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Notícias do outro lado do Estado: Faltou perguntar. Quem vai vacinar o gado retido nas fazendas invadidas?
No governo da Festa, novos modelos e Hangar, afinal vive-se dias do mundo das mudanças de Lua. Uma pergunta ao despacho da notícia publicada no blog do jornalista Paulo Leandro Leal. Quem vai vacinar o gado retido nas fazendas invadidas? São + ou – 105 mil doses contra a aftosa. Quem se apresentará para a tarefa? E se uma dessas cabeças de boi seqüestrada vier a adquirir o vírus? Quem pagará?
Pará quer vacinar 98% do rebanho contra aftosa
Foi lançada oficialmente na manhã desta quinta-feira, 1º de novembro, a 2ª etapa da Campanha de Vacinação contra a Febre Aftosa no Pará. O local escolhido foi o município de Redenção, no sul do Pará, por pertencer à denominada área 1, zona livre de febre aftosa com vacinação. A meta é vacinar 98% do rebanho bovino pareaense contra a doença.
O Pará possui o 5º maior rebanho do país, com aproximadamente 18,5 milhões de cabeças de bovídeos, e é dividido em três áreas, classificadas de acordo com o risco que apresentam para a aftosa. A área 1 compreende 44 municípios do sul e sudeste, o equivalente a 53% da área total do Estado, concentrando 63% das propriedades pecuárias e 75% do rebanho paraense.
Com o reconhecimento internacional da área 1 como livre de febre aftosa com vacinação, homologado em maio de 2007, o Estado busca a elevação da condição sanitária das áreas 2 e 3. A área 2, nordeste paraense, é considerada de médio risco para a febre aftosa e a área 3, Baixo Amazonas e Marajó, de alto risco.
O secretário de Estado de Agricultura, Cássio Pereira, representando a governadora no evento, falou sobre a importância do agronegócio para o Pará, visto que o setor gera 7,5 bilhões de reais por ano, representando aproximadamente 22% da economia do Estado. "Só a pecuária movimenta algo em torno 4,2 milhões de reais na economia paraense. Precisamos avançar nas áreas 2 e 3 para que nossa pecuária seja cada vez mais competitiva no mercado externo", observou o secretário.
O evento contou com palestras sobre os Programas Estaduais de Erradicação da Febre Aftosa e Controle e Erradicação de Brucelose e Tuberculose Animal, ministradas pelas médicas veterinárias da Adepará, Cleane Pessoa e Andréa Negrão, respectivamente. Elas traçaram um panorama dessas doenças no Estado, os principais sintomas e esclareceram sobre quais os procedimentos a serem seguidos pelos produtores no caso de suspeita das enfermidades, assim como a prevenção. Para encerrar o evento houve um ato simbólico de vacinação, que já passou a fazer parte do calendário.
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"Sonho meu... sonho meu
Vai buscar quem mora longe. Sonho meu!"
Canta: Maria Bethânia.
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Atualizado às 01h12
"Vou chorar lágrimas de sangue..."
Zeca Baleiro.
São tempos de festa e harmonia. Vai tudo bem no Pará...
...E que Deus nos salve do caos.
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Cidades ficarão à margem da violência generalizada
Com a intervenção federal para o saneamento do rebanho, a Zona 1 será isolada, o preço da arroba despencará, os frigoríficos não terão matéria-prima para abater, haverá desabastecimento, a carne subirá de preço nos açougues e supermercados, quebra de contratos internacionais de exportação, a imagem do Pará vai para a lama e arrastará o Brasil.
As demissões virão como um flagelo e a massa de desempregados invadirão as cidades. A violência que já está fora de controle atingirá níveis insuportáveis.
Será que ninguém de nossas autoridades não quer fazer essa análise situacional? Ou ninguém teme uma intervenção federal no Pará?
É difícil não concondar com Karl Raimund Popper, um filósofo da ciência austríaco naturalizado britânico (in "O Realismo e o objetivo da ciência"), quando afirma que "só há um caminho para a ciência [e as demais coisas da vida] - ou para a filosofia: encontrar um problema, ver sua beleza e apaixonarmo-nos por ele; casarmo-nos com ele, até que a morte nos separe - a não ser que obtenhamos uma solução".
O grifo é deste editor.
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E agora? Quem vacinará o rebanho sequestrado?
