Pular para o conteúdo principal

Postagens

Mostrando postagens com o rótulo Bolha Financeira Global

Crise no Brasil não é marola!

O presidente do Brasil, Luis Inácio Lula da Silva, declarou que o Brasil seria afetado de forma diferenciada diante do que se desenhava: uma iminente crise financeira de proporções avassaladoras.

"Uma marola (termo que designa uma fenômeno natural específico do comportamento dos mares)", comparou o presidente que detem os mais altos níveis de aprovação pública, nunca vista então, na história desse país.

Ministros de férias, equipes de monitoramento em estado de "graça", afinal, ninguém é de ferro.

Era esse o cenário há exatos um ano.

O blog alertou que a crise tratava-se de um efeito dominó, o qual o Brasil teria uma oportunidade única se adotasse medidas imediatas de proteção interna. A saber:

1- Incremento das ações previstas no PAC.
2- Redução das taxas de juros.

Nem uma coisa, nem outra foram feitas. Afinal, era carnaval, e no país do carnaval, tudo tem que ser adiado.

Profound throat

A manchete da Gazeta do Povo prova que a "Crise ameaça viabilidade de projetos de US$ 63 bi no País", na contra mão do que o presidente até então afirmava. clipped from portal.rpc.com.br A crise financeira global ameaça a viabilidade dos principais projetos de investimento previstos para os próximos anos no Brasil. De dez grandes empreendimentos programados e identificados por um levantamento realizado pela Agência Estado, no valor de US$ 80 bilhões, pelo menos oito, que demandam US$ 63 bilhões, ainda não possuem empréstimo contratado suficiente para o cumprimento dos planos. Por serem estratégicos, parte deles tem garantia de financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que ganha o papel de "salvador" no meio da crise. Outros contam com uma forte geração de caixa dos empreendedores, como Vale e Petrobras, o que poderia dar uma certa folga financeira em momentos de dificuldade. Porém, mesmo nessas circunstâncias, a avaliação de esp…

A ficha caiu

Finalmente o presidente Lula deixou momentâneamente as bravatas após conversar com seus auxiliares sobre o tamanho, profundidade e longitudidade da crise que se estabeleceu no mundo em razão do descontrole das operações sem a devida fiscalização de agentes do mercado financeiro -- notadamente o imobiliário -- americano.

A resultante é "Um freio no PAC", em matéria de Daniel Pereira, da equipe do Correio Braziliense.

Dinheiro Público

Uma das apostas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para eleger o sucessor em 2010, o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) está em “ritmo de cruzeiro” só no discurso da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff. Em outubro, período em que a crise financeira mundial chegou ao ápice, o quadro é de redução na liberação de recursos. Entre os dias 1º e 22 deste mês, foram pagos R$ 250,9 milhões no âmbito do PAC. O valor é 4,7 vezes menor do que o registrado em todo o mês de setembro — R$ 1,17 bilhão. Além disso, é inferior 6,6 vezes à quant…

Impunidade aos banqueiros

Artigo

* Por Val-André Mutran

Na reunião convocada pessoalmente pelo presidente americano Geoge Walker Bush aos presidentes do G-20, presidido no momento pelo Brasil na figura institucional do presidente Luis Inácio da Silva, neste final de semana em Washington para discutir a crise emergida por operação sem lastro de papéis designados pelo mercado como sub-prime, um fato pode e deve ser tratado: há em curso em terras americanas alguma providência determinada por Bush ao FBI para investigar a participação em delinqüência econômica organizada pelos banqueiros de Wall Street e arredores?

Na Cyti londrina alguma providência foi tomada pelo primeiro ministro britânico Gordom Brown à Scotland Yard para a mesma investigação. Na Alemanha, na França, na Itália, no Japão. No G-9 isso foi feito pelos respectivos membros às suas polícias federais e organismos de inteligência?

Aa contrário do que o nosso presidente tem alardeado: "a crise lá fora é um tsunami que aqui não passará de uma marola&q…

Nós, os otários...

... Seremos obrigar a pagar a conta por culpa desse tipo de gente. Leia abaixo.

CLÓVIS ROSSI

MADRI - Sabe a AIG, a maior seguradora norte-americana, aquela que o governo teve de socorrer com uma pilha de US$ 85 bilhões (R$ 187 bilhões) para evitar a quebra? Pois é, apenas seis dias depois desse socorro, a empresa gastou US$ 443 mil (suficientes para pagar 2.130 salários mínimos) em uma festa para seus executivos em um dos mais luxuosos "resorts" da sofisticada Califórnia.

"Estavam fazendo as unhas das mãos e dos pés, tratamentos faciais e massagens, enquanto o contribuinte paga a fatura", esbravejou Elijah Cummings, que não é nenhuma demagoga esquerdista, mas uma deputada democrata. Só no campo de golfe do "resort", deixaram US$ 7 mil. Sete dos dez principais executivos da AIG participaram da esbórnia. "É uma prática comum nesta indústria, para compensá-los [aos executivos] por seu trabalho", disse o porta-voz da companhia. Que trabalho, cara-pálid…

Tempos excepcionais

clipped from extranet.camara.gov.br Editorial - Folha de S. Paulo

Com multinacionais gigantescas em apuros, governos passam a atuar no papel de acionista em última instância

A LIQUIDAÇÃO violenta nos mercados de ações prosseguiu ontem, apesar de todo o arsenal de medidas anunciadas e implementadas pelos governos na tentativa de detê-la. O índice Dow Jones, de Nova York, mergulhou 7,6% e voltou ao patamar do início de 2003. É como se todo o notável ciclo de expansão vivido pela economia dos EUA desde então tivesse virado pó aos olhos da principal Bolsa do planeta.

A venda alucinada de ações, que ocorria com mais vigor nas companhias do setor financeiro, agora atinge gigantes do setor produtivo americano, como a Exxon e a General Motors. A rápida desvalorização do petróleo, cuja cotação já se aproxima do índice mais baixo em 12 meses, explica a queda das companhias energéticas -as quais acumularam, até o primeiro semestre deste ano, alguns dos maiores lucros da história.

A debilidade do merc…