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Uma questão de ordem
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Vou ao botequim.
Metro quadrado...Meio sim, mezo?
Ñão há segurança.
Querem, os pilas: o dim-dim.
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Blogs e a cortina de fumaça
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A subversão do Radiohead
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Os coices de Requião
O estilo de Requião fez dele uma das estrelas do Youtube, site que disponibiliza vídeos na internet. O governador do Paraná protagoniza os mais bizarros da área política. Ele aparece ofendendo manifestantes, fazendo ironias com a política militar do estado, desrespeitando as mulheres, enfim brigando e agredindo os mais variados setores.Seu descontrole também é responsável por burradas muito engraçadas. Ele já usou uma das reuniões de governo − televisionadas pela TV Educativa − para atacar um plano internacional para dominar a amazônia brasileira e que, na verdade, é apenas um jogo eletrônico criado para a publicidade do guaraná Antárctica (veja aqui). Em sua ansiedade, Requião interpretou como verdadeiro o jogo virtual.No Youtube ele aparece também comendo mamona em reunião com o presidente Lula, numa das cenas mais famosas do nosso besteirol político (veja aqui)E aqui você pode ver Requião fazendo piada de mau-gosto com os idosos, dizendo que atividade esportiva da terceira idade tem que ser acompanha pelo camburão do necrotério. Não há dúvida: é um governador com alto índice de patadas.
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POR José Pires
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Líbano lamenta explosão em Beirut

O Líbano vive um dia de lamentos um dia depois da polícia constatar um morte de pelo menos outras três outras pessoas que foram mortas em uma explosão de uma bomba em Beirut, no setor leste.

As forças de segurança asseguraram um dia comemorativo para o Capitão Wissam Eid, e seu guarda costas assassinados em uma delegacia de polícia fora de Beirut no sábado.
"Hoje nós ofertamos despedida e nós garantirmos que como forças de segurança interna continuaremos a confrontar aqueles que quiseram aterrorisar esta nação," disse o Brigadeiro General Ashraf Rifi, chefe de Forças de Segurança do Líbano, em seu gabinete de trabalho.

Mais aqui (em inglês).
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Brown propõe reformar instituições globais
As sugestões de Brown cobrem as instituições nascidas ao fim da Segunda Guerra Mundial (1939/1945), a saber: o Fundo Monetário Internacional, responsável pelas finanças; seu gêmeo para o financiamento ao desenvolvimento, o Banco Mundial; as Nações Unidas; e, indiretamente, a de mais recente criação, a Organização Mundial do Comércio.
Brown não a citou, mas disse que o desafio "é fazer as negociações comerciais avançarem", uma alusão à Rodada Doha de liberalização comercial, a empreitada em que a OMC está empenhada desde 2001, sem grandes avanços até agora.
A lógica do premiê britânico é esta: "As instituições criadas nos anos 40 do século passado, em um ambiente de economias fechadas, não podem lidar com as novas situações", entre as quais citou desde o terrorismo até o poder da internet.
Para o FMI, defendeu um sistema melhor de "early warning" sobre crises (aviso prévio, em tradução livre), um tema recorrente desde a crise asiática de 1997.
Brown ataca a hipótese de uma "regulamentação pesada" dos mercados financeiros e diz preferir a transparência. Acha que há "muito pouca avaliação sobre riscos", mas a sua crítica à "regulamentação pesada" ressuscita o debate que precedeu a reunião do ano passado do G8.
A anfitriã Alemanha queria, no mínimo, um código de conduta voluntário para os chamados "hedge funds", os mecanismos financeiros de proteção contra apostas arriscadas.
Os Estados Unidos vetaram até essa modesta pretensão de pôr alguma ordem no mercado financeiro.
Para as Nações Unidas, o líder britânico sugere a criação de uma "agência de resposta rápida" para atuar em países em crise aguda (citou os casos da Bósnia, nos anos 90, e de Ruanda). Não se trataria apenas de intervenção militar, mas de atuar também na reconstrução e no desenvolvimento do país.
O chanceler brasileiro Celso Amorim aceita a idéia, mas com uma ressalva: "Desde que [a força de intervenção rápida] seja devidamente autorizada pelo Conselho de Segurança da ONU". Justifica: "A pressa, sem a devida autorização, pode provocar mais problemas", no que parece uma alusão à ocupação do Iraque pelos Estados Unidos e um pequeno grupo de aliados, sem a autorização do Conselho de Segurança.
Para o Banco Mundial, Brown quer um papel que vá além do financiamento ao desenvolvimento, para tornar-se também um banco para o meio ambiente.
Celso Amorim concorda de novo. Mas diz que o Banco Mundial já "é um pouco assim", tanto que todos os projetos que financia têm, antes, que passar por uma avaliação de impacto ambiental.
O chanceler brasileiro pede também que o Banco Mundial "não deixe de combater a pobreza e a fome, que são os maiores inimigos do ambiente".
Brown vai além: "A questão da pobreza deveria ser encarada como uma emergência".
O premiê britânico diz que, se houver as reformas, "as instituições globais se tornarão irrelevantes". (CLÓVIS ROSSI)
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FMI exige supervisionar economia dos EUA

