Uns chopp's em Brasília

Quem conhece o poster e a Lú sabe que somos anfritriões que adoram receber os amigos. Imagine os parentes.

Lauro, Lú, Flávya e Val no Beer Fest, Lago Sul, do complexo Gilberto Salomão.

Eles na janela da conection Porto Alegre-Belém.

Nosotos aqui para ciceroneá-los mesmo que de maneira rápida, porém, intensa.

Beijos à mana e ao Lauro que devem estar matando as saudades de Belém City e outros encantadores lugares.

- Lauro. Percebeu a drástica mudança para pior em Salinas?

Dica: Se puderem. Deêm um pulo em Mosqueiro. Continua linda em certos lugares.

Nota política do blog:

Lauro não repara. Mas os eleitores de Belém escolheram o que existe de pior em termos de político. Um tal de Dudu. Pelo nome da peça tú tira as tuas conclusões o porque da cidade estar esse lixo que é o sinônimo perfeito para a capacidade extraordinária da figura apossar-se do alheio (público), diga-se.

Daqui torcemos que essa assombração receba certo acessório que o Roberto Carlos usa para fins estéticos e que para ele será o que planta e deve colher se existir Justiça nesse país.
Seria um alívio para aqueles que têm um mínimo de decência e amor pela cidade.

No mais aproveite e tome uma por mim no Bar São Jorge - meu guerreiro e da Walda.

Flavya Mutran na Rolling Stone

Matéria muito bem escrita e fotografada pelos craques Vladimir Cunha (texto) e Flávya Mutran (foto da abertura da matéria) para a revista Rolling Stone deste mês, revela a saga do Tecnobrega e seus mentores.

A abordagem é uma porrada no mainstream ao descortinar que o gênero popular reinventa a música eletrônica com a utilização de tôscos recursos de produção e via pirataria cai em cheio no gôsto e no poder aquisitivo do povão de Belém e até de outros estados!

Encontei Flávya rapidamente numa conexão no aeroporto de Brasília vinda de Porto Alegre em direção à Belém a cotê do namorado (gente boníssima) e escapamos para tomarmos uns choppinhos no Beer Fast.

Flavynha é minha irmã querida e não me disse nada sobre a matéria.

Pra quê? Pensei depois. Acostumada a fotografar para as melhores publicações do Brasil e do exterior, mana não faz questão nenhum de glamour, o que acho muito bom e combina em cheio com sua personalidade dotada de uma simplicidade maravilhosa.

Valeu mana. Comprei a revista para ver a gata da capa e dei de cara com a matéria. Heheheh!

Bjs.

O Mercado de Capitais e o desenvolvimento do Brasil

Foto: Arquivo








(E) O lendário Bernardo Sayão explica à JK (D) como estava os andamentos das obras da Belém-Brasília.

O blog disponibiliza para os seus leitores a íntegra do áudio e texto da palestra do ex-presidente Juscelino Kubitscheck de Oliveira, em janeiro de 1971 a empresários e executivos de Minas Gerais.

JK, cujo governo registrou o maior crescimento industrial de toda a nossa história, afirma nesse discurso que o mercado de capitais é a forma mais consistente de um país alavancar seu desenvolvimento. O ex-presidente compara a história do Brasil com a dos Estados Unidos e ressalta que os americanos souberam progredir exatamente porque sempre tiveram um mercado de capitais forte, capaz ao mesmo tempo de estimular a poupança interna e financiar o setor produtivo.

A cobiça de banqueiros americanos levou recentemente o mercado global a uma das piores crises após o fim da 2.a Guerra Mundial. Empréstimos temerários no chamado sub-prime para o financiamento imobiliário sem garantias reais já torraram quase US$ 1 trilhão de dólares mundo afora, ameaçando o crescimento global da economia.

Vejam a lucidez de JK, ouçam sua voz e conheçam um pouco da história do mercado de capitais. Como surgiu Wall Street, dentre outras informações históricas.

O resgate é uma homenagem da Bovespa à JK, um político que efetivamente tinha uma agenda de desenvolvimento para o País, um sonhador capaz de transformar seus sonhos em realidade.

