Com apetite por conteúdo, Google faz oferta para comprar o Youtbe
Portal G1
A gigante da internet Google estaria em negociações com o YouTube, site de compartilhamento de vídeos, por cerca de US$ 1,6 bilhão. Segundo reportagem do jornal "Wall Street Journal", que cita uma fonte próxima à negociação, as discussões ainda estão em estágio sensível e podem não ter resultado.
O jornal não conseguiu contatar representantes do YouTube e um porta-voz da Google comunicou apenas que a empresa não comenta "rumores e especulações".
Se concretizada, a compra será uma das maiores feitas pelo Google, que tinha reserva de caixa de quase US$ 10 bilhões em junho. Até hoje, a companhia manteve o foco na aquisição de empreendimentos menores, como a Pyra Labs e a Picasa.
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Morre no Rio o paraense que introduziu o jiu-jitsu no Brasil
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Fenômeno de distribuição de votos
- Esse deputado anda por todo o canto e Vila! Onde estiver um agrupamento disposto à convidá-lo para uma discussão, lá está Zequinha.
- Sempre sorrindo, sempre de bom humor, nunca enganando nem enrrolando.
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União pelo Pará elege três deputados sulparaenses
O primeiro nascido em Itupiranga e o outro no Tocantins - migrando menino para Conceição do Araguaia-, onde educou-se e começou a carreira política.
O médico Giovanni Queiroz, recém formado, largou o conforto da cidade grande e dedica-se, desde então, sua honrada vida em prol da região, apesar de ser mineiro dos bão!
A trinca ainda vai dar muito o que falar na região, em razão de compromissos que nutrem em comum para o futuro da região.
Como o PSC não conseguiu superar a cláusula de barreira, Zequinha Marinho - campeão nacional de votos pela legenda-, estuda com a direção nacional do partido o rumo da ideologia cristã que defende, focado no bem-estar da família brasileira, atacada por setores retrógados da imprensa regional. O Pilar em defesa da Família é posto à frente de qualquer plano político, diz Zequinha.
O sul do Pará jamais teve três parlamentares desse quilate para enfrentar os desafios do atraso e da estagnação.
Os demais parlamentares eleitos pela região são - perdoem-me: alienígenas, que ontem desembarcaram por lá, e ao primeiro sinal de problemas, aninham-se em plagas bem distantes da mãezona sulparaense.
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Puxassaquismo não dá voto
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O Dino Sauro Quércia liberou
Quércia disse que o diretório não fará indicações de voto nem para Luiz Inácio Lula da Silva (PT), nem para Geraldo Alckmin (PSDB)
O presidente do PMDB de São Paulo, Orestes Quércia, liberou os integrantes do partido no estado a apoiar os candidatos que disputam o segundo turno da eleição para a presidência da República. Quércia disse que o diretório não fará indicações de voto nem para Luiz Inácio Lula da Silva (PT), nem para Geraldo Alckmin (PSDB).
"Não queremos comprometer o partido nem com um, nem com outro", afirmou Quércia, durante reunião com as principais lideranças do partido,
Derrotado na campanha ao governo paulista, Quércia não descarta, no entanto, declarar seu voto mais para frente. O presidente afirmou que os peemedebistas no estado estão autorizados a declararem o voto e a até subirem no palanque para fazer campanha.
Quércia também aproveitou para anunciar que não pretende disputar a reeleição à presidência estadual do partido. Ele promete deixar o cargo em dezembro. "Também não vou indicar ninguém", afirmou.
Ele culpou a falta da unidade nacional do partido pelo fraco resultado das eleições. "O PMDB está sofrendo pelo fato de não ter tido a responsabilidade de se unir nacionalmente em torno de candidaturas. Há problemas no país inteiro no PMDB por falta de unidade nacional."
Apesar de o partido ter quatro governadores eleitos já no primeiro turno, Quércia considera que o PMDB "sofreu no Brasil inteiro".
"O PMDB tem que aprender a lição agora, uma lição dura", disse. O ex-governador citou a falta de indicação de um candidato à presidência como um dos principais erros do partido. "Não podemos ficar dependentes de apoiar outros partidos", concluiu.
Participaram do encontro a candidata derrotada ao Senado, Alda Marco Antônio, o ex-prefeito de Osasco Francisco Rossi e o ex-prefeito de São Paulo Miguel Colassuono.
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A infiel...
...Roseana Sarney
O blog convoca:
-Povo do Maranhão, votem no Lago.
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Domingo de Círio, noite de debate
Sugira a seu candidato uma resposta às perguntas embaraçosas do advers.
Empenhado em fazer do debate de domingo, na TV Bandeirantes, um programa inesquecível da noite de domingo, o QuidNovi decidiu formular perguntas embaraçosas que podem ser feitas aos candidatos e sugerir respostas. Você pode e deve colaborar formulando sugestões nos comentários -- as 10 melhores, mais criativas, mais difíceis ou mais originais serão postadas como matéria na página principal do site no fim do dia. Lanço as duas primeiras sugestões:
1. Batendo na tecla dos "acordos não republicanos" e dos negócios que eram "fechados na sala ao lado", imagem que cansou de usar nos programas de TV, Alckmin poderia perguntar:
- Candidato, o que o senhor fazia no Palácio do Planalto enquanto, na sala ao lado da sua o José Dirceu, o Silvinho Pereira, o Delúbio, o Waldomiro Diniz e o Roberto Jefferson se reuniam para fazer negociatas?
