Dia da Bandeira
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Vice-governador eleito defende realização de plebiscitos para emancipação do Tapajós e Carajás

Em entrevista à Rádio Clube nesta quinta-feira (16), o vice-governador eleito, Odair Corrêa, 55, do PSB, (foto) se disse favorável à realização de plebiscitos para a criação de novas unidades da federação dentro do Pará. Ele deixou claro que é o povo quem tem de decidir se quer ou não a emancipação do Estados de Tapajós, no oeste do Pará, e Carajás, no sul.
Odair Corrêa, que é de Santarém, lembrou que tem uma luta de 21 anos pela emancipação da região oeste do Estado e reconhece que o mesmo esforço tem sido feito pelas lideranças políticas do sul do Pará, por isso ele entende que nada pode ser mais justo do que a realização de um plebiscito.
O vice-governador lembrou também que o desejo de emancipação dessas duas regiões não é nenhum desamor ao Pará, mas sim um reflexo da falta de investimentos que o interior sofreu durante mais de uma década. “Essas comunidades sentiram na pele a ausência do Estado”, relata.
No entendimento de Odair Corrêa, o vice-governador não tem autonomia para dividir o Estado. Segundo ele, é a população quem deve decidir. “Quem somos nós, que cobramos o voto das pessoas, para cercear o seu direito de votar numa escolha tão importante”, questiona.
Acompanhando o vice-governador, o deputado eleito João de Deus (PSB), que percorreu 350 quilômetros da rodovia PA-150, entre Redenção e Marabá, disse que um dos exemplos do descaso do governo é a situação das estradas do interior. Em alguns trechos ele denunciou a existências de pontes mal conservadas que se transformaram em verdadeiras armadilhas para os viajantes. “Trata-se de pontes assassinas”, denuncia o parlamentar eleito.
O vice-governador e o deputado eleitos lembraram que a violência no campo que ainda é grande no interior do Pará se deve também à ausência do Estado, que não mantém sequer um escritório do Iterpa – Instituto de Terras do Pará – em Marabá, que é a cidade pólo do sul do Pará, área que concentra a maior parte dos conflitos. Eles também defenderam a criação de consórcios intermunicipais, como o existente entre os municípios localizados no corredor da BR-222: Bom Jesus do Tocantins, Abel Figueiredo, Rondon do Pará e Dom Elizeu. Segundo o deputado João de Deus, o consórcio fortalece a execução de políticas públicas que o município, sozinho, teria dificuldade de executar. O vice-governador também lembrou que o Estado do Pará, segunda maior unidade da federação, tem 1.253.000 de quilômetros quadrados e 7.800.000 habitantes, sem contar com as condições geográficas que dificultam o acesso às populações mais afastadas. Por conta disso, muitas comunidades acabam isoladas e cresce o desejo de emancipação. Ainda de acordo com Odair Corrêa, uma das medidas paliativas para minimizar a falta de atenção que o interior do Estado vem sofrendo é a criação das sub-governadorias regionais, que ficarão sediadas em Marabá e Santarém. Mas o vice-governador lembrou que não bastam apenas medidas políticas e gerenciais para fazer as regiões se desenvolverem. Segundo ele, é preciso combater também a corrupção dentro do governo. “A corrupção distorce completamente os procedimentos operacionais das políticas públicas”, observa. Fonte: Marabá Notícias |
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Amazonas

As mulheres já não estão alheias ou na retaguarda da guerra como aconteceu durante milénios. Hoje não só estão nas tomadas de decisão como no campo de batalha. Ocasião para fazermos uma breve incursão pelo mito das mais famosas mulheres guerreiras – as Amazonas
O blog registra um movimento político fruto de sensacional iniciativa da senadora e agora governadora eleita do Pará, Ana Júlia Carepa.
Segundo as fontes consultadas pelo blog, o Pará será a primeira Capitania das Amazonas!
Segundo a lenda: mulheres guerreiras que comandavam uma sociedade em que os homens não passavam de mera figura decorativa. Ai incluso: Lula, Jader, Sarney e Renan, e está em curso no Pará a colocação da cangalha nessa raça.