Para baixar o aúdio clique aqui>>

Para ler o texto entre aqui>>

Para ouvir a palestra clique no player abaixo:

Sobrinha pede Justiça

O pôster recebeu de Jane Pereira sobrinha de Odair Pereira Barros, líder comunitário assassinado em Marabá (PA) numa disputa pelo controle da Invasão da Fazenda Bandeira o seguinte comentário sobre o poster Um crime anunciado. A Polícia Civil de Marabá sabia de tudo e nada fez:

Estou estranhando muito o comportamento dos cidadões de Marabá.
Ocorreu um assassinato horrível, que envolveu um homem de ideais sólidos da cidade, e que desenvolveu um plano para desenvolvimento da cidade (associação).
Eu sou sobrinha de Odair, e é com grande lamento que digo que a primeira imagem que vejo o meu tio é dele morto, cruelmente assassinado em cima de um azulejo frio.
Nossa família não irá permitir com o descaso das instituições públicas, deixem impune um criminoso desses seja ele quem for!
Meus familiares depois de muito tempo vieram visitar meu pai (irmão de Odair) com esta triste noticia! Estamos de longe, mas observando tudo, e estamos dispostos a levar isso para as mais sérias conseqüências sem duvida!
É uma pena que em nosso país a luta por dias melhores seja tão difícil! Muitos de meus tios lutam e defendem seus ideais publicamente inclusive meu pai. Parece se um carma de nossa família passar por essas situações, este é meu segundo tio assassinado, por luta de terra. Até hoje batalhamos para que seja feita a tal justiça no caso do meu tio Agnaldo. Muita coisa já foi feita. Agora aparece mais esta tragédia! Precisamos fazer algo para que eu sinta que a luta vale apena e que vivemos em sociedade em que a lei é cumprida!
Nós da família Pereia de Barros não nos omitiremos, e estamos dispostos a tudo!
Mesmo de longe quero prestar meu meus agradecimentos a todos que dividem a dor da perca de meu tio. Abraços aos meus primos e a minha tia! Dividimos a dor com vocês da perda de um homem que sem duvida muito fez na idade de MORUMBA!
ESTAMOS DE OLHO E AGINDO!


Jane Pereira.

Tem toda razão a Jane.

O caso merece investigação, prisão e julgamento dos executores e mandantes.

Jane, lamento o ocorrido e esse caso deve sim, ser cobrado uma solução.

Meu telefone é: 61+ 9938-40.08

Asfaltamento da Transamazônica lidera

O asfaltamento da "Transarmagura", digo, Transamazônica (BR-230) lidera com margem de um voto a enquete no "ar" deste blog.

Você pode escolher aí ao lado na aba enquete, qual a obra mais importante para o desenvolvimento do Pará.

Uma "chuva"...de blog's

Santarém está dando show em matéria de variedades de notícias, opiniões as mais diversas e opções para os leitores.

Quem está com blog novo na praça é o jornal O Estado de Tapajós com o blog do Estado, editado por Miguel Oliveira.

Marabá perde feio nese quesito.

Blog novo na área

Tem link novo nos Corredores.

Trata-se do blog do Dudu Dourado. De uma terra mágica chamada Santarém. Conhecem?

Gostei do blog. Não conheço Santarém, mas, pelas poucas pessoas que conheço de lá: Úh - lá - lá!!!

- Vou conhecer Santarém antes de morrer. Ah! Se vou.

Um bom carnaval à todos os Santarenos do futuro Estado do Tapajós.

Urge a criação do Carajás e do Tapajós

Ao ler com atenção o inesquecível discurso abaixo, meu ser entra em transe.
Minhas convicções renovam-se num bálsamo de esperança.
Todos meus sentidos ficam ao esturpor da possibilidade, da certeza, da concretude da missão de contribuir com a criação inadiável dos Estados do Carajás e do Tapajós.
As desigualdades são insuperáveis para a busca de um mínimo de dignidade frente à atual configuração de interesses do meu querido Pará.
O jogo é bruto.
Minha terra é bruta.
Meu povo é bruto.
Esse caminho da discórdia não é bom para nenhum de nós.
Vamos a têrmo de um consenso.
É o que temos que compactuar.
Vamos sentar e negociar.
Está colocado, portanto, o desafio de uma Pará multiplicado por três.
Quem de vós têm coragem de enfrentá-lo?

Mais informação ao leitores em wwww.estadodocarajas.com.br

JK fala na inauguração de Brasília

O carnaval de Brasília é fraquinho e todos sabem disso. Mas, a cidade está lotada de turistas para conhecer esse patrimônio da humanidade. Sua arquitetura moderna. Seus prédios públicos que assombraram o mundo revelando a genialidade de Oscar Niemeyer.

A construção de Brasília deu-se em menos de cinco anos. Prova cabal de que quando um governo quer fazer uma coisa simplesmente faz.

A transferência da capital enfrentou enorme resistência, especialmente da oposição da UDN, comandada por Carlos Lacerda, mas terminou prevalecendo. O discurso abaixo foi proferido por JK na sessão solene de instalação do governo no Palácio do Planalto, no dia 21 de abril de 1960. Naquele momento, a cidade, na verdade, ainda era um acampamento, com poucos prédios construídos e quase tudo por fazer. Mas o ato, simbolicamente, marcou a transferência da capital.

