A volta do colarinho branco
O ministro Tarso Genro realizará na segunda-feira uma reunião com a Polícia Federal e o Itamaraty para discutir os detalhes operacionais para que Cacciola seja enviado para o Brasil.
O banqueiro foi condenado em 2005 por crimes contra o sistema financeiro no Brasil e fugiu para a Itália, após o seu banco (Marka) ter recebido uma ajuda financeira do Banco Central, considerada fraudulenta, para cobrir prejuízos com operações de câmbio.
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Legião Urbana - Tempo Perdido
Abusus non tollit usum - O abuso não impede o uso. Princípio segundo o qual se pode usar de uma coisa boa em si, mesmo quando outros usam dela abusivamente.
Essa foi a lição fatal de Renato Manfredinni Russo, na flôr da idade, no auge do sucesso.
Vamos então, mais devagar e sempre em frente.
Minha predileta!
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Legião Urbana - Perfeição
Segundo o filho do Renato, essa foi a obra-prima que o pai deixou.
Excelente o especial "Para o resto da Vida", em homengem a melhor de todas as bandas do rock nacional de todos os tempos.
No entanto, fico com a minha predileta>> vide o post acima
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Hendrix in Woodstock - 1969
Você já tinha nascido em 1969?
Você lembra onde estava, o que fazia e para onde queria ir?
Você é do tipo que foi estimulado a fumar maconha pelas suas amizades?
Você é gordo, ganha mal, casou-se com uma mulher que não ama, apenas atura?
Se você respondeu positivamente a pelo menos duas das perguntas acima, a resposta para o teste é simples:
- Você é um fracassado e não sabe o que é a vida, pior!
Nunca vai saber.
Meus pêsames.
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É verdade: a Vanessa Hudgens ficou pelada

Bem, ninguém sabe ao certo.
Mas, como a Playboy brasileira deu a maior "pernada" de sua história ocultando a jornalista peladona, pressionada pela eminente abertura da CPI de uma TV a Cabo que ajuda no recolhimento dos cobres do grupo ao qual a revista é controlada. A Primavera promete.
O deputado Wlad "que que é isso meu irmão!" Costa, defendeu a suprema necessidade de se investigar a TV na CPI. Sua missão no processo é algo rés ao chão. No Pará o sujeito é enfezadinho, aqui em Brasília vai conhecer nestes dias com quantos paus se faz uma barraca. Aguardem!
A Primavera, por seu turno, digo: a Abril, resolveu pelo sim, pelo não, colocar Bárbara "engana ele que ele gosta" Paz no lugar da coleguinha envergonhada, para disfarçar a vergonha do mesmo tamanho da merda que ficou as fotos da "quase rica" Velôso.
Enquanto o pau não canta no baixo e no alto mundo...fica o bôlo ou rôlo, como queira...e a República das Bananas nunca foi tão irritante, a ponto do presi, em visita no melhor IDH do planeta, ter um piti e bradar que só vai falar na merda que governa quando voltar abastecido de ares, digamos, mais civilizados e democráticos.
Deve tá fervendo a cuca do bichim quando viu o sistema unicameral funcionando com etanol e gasolina azul prás bandas de lá!!
Cliquem nas fotos do bijú da mini-série "Hiht School Musical" e vocês as terão em alta resolução.
Enquanto isso, deixem-me ler um original em latim.


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Terrorismo no Brasil
Avisem o seu senador que ele será a próxima vítima.
Vem aí o Bin Laden brasileiro: Eleições 2010.
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The best world salesman!
A subject that finishes of if employ in a store that sells everything, it talks to the manager of RH:
- And there? How was your first day? How many sales did you do?
- I did a sale - answers the salesman.
- One only? - It frightens the manager - But all the salesmen do from 20 to 30 sales a day. And of how much was this sale?
- R$ 245.350,00 - answers the salesman.
- Well, I sold to a man a small fishhook, after an average fishhook, and finally a great fishhook.
- Did you do this sale for a subject what did it enter asking a fishhook?
- Well, - it answers the salesman - actually the subject came ask me where is drogariapara section buy an absorbent for its woman. I seized the opportunity and said: Since your weekend was pro same sack, what such a fishery?”

