A Seita Diabólica


- Eu não podia revelar que havia encontrado Deus - disse o jornalista Carlos Marques, residindo atualmente em Paris onde atua como consultor da Unesco, em reencontro com o Acre e com os alicerces da Seita Daime, após 40 anos.

Leia a história muito bem contada pelo jornalista Altino Machado aqui.

Para quem quiser saber mais sobre o Daime clique aqui.

Delfim Neto e a contra-informação

Revista View Magazine











Pelo histórico e comportamento, só vejo uma coisa em Delfim Neto: Um dos Sete Pecados Capitais. O leitor sabe qual é?

Blog do Mino Carta

A vocação golpista

Um artigo magistral de Delfim Netto saiu na Folha de S.Paulo de quarta, 13. Atira nos ex-quase intelectuais que não se conformam com os números das pesquisas, a mostrar que Lula ganha de lavada. Me arrisco e dizer que, por trás dessa vanguarda de sábios, está Fernando Henrique Cardoso. Mesmo porque Delfim mostra cirurgicamente a diferença entre o que se deu quando da compra dos votos para a aprovação da "reeleição sem descompatibilização" e o chamado mensalão. No primeiro caso, o governo impediu a instalação de uma CPI, no segundo a comissão funcionou livremente. O internauta Marco leu o artigo e gostou. Eu também, e acho que o raciocínio vale em relação aos jornalistas e, mais ainda, aos seus patrões. Empenharam-se tanto para solapar a candidatura do ex-metalúrgico à reeleição, e deram com os burros n'água. Os ex-quase intelectuais repetem o Pelé de décadas atrás: o povo não sabe votar. E a mídia? Terá de dizer o mesmo, para justificar o fracasso. No fundo, escondem é sua vocação golpista.

P.S.: Num desastrado post Mino Carta passa um aperto danado com seus leitores que atribuem ao jornalista ser idéia sua a criação de um conselho econômico presidencial, eventualmente coordenado por Antonio Delfim Netto, claro!

IBOPE: Circula na Wibe indícios de manipulação

FRAUDE NO IBOPE

Blog_do_Beagle

Senhoras e senhores Jornalistas,

Um empregado do IBOPE "vazou" o documento exibido nesta mensagem, que mostra a OCORRÊNCIA de um segundo turno entre Geraldo Alckmin e Lulla da Silva. Nesse segundo turno, Geraldo (indicado como o G no documento) vence Lulla (indicado como L) por 46 x 43.

Pelo "tracking" (informação de acompanhamento do IBOPE, como nos levantamentos de audiência em TV) do IBOPE, Heloísa Helena (indicada como H, no documento) teria 12 pontos, o que, somado aos 31 de Alckmin, resultam em 43, levando a disputa ao segundo turno. Aliás, essa informação CONSTA no bilhete, que indica Alckmin vencendo esse segundo turno.


Quem é que está sendo comprado, ou vendido, nessas pesquisas todas?

Por que a imprensa não divulga essas manipulações?

Se Lulla estivesse tão tranquilo, na esteira de que seria eleito em primeiro turno, ele não estaria distribuindo, toda semana, "bondades" dos cofres federais, nesta época eleitoral. Por exemplo: O bolsa-família foi aumentado em 96% (noventa e seis porcento) no Nordeste, segundo Lúcia Hippólito, no mês de agosto último. Se elle estivesse "eleito", não precisaria torrar o NOSSO dinheiro dessa forma!


Ah ! A fonte da notícia também informa que o empregado do IBOPE teria sido DEMITIDO assim que se soube do vazamento dos resultados.

O povo não sabe votar

O blog destaca o magistral artigo de Carlos Alberto Reis Lima, médico e escritor.

Esvaziando a lixeira

por Carlos Reis em 13 de setembro de 2006

Resumo: Se as imagens escandalosas de cuecas recheadas não ajudam em nada o eleitor a compor um esboço de repulsa, é porque ele está inabilitado para a vida política honesta.

© 2006 MidiaSemMascara.org

Você confirma essa opção? - No momento em que o povo brasileiro (ou a parcela dele que não presta, ou é muito burra para notar a realidade que vivemos) se prepara para dar um mandato de 20 anos a Lula, é imperioso destacar as razões que explicam essa insânia que está nos jogando na lata de lixo da História. O significado maior dessa eleição consiste em que atingimos um estágio tão baixo de degradação moral que perdemos o direito de usar a opção esvaziar a lixeira. Por isso mesmo, ela não está na urna eletrônica!

