Peitando reputações
O chile não é uma merda e nem Lula mandou o Kirchner para puta que o pariu, é o resultado do esforço diplomático do governo petista junto à imprensa sulamericana, para desretumbar as informações do livro recém-lançado por dois jornalistas brasileiros que cobrem o palácio presidencial. Para o jornal argentino La Nación fontes diplomáticas brasileiras locais desmentiram os insultos do presidente Luiz Inácio.
Já o Clarin diz que Mario Vilalva, embaixador brasileiro no Chile, negou qualquer veracidade nos diálogos publicados pelos dois jornalistas. Disse que a informação do livro Viagens com o Presidente é "uma fantasia total".
Nota do blog: Alto lá! Leonencio Nossa e Eduardo Scolese são profissionais credenciados por seus veículos neste e em outros governos para cobrir o dia-a-dia do Palácio do Planalto. Seja quem for o inquilino.
A tentativa ardilosa de desqualificá-los via desmentidos, coloca outra instituição do governo na merda: a diplomática (Itamaraty).
Sem essa conversa de corporativismo. Nossa e Scolese, ao contrário do que querem fazer acreditar, não são mentirosos.
-Com a palavra os dois jornalistas.
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Alcinéa fora do "ar"
Se não for pra rua vai ficar no gato-que-come-o-rato. Reunivo-os ó gente!
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Tá esperando o quê mano?
Do blog do Zé Beto
Pedido de informações sobre político carimbado
O Tribunal de Contas do Estado sempre envia ao Tribunal Regional Eleitoral, com a antecedência determinada por lei, a lista negra dos admininistradores públicos que têm na testa o carimbo de, vamos dizer, usurpadores dos recursos públicos. Quem decide se o fulano pode ou não se candidatar é o TRE. Pois bem, vejam o caso do ex-prefeito de Rolândia, José Pezarolo, candidato a deputado estadual pelo PPS. Ele tem quatro contas desaprovadas no TC (97,98,99 e 2000) transitadas em julgado, ou seja, sem direito a mais recursos. Todas relativas à sua administração como prefeito da cidade. Em 2002 tentou de novo o cargo, mas a candidatura foi impugnada pelo TSE pelo seu passado negro. Mas, agora, o TRE pediu mais informações para ver se implode a candidatura. Precisa?
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Já chega de migalhas!
(Não é o estadista, o guerreiro ou o monarca que sobrevive, mas o desprezado poeta, que eles talvez tenham alimentado com suas migalhas, e a quem eles devem aquilo que são ou têm agora - o nome.) Nathaniel Hawthorne (1804-1864).
Migalhas: pílulas de informação
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Quem vai colocar o garrote?
Tela recuperada esta semana. Ainda não se sabe se é a original. Oxalá seja. A intenção, porém, deixo com vocês: É o meu Grito.
Pelo andar da carruagem, bimotores, jatos, carros e canoas em busca de votos no Pará, a dissimulação, pistas falsas, e pouca disposição da maioria dos candidatos em por, de verdade, o solado no território para conhecer face-a-face seu eleitorado a despeito do desencanto, graças à desilusão do eleitorado por dias melhores, torna essa eleição única.
Muito papel, garganta, ondas curtas e bytes, não informam de maneira clara e transparente o eleitorado. Grassam na mídia todo tipo de informação e especulação.
Tal partido elege tantos, diz um informante. Fulano de tal vai quebrar todos os recordes no sufrágio vindouro, jura outro veículo.
Os grupos de informação e contra-informação estão pecando na primazia da manipulação: o povão está mais cabreiro que peru em véspera de Círio.
A julgar pela propaganda na TV, o cenário não terá força para mudar corações e mentes. Não há empolgação. Pelo contrário, o negócio virou quem é o mais gostoso! Quem descobriu o Brasil!!
Uma desqualificação medonha para o grave momento em que vivemos, cercados que estamos de gente que tem mandato e está sendo acusada por seqüestro, tráfico de drogas, estupro e lavagem de dinheiro .
- Quem é o mais gostoso é!? Não achei graça nenhuma.
Temo que movimentos inomináveis estejam à cata de um disfarce para a velha e eficiente estratégia de comprar o eleitor.
Não há, de maneira concreta, e não sejamos hipócritas, quem segure o Caixa 2 e a compra de voto na boca de urna.
E você mano(a). O que acha dessa tese?
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Discriminação
Duplipensar - Diário de Winston Smith
Nova York ainda vive a paranóia do 11 de setembro. Um sujeito foi barrado num vôo que ía de New York, com uma "t-shirt" com uma frase em árabe estampada.
