Estado do Carajás

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Um novo filão no Norte

O presidente do Senado, José Sarney, quer alterar a pauta de votação para dar prioridade ao projeto de decreto legislativo que prevê a realização de um plebiscito sobre a criação do Estado do Carajás, a partir do desmembramento da região sul do Pará. Na área, que abrange 38 municípios, está localizada a hidroelétrica de Tucuruí, a segunda maior em operação naquela região, e jazidas de ferro, manganês, cobre e níquel, que formam a maior província mineral do mundo. Também está ali o quarto maior rebanho do País, com 20 milhões de cabeças. Enfim, não falta interesse pela criação do novo Estado.

4 comentários:

Anônimo disse...

Faz bem o Presidente Sarney e, em boa hora.
Afinal o Carajás tem tudo para ser um grande Estado e, o Pará continua sendo a grande opção para o desenvolvimento da regiaõ norte do Brasil.
Avante Carajás!!!!!!!!

José Clair disse...

É evidente que só com o desmembramento do estado do Pará é que o desenvolvimento se fará presente naquela área, assim como também no oeste do estado, com a criação do estado do Tapajós, que é um anseio veemente da população daquela região. lógico que isso se arrasta há anos, pois os deputados estaduas e "outros" não querem ver a "teta" se acabar. E eu entendo o interesse do sr "bigodudo". Logo, logo, terá mais um apadrinhado (quem sabe filho, neto, genro, etc) como governador de um novo estado!!!

Robson Mothé disse...

Será ótimo para a região Norte do Brasil, pois o fracionamento do estado do Pará, que é muito grande em extensão, irá melhorar para toda aquela população. Caso que ocorreu com Tocantis. Passa também uma revisão outros estados com grande áreas, onde o povo dessas regiões geralmente estão abandonadas pelo governador.

Magno Monteiro disse...

Pq o Sarney não divide o Estado do Maranhão, pelo menos a miséria que ele criou naquele Estado fica dividido, afinal lá, no Maranhão, não tem mais nada pra ele explorar, então tem que migrar sua exploração para outro Estado, deixa o nosso Pará com quem é realmente paraense e não com quem é explorador.