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O maior vendedor do mundo
Um sujeito que acaba de se empregar numa loja que vende tudo, conversa com o gerente de RH:
- E aí? Como foi seu primeiro dia? Quantas vendas você fez?
- Fiz uma venda - responde o vendedor.
- Uma só? - espanta-se o gerente - Mas todos os vendedores fazem de 20 a 30 vendas por dia. E de quanto foi esta venda?
- R$ 245.350,00 - responde o vendedor.
O gerente engole a seco, pois uma venda deste valor é coisa realmente inusitada.
- Como é que você conseguiu isto? - pergunta o gerente.
- Bem, vendi a um homem um anzol pequeno, depois um anzol médio, e finalmente um anzol grande. Depois eu vendi linha de três tipos para os anzóis. Depois eu vendi todos os apetrechos de pesca. Eu perguntei onde ele tinha intenção de pescar e ele me disse que seria no litoral. Eu disse que ele precisaria de um barco, e vendi-lhe um de 16 pés de pescaria com dois motores. Aí, eu disse que o carro dele não seria capaz de rebocá-lo, e vendi-lhe uma Camionete cabine dupla…
O gerente o interrompe:
- Você fez esta venda para um sujeito que entrou pedindo um anzol?
- Bem, - responde o vendedor - na verdade o sujeito veio me perguntar onde é a seção de drogariapara comprar um absorvente para sua mulher. Aproveitei a oportunidade e disse: Já que o teu fim de semana foi pro saco mesmo, que tal uma pescaria?”

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Santiago, 11 de semtembro: o povo latino-americano não pode esquecer esse dia

Foi há seis anos o dia em que a América e o dito "Mundo Livre" perceberam que a espiral de hipocrisia e violência que eles próprios tinham criado e continuavam a alimentar, lhes tinha literalmente desabado sobre as cabeças. Mas esta data não pode, não deve, fazer-nos remeter para o esquecimento o primeiro 11 de Setembro, o de 1973, que marca o culminar da desbragada ingerência dos EUA nos destinos do mundo e no destino de um povo que livre e democraticamente tinha ousado escolher o seu caminho.
11 de Setembro de 1973: o governo de Salvador Allende, já completamente isolado na área militar, é derrubado violentamente. Allende e a Unidade Popular, vitoriosos, assumem o governo na sequência das eleições presidenciais de 1970. Mas não o poder, pois o aparelho de Estado e a organização burocrático-militar é mantida, no fundamental, intacta. O governo da Unidade Popular implementa, desde o início, uma melhoria significativa das condições de vida dos trabalhadores, promovendo a reforma agrária e a nacionalização de empresas estrangeiras.
Feridos de morte, os interesses econômicos dos grandes grupos empresariais do país e do imperialismo, desencadeiam e alimentam por sua vez, durante três longos anos, sabotagens e boicotes com o intuito de amedrontar, principalmente, a classe média chilena, e desestabilizar o governo de Salvador Allende.

O golpe de Estado, culminar de todos estes esforços desestabilizadores, é consumado em 11 de Setembro de 1973 na operação “Chove Sobre Santiago”, executada pelas forças mais reacionárias e conservadoras do Chile, que teve como ponta de lança as Forças Armadas, sob a direcção da Junta Militar encabeçada pelo general Augusto Pinochet, e contou com o inestimável apoio da CIA, do governo de Nixon e Kissinger e dos governos ditatoriais da América Latina conluiados com o imperialismo norte-americano na tristemente célebre "Operação Condor".
Chegava assim ao fim, envolta no maior banho de sangue que a América Latina conheceu nas útimas décadas, a primeira experiência de transição democrática para o Socialismo do continente americano. Juntamente com Allende, morto durante o ataque a La Moneda, pereceram às mãos do exército chileno, dos esquadrões da morte e dos grupos de extrema-direita chilena, milhares de militantes e simpatizantes da Unidade Popular e de cidadãos anônimos, que acreditaram e alimentaram a esperança de um mundo melhor e de uma vida mais justa e morreram a lutar por ela.



Para eles, e para todos os que continuam a acreditar, aqui fica um tributo ao seu sacrifício e à sua coragem, nas palavras de alguém que sempre caminhou a seu lado:
En mi patria hay un monte.En mi patria hay un río.
Ven conmigo.
La noche al monte sube.El hambre baja al río.
Ven conmigo.
Quiénes son los que sufren?No sé, pero son míos.
Ven conmigo.
No sé, pero me llamany me dicen «Sufrimos».
Ven conmigo.
Y me dicen: «Tu pueblo,tu pueblo desdichado,entre el monte y el río,
con hambre y con dolores,no quiere luchar solo,te está esperando, amigo».
Oh tú, la que yo amo,pequeña, grano rojode trigo,será dura la lucha,la vida será dura,pero vendrás conmigo.
El Monte y El Rio - Pablo Neruda
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Nina Simone
Por vezes, nos locais mais inesperados, somos surpreendidos por uma música...
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As novas regras ortográficas do português em questão
Aqui no Brasil uma Comissão do Ministério da Educação e Cultura começa a discutir a implantação do acordo que introduz novas regras ortográficas a partir de 2008. Mudanças simplificam o idioma, mas lingüistas avisam: a adaptação será complicada.
"Micro-ondas", "enjoo", "contrarregra", "assembleia". Grafias hoje consideradas erradas e que rendem pontos a menos nas provas de gramática serão incorporadas, oficialmente, ao português. Embora ainda não tenha sido introduzido na prática, entrou em vigor este ano o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, firmado em 1990 entre os oito países que falam o idioma. As mudanças, que visam unificar as regras da ortografia, deverão começar a valer, no Brasil, a partir do ano que vem. Hoje, a Comissão para Definição da Política de Ensino-Aprendizagem, Pesquisa e Promoção da Língua Portuguesa (Colip), da Secretaria de Educação Superior (SESU-MEC), vai se reunir para discutir a implantação do acordo.
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Pedro Simon: razão e sensibilidade
Um convite à reflexão do povo brasileiro o que externou ainda a pouco o senador Pedro Simon (PMDB-RS), uma das raras reservas morais da política brasileira.
É um libelo aos farsantes, insetos e chefes de cangaceiros que ainda insistem respirar o mesmo ar que respiro.
Reflexão de um Senador
Quando ingressei na vida pública, há cinco décadas, eu apertei o botão de subida do elevador da política, no seu sentido mais puro.
E ele subiu.
Parou em muitos andares.
Abriu e fechou.
Muitas vezes, parecia que as portas emperravam, presas a grades e a paus-de-arara.
Mas, mesmo assim, abriam-se, com o esforço de todos os passageiros.

