Mata a cobra senão ela nos engole


















Minhas considerações sobre uma Rede Integrada de Blogs.

Em resposta a mensagem enviada pelo jornalista mineiro Jarbas Cordeiro de Campos, titular do ótimo blog Aparte a qual reproduzo abaixo:

Por recomendação do Juvêncio do 5a Emenda, estamos lhe convidando para integrar uma rede nacional e internacional de blogs que se contrapõe a abusos na administração pública. Caso seja de seu interesse acesse APARTE, em http://parlamentando.blogspot.com e nos dê sua opinião e consentimento para inclusão. Obrigado pela atencão que dispensar. Aguardamos resposta.
Abs Jarbas

Aceito lisonjeado o convite e agradeço a gentileza do mestre Juvêncio de Arruda pela recomendação.

Então que seja: Matamos todos a cobra senão ela nos engole!!

Na foto: Uma Naja Indiana

Sem chance de Paz

Islam For Today

















Não há qualquer possibilidade que o presidente americano George W. Bush retroceda na ocupação do Iraque. Bush acusa a Síria de fornecer armamentos para o Hizbollah, indo além, garantindo que o país é um dos financiadores do terrorismo internacional.

Em trecho de reportagem publicada hoje pelo Los Angeles Times (em inglês), o presidente americano explicou que a Agência de Energia Atômica Internacional estava reportando para as Nações Unidas que o Irã tinha aparente urgência em tocar adiante o seu programa para enriquecer urânio, Bush disse, "Nós não devemos deixar o Irã desenvolver uma arma nuclear."
O primeiro terço da matéria W. Bush bate na retórica da guerra contra o terrorismo, a democracia e a liberdade.

Mas o tom subiu alguns diapasões. Pelo andar da carruagem, Bush prepara outra ação espetacular antes de entregar o cargo. Não deve haver susto se a decisão for pela invasão do Irã e aniquilamento do Programa Atômico em curso. Israel dará todo o apoio necessário para a operação. Sabe que nesse caso o ataque será a melhor defesa. O Irã não exitará em lançar um artefato nuclear sobre a cabeça dos israelitas - a quem detestam e nutrem ódio mortal.

O vértice do triângulo fecha com o apoio britânico, já que o atual primeiro-ministro Tony Blair, anda com a popularidade baixa em todo o Reino Unido, nada melhor que uma guerra para elevar o moral, caro Watson.

Bush, obviamente, não tem interesse nenhum de deixar a Casa Branca para a favorita nas pré-pesquisas à sua sucessão, a democrata Hillary Clinton, senadora pelo Estado de New York.

Rússia e China podem evocar o direito de veto ao qual têm direito na ONU à uma provável ação militar no Irã. Por enquanto, o cenário sustenta espaço para entendimentos diplomáticos.

Deus e o Mundo espera por isso.

Lula no Jornal da Globo, veja!

Agora o papo é: "Tudo é um acúmulo de 500 Anos". Ora tenha paciência! E os quatro que iam mudar o Brasil? Clique e veja a entrevista aqui.

Altamente recomendável

Ótimo post, um Jornal para quem pensa, um livro que quero ler.

Que tal você se dar um tempinho para conteúdo!?

E agora José?

Sarney usa advogado do Senado em sua campanha

Site do Chico Bruno

Fernando Aurélio de Azevedo Aquino (OAB/DF 14691) é funcionário concursado do Senado Federal, matrícula 49.673.

É este funcionário do Senado que presta serviço para a coligação de Sarney, no Amapá, e assina todas as representações contra rádios, jornais, sites e blogs. Com a palavra o TRE/AP. (Com informações de Alcinéa Cavalcante)

Festa no Apê

Liberou geral galera!!

Mãe de Latino é candidata a deputada federal no RJ

Enquanto escreve um livro sobre a relação conturbada com o filho e curte a carreira de cantora, após lançar o primeiro CD aos 52 anos, a mãe do cantor Latino é candidata a deputada federal.