Dentre outros argumentos Lima entabula seis razões do que considera a usurpação política perpetrada contra o povo brasileiro.

As razões para eu afirmar isso se multiplicam. Mas me basta uma meia-dúzia delas para caracterizar o que fizeram de nós.

1. Não há partidos de direita no Brasil de hoje.

2. A natureza ideológica da hegemonia hoje lulista (antes, petista e de seus aliados) nos deixou alienados socialistas. É a vitória de Lenin e de Gramsci. As escolas são belos exemplos dessa hegemonia.

3. O enorme orçamento proveniente das drogas, dos seqüestros, dos assaltos a bancos à disposição do Foro de São Paulo, é desigual. Operacionalmente falando trata-se da maior conquista da guerra assimétrica, diga-se, fenômeno sociológico e histórico que não está tratado aqui na profundidade que merece.

4. A duração e o grau de profissionalização desse projeto de poder, o que se conta em décadas, são fatores decisivos dessa guerra assimétrica.

5. O empobrecimento moral e intelectual das classes pensantes e falantes que têm espaço na mídia é o resultado esperado pelo Foro de São Paulo. Trotski já tinha pensado nisso em 1906. As bandeiras são as mesmas.

6. O contexto internacional favorável ao socialismo e ao neo-comunismo, hoje disfarçado de capitalista, dá carona à apologia do ódio, à inveja, ao ressentimento. Terroristas são aplaudidos em todas as partes. O mundo ficou “mole”; as leis ficaram moles. O homem se afrouxa; o mundo se “relativiza”. Os bandidos prosperam. A crueldade humana aumentou e Hitler está morto há muito tempo.

Leia na íntegra aqui.

C R Almeida: O homem de Palha


Foto: Istoé Dinheiro

Corre o mundo notas de solidariedade ao jornalista paraense Lúcio Flávio Pinto contra o homem de palha Cecíclio do Rego Almeida (na foto) e o equívoco da Justiça do Pará.

O início da corrente de apoio começa aqui:
www.amazonia.org.br
Blog Perereca da Vizinha
Blog Agonia ou Êxtase - Fase 2
Blog da Alcinéa
Blog do Altino
Blog do Fred
Blog do Carlos Barretto
Blog do Jeso
Parlamentando
5ª Emenda

E nessas alturas centenas de outros blogs , jornais, portais, sites, fanzines e revistas. Todos indgnados com a injustiça perpetrada contra o jornalista e professor paraoara.

Junto-me a corrente de apoio ao cidadão, uma das cabeças pensantes da Amazônia e mestre de minha geração.

À OPINIÃO PÚBLICA

Lúcio Flávio Pinto

Chamar o maior grileiro de terras do mundo de pirata fundiário constitui ato ilícito no Pará, obrigando quem utilizar a expressão a indenizar o suposto ofendido por dano moral. Com base nesse entendimento, a 3ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado manteve a condenação que me foi imposta no juízo singular. No ano passado, o juiz Amílcar Guimarães, exercendo interinamente a 4ª Vara Cível do fórum de Belém (é titular da 1ª Vara), acolheu a ação de indenização contra mim proposta pelo empresário Cecílio do Rego Almeida e me condenou a pagar-lhe oito mil reais, mais acréscimos, que resultarão num valor bem maior.

Meu “crime” foi uma matéria que escrevi no meu Jornal Pessoal, em 2000, comentando reportagem de capa da revista Veja de uma semana antes, que apontava o dono da Construtora C. R. Almeida como “o maior grileiro do mundo”. Com base em um título de terra que ninguém jamais viu e todos os órgãos públicos negam que exista, o empresário se declarava – e continua a se declarar – dono de uma área que poderia chegar a sete milhões de hectares no vale do rio Xingu, no Pará, região conhecida como “Terra do Meio”, na qual há a maior concentração de mogno da Amazônia (o mogno é o produto de maior valor da região). Se formasse um Estado, esse megalatifúndio constituiria o 21º maior Estado brasileiro.