Sem contar com outros prejuízos, igualmente de vulto. Cita-se esse "mundo" de gado retido por uma razão muito mais séria: a possibilidade de ocorrência de febre aftosa num rebanho tão expressivo e sem qualquer controle.
Na esteira das invasões. Notadamente as que ocorrem com o emprego de extrema violência, o que representa a maioria hoje naquela região. Funcionários e proprietários são expulsos na "marra" e a pêso de bala de suas propriedades. Deixam tudo para trás e cuidam de salvar suas vidas.
Há décadas uma parceria entre governo e produtores rurais viabilizou a constituição de um fundo - O Fundepec (Fundo de Desenvolvimento da Pecuária do Estado do Pará), cada Estado possue o seu Fundepec.
O Fundepec é uma associação civil sem fins lucrativos, com duração por tempo indeterminado, constituído em 24 de agosto de 1996 [no caso paraense], através do Convênio nº 023/96 pela Federação de Agricultura do Estado do Pará – FAEPA, pelo Sindicato da Indústria da Carne e Derivados do Estado do Pará – SINDICARNE, pelo Sindicato Nacional das Empresas Leiloeiras e pela Secretaria Executiva de Agricultura do Estado do Pará - SAGRI para garantir investimentos sólidos e permanentes para a produção pecuária do nosso Estado.
Um dos objetivos principais do Fundepec foi viabilizar recursos destinados à assistência técnica e à defesa sanitária da pecuária bovina e bubalina, especialmente o combate e erradicação da febre aftosa; sugerir em harmonia com as autoridades públicas, programas de defesa sanitária animal, colaborando efetivamente na respectiva implementação;divulgar e promover campanhas voltada à profilaxia e ao desenvolvimento técnico da pecuária; dar apoio técnico e operacional aos órgãos oficiais incumbidos da defesa sanitária animal; proceder a vacinação de animais de parte de seus associados mediante reembolso de custo; dentre outras inúmeras e essenciais tarefas para o desenvolvimento da atividade.
ALERTA - Ocorre que hoje começou a campanha de combate à febre aftosa na Zona 1, no Estado do Pará.
Vamos voltar um pouco no tempo. No dia 24 de maio deste ano, uma felicíssima governadora posava para fotos orgulhosa da conquista.

O secretário de Estado de Agricultura, Cássio Pereira, recebeu, em Paris (França), durante a 75ª Sessão Geral do Comitê Internacional da OIE, o certificado que atesta a Zona 1 como livre da febre aftosa com vacinação. No dia seguinte uma festa de arromba comemorou na capital paraense o feito.
A produção do Estado já é a quarta colocada no ranking brasileiro. O reconhecimento da Zona 1 como livre da febre aftosa com vacinação foi uma oportunidade de aumentar a competitividade da pecuária paraense no contexto internacional e nacional. O rebanho atingiu 18 milhões de cabeças e há duas reses para cada habitante do Pará.

A pergunta que não quer calar é: a partir de hoje como será vacinado o rebanho que se encontra refem dos grupos armados que invadiram as fazendas?
Quem será responsabilizado se nesse universo de 100 mil reses roubadas por bandoleiros armados for detectado um único animal com febre aftosa?
Está cada vez mais difícil sustentar uma das principais atividadess da pauta econômica e de exportação do Estado. Igualmente difícil é a geração de empregos no campo, sabendo que a agropecuária é a segunda atividade que mais emprega no Estado.
Quem posará sorridente para calamidade que se aproxima?
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Produtividade melhora com o emprego de novas técnicas de manejo
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O que adianta milhares e milhares de reais investidos se após uma invasão não sobra pedra sobre pedra?
Retiro da Fazenda após a invasão criminosa. Observem as datas em que as fotos foram tiradas. Em apenas dois meses, o que restou foi destruição, morte e um rosário de crimes sem que o proprietário saiba ao menos que estáa frente de tanta desordem.
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Polícia começa a agir contra invasões criminosas
As barracas no entorno da sede de uma das Fazendas do Complexo Forkilha foram montadas pelos invasores que adentraram a propriedade fortemente armados e encapuzados.
Em seguida expulsaram os funcionários ameaçando-os de morte.
