Os universitários ganharam a queda de braço contra a autal administração da UnB. Timothy Mulholland pediu demissão ontem do cargo que havia sido empossado em novembro de 2005 e teria ainda mais um ano e sete meses de gestão.
Com a renúncia do reitor, todos os cinco decanos escolhidos por Mulholland são também automaticamente afastados. Depois do processo eleitoral conduzido pelo reitor pro tempore, o novo reitor vai começar um novo mandato de quatro anos. “Não podemos deixar a instituição acéfala por mais tempo. Há muito a ser feito, como colocar em dia a folha de pagamento dos funcionários e as bolsas de estudantes e professores”, explica Fernando Haddad, ministro da Educação.
Aguarda-se um nome de consenso para exercer o cargo de reitor pro tempore e que terá como principal atribuição marcar em 90 dias, prorrogáveis por mais 90, as novas eleições para a reitoria da Universidade.
A piada corrente em Brasília é: "Pelas investigações do Ministério Público em curso, as fundações ligadas à UnB deveriam denominar-se afundações."
Crise na UnB – À espera do pro tempore
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