Talvez a segurança nem sabia o que estava escrito na frase. É muito provável. A frase é provocadora: "Não continuaremos calados".
É. Não continuarão calados, mas não podem voar.
Raed Jarrar, muçulmano estadunidense, só conseguiu viajar ao trocar de camisa.
Ah, sim. Agora sim, os outros passageiros podem ficar muito mais seguros.
A próxima medida. Números árabes serão proibidos. As equipes de futebol americano passarão a utilizar números romanos.
Nota: Coisa do "bushismo". Hillary muda isso rapidinho. Quem paga para ver?
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Só falta a Mídia
Leia.
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Novo Ministro da Justiça
Sem qualquer modéstia como convém, danou a falar de si e sua suposta portentosa performance a frente da pasta, apesar de controvérsias que o blog declina de citar, pois, tratam-se de conhecimento público.
Bastos teve um surto de poder ontem no Rio de Janeiro; leia matéria aqui.
Resumindo, a declaração de recomendar o ex-ministro Nelsom Jobim para substituí-lo, soou em meus ouvidos como dois gritos:
1. Ele não é o presidente da República, mas e daí;
2. Lula não foi reeleito, pelo menos não soube que já está tudo acertado?
Já que o caminho está aberto após a sustenção da convicção de que Lula será reeleito e Bastos não cumprirá a segunda missão a frente do MJ. O blog, apesar de não concondar com a tese da garantia absoluta da reeleição de Lula, permite-se especular o nome do sucessor de Bastos na possibilidade de recondução chefe ao Palácio do Planalto.
O nome é José Sarney.
Como o senador assiste a um fenômeno de Pororoca amazônica em plena campanha de sua pretendida reeleição como senador pelo Amapá. O tsunami tucuju que lhe abala os planos, aponta para a assombração do caiopora travesso da Floresta que pode lhe tirar um mandato ad eternum, imortal que é, pois.
Num dos nove Ministérios até então prometidos ao PMDB, Sarney seria o Ministro da Justiça.
É ou não é?
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Para navegar e ler dinâmicamente
Outra facilidade é a abertura de páginas em abas indenpendentes.
Mas o ambiente e a suíte gráfica do novo Internet Explorer 7 - versão Beta - é excelente.
Como o tempo é excasso, e há anos utilizo os benefícios da leitura dinâmica. É possível uma leitura razoável de 100 sítios com consistência em uns 45 minutos, graças a adoção dessas ferramentas.
Os dois navegadores estão disponíveis para cópia aqui e aqui. Mas o curso de leitura dinâmica é por sua conta.
A propósito, quanto mais vocâ pratica a leitura dinâmica, mais rápido seu cérebro fica condicionado; poderá devorar tijolos de 1.000 duas mil páginas em, digamos, dois dias, nos intervalos das refeições.
Tente!
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Em plena campanha, ministra faz proselitismo político para paulista ver
Em plena campanha política, Marina Silva, ministra do Meio Ambiente arranhou sua biografia ao concordar compactuar com um ato puramente político.
Retirou da Amazônia o foco do problema. Todos os que seu ministério combate.
Poderia pelo menos ter lançado o tal documento que substitui a famigerada Autorização de Transporte de Produto Florestal (ATPF) em seu Estado de origem, lá no Acre, que permitiu-lhe sair de trilhas serpenteando a Floresta para o êxito político.
- Pegou muito mal esta desconsideração com a Amazônia ministra.
Leia matéria sobre mais um ato de proselitismo político.
Ministra lança em São Paulo o novo DOF
O Liberal
Maderia - A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, lança hoje, às 9 horas, em São Paulo, o novo sistema de controle do transporte de produtos florestais, o Documento de Origem Florestal (DOF). Inteiramente eletrônico, o sistema propiciará aos governos federal e estaduais mais eficiência na fiscalização. O DOF substituirá a Autorização para Transporte de Produtos Florestais (ATPFs).
O lançamento será durante a 48ª Reunião Extraordinária do Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama), entidade que está completando 25 anos. O encontro acontece no Sesc da Vila Mariana desde ontem e termina hoje, em meio à comemoração pelos 25 anos do Conselho, criado pela Lei nº 6.938/81, que trata sobre a Política Nacional do Meio Ambiente.
Comentário: Não há quem se salve da sanha pelo Poder.