CRISE NOS MERCADOS / FÓRUM DE DAVOS
Nº 1 do Fundo, Dominique Strauss-Kahn diz que "países desenvolvidos precisam aceitar ser escrutinados" pela instituição
EUA, donos da maior fatia de capital do FMI, sempre impuseram que o órgão vigiasse os países em desenvolvimento
Robert Zoellick, presidente do Banco Mundial, para quem os EUA estão sub-representados no Fundo Monetário Internacional
CLÓVIS ROSSI
ENVIADO ESPECIAL A DAVOS
Davos foi palco ontem de uma cena explícita de ironia: o novo diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional, o francês Dominique Strauss-Kahn, disse que "os países desenvolvidos precisam aceitar ser escrutinados pelo Fundo".
Na verdade, ele está se referindo aos EUA, até porque, pouco antes, havia dito que Washington recusara a hipótese de algum tipo de fiscalização.
A ironia está dada pelo fato de que os Estados Unidos, donos da maior fatia de capital do FMI, sempre impuseram ao Fundo que vigiasse os países em desenvolvimento, com o mesmo tipo de "escrutínio" agora defendido para o mundo rico.
A lógica por trás da afirmação de DSK, como é conhecido o novo diretor-gerente, é simples mas realista: "Nós estivemos focando, durante décadas, o que parecia ser o único problema, crises cambiais e de conta corrente nos países em desenvolvimento" (conta corrente é o resultado de todas as transações de um país com o mundo).
Agora, a crise tem seu epicentro em um país rico ou, mais exatamente, no mais rico de todos eles, os Estados Unidos.
Não foi, aliás, a única ironia do dia sobre o mesmo assunto. Pouco antes de Strauss-Kahn falar, em almoço no Waldhotel, no alto da montanha, lá em baixo, na Promenade, a única real avenida da pequena Davos, o chanceler brasileiro Celso Amorim dizia basicamente a mesma coisa, ao comentar a proposta do primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, para que o FMI criasse um mecanismo de "early warning" (aviso prévio) sobre crises.
"Concordo, desde que valha para todos", afirmou Amorim. E disparou sua ironia: "O FMI deve deixar de ser xerife do Terceiro Mundo para se transformar em órgão de supervisão geral". Mais: "Os Estados Unidos tiveram excessiva tolerância com os financiamentos "subprime'".
O almoço com Strauss-Kahn no Waldhotel foi uma espécie de ato de contrição, até porque a crise coloca "um desafio para a legitimidade do FMI e para a sua relevância", como disse Axel Weber, presidente do Bundesbank, o outrora todo-poderoso banco central alemão, agora apenas um braço nacional do BCE, o Banco Central Europeu.
Reforçou Mehmet Simsek, ministro turco de Economia: "As regras do jogo estão mudando. O mundo é muito mais complicado".
Weber também criticou o fato de que, "se hoje a questão do gerenciamento da crise é um tema importante, é apenas porque não se pôs ênfase na prevenção da crise".
Adiantaria tratar de preveni-la ou supervisionar os EUA? Strauss-Kahn tem dúvidas: "Não dá para dizer se a supervisão evitaria a presente crise".
Fórmula mágica
Já Robert Zoellick, presidente do Banco Mundial, o "irmão" do FMI, incumbido de financiar o desenvolvimento, advertiu contra a tentação de acreditar que uma redistribuição das cotas do capital do Fundo seria a fórmula mágica. Segundo as contas de Zoellick, "por qualquer critério métrico que se adotar, os Estados Unidos estão, na verdade, sub-representados" (ou seja, deveriam ter mais cotas do que têm).
DSK foi um pouco na mesma linha, ao se referir ao Brasil, que disse ser "muito vocal" na reivindicação do aumento de cotas para os países emergentes (o que é verdade). "Para quanto aumentaria a cota do Brasil? De 1,41% para 1,6% ou 1,7%? Não mudaria o mundo."
Mas não deixou de reconhecer que "a legitimidade da instituição está em jogo".
Fonte: Folha de S. Paulo
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Moratória amazônica