Após a invasão o gado foi morto à tiros de grosso calibre e o pasto incendiado. A aAção criminosa não tem limite e sempre se dá da mesma forma: invadem-no-a pelos fundos ou pela reserva florestal.
Mesmo após o Incra expedir certidões atestando que as fazendas são produtivas, o fato não impediu a série de invasões que se alastrou para outros municípios do Sul do Pará.
"Investimentos de toda uma vida viraram cinzas após as invasões. Quem vai pagar?", pergunta um dos proprietários.
Um faixa na entrada da Fazenda, supostamente da Comissão Pastoral da Terra exige a Reforma Agrária. Em terras produtivas, claro.
O roubo de madeira da Reserva Legal da fazenda é feito à luz do dia.
Invasores roubam, desmatam e comercializam o produto do roubo sem serem incomodados.
Numa recente batida da Polícia Federal e do Ibama, as equipes foram recebidas à bala.
A Reserva Legal da fazenda é derrubada a partir do miolo. Se fosse o fazendeiro que a fizesse seria crime federal contra o meio ambiente.
Governo garante que ordens judiciais serão cumpridas nas fazendas
A Secretaria de Segurança Pública do Pará (Segup) tem conhecimento das denúncias formuladas por proprietários de terras das regiões sul e sudeste do Estado. A Segup determinou o levantamento das ocupações, que já está sendo realizado nas fazendas Forkilha, Manain, Colorado, Belavista e Soledade. A secretaria garante que 'a determinação do Governo do Pará é para o cumprimento de ordem judicial nas fazendas do complexo Forkilha'.
A Segup não só investiga a ação de grupos armados como tem prendido várias quadrilhas no sul e sudeste do Estado. Mas desconhece e não há registro de que esses grupos permaneçam dentro das propriedades invadidas. Desde o primeiro semestre a Segup mantém operações integradas pelas polícias Militar e Civil em todo o Pará, especialmente nessas duas regiões, onde realizou várias operações e continua mantendo um pelotão do Comando de Missões Especiais (CME) de Belém e do Grupo de Pronto Emprego, que reforçam as ações no sul e sudeste do Estado, inclusive com o uso de helicóptero', diz nota da secretaria.
Ainda de acordo com a Segup, o trabalho tem reduzido a criminalidade tanto nas áreas urbanas como na zona rural, afirmação que tem como base não somente as estatísticas de redução da violência na região, como também o número de prisões efetuadas no Pará até agora, que já somam cerca de 9 mil presos, 60% no interior. As ações resultaram na apreensão de quase 2 mil armas de janeiro até agora, mais da metade nos municípios também do interior.
A Segup lembra ainda que as primeiras reintegrações de posse realizadas pela Justiça, no primeiro semestre deste ano, foram feitas exatamente nas regiões sul e sudeste do Pará. Com o apoio de cerca de 140 policiais militares e civis, de forma pacífica e usando o serviço integrado de inteligência da Segurança Pública, foram desocupadas 12 áreas em seis municípios dessas regiões, cujos proprietários estavam há mais de cinco anos esperando pelo cumprimento dos mandados. A Segup lembra que nenhuma ação será realizada de forma violenta ou ilegal e nem em terras sob suspeita de irregularidades ou em situação sub judice.
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Câmara punirá mau uso da Caixa Postal Eletrônica
O Centro de Informática alerta os usuários sobre o MAU USO do Correio eletrônico da Câmara dos Deputados. O alerta tem o objetivo de evitar que o mau uso do serviço de correio eletrônico venha a provocar, entre outras medidas cabíveis, o bloqueio da caixa postal do usuário.
Uma das formas de mau uso do correio eletrônico é o repasse de listas de endereços dos usuários do serviço de correio eletrônico da Câmara para usuários externos. Essa prática, por ser proibida pela Portaria 96/2004, pode causar o bloqueio da caixa postal e até mesmo um processo administrativo.
Segundo a Portaria 96/2004, que disciplina o uso do correio eletrônico no âmbito da Câmara dos Deputados, é proibido o envio e armazenamento de mensagens contendo oferta de produtos ou serviços, material obsceno, anúncios publicitários, listas de endereços eletrônicos dos usuários do serviço de correio eletrônico, mensagens enganosas (correntes), entre outras.
O Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) esclarece que o SPAM (envio de mensagens não solicitadas para um grande número de usuários) é uma prática ruim, pois lota as caixas postais de mensagens indesejadas, demanda precioso tempo e reduz a produtividade das pessoas. O CGI classifica os principais tipos de SPAM em:
Correntes: O texto pede para o usuário repassar a mensagem um determinado número de vezes ou para todos os amigos. O texto utiliza métodos de engenharia social para convencer o usuário a não quebrar a corrente.
Propagandas: As mensagens com publicidade podem envolver produtos, serviços, pessoas, sites, etc. Algumas mensagens oferecem produtos que não existem e serviços que nunca serão entregues. Esse tipo de propaganda não é aceitável, uma vez que é perfeitamente possível fazer marketing na Internet sem fazer SPAM.
Boatos (hoaxes): São parecidos com as correntes. A diferença entre correntes e boatos está no conteúdo. Os boatos geralmente contam histórias alarmantes e falsas, sensibilizando o usuário a repassar a mensagem. Os mais comuns são os difamatórios (denigrem empresas ou produtos, prometem brindes ou falam dos riscos que determinado componente da fórmula do produto causa à saúde e os filantrópicos (contam histórias de crianças doentes, usando as tragédias e as catástrofes naturais como argumentos para pedir ajuda em dinheiro, que não será repassada às reais vítimas. Um boato famoso é o que fala sobre o Roubo da Amazônia (http://www.quatrocantos.com/lendas/27_amazonia.htm).
Lendas urbanas: São as histórias disseminadas na Internet, sejam elas tristes, alegres, assustadoras ou misteriosas. Podem ser confundidas com os boatos, mas, diferem, principalmente, pelas justificativas utilizadas para atrair a atenção do usuário, conferindo veracidade aos relatos. Alguns exemplos são: "Aconteceu com o primo do amigo do meu pai...", "Quem está no hospital é o sobrinho do primo da esposa do meu amigo". Um exemplo de lenda urbana é o caso da cobra encontrada na piscina de bolinhas de uma lanchonete (http://www.quatrocantos.com/lendas/192a_cobra_na_piscina.htm).
Fonte: antispam.br (site mantido pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil)
Fonte: Centro de Informática - Cenin
Câmara dos Deputados
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PSDB e DEM são os fiéis da balança
Pelo o que a parlamentar vem declarando à imprensa o documento será um dissabor para o governo.
O PSDB está dividido. Quatro senadores não querem nem ouvir falar em prorrogar a CPMF, outros sete aceitam negociar, mas carimbando uma negociação cujos resultados não possam ser revertidos como méritos ao governo.
Trocando em miúdos: DEM e PSDB decidirão o futuro da CPMF e nos Corredores já se fala que a aprovação ontem, na Câmara, da Emenda 29, é o "Plano B" do governo, apesar de Lula falar ontem em alto e bom som que não existe "Plano B, pois o Plano A será aprovado".
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Intensificado negociações para aprovação da CPMF
Além de apresentar o trunfo de garantir mais R$ 24 bilhões para a Saúde com recursos da CPMF, escalonados em quatro anos, aprovada ontem por esmagadora maioria na Câmara dos Deputados, o governo apresentou ontem ao PSDB a proposta de dedução do Imposto de Renda da Pessoa Física dos gastos com o pagamento do tributo. Pela proposta, ficariam isentos da CPMF quem tem renda de até R$1.642. Acima desse valor, haverá um abatimento no Imposto de Renda, mas o governo não informou como se daria essa dedução e de quanto seria o benefício para o contribuinte. A previsão é de que a renúncia fiscal com o abatimento no Imposto de Renda chegue a R$2 bilhões em 2008.
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Gastos da saúde vinculados ao PIB
A subemenda contém a proposta do governo federal para vincular o aumento anual dos gastos com o setor à variação nominal do Produto Interno Bruto (PIB). Ela também concede uma espécie de bônus ao longo de quatro anos: em 2008 serão 10,178% da CPMF a mais; em 2009, o percentual é de 11,619%; em 2010, 12,707% da contribuição. Em 2011, o percentual será de 17,372%.
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Acaba de ser encerrada a votação. Chinaglia acaba de avisar aos deputados que outras seis emendas estão na Mesa. Todas serão no esquema de "morte súbita".
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A subemenda do deputado Guilherme Menezes (PT-BA) foi aprovada.
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