O Pará é uma faixa de terras na Amazônia, repleta de riquezas que deixam a lenda mitológica no "chinelo".
Começa bem o governo de "Amazona chefe".
E as «novas amazonas»? As mulheres que derrubaram preconceitos e cada dia auferem o seu salário e que não aceitaram o tradicional papel doméstico? Encontramo-las todos os dias, algumas mais belicosas que outras. E as mulheres nas Forças Armadas? Curioso que numa recente entrevista a mulheres da PSP em postos de comando, todas afirmavam que nunca tinham tido necessidade de disparar as suas armas. Serão as mulheres pacifistas, mesmo em carreiras onde podem ter de ser «guerreiras»? Talvez escritora e jornalista Inês Pedrosa nos saiba responder.
Leia texto acadêmico de uma "amazona" especialista no assunto no Conversa de Caboclo.
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Troca
Vai ser um tal de troca de partido jamais visto nos anais da política paraense.
A fonte do blog é lata!
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Saara
É o que espera tucanos e istas do mesmo matiz, eleitos que foram para compor a Bancada Paraense na 52.a Legislatura.
Se duro entraram, rapadura mofada é o que terão.
Se duro entraram, rapadura mofada é o que terão.
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Cadê a nota fiscal?
Em comunicado distribuído à seus assinantes. O Portal Uol diz que, a partir deste mês, a cada vez que seus clientes utilizarem o serviço de suporte ao assinante da Central de Atendimento do UOL, irão receber, automaticamente, via e-mail, da Prefeitura de São Paulo, uma Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) com o valor do servigo prestado.
No comunicado, a empresa alerta ao usuário que não há conta à pagar, pois o valor do serviço acordado jé teria sido cobrado pelo UOL na fatura mensal que cobra de seus assinantes.
Por que a Prefeitura envia essa nota? Continua o comunicado. É que a NF-e seria a comprovação de que o UOL recolheu os impostos pelo serviço de atendimento que prestou.
Pergunta do blog devidamente enviada à Uol: E as Nf's-e pra trás?
No comunicado, a empresa alerta ao usuário que não há conta à pagar, pois o valor do serviço acordado jé teria sido cobrado pelo UOL na fatura mensal que cobra de seus assinantes.
Por que a Prefeitura envia essa nota? Continua o comunicado. É que a NF-e seria a comprovação de que o UOL recolheu os impostos pelo serviço de atendimento que prestou.
Pergunta do blog devidamente enviada à Uol: E as Nf's-e pra trás?
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Aos timoneiros
Apesar da virulência com que este espaço foi agredido por uma turminha que só tive o trabalho de moderar e jogar no fundo da lixeira. O mestre Juvêncio de Arruda, que assina o blog 5ª Emenda está recebendo em sua caixinha de recados o que todos que militam na política paraense estavam cansados de saber: Os tubarões nem apareceram ainda.
O que veio à tona, por enquanto, são cardumes de tralhotos saltitantes!
O que veio à tona, por enquanto, são cardumes de tralhotos saltitantes!
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Até que enfim!

Os vereadores de Marabá receberam hoje um ofício do Ministério Público Estadual "recomendando" que sejam exonerados de seus cargos no prazo de até 120 dias, todos os parentes de 1º, 2º e 3º grau de vereadores que tem funções públicas no município (isso vale tanto para os que tem emprego na Câmara como os que estão na Prefeitura). Com isso a seleta "turminha do nepotismo" deverá estar a partir de agora com "as barbas de molho".
-E olha que não faltam vereadores com quase toda a família confortavelmente instalados e "mamando" há uma década nas "tetas da viúva". De primeiro ao escambáu do grau; de parentes à aderentes.
É a fauna de aspones na alça de mira do MPE.
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Negócios na Zona Franca
Minha prima Cileide Moussalem edita uma concorrida Coluna Empresarial em Manaus (AM), com foco para os negócios no Pólo da Zona Franca de Manaus, responsável este ano pelo maior crescimento industrial do Brasil, segundo o IBGE, superando locomotivas como São Paulo, Rio e Minas.
