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Mostrando postagens com o rótulo Sucessão da Câmara e do Senado

Semana será de desafios para o presidente Lula

A próxima semana promete ser "quente" para o presidente Lula. Três frentes de batalha terão a maior atenção do mandatário. A primeira e mais urgente é internacional, com a crise agora aprofundada com o Equador em razão das últimas declarações do presidente "mui amigo" Rafael Correa que insiste em dar um calote de mais de US$ 1,8 bilhões em empréstimo contraído ao BNDES para construção de uma hidrelétrica.

A obra teve concorrência vencida pela empreiteira brasileira Odebrecht. Problemas nessa obraseria a justificativa de Correa para o bilionário "calote".


Noutro flanco, local, os nomes de Lula para a sucessão da Câmara e do Senado estão em dificuldades e se a eleição fosse hoje sofreriam uma "surra com galho de goiabeira" para os candidatos do Baixo Clero.

Isso sem falar que o presidente está entalado e ainda não engoliu o bôlo que o presidente do senado Garibaldi Alves (PMDB-RN) serviu ao devolver a PEC das chamadas entidades "Pilantropas"…

Guerra nos bastidores para a presidência do Senado

Como era de se esperar, pode sobrar para o senador José Sarney a missão de ser o "pacificador" na guerra silenciosa que se passa nos bastidores do Senado Federal. Em disputa, a presidência da Casa. clipped from www.brasiliaemdia.com.br Como regra, o PT costuma tomar decisões através de sua Executiva Nacional, em São Paulo. Quinze ou dezesseis pessoas, como rotina. Claro que quase sempre de comum acordo com o presidente Lula. Como está marcada para sexta-feira, em Brasília, reunião do Diretório Nacional do partido, com mais de 100 companheiros, a pergunta que se faz é se anda acontecendo coisa grave, ou mesmo explosiva, nos corredores petistas. Divulga-se que no encontro será examinada e quem sabe decidida a questão das presidências da Câmara e do Senado. Porque o acordo anterior entre PT e PMDB era para a alternância nas presidências das casas do Congresso. Arlindo Chinaglia, do PT, seria sucedido por Michel Temer, do PMDB, na Câmara, enquanto no Senado Garibaldi Alves, do PM…

Bancada complica plano de Temer

Parlamentares peemedebistas deixam claro que ainda resistem ao nome de Tião Viana à Presidência do Senado e dificultam acerto com PT para confirmar o deputado do PMDB como comandante da Câmara

Num jantar reservado à cúpula do partido, o PMDB decidiu na noite de segunda-feira que a prioridade a partir de outubro será a eleição de Michel Temer à presidência da Câmara em fevereiro de 2009. Os senadores presentes à reunião, no entanto, deram um recado indigesto ao deputado: a bancada do Senado não cederá fácil a Presidência da Casa ao petista Tião Viana (AC). Essa é a moeda de troca que o PT coloca em jogo para apoiar Temer na Câmara.

Os caciques peemedebistas vieram a Brasília na noite de segunda apenas para discutir o assunto, deixando a cidade no dia seguinte. Querem lançar a candidatura de Temer, que hoje preside o PMDB, logo após o primeiro turno das eleições municipais, marcado para 5 de outubro. É uma estratégia para barrar o avanço de Ciro Nogueira (PP-PI), o candidato do baixo cler…

Sucessão na Câmara e no Senado

Fortes emoções aguardam o fim das eleições municipais. É que logo após o pleito outra disputa aguerrida tomará de assalto o palco do noticiário nacional com a sucessão para a presidência na Câmara e no Senado. Dois dois cargos mais estratégicos do Brasil e que coincidirá, ao fim da legislatura, com a sucessão do presidente Luis Inácio Lula da Silva.

O blog recomenda a leitura do artigo do editor-chefe do jornal Correio Braziliense, Alon Feuerwerker, que resume o tom da disputa e a chance dos contendores.

Decifra-me ou te devoro

Ao cidadão comum, importa mais saber, afinal, se a eleição de um petista para presidir os senadores vai mudar alguma coisa ou será apenas a colocação de uma nova cereja sobre o mesmo bolo

O senador Tião Viana (PT-AC) é candidato a presidir seus pares no próximo biênio. Se conseguir, vai comandar o Congresso Nacional no período crítico da sucessão de Luiz Inácio Lula da Silva. Será uma missão e tanto. Será também um privilégio e tanto, para um parlamentar que …