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Mostrando postagens com o rótulo Filosofia martina-matarazzo-supliciniana

Personalidade não se discute

Os pesares são inúmeros para desanimar a sociedade brasileira da possibilidade de dias melhores.

A classe política que a representa é um entulho que brinca de democracia e os elementos que postos são controlados.

Resta um pequeno espaço de resistência.

A cada degrau vencido, a sociedade brasileira mergulha em contradições que expõem-na à fragilidade em que está algemada, num ciclo de interminável iniqüidade que a formou.

O formidável dessa sociedade estranha, populosa e multifacetada é exatamente a incapacidade de seus governantes em dá-lhe o que seria o mínimo de direito.

Numa época no início de sua história, o recente desabafo resumido magistralmente na máxima martiniana-suplycista do senta, relaxa e goza, é combatido em todas as intâncias possíveis.

Intelectuais, barões da sem vergonhice que detem o controle da mídia e não menos pelilantras fantasiados para um funeral adjocatório do julgamento, resumem o que temos de melhor: o tesão.

Nesse angú de comidas, cheiros, tamanhos, e imbecilidad…