Semana inicia lembrando o martírio de 2.700 pessoas

Foto: Ok State























BBC

Na quinta-feira, o Senado americano aprovou por unanimidade a alocação de US$ 200 milhões para a reinstalação de uma unidade de inteligência dedicada a capturar Osama Bin Laden.

Em julho, a Central de Inteligência Americana (CIA) havia extinguido o núcleo, alegando que as células da Al-Qaeda operavam independentemente da liderança.

O senador democrata Byron Dogan afirmou que a decisão vai assegurar que a captura de Bin Laden é prioridade.

Leia mais aqui.

O fato é que os americanos e seus aliados não conseguiram por as mãos no superterrorista.

Daqui a três dias os americanos e famílias em vários países do mundo choram as vítimas após cinco anos ao ataque das Torres Gêmeas em Nova Iorque.

Documentários pipocam na TV a Cabo e os americanos engolem outro fracasso pós-Vietnã. Bin Laden flana de um lado pra outro pelas cavernas da fronteira do Afganistão com o Paquistão.

Internet e a porta aberta para o crime

Em entrevista a Última Instância, concedida na semana em que inaugurou sua representação em São Paulo, João Humberto de Farias Martorelli, 50, falou dos problemas e avanços do direito brasileiro na área de informática. Inevitavelmente, falou da polêmica em torno do Orkut. Segundo ele, desregulamentada, a Internet é um ambiente “facilitador da conduta em desacordo com o ordenamento”.

Leia aqui.


7 de Setembro: Dia da Pátria

Confira as imagens da equipe de fotógrafos da Agência Brasil



A Capital está tomada pelos turistas de todos os lugares do mundo.

Um novo Partido

Já estariam avançados, especula-se, os entendimentos entre Lula e Aécio Neves para a criação de um novo Partido.

Veja mais aqui.

Nova parcial da enquete do blog

Segurança Pública continua liderando. Vejam abaixo:

O novo Governo do Pará deve priorizar:
Educação 17,39%
Saúde 15,22%
Regulazição Fundiária 8,70%
Segurança Pública 19,57%
Apoiar a divisão do Pará: Tapajós e Carajás 8,70%
Investimento em Infra-Estrutura 4,35%
Projetos de apoio à criação de novos empregos e renda 4,35%
Projetos Assistencialistas 2,17%
Formação Técnica de Mão-de-Obra 10,87%
Ampliar os Incentivos Fiscais para novos investimentos 8,70%

(*) Posição obtida em: 04/09/2006 22:39:25

Eu quero papai
























Lindo! Com papai doido.

PCC em todo o lugar.

O PCC resolveu investir no Pará. Sentou Praça em Marabá e sabe Deus onde mais...?

Já atuava na região, fica claro, ao recrutar um policial militar conhecido da comunidade onde serviu...!

O PCC já está em todo lugar?

Existe uma máxima na física a qual é sentença: Os espaços vazios são ocupados: O gás invisível para o olho e outras coisas que ainda não sabemos.

O crime é um negócio. A política ou a omissão de suas funções também.

Marina Silva devendo

A ministra Marina Silva continua em dívida com a Amazônia. O chefe? Deixa pra lá!

Colway

Você pode ver aqui o lobby do pneu usado e os dez motivos para você ficar com essas gracinhas.
Clique aqui.

A propósito. Num dia memorável a Câmara dos Deputados mandou o lobby, sê sabe pra donde?

Direto do Bunker














Das mil e duas, uma: o Bunker está, e verá, logo mais, quando do tempo do martelo batido, quando dos dias e ânimos estiverem mais calmos, quando da hora da reflexão do travesseiro chegar. A fúria prometida ficar!?

Eis a declaração:

O Estadão: duro na queda

O fraco desempenho de Geraldo Alckmin e a proximidade das eleições presidenciais têm provocado declarações surpreendentes por parte de lideranças da oposição. O ex-presidente FHC revela inclinações golpistas, o presidente pefelista Jorge Bornhausen sugere que Lula pode vencer no primeiro turno, apoiadores da candidatura tucana nos estados começam a abandonar o barco.

Neste contexto tão difícil para a coligação de direita, um bastião permanece firme: o jornal O Estado de S.Paulo.

O Estadão vem fazendo a campanha de Alckmin há tempos. Nesta reta final, descambou para os ataques explícitos à candidatura de Lula. Um exemplo disto é a acusação de que nossa campanha teria utilizado recursos públicos no comício realizado na Cidade de Deus, no Rio de Janeiro.

Nesta terça-feira, mesmo após a campanha Lula apresentar comprovantes de que as despesas de viagem dos jovens que participaram do comício não foram pagas pelo governo federal, o jornal insistiu na tese de que o "PT livra Planalto, que se cala sobre uso da máquina". Em editorial, fala em falta de escrúpulos de quem "seria capaz de reduzir a Presidência a comitê eleitoral".

