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Mostrando postagens com o rótulo Relações Internacionais

Doha não morreu

Artigo

O multilateralismo sobreviverá à decepção

Mark Twain ao ler, em vida e com saúde, seu obituário disse: "As notícias da minha morte são exageradas" Assim também as profecias de que a OMC e a Rodada de Doha estão liquidadas e enterradas me parecem pelo menos prematuras e, quase certamente, equivocadas.

Minha convicção é a de que a Organização Mundial do Comércio e o multilateralismo que ela expressa sobreviverão ao desapontamento e à frustração que o colapso da rodada de Doha, nos últimos dias, representou para a opinião pública internacional e para numerosos atores, públicos e privados, que tinham posto suas esperanças em que as negociações então em curso chegariam a bom porto.

Há, acredito, uma quase liturgia que faz com que cada sucessiva rodada sobre o comércio internacional dure bem mais do que se previa inicialmente, entre em colapso uma ou várias vezes ao longo do caminho e que, completada, produza resultados aquém dos esperados o que faz com que cada uma, carregue …

A profetisa da Amazônia

"Na época de nossos pais era cedo demais, na época de nossos filhos será tarde", disse em tom profético a governadora paraense Ana Júlia, que abriu o primeiro dia de discussões da reunião promovida pelo príncipe Charles em sua residência, a Clarence House, em Londres.

A "profetisa da Amazônia" chamou a atenção da seleta platéia de empresários, sociedade civil e diplomatas com um chamado para cooperação internacional visando o desenvolvimento da região.

O príncipe Charles é o nº 1 na linha de sucessão do trono britânico, filho do príncipe Phillipe, fundandor e presidente emérito do Greenpeace.

Pará - Alemanha

Almoço ontem em Brasília reuniu os deputados Nilson Pinto (PSDB-PA) e Giovanni Queiroz (PDT-PA) em torno de uma comitiva de empresários alemães.

Na pauta, investimentos diversificados no Pará.