Regina Dirce, a mulher que deu à luz o homem da "Festa no Apê", concorre pelo Partido dos Aposentados da Nação (PAN). Ela traz no currículo pelo menos um grande feito, dependendo do ponto de vista: garante que foi ela quem ensinou Latino a dançar.

O único bem declarado ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Rio de Janeiro pela candidata é um automóvel Mercedes Benz, ano 2006, no valor de R$ 160 mil.

Autor: Aeol Fonte: ANTONIO QUEIROZ

Segurança Pública: Lei Seca é solução, diz pesquisador

Opinião do blog: Falta vontade política para aprovar a medida que deve ser de alcance nacional.

Pesquisador diz que Lei Seca pode reduzir número de homicídios no país


Carolina Gonçalves
Repórter Rádio Nacional

Agência Brasil

Rio de Janeiro - O Brasil continua no topo do ranking de homicídios no mundo. Pelos cálculos do sociólogo Gláucio Soares, pesquisador do Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro (Iuperj), o número de mortes resultantes desse tipo de crime já supera 50 mil por ano. Apesar da estatística da violência, o sociólogo lembra que em algumas regiões do país foram adotadas medidas que estão contribuindo para reduzir esses índices, como a lei seca.

No estado de São Paulo, por exemplo, 14 municípios implantaram a chamada Lei Seca há cerca de dois anos, entre os quais Diadema, que em 1999 havia liderado o ranking de homicídios no país. A lei determina o fechamento de bares de 23 horas às 6 da manhã do dia seguinte. As cidades que adotaram a medida passaram por um mapeamento que revelou que os assassinatos aconteciam, geralmente, no período da noite, entre sexta-feira e segunda-feira e próximo a bares.

Pesquisa da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), apontou que, no ano passado, 273 homicídios foram evitados em função da Lei Seca nos dois primeiros anos da medida, só em Diadema. O número equivale a 11 vidas poupadas por mês. “Os homicídios em São Paulo vem sendo reduzidos. Mesmo os meses em que houve a série de ataques orquestrados pelo PCC não impediu que os homicídios fossem menores do que foram há dois anos. Está dando certo”, afirmou o pesquisador do IUPERJ, em entrevista ao programa Notícias da Manhã, da Rádio Nacional.

Soares reafirmou que os autores de homicídios têm, normalmente, perfil muito parecido com o das vitimas. Na maioria dos casos, são homens jovens de baixa renda. O sociólogo defendeu a cooperação entre estados e municípios. “Não é possível continuarem brigando, porque da solução desses problemas, depende a vida de brasileiros. Não podemos colocar mesquinharias partidárias acima do compromisso supremo e sublime de qualquer administrador que é com a vida dos brasileiros. Esse é o compromisso maior, o resto é secundário”.

Picolé ou chuchu?