A parcialidade do Estadão é demonstrada por pesquisa realizada pelo Observatório Brasileiro de Mídia. O relatório da cobertura entre os dias 26/8 e 1º/9 apontam que, da totalidade de reportagens para cada candidato, Lula teve a maior porcentagem de matérias negativas: 46%; seguido de Alckmin 33,3%. Além disso, quando se considera as matérias que tratam do presidente Lula, constata-se 41,7% de reportagens negativas.

No mesmo período, das reportagens dedicadas a cada candidato, Alckmin teve 85,7% de matérias positivas, enquanto o candidato Lula obteve apenas 28%. E o presidente Lula teve apenas 27,8% de reportagens positivas.

Como se vê, o Estadão continua o mesmo. Para seu azar, a maior parte do povo está do outro lado do rio.

A pérola acima é do Boletim Nº 21 - 05/09/2006, do site da campanha do apoiado pelos artistas.

Coitado do Estadão! Diz o comunicado ameaçador.


Alguém já morto, deixa um legado. Morto que não está!

Alguns comentários que o blog está lendo, lendo agora, vão do parnasianismo non patrio, ao arcadismo tutti vero!

Promessas de uma carta.

O titular do blog estava sonolento e tentará reproduzir o filme que viu na TV a Cabo. Direção de François Girard.
Mesmo estimulado para vê-lo, o poster estava, a desdenhar do filme: Ganhou o Oscar de Melhor Trilha Sonora.

Há então que não dormir!

Reproduzo um diálogo - sem internet, okey amigos!?

Acabo aqui minha correspondência.

-Fulana (uma loira muito atraente e aparentemente apaixonada pelo compositor e extraordinário violinista).

respondeu o libertino - pelo que entendi - único do Reino Unido a ser reconhecido como a Roberto Carlos da Espada em país de orgulhos e sucesso e lendas, e legados, e fog... Ao dirigir-se a amada ciumenta.

- Algo assim, do alto do Castelo e do baixo da moral: "Nossa correspondência se encerra aqui, envergonhado que estou..."

- Honrarei as dívidas e os demais bens ficam para você (deveria de ser no testamento).

O Violino Vermelho foi arrematado depois. Motivo da fúria separatista.

Passou séculos, inclusive na China de Mao. O tal violino aprontava e bordava, novos ouvidos, novos talentos.

Vejo, porém, que o amor se foi ou está escondido em algum lugar protegido nesta história de amor, sobretudo. Amor das artes e de de um drama de superação sem fromteiras de Ocidente ou Oriente.

Ao Rei a réplica de um leilão fajuto que custou os cobres da ganância perdulária dos muito ricos.
Quase no final do filme.

Senhor. Digo eu agora. Faça um bom reinado com sua falsificação do status quo. De seu Violino falso e desafinado.

O filme: O Violino Vermelho aqui.

Vejam sem dormir.

Votem bem acordados. Façam o favor.

Precisão

Preciso, suscinto e objetivo.
Leia este post do Alon Feuerwerker sobre algumas impressões erradas porque jogadas debaixo do tapete para atender a quem de direito.

Pressões legítimas, pressões ilegítimas (05/09)

A Câmara dos Deputados limpou ontem a sua pauta e deixou o caminho aberto para votar a proposta de emenda constitucional que institui obrigatoriamente o voto aberto em plenário. Foi rápido. Uma única reunião de líderes e um tempinho de sessão bastaram. Havia, é claro, acordo político. É isso que, infelizmente, na maioria das vezes deixa de ser dito ao (e)leitor. Quando a Câmara dos Deputados ou o Senado não funcionam, quando não votam, quando os parlamentares não conseguem sair de seus impasses, a razão é sempre a mesma: não houve acordo político.

É sempre mais confortável acusar os deputados ou os senadores de vagabundos, gazeteiros, boas-vidas e outras coisas mais. O acusador estufa o peito e se apresenta à sociedade como o guardião da ética, da produtividade legislativa, como o defensor do contribuinte que paga os seus impostos e -escândalo!- não consegue ver os parlamentares votando assuntos de interesse do país.

Farsesco. É mais fácil desenhar caricaturas do que explicar que os regimentos da Câmara, do Senado e do Congresso são democráticos até o limite da (ir)racionalidade. Quantos brasileiros sabem que uma minoria insistente e determinada pode, se quiser, paralisar os trabalhos legislativos por tempo indeterminado? Quantos sabem que se não houver acordo prévio entre os líderes é rigorosamente inútil chamar os deputados e senadores a plenário?

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