Se preferir veja a Coluna (aqui).
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Remotas as chances de Luis Otávio para vaga no TCU
São praticamente nulas as chances do senador Luis Otávio ter seu nome como o indicado pelo Senado Federal para a vaga a ser preenchida no Tribunal de Contas da União.
Foi mais uma vez prorrogado prazo para as indicações à única vaga existente.
O prazo da Câmara dos Deputados para indicar nomes para ocupar a vaga de ministro do Tribunal de Contas da União foi prorrogado para as 20 horas da próxima terça-feira, 21/11.
A votação em Plenário deve ocorrer no próximo dia 22/11.
Algumas lideranças já fizeram indicação. O cargo, que é vitalício, oferece ainda o salário de R$ 23.275,00, bem maior do que um deputado ou senador, que é de R$ 12.847,00.
Dos cinco deputados indicados, até o momento, apenas Osmar Serraglio (PMDB-PR) foi reeleito em outubro. Os outros candidatos são Aroldo Cedraz (PFLBA), Gonzaga Mota (PSDBCE), Antônio Fleury Filho (PTB-SP) e Paulo Delgado (PT-MG) ocupam cargos para apenas esta legislatura. O secretário-geral da Mesa, Mozart Vianna de Paiva, do PSC, também está lista para
ocupar o cargo.
O Senado Federal tem direito a uma indicação, mas até o momento não tem nome definido.
Na Câmara, segundo o presidente Aldo Rebelo, há muitos pedidos, de líderes, para que a votação seja adiada para o dia 29.
O deputado Paulo Delgado (PT-MG) é o predileto da base do governo e deve ser o indicado pela Câmara.
Com a palavra o PMDB.
Foi mais uma vez prorrogado prazo para as indicações à única vaga existente.
O prazo da Câmara dos Deputados para indicar nomes para ocupar a vaga de ministro do Tribunal de Contas da União foi prorrogado para as 20 horas da próxima terça-feira, 21/11.
A votação em Plenário deve ocorrer no próximo dia 22/11.
Algumas lideranças já fizeram indicação. O cargo, que é vitalício, oferece ainda o salário de R$ 23.275,00, bem maior do que um deputado ou senador, que é de R$ 12.847,00.
Dos cinco deputados indicados, até o momento, apenas Osmar Serraglio (PMDB-PR) foi reeleito em outubro. Os outros candidatos são Aroldo Cedraz (PFLBA), Gonzaga Mota (PSDBCE), Antônio Fleury Filho (PTB-SP) e Paulo Delgado (PT-MG) ocupam cargos para apenas esta legislatura. O secretário-geral da Mesa, Mozart Vianna de Paiva, do PSC, também está lista para
ocupar o cargo.
O Senado Federal tem direito a uma indicação, mas até o momento não tem nome definido.
Na Câmara, segundo o presidente Aldo Rebelo, há muitos pedidos, de líderes, para que a votação seja adiada para o dia 29.
O deputado Paulo Delgado (PT-MG) é o predileto da base do governo e deve ser o indicado pela Câmara.
Com a palavra o PMDB.
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Senador Eduardo Azeredo diz não entender críticas ao seu projeto
Cadastro de internautas pode ser excluído de projeto
Ag. Câmara dos Deputados
Gilberto Nascimento
No seminário, foram debatidas propostas de combate aos crimes virtuais.
O relator no Senado do projeto de lei que normatiza o uso da internet (PL 84/99), senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG), anunciou nesta terça-feira, durante seminário sobre o tema promovido pela Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara, que em nome do consenso deverá retirar do texto o dispositivo que prevê um cadastro para a identificação dos usuários da rede.Azeredo admitiu que esse ponto fique para ser discutido posteriormente, em outro projeto de lei específico. Dessa forma, o senador concordou com as ponderações dos deputados Luiz Piauhylino (PDT-PE) e Julio Semeghini (PSDB-SP), respectivamente o autor e o relator do projeto na Câmara. Segundo eles, o ideal é o Senado aprovar o projeto e deixar para depois o debate sobre a questão do cadastro, que é controversa.
