A ditadura do bom gosto

Entrevistei o então prefeito de Belém Ed ---Mil---Son.

No Hotel Itacaiúnas.

- Ed é um craque.
























Houve uma hora de papo.

- Edmilson Rodrigues revelou que o sul do Pará é... Segundo ele. A resolução, - e (ele), ao mesmo tempo a solução, quando se fala na possibilidade de um do Pará: grande!

Edmilson Rodrigues.

Professor.

Arquiteto.

Rato que come mãos.

Mãos que querem o poder.

Edmilson Rodrigues.

- Agora no PSOL.

E o botequim?

Só sei que... Aqui não

Os bacanas.

Os chefes.

Os empregadinhos.

As empregadas dos homens de esmolas!

Blog's...Sites...Lugares.

Há outros projetos.

Espertise do Demo

Se o governador do DF pensa que vai se safar no ridículo processo de moralidade, o qual, persegue, como tralhôto nas maresias...?

- Ave BID.

Seja feliz!

Uma questão de ordem

Não fui ao Botequim.

Vou ao botequim.

Bebida no botequim na área do Jardim Botânico, aqui, seria uma beleza, se não fosse, na verdade, uma excrecência.

Metro quadrado...Meio sim, mezo?

Ñão há segurança.

Querem, os pilas: o dim-dim.

Blogs e a cortina de fumaça

Existem?

A subversão do Radiohead

Nova relação com os ouvintes derruba site do grupo.






















Detalhes aqui.

Os coices de Requião

Patadas e também burradas

O estilo de Requião fez dele uma das estrelas do Youtube, site que disponibiliza vídeos na internet. O governador do Paraná protagoniza os mais bizarros da área política. Ele aparece ofendendo manifestantes, fazendo ironias com a política militar do estado, desrespeitando as mulheres, enfim brigando e agredindo os mais variados setores.Seu descontrole também é responsável por burradas muito engraçadas. Ele já usou uma das reuniões de governo − televisionadas pela TV Educativa − para atacar um plano internacional para dominar a amazônia brasileira e que, na verdade, é apenas um jogo eletrônico criado para a publicidade do guaraná Antárctica (veja aqui). Em sua ansiedade, Requião interpretou como verdadeiro o jogo virtual.No Youtube ele aparece também comendo mamona em reunião com o presidente Lula, numa das cenas mais famosas do nosso besteirol político (veja aqui)E aqui você pode ver Requião fazendo piada de mau-gosto com os idosos, dizendo que atividade esportiva da terceira idade tem que ser acompanha pelo camburão do necrotério. Não há dúvida: é um governador com alto índice de patadas.
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POR José Pires

Líbano lamenta explosão em Beirut







O Líbano vive um dia de lamentos um dia depois da polícia constatar um morte de pelo menos outras três outras pessoas que foram mortas em uma explosão de uma bomba em Beirut, no setor leste.





















As forças de segurança asseguraram um dia comemorativo para o Capitão Wissam Eid, e seu guarda costas assassinados em uma delegacia de polícia fora de Beirut no sábado.

"Hoje nós ofertamos despedida e nós garantirmos que como forças de segurança interna continuaremos a confrontar aqueles que quiseram aterrorisar esta nação," disse o Brigadeiro General Ashraf Rifi, chefe de Forças de Segurança do Líbano, em seu gabinete de trabalho.











Mais aqui (em inglês).

Brown propõe reformar instituições globais

O primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, aproveitou sua primeira viagem a Davos como chefe do governo para propor uma espécie de reforma do mundo ou, mais exatamente, da maneira pela qual se dá a governança global.

As sugestões de Brown cobrem as instituições nascidas ao fim da Segunda Guerra Mundial (1939/1945), a saber: o Fundo Monetário Internacional, responsável pelas finanças; seu gêmeo para o financiamento ao desenvolvimento, o Banco Mundial; as Nações Unidas; e, indiretamente, a de mais recente criação, a Organização Mundial do Comércio.

Brown não a citou, mas disse que o desafio "é fazer as negociações comerciais avançarem", uma alusão à Rodada Doha de liberalização comercial, a empreitada em que a OMC está empenhada desde 2001, sem grandes avanços até agora.

A lógica do premiê britânico é esta: "As instituições criadas nos anos 40 do século passado, em um ambiente de economias fechadas, não podem lidar com as novas situações", entre as quais citou desde o terrorismo até o poder da internet.

Para o FMI, defendeu um sistema melhor de "early warning" sobre crises (aviso prévio, em tradução livre), um tema recorrente desde a crise asiática de 1997.

Brown ataca a hipótese de uma "regulamentação pesada" dos mercados financeiros e diz preferir a transparência. Acha que há "muito pouca avaliação sobre riscos", mas a sua crítica à "regulamentação pesada" ressuscita o debate que precedeu a reunião do ano passado do G8.
A anfitriã Alemanha queria, no mínimo, um código de conduta voluntário para os chamados "hedge funds", os mecanismos financeiros de proteção contra apostas arriscadas.

Os Estados Unidos vetaram até essa modesta pretensão de pôr alguma ordem no mercado financeiro.

Para as Nações Unidas, o líder britânico sugere a criação de uma "agência de resposta rápida" para atuar em países em crise aguda (citou os casos da Bósnia, nos anos 90, e de Ruanda). Não se trataria apenas de intervenção militar, mas de atuar também na reconstrução e no desenvolvimento do país.

O chanceler brasileiro Celso Amorim aceita a idéia, mas com uma ressalva: "Desde que [a força de intervenção rápida] seja devidamente autorizada pelo Conselho de Segurança da ONU". Justifica: "A pressa, sem a devida autorização, pode provocar mais problemas", no que parece uma alusão à ocupação do Iraque pelos Estados Unidos e um pequeno grupo de aliados, sem a autorização do Conselho de Segurança.

Para o Banco Mundial, Brown quer um papel que vá além do financiamento ao desenvolvimento, para tornar-se também um banco para o meio ambiente.

Celso Amorim concorda de novo. Mas diz que o Banco Mundial já "é um pouco assim", tanto que todos os projetos que financia têm, antes, que passar por uma avaliação de impacto ambiental.
O chanceler brasileiro pede também que o Banco Mundial "não deixe de combater a pobreza e a fome, que são os maiores inimigos do ambiente".

Brown vai além: "A questão da pobreza deveria ser encarada como uma emergência".
O premiê britânico diz que, se houver as reformas, "as instituições globais se tornarão irrelevantes". (CLÓVIS ROSSI)

Fonte: Folha de S. Paulo

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