O mercado de trabalho para jornalistas aquece, naturalmente, a cada ciclo eleitoral no Brasil. É um filão, notadamente para os profissionais que possuem na bagagem, a linguagem exigida na, digamos, efeméride.
Mal distribuídos no território nacional. Os jornalistas detentores de diploma universitário, torcem o nariz para trabalharem no interior. Por razões pessoais, insegurança, má remuneração, falta de espírito aventureiro, ausência de experiência comprovada de pelo menos dois anos, dentre outras justificativas plausíveis e outros diversificados motivos. Jogam essa massa de talentos e sonhos rés ao chão.
O fato é que esses profissionais reproduzem o fenômeno da falta de políticas educacionais antenadas com o mercado. Evidente que tanto faz se esse diálogo, que não existe, é no âmbito das Academias Federais ou Particulares.
O que fazer após o êxito do diploma adquirido?
Com a palavra: os nobres candidatos à presidência da República.
Na blogosfera achei o que considero um manual de sobrevivência de jornalistas free-lances. Vale a pena acessar.
Mantido pela Célia Santos, eu sempre passo lá.
Confira aqui.
Mão-de-obra abundante. Senhores! E o mercado?
Acompanho fatos relevantes a partir de abordagem jornalística, isenta e independente
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