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Mostrando postagens com o rótulo Cultura Popular

Wonderful Stevie Wonder: The imperator to Rock in Rio 2011

Sevie Wonder provou em sua apresentação no Rock in Rio que é o melhor e mais influente artista contemporâneo.
Um show espetacular homenageando o Brasil com Garota de Ipanema e Samba de uma antiga música de Antonio Carlos e Jocafi "Você Abusou".

Sem dúvida o melhor show do Festival até agora.

O show do garoto maravilha do R & B norte americano Stevie Wonder, ganhou o público presente na madrugada desta sexta-feira, 30.

Janelle Monáe sobe novamente ao Palco Mundo e canta Superstition com Stevie Wonder. Agora Stevie executa um pot-pourri com três de seus maiores sucessos: Superstition, Isn't She Lovely e Fever As. Simplesmente sensacional!

São 3h22 da manhã e Stevie espanta o sono de todo mundo num show simplesmente inesquecível no Palco Mundo do Rock in Rio 2011.

Beija-Flor emociona o Rei e seus súditos

Danilo Verpa















No detalhe, atrás do Rei, a bandeira do meu Pará

Roberto Carlos Braga (Cachoeiro de Itapemirim, 19 de abril de 1941), mais conhecido como Roberto Carlos, é um cantor e compositorbrasileiro. Ele foi um dos primeiros ídolos jovens da cultura brasileira, liderando o primeiro grande movimento de rock feito no Brasil. Além dos discos, estrelou um programa na TV Record, chamado Jovem Guarda (que batizou esse movimento de rock), e filmes inspirados na fórmula lançada pelos Beatles - como "Roberto Carlos em Ritmo de Aventura", "Roberto Carlos e o Diamante Cor-de-rosa" e "Roberto Carlos a 300 km por Hora". Atualmente continua se apresentando com freqüência e produz anualmente um especial que vai ao ar na semana do Natal pela Rede Globo, mesma época em que costumavam ser lançado seus discos anuais.

Carinhosamente chamado pelos fãs de "Rei", foi homenageado pela Escola de Samba Beija-Blor, de Nilópolis (RJ). O enredo “A Simplicidade de um Rei” fo…

Caetano diz que banda Calypso é a revolução cultural

Hoje na Ilustrada (Folha de S. Paulo)

MERCADO E CRÍTICA (CAETANO)

Acho que a crítica do mercado, que é muito inspirada naquela posição dos frankfurtianos, sobretudo em Adorno, no fim das contas é inautêntica. Muitos jornalistas que citam Adorno, e contra a indústria cultural, se tornam criaturas pop na própria imprensa. E fica uma contradição: você fica esperando dali uma produção de grande arte, de arte fina, e não sai nada.

Às vezes, você vai ouvir a banda Calypso e, além de estar revolucionando o modelo de distribuição, o modelo industrial e comercial da música popular, eles podem apresentar uma solução tanto de espetáculo quanto de composição e canto que atende a um interesse maior do que uma pretensão como essa. O Paulo Francis, por exemplo, era um cara pop que escreveu péssimos romances.


POLÍTICA E MÚSICA (CAETANO)

A política possível de se detectar na produção e na apreciação de música, e de criação artística, em geral, não está onde a princípio a buscamos, mas nunca está realmente …