O presidente da comissão, deputado Luiz Eduardo Greenhalgh (PT-SP), disse ao abrir o seminário que a normatização é uma "demanda premente da sociedade", mas destacou que, ao mesmo tempo, é preciso garantir a liberdade de expressão e de acesso à rede. "A cada trinta dias, aparecem cerca de mil novos sites de pedofilia na Internet, e não podemos permitir que essa situação continue", advertiu.
Privacidade - Azeredo disse não entender a razão das críticas feitas ao seu substitutivo ao projeto. "Não há, no texto, nada que viole a privacidade ou a liberdade de expressão, nem qualquer obrigação de certificação digital", afirmou. "Chegaram a dizer que o Estado controlaria desde a conversa de dois adolescentes apaixonados até a troca de informações entres grandes empresas e clientes, mas não há nada disso no projeto", garantiu o relator, negando também que estudantes teriam de se cadastrar para usar a internet. "Isso não existe; porém, todo computador precisa estar cadastrado, senão vira anarquia", explicou o senador.
O deputado Luiz Piauhylino defendeu que a identificação do internauta saia do projeto por não ser consensual. "Aprendi que nesta Casa lutamos pelo ideal, mas atingimos o possível", argumentou. Ele disse que, quando elaborou o projeto, procurou evitar qualquer restrição ao livre acesso à rede e à liberdade de expressão. De acordo com Júlio Semeghini, o respeito à privacidade deve prevalecer como regra geral, e devem ser permitidos o rastreamento de computadores e a quebra de sigilo apenas em caso de determinações judiciais.
Ag. Câmara dos Deputados
Gilberto Nascimento
No seminário, foram debatidas propostas de combate aos crimes virtuais.O relator no Senado do projeto de lei que normatiza o uso da internet (PL 84/99), senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG), anunciou nesta terça-feira, durante seminário sobre o tema promovido pela Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara, que em nome do consenso deverá retirar do texto o dispositivo que prevê um cadastro para a identificação dos usuários da rede.Azeredo admitiu que esse ponto fique para ser discutido posteriormente, em outro projeto de lei específico. Dessa forma, o senador concordou com as ponderações dos deputados Luiz Piauhylino (PDT-PE) e Julio Semeghini (PSDB-SP), respectivamente o autor e o relator do projeto na Câmara. Segundo eles, o ideal é o Senado aprovar o projeto e deixar para depois o debate sobre a questão do cadastro, que é controversa.
O presidente da comissão, deputado Luiz Eduardo Greenhalgh (PT-SP), disse ao abrir o seminário que a normatização é uma "demanda premente da sociedade", mas destacou que, ao mesmo tempo, é preciso garantir a liberdade de expressão e de acesso à rede. "A cada trinta dias, aparecem cerca de mil novos sites de pedofilia na Internet, e não podemos permitir que essa situação continue", advertiu.
Privacidade - Azeredo disse não entender a razão das críticas feitas ao seu substitutivo ao projeto. "Não há, no texto, nada que viole a privacidade ou a liberdade de expressão, nem qualquer obrigação de certificação digital", afirmou. "Chegaram a dizer que o Estado controlaria desde a conversa de dois adolescentes apaixonados até a troca de informações entres grandes empresas e clientes, mas não há nada disso no projeto", garantiu o relator, negando também que estudantes teriam de se cadastrar para usar a internet. "Isso não existe; porém, todo computador precisa estar cadastrado, senão vira anarquia", explicou o senador.
O deputado Luiz Piauhylino defendeu que a identificação do internauta saia do projeto por não ser consensual. "Aprendi que nesta Casa lutamos pelo ideal, mas atingimos o possível", argumentou. Ele disse que, quando elaborou o projeto, procurou evitar qualquer restrição ao livre acesso à rede e à liberdade de expressão. De acordo com Júlio Semeghini, o respeito à privacidade deve prevalecer como regra geral, e devem ser permitidos o rastreamento de computadores e a quebra de sigilo apenas em caso de determinações judiciais.
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