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ACM x ALDIR BLANC
Vejamos um rápido resumo:
1. O advogado Eri Varella (candidato a dep. federal-DF), fiel escudeiro de Joaquim Roriz (candidato ao senado-DF), apesar de autorizar publicamente a divulgação de uma fita de 1'54'' onde num rápido papo com o chefe chama o deputado José Arruda (líder nas pesquisas para o governo do DF) de vagabundo, safado e por aí vai, deve ter ficado passado ao ver o chefe entrar na Justiça com pedido para proibir a divulgação da degravação da fita e seu áudio. Noblat publicou e foi censurado pela primeira vez após três anos de blog. O Blog do Sena, no entanto, já divulgou onde está o material para que todos possam conferir a "quisumba" (aqui).
2. O senador José Sarney, que caminha para a imortalidade no cargo via Amapá, bem distante de seu Maranhão, processa judicialmente todos que ousarem contrariá-lo ou criticá-lo, mas, a bomba da semana é a matéria abaixo. Leiam e parem de rir se conseguirem:
Senador se irrita com críticas e chama compositor de canalha
Contrariado com artigo publicado no Jornal do Brasil no qual é acusado de envergonhar a Bahia e o Brasil, Antônio Carlos Magalhães pode processar Aldir Blanc
Veja na íntegra a resposta do compositor não publicada no JB.
Maurício Thuswohl - Carta Maior
RIO DE JANEIRO - A hora não parece muito propícia para artistas consagrados falarem de política no Brasil. Há poucos dias, o músico mineiro Wagner Tiso e o ator paulista Paulo Betti viram declarações suas (não muito felizes, é verdade) acerca da prática política nacional repercutirem de forma exagerada nos principais jornais do país e suscitarem uma patrulha ideológica que não se via desde Regina "eu tenho medo" Duarte. Outra vítima de suas próprias opiniões - e do furor que elas podem causar nos setores mais à direita da sociedade - é o genial compositor carioca Aldir Blanc que, após destilar seu humor crítico para cima do senador Antônio Carlos Magalhães (PFL-BA) num dos artigos que escreve periodicamente para o Jornal do Brasil, virou alvo da ira do baiano e agora corre o risco de ser processado.
O artigo que tirou Antônio Carlos Magalhães do sério e o fez chamar Aldir Blanc de "canalha" numa carta enviada à redação do JB foi publicado no dia 11 de agosto, sob o título "Salada Salobra". Nele, depois de descer sem piedade a lenha em meio mundo – num leque que vai de Luiz Inácio Lula da Silva a Geraldo Alckmin e passa por Rosinha Matheus, Anthony Garotinho, Jader Barbalho, Cláudio Lembo e Newton Cardoso – o compositor elege o senador como o "destaque da semana" e o define como "o esclero-sênior ACM, um político que envergonha há décadas a Bahia e o Brasil, mentindo, fraudando, aliado com o que o crime social apronta de pior".
Aldir prossegue, em seu estilo marcante: "Segundo o senador, o péssimo desempenho de Lula no Jornal Nacional provocou, em retaliação, o seqüestro de uma equipe de jornalistas. ACM entende do riscado. Suas armas políticas sempre foram a intimidação, a ameaça, a chantagem disfarçada de negociação, além da truculência coronelista e de uma vocação para a farsa que faz do escolado Fidel uma criança de colo. É, estou me referindo ao mesmo ACM que acolheu a cabeça e as lágrimas da guerreira senadora Heloísa Helena, a Joana D`Arc da caatinga", escreveu o articulista, antes da conclusão fulminante: "Com gente assim, enriquecida de tanto sanguessugar, por quê Marcola se regeneraria?".
As palavras de Aldir chegaram ao conhecimento de ACM que, segundo um assessor que trabalha no Senado, ficou muito irritado e ofendido com a “homenagem”. A chateação foi tanta que o senador teria escrito de próprio punho uma carta ao JB momentos depois de ler o artigo publicado no jornal carioca. A carta escrita pelo senador foi publicada na edição do dia 18 de agosto do JB. No trecho mais eloqüente, ACM diz: "Transmito minha indignação com os ataques que recebi do colunista Aldir Blanc. Só posso entender tratar-se de um agente do lulismo que, infiltrado nesse tradicional jornal, me ataca desta forma gratuita. Registro meu protesto contra esse canalha. Não tenho tempo a perder com gente deste tipo".