E Lula poderia responder com base nos raciocínios que vem traçando:
- Olha aqui, Alckmin: o Palácio é muito grande, tem muitas salas, inclusive uma salinha privativa e contígua ao gabinete presidencial onde meus antecessores faziam outras coisas não republicanas. Eu estava trabalhando... mas a gente nem sempre sabe o que se passa em nossa própria casa. Você me pergunta o que acontecia na sala ao lado e eu te pergunto: você sabia o que acontecia no closet de sua casa, no guarda-roupa de seu quarto, quando a senhora sua esposa recebia vestidos caríssimos emprestados?
2. Pano rápido e seria a vez de Lula perguntar a Alckmin. O presidente, usando o chavão que ele e o PT não cansam de pôr na roda, poderia perguntar:
- Candidato Alckmin, o governo do ex-presidente Fernando Henrique, do seu PSDB, promoveu uma série de privatizações, vendeu patrimônio brasileiro e arrecadou US$ 100 bilhões com isso. Recebi um país sem dinheiro em caixa e devendo ao FMI. Onde o PSDB aplicou o dinheiro das privatizações?
Sóbrio e circunspecto como sempre, Alckmin poderia responder:
- Candidato Lula, os US$ bilhões foram usados para abater a dívida e melhorar a vida dos brasileiros. Se isso não fosse feito, certamente você herdaria um país pior. Mas o que me deixa muito feliz é que o ex-presidente Fernando Henrique não pôs o dinheiro das privatizações em uma sacola nem o confiou a correligionários dele como Hamilton Lacerda, Gedimar Passos ou Valdebran Padilha. Honra-me ter no meu partido alguém que não precisou US$ 1 mil, US$ 100 mil ou US$ 100 milhões em uma mala suspeita de hotel.
Gostou? Formule a sua. Não gostou? Critique a nossa. Mas participe.
P.S Tardio.: Se os amigos do blog tiverem sobra de maniçoba após o almoço do Círio, cogelem e enviem para o blog.
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PT no governo do Pará
Esquecimento
Dos mais de R$ 300 milhões liberados esta semana pelo Ministério do Planejamento para o Ministério dos Transportes, nenhum real foi destinado à pavimentação das rodovias Santarém-Cuiabá e Transamazônica. A promessa de asfaltamento das duas BRs foi feita por vários candidatos e presidentes. A última, inclusive, por Lula, na campanha de 2002.
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Recado à um amigo
- Ih! Josenir, desculpa cumpade, tú é mimeiro né! Lá na tua terra só tem Ribeirão e politicagem né não!?
-Mas, veja só. Gosto pra caramba de ti.
-Amigo Josenir, que coordenação de campanha é essa que tú não obriga essa gente que tú te juntou a falar sobre as nossas coisas tipo: Carajás e Tapajós...?
- Josenir, reze cumpade presse povo ganhar, e se ganhar; cê agora vai ver o que é opoisição na ilharga.
-Ah! porque tú não saiu deputado? Vermelhou né não!?
-Reze, cumpade, reze aí pra Santa no Círio visse.
Mandei este link pro teu e-mail. Responde pra tua legião de amigos que até agora tá passada feito uva passa. Eu publico tudo, visse?
-Mas se tú, Josenir, tá com essa turma pra derrotar, de novo o Priante, como tú me disse que fez lá nos tempos da Juventude do PMDB, então tú tá meio perdoado visse amigo. Duas vitórias sobre o Priante e vocês comendo Pato no Tucupí ai é muito dez, visse mano!
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Esse é o Lula gente!
Na Paraíba
Ontem, comentei aqui as implica��es da �defesa de corno� que se tornou popular entre os políticos. Hoje, vamos ver como os jornais da Paraíba � Estado do senador Ney Suassuna � cobriram o pedido de abertura do processo de cassação do representante do Estado.
O Correio da Paraíba publicou o material na capa com letras vermelhas, abaixo da dobra: "Peres diz que não há provas, nem indício, mas pede cassação de Ney". Internamente, teve a cobertura mais favorável ao senador. O ponto de resistência do jornal é o fato de não haver nenhuma prova que ligue diretamente o senador ao esquema dos Sanguessugas. Tecnicamente correto. As provas existentes mostram apenas as ligações de assessores do senador com o esquema, e o relatório aponta a responsabilidade do senador pelo que faziam seus subordinados. Daí a frase "Não sou leniente. Sou uma pessoa que confio nos outros e fui traído". O texto foi produzido por uma repórter do próprio jornal.No Jornal da Paraíba, o assunto foi manchete. Internamente, foi usado um texto da Folhapress. N�o tenho o original aqui. Na versão publicada na Paraíba, a acusação de que Suassuna teria sido leniente com seus assessores envolvidos no esquema dos Sanguessugas entrou no penúltimo parágrafo. A abertura do texto enfatiza o fato de a votação do relatório que recomenda processo de cassacão ter sido adiada para 8 de novembro. A aspa do primeiro parágrafo, do líder do PMDB no Senado, diz que o relator erra na dose da pena�
Já em O Norte, a notícia saiu simples e direta: foi recomendada a abertura de processo de cassação, há provas apenas contra os assessores, o senador foi acusado de leniência, Suassuna vai apresentar defesa verbal.
A Paraíba, para mim um território desconhecido. Não conheço as coneções políticas dos jornais de lá, mas sei que elas existem. A própria condução do noticiário mostra isso de certa forma.
Por esse motivo, que o banco de dados Deu no Jornal procura incluir jornais de "oligarquias conflitantes", na feliz expressão do mestre Abramo. É essa abordagem tosca, coronelesca, de costas para a notícia, que ignora a existência de outros canais pelos quais a informação vai inevitavelmente acabar passando, que me intriga tanto. Não acontece só no sertão.
As vezes, também não só em jornais pequenos. Mas intriga igual.
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