Editorial

Picolé de direita

* Otavio Frias Filho

Folha de S. Paulo

Picolé de direita NUMA ÚLTIMA cartada, a campanha de Geraldo Alckmin passou a adotar tom mais contundente na tentativa de atingir a imagem de Lula pelo flanco da corrupção. Logo se verá se a estratégia, um tanto desesperada e talvez tardia, vai ou não reverter o quadro favorável ao presidente.
Se a reversão não acontecer, o que parece mais provável, restará aos especialistas discutir as razões do fracasso eleitoral de Alckmin. Ao contrário da imagem agora corrente, poucas vezes um candidato presidencial pareceu tão talhado para atender as demandas que as próprias pesquisas identificam no eleitorado.
O eleitor é pós-ideológico, se é que foi ideológico alguma vez. Quase metade, segundo o Datafolha, prefere a "direita" em vez do "centro" ou da "esquerda" -e revela razoável consciência, mesmo que intuitiva, do que esses rótulos traduzem.
No figurino extraído das pesquisas qualitativas, o modelo de político tem virtudes de feitio publicitário. É honesto, trabalhador, experiente, religioso e preparado. É equilibrado, evita extremos, não insulta seus adversários, conhece dados e números. Ora, Geraldo Alckmin, para o bem e para o mal, cabe exatamente nesse figurino. Parece, aliás, ter moldado sua personalidade pública com vistas a preenchê-lo. Foi prejudicado pela imagem de político insosso que lhe valeu o famoso apelido de "picolé de chuchu".
Mesmo essa imagem de indefinição mal sobreviveu, porém, a duas manobras realizadas pelo então governador paulista. A primeira foi a adoção de uma política duríssima, chamada de neomalufista, na área da segurança pública em São Paulo. Os motins do crime organizado são evidente reação a essa dureza.
A outra manobra foi o vigor com que ele enfrentou a postulação do então prefeito José Serra dentro do PSDB. Enquanto Serra ficava numa posição hamletiana, à espera de que o partido o ungisse candidato, Alckmin mostrou capacidade de confronto e levou a indicação. Fala-se que nada disso adianta diante do "carisma" de Lula. Estranha explicação, pois ela implica admitir que Lula tem "carisma" agora, mas não tinha nas três eleições presidenciais que perdeu antes de finalmente conseguir se eleger em 2002.
O mais provável é que o amplo favoritismo de Lula se deva mesmo a um panorama econômico entre razoável e bom, somado ao pacote de bondades eleitorais que seu governo, conforme a praxe reeleitoral, vem desovando nos últimos meses.
A experiência internacional mostra também que reeleição de presidente no cargo é a regra, não a exceção. Neste momento em que Lula volta a acumular muito poder, é saudável que conheça limites, seja interpelado e submetido à crítica. Para que depois não se venha reclamar, mais uma vez, de estelionato eleitoral.

* OTAVIO FRIAS FILHO é diretor de Redação da Folha

Editorial da Folha

Eleições limpas

Folha de S. Paulo

NUMA ELEIÇÃO até aqui marcada pela apatia dialógica e pelo vazio de idéias, surge uma modesta boa notícia: as cidades brasileiras estão limpas. A mudança na lei eleitoral, que, entre outras medidas tópicas, coibiu a fixação de material de campanha em locais públicos, logrou impedir candidatos de sujar a urbe.

Em pleitos passados, postulantes a todos os cargos disputavam cada naco de poste ou viaduto para colar seus cartazes. Faziam-no sem respeitar os "direitos" de quem havia chegado antes. Quando entrava o mês de setembro, bens públicos das áreas de maior circulação de pessoas estavam tomados por camadas e camadas de propaganda.

Leia mais aqui (para assinantes).

Feliz Dia do Blog

Alguém espalhado nesse mar de bytes estabeleceu que hoje é o Dia Mundial do Blog.

E tem prêmio. Clique aqui para saber.

Estórias do Sebastião Nery

As deliciosas estórias de Sebastião Nery. Confira:

Sanquessuga e pernolonguinho

SALVADOR – Um grupo de advogados amigos almoçava segunda-feira, no Iate Clube de Brasília. Chegou Roberto Baptista, assim mesmo, com “Bap”, brilhante profissional que foi chefe de gabinete dos Procuradores Gerais da Republica Aristides Junqueira e Sepúlveda Pertence, e hoje faz parte do escritório de advocacia Aristides Junqueira. Alguém lhe perguntou:

- Então, hein, Roberto? Você é advogado de Sanguessuga (do senador Ney Suassuna, cujo processo foi aberto no Conselho de Ética do Senado)?

- Quem sou eu? Sou advogado de um humilde Pernilonguinho (o assessor de Suassuna, Marcelo Sereno, que o senador acusou de ter recebido as propinas, para desviar a denuncia do empresário Vedoin contra ele).

JOBIM
O ex-ministro Nelson Jobim entrou na roda das conversas do almoço. A imprensa publicou, algum tempo atrás, uma decisão do Supremo Tribunal, que negou à Febraban (Federação Brasileira de Bancos) o pedido para os bancos não serem submetidos ao Código de Defesa do Consumidor.

O que não se sabia, ou quase ninguém ficou sabendo, é que o grande advogado dos banqueiros, naquela discussão e votação, foi o ministro Nelson Jobim, derrotado em uma de suas ultimas atuações no plenário do Supremo.