Havia uma voz, que anunciava cada etapa dessa nossa subida, na busca do destino almejado por todos nós. "Liberdade", "democracia", "anistia", "diretas-já".
Não era uma voz interna.
Ela vinha das ruas, e ecoava de fora para dentro.
Vi gente descer e subir, em cada um dos andares deste edifício político.
Comigo, subiram Ulysses, Tancredo, Teotônio.
Já nos primeiros andares, vieram Covas, Darcy.
Mais um ou outro andar, Lula, Dirceu, Suplicy.
Outros mais, Marina, Heloísa.
De repente, o elevador parou entre dois andares.
Alguém mexeu, indevidamente, no painel.
Parece que alguns resolveram descer e fizeram mau uso do botão de emergência.
O Covas, o Darcy, o Ulysses, o Tancredo, o Teotônio já haviam chegado a seus destinos.
Sentimos, então, uma sensação de insegurança e de falta de referências.
Apesar dos brados da Heloísa, parecia que nada poderia impedir a nossa queda livre.
A cada andar, uma outra voz, agora de dentro para fora, anunciava, num ritmo rápido e seqüencial:
"PC", "Orçamento", "Banestado", "Mensalão", "Sanguessugas", "Navalha", "Xeque-Mate".
Alguns nomes, eu nem consegui decifrar, tamanha a velocidade da descida.
E o elevador não parava.
Nenhuma porta se abria.
Haveria o térreo, de onde poderíamos, de novo, ganhar as ruas.
É que imaginávamos que seria o fundo do poço do elevador da política.
Qual o quê, não sabíamos que o nosso edifício tinha, ainda, tantos, e tão profundos, subsolos.
Daí, a sensação, cada vez mais contundente, de que o baque seria ainda maior.
Quantos seriam os subsolos?
Até que profundezas suportaríamos nessa queda livre?
Mais uma vez de repente, o elevador parou, subitamente.
Uma fresta, uma sala, uma discussão acalorada.
Troca de insultos.
Uma reunião da Comissão de Ética da Torre Principal do Edifício.
O Síndico teria pago suas contas pessoais com o dinheiro do Condomínio, através do funcionário do lobby de um outro edifício.
E, por isso, teria, também, deixado de pagar pelos serviços de manutenção do elevador.
Mais do que isso, o zelador também não havia recebido o seu sagrado salário, para o pão, o leite, a saúde e a educação da família.
Idem o segurança.
Mas, havia algo estranho naquela reunião:
os representantes dos condôminos, talvez por medo de outros sustos semelhantes, em outros solavancos do elevador, defendiam, solenemente, o Síndico.
Ninguém estava interessado em avaliar a veracidade das suas informações.
Nem mesmo as contas do Condomínio.
Queriam imputar culpa ao zelador e ao segurança.
Ou, quem sabe, teria o tal Síndico informações comprometedoras, gravadas nos corredores soturnos do edifício, a provocar tamanha ânsia solidária?
Não se sabe, mas, tudo indica, isso jamais será investigado, enquanto vigorar a atual Convenção de Condomínio.
Há que se rever, portanto, essa Convenção.
Há que se consertar esse elevador.
Há que se escolher um novo ascensorista.
Há que se eleger um novo síndico.
Há que se alcançar o andar da ética.
A voz das ruas tem que ecoar, mais alto, nos corredores deste edifício.
A voz de dentro, parece, insiste em continuar violando os painéis de controle.
Até que não haja, mais, subsolos.
E, aí, o tal baque poderá ser irreversível.
Não haverá salas de comissões de ética.
Porque não haverá, mais, ética.
Quem sabe, nem mesmo, edifício.
Senador Pedro Simon (PMDB-RS)
Nota do blog.: O pensamento acima deve ser subscrito pelo povo honesto e trabalhador desse país.
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