Procurado pela Carta Maior, o senador Antônio Carlos Magalhães não quis se pronunciar. Por intermédio de sua assessoria de imprensa, ele disse que não pensa mais no assunto nem pretende mover qualquer processo contra Aldir Blanc. Um outro assessor de ACM, no entanto, garante que o chefe ainda está magoado e não abandonou por completo a idéia de processar o compositor e colunista. Além da carta enviada à redação do JB, ACM teria se queixado diretamente com o dono do jornal, o empresário Nélson Tanure. Essa pressão teria impedido que o JB publicasse um segundo artigo, no qual Aldir faz a tréplica ao senador depois de ter sido chamado de canalha (reprodução completa do artigo no fim da matéria).
Tranqüilo, Aldir, por sua vez, garante: "Não houve nenhuma censura". Ele afirma que o segundo artigo acabou não saindo por decisão própria, para não alimentar a briga. No entanto, entalado na garganta com o adjetivo de canalha vindo de ACM, Aldir fez questão de enviar por correio eletrônico o artigo não-publicado para a apreciação de alguns amigos: "Quero que ele seja lido pelo maior número possível de pessoas que gostam de mim", disse. Como são incontáveis os fãs que gostam muito do autor de O Bêbado e a Equilibrista e Mestre-Sala dos Mares, entre tantas outras, a Carta Maior decidiu reproduzir na íntegra o artigo-resposta de Aldir Blanc a Antônio Carlos Magalhães que não saiu no JB:
“Bolô-fedex
Leva, meu samba, meu mensageiro, esse recado...
O Sena-Sênior ACM, vulgo Malvadeza, me acusou de ser "um elemento lulista infiltrado" no JB. E concluiu seu arrazoado (?) me chamando de canalha.
Senadô-Skindô, por mais que eu viva nenhum elogio me trará orgulho maior do que ser chamado de canalha por V. Excrescência. Quem lê minha coluna sabe que o pau canta à direita, à esquerda e, claro, no centro, com igual prodigalidade. Espero que a grande famiglia pefelista já tenha providenciado junta médica competente para lubrificar os parafusos do Cacicão. A julgar pelas suas mais recentes declarações, as encrencagens, desculpem, engrenagens, estão precisando de uma lubrificada urgente: ginkgo biloba, piracetan, talvez um viagrinha... O senador, craque em prestidigitação, mais uma vez misturou as bolas: combatividade é muito diferente de baba paranóica escorrendo gravata parlamentável abaixo.
A ojeriza é mútua. Estou farto de maquiavelhos de fraldão deitando regras. Toda essa mixórdia envolvendo valeriodutos, mensaleiros, sanguessugas e saúvas, começa com políticos da sua estirpe. O mecanismo é manjado. Se as denúncias favorecerem meu partido, palmas, vamos apurar. Agora, se a canoa virar, o denunciante passa a bandido e fim de papo, vai ser preciso buscar a propina em outro guichê. A máscara-de-pau que descrevo acima é suprapartidária. Os que não a exibem são as exceções que confirmam as regras vigentes. Quando as regras rompem os diques e escorrem periferia abaixo, não há Lembo Pétala-Macia que evite derramamento de sangue - na maioria dos casos, inocente. Mas o meu negócio não é discurso, é galhofa. Já que falei em bolas misturadas... Dizem que um velho político pefelista, preocupado com as más performances nos palanques, procurou um médico, antigo cupincha de castelo e carteado.
- Tô com um problema, num sabe? Bem na... plataforma de lançamento.
- Hein?
- Pois é. Gases. Uma coisa impressionante. Além das explosões e dos odores, tem hora que chego a levitar. Uma assessora já foi arremessada contra meu contador de caixa 2. Estão hospitalizados. Isso não pode continuar.
O amigo explicou que aquela não era a especialidade dele, mas que pensaria no assunto, conversaria com colegas renomados, faria até pesquisa na internet.
No comício seguinte, o esculápio apareceu com um vidro misterioso, sem rótulo, e entregou ao político:
- É pra...
Mas o tumulto, o puxa-saquismo, os vivas, a euforia bem remunerada impediram a necessária e urgente troca de informações. Cerca de meia hora depois, o SSJE (Secretário para Superfaturamento Junto a Empreiteiras) agarrou o ilustre médico pelo paletó.
- Corre que o Chefe tá pegando fogo nas... nas partes baixas.
- O quê?!?
O socorrista encontrou o parlamentável feito um bebê, sem calças, com uma brutal reação alérgica na proa da região pélvica.
- Mas... Eu mandei você beber a poção e você esfregou nos...
- No calor da luta política, eu confundi peido público com pêlo púbico.
Aldir Blanc”
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