C. R. Almeida propôs a ação em São Paulo. Mas como o foro era incompetente, a demanda foi transferida para a comarca de Belém, onde o Jornal Pessoal, uma newsletter quinzenal independente que edito desde 1987, tem sua sede. Durante mais de quatro anos a ação foi instruída na 4ª Vara Cível. A juíza responsável pelo processo, Luzia do Socorro dos Santos, se ausentou temporariamente para fazer um curso no Rio de Janeiro. O juiz Amílcar Guimarães a substituiria por apenas três dias, mas, de fato, só assumiu a Vara no último dia, 17 de junho do ano passado, uma sexta-feira.

Nesse dia ele pediu ao cartório que os autos, com quase 400 páginas, lhe fossem conclusos e os levou para sua casa. Só os devolveu na terça-feira, dia 21, quando a juíza substituta já estava no exercício da Vara. Junto com os autos veio a sua sentença condenatória, datada de quatro dias antes, como se a tivesse lavrado no último dia do seu exercício legal na função.

Representei contra o magistrado, mostrando que a sentença era ilegal, que o processo não estava pronto para ser sentenciado (estava pendente informação da instância superior sobre um recurso de agravo que formulei exatamente contra o julgamento antecipado da lide, que o julgador efetivo pretendia realizar), que os autos sequer estavam numerados e que a sentença revelava a tendenciosidade e o desequilíbrio do sentenciante. A Corregedora Geral de Justiça acolheu a representação, mas, por maioria, o Conselho da Magistratura decidiu não processar o juiz. Recorri em julho dessa decisão, mas o embargo de declaração ainda não foi apreciado.

No plano judicial, apelei da condenação. A relatora do recurso na 3ª Câmara Cível, desembargadora Maria Rita Xavier, manteve a condenação, apenas concedendo uma redução no valor da indenização. A revisora, desembargadora Sônia Parente, pediu vistas. Na sessão de hoje ela apresentou seu voto, discordando da posição da relatora.

Argumentou que a grilagem de terras da C. R. Almeida no Xingu é fato público e notório, comprovado por diversas matérias jornalísticas juntadas aos autos, além de pronunciamentos unânimes de órgãos públicos que se manifestaram oficialmente sobre a questão, incluindo a Polío, incluindo a Polm oficialmente sobre a questrras da C. R. Almeida no Xingu ealizarnso. O juiz Amcia Federal, o Ministério Público Federal e a Justiça Federal. Eu apenas aplicara ao autor da grilagem uma expressão de uso corrente nas áreas de confronto, conforme ela própria pôde constatar quando atuou como juíza numa dessas áreas, o município de Paragominas.

A desembargadora-revisora disse que a matéria do Jornal Pessoal estava resguardada pela liberdade de expressão e de imprensa, tuteladas pela Constituição Federal em vigor. O texto jornalístico expressava uma situação conhecida e lamentada pelos que se preocupam com o futuro da Amazônia, assolada por agressões como a devastação da natureza, a apropriação ilícita do seu patrimônio e até mesmo o trabalho escravo. Muito emocionada ao ler esse trecho do seu voto, a desembargadora disse que Castro Alves, se voltasse agora, encontraria um novo navio negreiro nos caminhões que trafegam pelas estradas amazônicas carregando trabalhadores como escravos. E manifestaria sua indignação da mesma maneira que eu, ao escrever no Jornal Pessoal.

Ela salientou que a expressão em si, de “pirata fundiário”, é apenas um detalhe e irrelevante, porque ela foi aplicada a um fato real e grave, noticiado em vários outros jornais. “Por que só este jornal de pequena circulação, que se edita aqui entre nós, é punido?”, indagou.

Suas judiciosas observações, porém, não tiveram eco. A desembargadora Luzia Nadja Nascimento, esposa de Manoel Santino Nascimento, que deixou a chefia do Ministério Público do Estado para ser secretário de segurança do governo, sem maiores considerações, apresentou logo seu voto, acompanhando a relatora. Nem permitiu que o presidente da sessão, desembargador Geraldo Corrêa Lima, apresentasse as observações que pretendia fazer. Sua decisão já estava tomada.

Como havia apenas as três desembargadoras no momento em que a votação foi iniciada, em maio, os dois outros desembargadores que se encontravam na sessão de hoje da 3ª Câmara Cível não puderam votar. Por 2 a 1, minha condenação foi mantida. Agora me resta apresentar o recurso que poderá provocar a reapreciação da questão junto ao Superior Tribunal de Justiça e ao Supremo Tribunal Federal, em Brasília.

