Pela primeira vez, mesmo que um tanto tardio, a governadora Ana Julia Carepa começou a compreender que não basta palavras soltas ao vento para tomar a rédia firme de um estado nação como Pará se ouver a efetiva vontade de mudança de sua triste realidade.
Ao lado do ministro Mangabeira Unger, deputado federal Giovanni Queiroz (PDT-PA) e lideranças políticas da região do Carajás, a governadora comprometeu-se publicamente em regularizar as propriedades do segundo maior município do planeta, detentor do maior rebanho do mundo e cercado por todos os lados por reservas indígenas e agora, estações escológicas, reservas ambientais num paredão que tenta fechar uma barreira invisível no vértice do chamado arco do desmatamento, a partir da Terra do Meio, que a jornalista Miriam Leitão tanto fala, condena sem ser juíza, esculhamba os produtores, sem ter os números na mão para entender o que isso representa para a produção do Estado e da União, como uma postura, lamentável, jornalísticamente falando, de não ouvir o outro lado. Típico das estrelas -- eles se consideram assim -- da Vênus Platinada, que a cada dia perde audiência e credibilidade.
Nunca é tarde para mudar para melhor

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