Antes, é bom qualificar as coisas. Assim como há muita estupidez relacionando a "destruição da Amazônia" com a mudança climática, um processo ainda aberto a muitas interpretações, é tolice falar em apocalipse florestal. Se o aumento no desmatamento assusta, a derrubada é menor que no passado.
Isso apesar da estrutura ridícula do Estado na Amazônia. Veja o caso do Mato Grosso: o efetivo do Ibama é insuficiente, há um pesadelo fundiário que ninguém tem coragem de enfrentar. Para completar, a corrupção grassa.
O problema é a curva do desmatamento, que foi invertida, e por isso o alarmismo oficial -pega mal ganhar um carimbo de governo pouco preocupado com o ambiente.
O problema é que, para atacar a questão, o Planalto terá de fazer algumas escolhas difíceis. É possível ou desejável barrar o agronegócio em favor da conservação?
Os fundamentalistas aliados à criacionista Marina Silva dizem que parar a motosserra e o "correntão" dos plantadores de soja e criadores de gado é um imperativo. Já os gananciosos amigos da brasileiríssima mistura de empresário e político Blairo Maggi dizem que tem muito mato para derrubar, que as críticas atrasam a economia.
A resposta certa é difícil, combinando exploração com conservação e adicionando elementos como entrar a fundo no mercado mundial de créditos de carbono e ganhar dinheiro com a floresta em pé. Mas não será com um pedido de moratória, impraticável, beirando o ridículo, que o governo irá resolver o problema.
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Farra na Amazônia
Jorge Araújo/Folha Imagem
Sobrevôo feito ontem em Mato Grosso revela que plano do governo para frear desmate pode ter chegado tarde demais
Além dos novos caminhos abertos para o gado na Amazônia, pátios das madeireiras estão cheios de toras prontas para a entrega
Máquinas trabalham para arrastar árvores amazônicas já derrubadas e fazer a limpeza do local para o gado poder pastar em uma fazenda no município de Alta Floresta, no norte de Mato Grosso
RODRIGO VARGAS
JORGE ARAÚJO
ENVIADOS ESPECIAIS A ALTA FLORESTA (MT)
Um dia depois de o governo federal anunciar a suspensão de licença de desmate em 36 municípios que concentram 50% do desmatamento na Amazônia, os tratores de esteira não interromperam o trabalho de abrir caminho para a agricultura e a pecuária em áreas nativas de Alta Floresta e Paranaíta, no extremo norte de Mato Grosso (830 km de Cuiabá). Os municípios constam da lista de maiores devastações divulgada anteontem.
A reportagem da Folha sobrevoou por uma hora, em um avião monomotor, trechos de floresta dos dois municípios. Próximo a Paranaíta, um trator e um caminhão, com cerca de quatro pessoas, derrubavam as árvores. O sobrevôo foi feito nas mais recentes derrubadas na região, ocorridas entre os meses de novembro e dezembro. O roteiro foi traçado com base nas coordenadas obtidas pelo sistema Deter (Detecção do Desmatamento em Tempo Real), do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais).
Além de confirmar a precisão do levantamento feito por satélite -ainda não haviam sido retirados ou queimados os restos florestais-, a reportagem constatou que o ritmo da devastação não parece ter sido alterado pelo anúncio das recentes medidas de controle. E que, ao menos naquela região, as medidas adotadas podem ter chegado tarde demais.
O método da devastação começa com madeireiros derrubando com motosserra árvores selecionadas, que depois vão se transformar em madeiras nobres. Em seguida, vêm os tratores, que derrubam as árvores remanescentes e que, depois, serão queimadas, para limpar a área que será usada pelo gado.
A reportagem também fez sobrevôo sobre algumas madeireiras. Nos pátios, grandes depósitos de toras e centenas de cargas de madeira serrada já prontas para o transporte. No rumo norte, em direção ao limite da fronteira agrícola, na divisa com o Estado do Pará, um mosaico irregular era formado por pastagens, manchas esparsas de gado, cursos d'água degradados ou interrompidos por represas particulares. Tudo isso em meio a ilhas, cada vez menores, de mata.
Foram vistas estradas recém-abertas em meio à floresta, um indicativo seguro de onde serão os novos desmates. Em um desses trechos, ainda em Paranaíta, um trator de esteira trabalhava em uma nova derrubada. Perto dali, um igarapé (rio pequeno) repleto de buritis (espécie de palmeira) cortado ao meio e aterrado para a passagem de uma estrada.
O ambientalista Laurent Micol, que atua na região pela organização não-governamental ICV (Instituto Centro de Vida), afirmou que é evidente a retomada da devastação. "Mesmo que os números estejam abaixo do registrado em anos críticos, é nítida a atual tendência."
Segundo ele, a recuperação financeira do agronegócio é a hipótese mais provável para explicar o avanço sobre novas áreas. "Desmatamento é investimento por parte do produtor rural. E ele só pode fazer isso se estiver capitalizado."
Essa hipótese ganha mais força quando leva-se em conta a crise que atingiu o agronegócio entre 2005 e 2006. "Existe uma ligação entre preços de commodities e desmatamento. Os preços de um ano influenciam os números do ano seguinte. Neste momento, os preços estão muito altos."
Em Alta Floresta, antes de realizar o sobrevôo nas áreas devastadas, a reportagem ouviu o gerente do sindicato dos produtores rurais, que inclui agricultores e pecuaristas, Rogério Rizo. Ele disse considerar "um equívoco" a presença do município na lista dos maiores devastadores da floresta.
Outro lado
Após o sobrevôo, a reportagem procurou o Ibama e o Ministério do Meio Ambiente, em Brasília. As assessorias dos dois órgãos não encontraram ninguém para comentar o caso até as 19h40. Em Alta Floresta, na sede do Ibama, também ninguém atendeu o telefone.
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