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Novas estratégias: Reflexões sobre os quadros mundial e brasileiro para definição de novas estratégias política e de desenvolvimento para o Brasil, a partir de 2011

* César Francisco AlvesARTIGOA definição de novas estratégias política e de desenvolvimento para o período posterior ao término do segundo governo Lula exige, necessariamente, uma análise dos quadros atuais mundial e brasileiro resultantes, em grande parte, da crise do neoliberalismo nas economias centrais, sobretudo na dos Estados Unidos, e dos seus reflexos nas demais, especialmente na brasileira. Esta visão é compartilhada pelo Deputado João Herrmann (PDT/SP), que juntamente com seu colega de Partido, da Bahia, Severiano Alves, lideram agora a Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados, nos cargos de, respectivamente, 1º Vice-Presidente e Presidente.

A superação da citada crise, que ainda está longe de ocorrer e que, nas estimativas mais realistas, só deverá se concretizar a partir de 2011 (ano que, no Brasil, corresponderá ao primeiro de um novo governo brasileiro), depende, evidentemente, de decisões políticas e empresariais internas e externas…

Os empresários brasileiros contra Chávez

Foto: Francesco Spotorno/Reuters











Os dois principais diários americanos, The New York Timese Wall Street Journal, dão destaque à decisão das companhias petrolíferas Conoco Phillips e Exxon Mobil de deixarem a Venezuela por discordarem da nova lei de concessões.

Hora perfeita, mostra o Valor para que a Confederação Nacional da Indústria envie cartas aos senadores pedindo o veto a entrada da Venezuela no Mercosul. Os empresários dizem temer que as posições políticas do presidente Chávez atrapalhem o bloco nas negociações com grandes mercados, como União Européia e EUA. É pretexto. Na verdade, essa é uma discussão política. Hoje, a indústria brasileira hoje tem mais lucro vendendo para a Venezuela do que para a Índia.