SUPREMO
Quando o eficiente e ágil juiz de Mato Grosso encaminhou ao Supremo Tribunal a primeira parte do processo dos Sanguessugas, logo alguém alegou, em Brasília, que o processo devia tramitar “em segredo de justiça”, porque havia um parente de um ministro do Supremo envolvido.

Não havia parente nenhum envolvido. Era apenas o filho do ministro Nelson Jobim, Alexandre Jobim, que era advogado de um dos acusados. Usaram o argumento como desculpa, para ver se colava. Não colou.

TUCANAGEM
A foto histórica do super-ninho tucano, em um restaurante paulista, mostrou Fernando Henrique, Tasso Jereissati e Aécio Neves decidindo que o candidato do PSDB-PFL a presidente da Republica seria Geraldo Alckmin.

Três meses depois, Alckmin está zanzando sozinho por ai, pais a fora, como bezerro sem mãe. No “Globo”, Adriana Vasconcelos e Gerson Camarotti contam: - “O comando da campanha de Alckmin reclama do comportamento de Serra e Aécio. Alckmin também não tem sido ajudado pelo presidente do PSDB, Tarso Jereissati”. E, na “Playboy”, FHC tripudia:

- “O mais preparado para governar o Brasil hoje é o Serra. Ele tem a experiência, a vontade, a informação e a competência para tocar o pais. Não é só o Serra. Mas alguém com estilo para pegar o touro pelo chifre, porque vai precisar”. (Só faltou dizer: - E esse alguém não é o chuchu do Alckmin).

Se os três feitores do restaurante sabiam disso, e Serra queria ser e estava ganhando de Lula nas pesquisas, por que não o indicaram? Por vaidade, preferindo perder com Alckmin a ganhar com Serra, com medo de ele assumir a liderança dos tucanos no país todo? Por ambição, com receio de Serra, eleito, querer ser reeleito e atrasar os planos dos três? Ou por “tucanagem” com o país, para continuar com Lula já que não queria nenhum deles?

O que o quarteto está fazendo com Alckmin, depois de o escolherem, e o que Tasso está fazendo com Lucio Alcântara no Ceará, é uma sordidez.

PERNAMBUCO
O presidente da CNI (Confederação Nacional da Indústria), Armando Monteiro, tem espinha de bambu. Verga a mais leve brisa. Era candidato a governador de Pernambuco pelo PTB, Lula mandou retirar a candidatura para apoiar Humberto Costa, do PT. Docil como um cordeiro, obedeceu correndo.

Humberto Costa foi apanhado vampirando no ministério da Saúde, Armando Monteiro sentiu bafo de desastre, já pulou a cerca. Conta a “Folha”:

- “O partido de Armando tem o vice na chapa de Humberto Costa.Mas ele já participou, em Belo Jardim, de comício da campanha de Eduardo Campos, do PSB”. (Que, aliás, é melhor candidato do que o barbudinho vampírico).

MARCOLAS
O jantar de Gilberto Gil para Lula com os verbeiros do dinheiro publico para cinema, teatro e apartamentos, vai ganhar o premio “Caras” do ano. Nenhum outro fez tanto sucesso. Duas semanas depois, continuam rolando novas historias. O pajé Luis Carlos Barreto ensinou o caminho da mina:

- “O que acho inaceitável é o roubo. O Mensalão é do jogo político. Não é roubo. Se o fim é nobre, os fins justificam os meios”. (É a teoria do Marcola)

Jorge Moreno (devia estar lá) contou no “Globo a melhor história”:

- “O mais engaçado foi quando Gil falava sobre uma “cadeia de fatores”. Ao repetir a palavra “cadeia” no discurso, José de Abreu arrancou gargalhadas dizendo: - “Não fale mais em cadeia que fico tenso”.

Falaram em corda em casa de enforcado. Lula pensou logo na “quadrilha”, na “organização criminosa” denunciada pelo Procurador Geral. Ainda bem que o chefe Dirceu não estava lá. Desceria São Conrado correndo.

ISRAEL É AQUI
Wladimir Palmeira, gordo, enxundioso, está tão parecido com Sharon que, no debate da Band, Marcelo Crivella chamou Pedro Simon de Simon Perez.

www.sebastiaonery.com.br

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