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Mostrando postagens com o rótulo Internet na Política

Marina Silva decepciona em encontro com internautas

Encontro com Marina Silva
Julio Daio Borges


Recebi um e-mail doJuliano Spyerna sexta, falando sobre um encontro de “pessoas da internet” com a pré-candidata do Partido Verde à presidência da República, a senadoraMarina Silva. Confesso que não sou dos formadores de opinião mais politizados da internet, e tento conservar o Digestivo o mais “neutro” possível. O negócio do site é cultura e, pessoalmente, tenho uma certa antipatia por temas que costumam “polarizar” demais, como política, religião e até esportes. Talvez não seja uma boa estratégia de minha parte, porque entrar nas polêmicas traria certamente mais audiência, mas ainda prefiro administrar textos do que egos.

Mesmo raramente participando da discussão política, decidi aceitar o convite por alguns motivos. Primeiro, porque conheço o Juliano. Ele foi meu colega de Campus Party, numa mesa que, por coincidência (ou não), dividimos com a Soninha, já subprefeita da Lapa. (Antes de encontrá-lo pessoalmente, já havia me con…

Brasil precisa de outros ciclos eleitorais para plena utilização da internet em campanhas políticas

Entrevista - Ben Self - Marqueteiro de Barack ObamaMentor da articulação online que revolucionou a campanha política nos EUA acredita que a internet não terá papel tão decisivo no Brasil

Repetir uma “onda de votos — como a que aconteceu nos Estados Unidos durante a campanha de Barack Obama rumo à Casa Branca — não é tarefa fácil. Nem mesmo para o estrategista Ben Self, responsável pela campanha virtual do atual presidente americano. Um dos quatro jovens fundadores da Blue State, criada nas eleições de 2003 do democrata Howard Dean, está no Brasil a fim de provar que para ganhar uma eleição é preciso mexer com as pessoas. “Qualquer sucesso online está em construir relações autênticas e profundas com as pessoas, pedindo então que elas façam coisas para o candidato ou organizações”, disse, em entrevista ao Correio. O jovem marqueteiro — que preferiu não falar sobre política e a participação na campanha da pré-candidata do PT, Dilma Rousseff, à Presidência do Brasil em 2010 — defende qu…

Internet, eleição e regulamentação

* Joaquim FalcãoO projeto de lei do deputado Flávio Dino para as próximas eleições corre contra o tempo. Aprovado pela Câmara dos Deputados, tramita agora no Senado. Tudo tem que estar pronto até setembro. A parte sobre internet desperta paixões radicais. Não é de espantar. A rede mundial de computadores é o principal mobilizador do futuro. Afeta o mercado político, candidatos e partidos. Tende a ser também o grande anunciante eleitoral. É questão de venda de tempo e espaço. Afeta televisão, imprensa e provedores, o business da comunicação. Todos esses interesses de amanhã estão em jogo hoje. Sem falar que, nestas épocas de ativismo judicial, a harmonia competitiva entre Judiciário e Congresso está à flor da pele.

Qualquer análise minimamente isenta da futura regulamentação deve levar em conta pelo menos três vetores interligados. Primeiro há que se escapar do simplismo reducionista: regulamentar ou desregulamentar. Não é Hamlet. Há que se definir uma regulamentação para o período …

Efeitos colaterais da liberação da internet nas próximas eleições

Já era de se esperar os questionamentos sobre a utilização da internet na reforma “meia sola” eleitoral aprovada na Câmara dos Deputados e que irá para exame do Senado.O jornalista Alon Feuerwerker, articulista do Correio Braziliense, coloca a questão. Mais um abacaxi
A equiparação dos sites de empresas às concessões de rádio e televisão é uma aberração. Mas foi o que decidiram os deputados, quando normatizaram o uso da internet nas campanhas eleitorais. Mesmo que o Senado mude, a Câmara pode repor o texto original na volta. E o presidente sancionar. Daí ser possível que tudo acabe na Justiça.

Pode o Congresso, a seu critério, restringir a liberdade de expressão num canal de comunicação que não é concessão do Estado? Depois de revogada a Lei de Imprensa e abolida a exigência do diploma de jornalismo para jornalistas, será mais um abacaxi para os tribunais. Se alguém recorrer a eles, claro.

Disse o ministro Carlos Ayres Britto no julgamento do diploma: “A meu sentir…

A ferramentas de maior sucesso na internet entre os políticos

Indignação é só virtual Correio BrazilienseManifestações de descontentamento e insatisfação com os políticos não passam dos limites de teclados e mouses

A internet inaugurou uma nova era: a que permite fazer de tudo sem sair de casa, apenas com um toque no mouse. É assim na hora de fazer compras, conhecer pessoas, criar empresas, fechar negócios e, também, na política. Num país marcado por escândalos nas diversas esferas do Poder, é tarefa fácil encontrar sites, comunidades e blogs de gente que quer protestar. Tudo sem sequer colocar o pé na rua.

A rede mundial de computadores permitiu que mais gente tenha acesso ao noticiário político. E, como é um meio de comunicação interativo, abre espaço para manifestações variadas, das sérias às irônicas. A crise que envolve o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), impulsionou esse movimento, com a criação de comunidades no Orkut, de blogs e páginas no Twitter.

A mobilização virtual pela moralidade, contudo, praticamente evapora quando tenta …