias e ficará 8,8% mais caro nas bombas. O impacto dos reajustes na inflação será praticamente nulo, de acordo com Mantega.

Economia - Lula dá aula para PHD's

Lula desmente imprensa brasileira e nega aval para aumento de juros

Em visita a Praga, o presidente Lula desmentiu que teria dado sinal verde para um aumento da taxa de juros. Segundo o presidente, quem acha isso está doido. Lula disse que foi mal-interpretado por jornalistas no dia anterior, quando declarou que não será nem a redução de 0,25 ponto percentual nem a manutenção dos juros em 11,25% que trará qualquer transtorno à economia brasileira. Nas próximas terça e na quarta-feiras, o Copom se reúne para decidir se aumenta ou não os juros.

Fonte: CBN

Lula vai vetar a presepada! Sabe que o Brasil nunca esteve melhor sob o ponto de vista de crescimento lastreado pela folga nas reservas.

O presidente sabe disso e vai acabar com o lero-lero dos especuladores.

Dobra de dar risada com os que acham que ele de trouxa é tudo, só que no caminho... Tem o saco...!!!!!!

...E a caneta.

A ameaça da inflação

A disparada dos preços das commodities representam um grande risco para a economia mundial. Com esses produtos em alta, a inflação deve aumentar, o que pode trazer mudanças na condução da política monetária de vários países.

No caso dos EUA, uma alta mais intensa da inflação colocaria o Fed, o banco central americano, num dilema. "Hoje o banco central americano está priorizando a atividade econômica e reduzindo os juros para conter uma forte desaceleração. Se tivesse que subir os juros para evitar a inflação, a recessão seria inevitável", afirma Fábio Silveira, economista da RC Consultores.

Para economista-chefe para a América Latina do Banco Real ABN Amro, Alexandre Schwartsman, o risco inflacionário já está aí, inclusive em países com tradição de inflação baixa, como a própria China. Ele pondera que para o Brasil, assim como para os demais exportadores de commodities, o risco maior não é a alta dos preços, mas a reversão desse processo. Isso porque os preços elevados sustent…