Esse entendimento, de que é ato ilícito aplicar a expressão “pirata” àquele que é proclamado “o maior grileiro do mundo”. é exclusivo da justiça do Pará. Cecílio do Rego Almeida também processou a revista Veja, seu repórter, um procurador público do Estado do Pará e um vereador de Altamira pelo mesmo motivo, mas todos foram absolvidos pela justiça de São Paulo. Ao invés de condená-los, como aqui se fez comigo, o juiz Gustavo Santini Teodoro, da 23ª Vara Cível, elogiou-os por defender o interesse público. Justamente no Estado que sofre a apropriação indébita do seu patrimônio fundiário, com a mais escandalosa fraude de terras, a grilagem é protegida e quem denuncia o grileiro é punido.


Lúcio Flávio Pinto é jornalista paraense
Aécio Neves - Liberdade essa palavra - Parte 2

Veja a segunda parte e conheça com quem Lula conversa escondido!
Aécio Neves - Liberdade essa palavra - Parte 1

Para quem acha que Aécio Neves é a Oitava Maravilha

Uma questão de ponto de vista

Segundo o Cesar Maia em seu ex-blog (para assinantes).

POLÍTICA E TEATRO!

Séguéla -assessor de imagem (marqueteiro) de Mitterand- dizia que "a cena política parece com a teatral: mas há uma importante diferença. No teatro o ator muda de personagem e consegue produzir as mesmas emoções. Na política não." A dramatização na política, que FHC comenta no ESP de hoje, não quer dizer mudança de personagem. Mas é fato e necessário!

ESP - Logo, um político é um ator.

FHC - Não tenha dúvida. E se não for um ator não transmite nada, não será nada. Em uma sociedade como a nossa, de 125 milhões de eleitores, você tem de incorporar alguma idéia, algum sentimento, alguma tendência. E fazer isso como ator, expressar isso de alguma maneira. Muitas vezes, quando se está na televisão, você pode ganhar ou perder por um nada. Uma frase mal posta, um jeito de falar, uma gesticulação, um movimento de corpo errado. Isso requer capacidade de representar.
Aqui a política é diferente do teatro. No teatro o povo vai assistir a uma peça e já espera um certo desempenho do artista. Na política você tem de emitir uma mensagem para um público que não foi te procurar e que você não conhece.

Descomunicando pela burrice

- Chega de votar em político profissional... Vote em (?)
A preciosa frase como uma coleção inimaginável de outras, é utilizada diariamente na propaganda eleitoral gratuita.

O blog é a favor da extinção da gratuidade. Para falar besteira no Horário Eleitoral o candidato tem pagar, pagar bem caro! Só assim acredito que esses elementos pensem um pouco mais o que falar nos lares brasileiros. Isso, claro! Se tiverem a capacidade de pensar.

MPF vai apurar vazamento na operação da PF no Senado

Não apenas a PF mas, o Ministério Público Federal deve apurar com o rigor necessário se houve vazamento de informações que tenha prejudicado a apuração sobre uma quadrilha especializada em fraudar licitações em órgãos públicos, desarticulada em junho pela Operação Mão-de-Obra.

De acordo com o Estado de S.Paulo e o Globo, a denúncia de que vazamentos beneficiaram suspeitos no Senado e causaram danos à investigação foi feita pelos procuradores da República Luciano Rolim e José Alfredo de Paula Silva e reabriu as feridas de uma antiga disputa de poder entre o MP e a PF. A PF abriu ontem a investigação interna para apurar o episódio que pode chamuscar a imagem do presidente do Congresso nacional, senador Renan Calheiros.

Lula recorreu de multa milionária

Lembram da multa de R$ 900 mil aplicada pelo TSE em Lula?
O presidente Lula recorreu ontem pedindo que o TSE reduza de R$ 900 mil para R$ 50 mil a multa imposta pelo tribunal por produção e distribuição, pela Casa Civil, de 1 milhão de exemplares de cartilha considerada eleitoreira, informaram a Folha de S.Paulo e o Estado de S.Paulo. Lula também pediu que a anulação da condenação, alegando que a tramitação do processo foi irregular, e que o tribunal esclareça se ele deve ser responsabilizado individualmente. A intenção é transferir a multa ao comitê da campanha.

Então tá!

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