O DISCURSO
“Não me é possível traduzir em palavras o que sinto e o que penso nesta hora, a mais importante de minha vida de homem público. A magnitude desta solenidade há de contrastar por certo com o tom simples de que se reveste a minha oração.

Dirigindo-me a todos os meus concidadãos, de todas as condições sociais, de todos os graus de cultura, que, dos mais longínquos rincões da Pátria, voltais os olhos para a mais nova das cidades que o Governo vos entrega, quero deixar que apenas fale o coração do Vosso Presidente.
Não vos preciso recordar, nem quero fazê-lo agora, o mundo de obstáculos que se afiguravam insuportáveis para que o meu Governo concretizasse a vontade do povo, expressa através de sucessivas constituições, de transferir a Capital para este planalto interior, centro geográfico do País, deserto ainda há poucas dezenas de meses.

Não nos voltemos para o passado, que se ofusca ante esta profusa radiação de luz que outra aurora derrama sobre a nossa Pátria.

Quando aqui chegamos, havia na grande extensão deserta apenas o silêncio e o mistério da natureza inviolada. No sertão bruto iam-se multiplicando os momentos felizes em que percebíamos tomar formas e erguer-se por fim a jovem Cidade. Vós todos, aqui presentes, a estais vendo, agora, estais pisando as suas ruas, contemplando os seus belos edifícios, respirando o seu ar, sentindo o sangue da vida em suas artérias.

Somente me abalancei a construí-la quando de mim se apoderou a convicção de sua exeqüibilidade por um povo amadurecido para ocupar e valorizar plenamente no território que a Providência Divina lhe reservara. Nosso parque industrial e nossos quadros técnicos apresentavam condições e para traduzir no betume, no cimento e no aço as concepções arrojadas da arquitetura e do planejamento urbanístico modernos.

Surgirá uma geração excepcional, capaz de conceber e executar aquela "arquitetura em escala maior, a que cria cidades e, não, edifícios", como observou um visitante ilustre. Por maior que fosse, no entanto, a tentação de oferecer oportunidade única a esse grupo magnífico, em que se destacam Lúcio Costa e Oscar Niemeyer, não teria ela bastado para decidir-me a levar adiante, com determinação inflexível, obra de tamanha envergadura. Pesou, sobretudo, em meu ânimo, a certeza de que era chegado o momento de estabelecer o equilíbrio do País, promover o seu progresso harmônico, prevenir o perigo de uma excessiva desigualdade no desenvolvimento das diversas regiões brasileiras, forçando o ritmo de nossa interiorização.

No programa de metas do meu Governo, a construção da nova Capital representou o estabelecimento de um núcleo, em torno do qual se vão processar inúmeras realizações outras, que ninguém negará fecundas em conseqüências benéficas para a unidade e a prosperidade do País.

Viramos no dia de hoje uma página da História do Brasil. Prestigiado, desde o primeiro instante, pelas duas Câmaras do Congresso Nacional e amparado pela opinião pública, através de incontável número de manifestações de apoio, sinceras e autenticamente patrióticas, dos brasileiros de todas as camadas sociais que me acolhiam nos pontos mais diversos do território nacional, damos por cumprido o nosso dever mais ousado; o mais dramático dever.

Só nós que não conheciam diretamente os problemas do nosso Hinterland percebemos, a princípio, dúvida, indecisão. Mas no País inteiro sentimos raiar a grande esperança, a companheira constante em toda esta viagem que hoje concluímos; ela amparou-nos a todos, a mim e a essa esplêndida legião que vai desde Israel Pinheiro, cujo nome estará perenemente ligado a este cometimento, até ao mais obscuro, ao mais ignorado desses trabalhadores infatigáveis que tornaram possível o milagre de Brasília.

Em todos os instantes nas decepções e nos entusiasmos, levantando o nosso ânimo e multiplicando as nossas forças, mais de que qualquer outro amparo ou guia, foi a Esperança valimento nosso. Um homem, cujos olhos morreram e ressuscitaram muitas vezes na contemplação da grandeza - aludo, novamente, a André Malraux - viu em Brasília a Capital da Esperança.

Seu dom de perceber o sentido das coisas e de encontrar a expressão justa fê-lo sintetizar o que nos trouxe até aqui, o que nos deu coragem para a dura travessia, que foi a substância, a matéria-prima espiritual desta jornada. Olhai agora para a Capital da Esperança do Brasil. Ela foi fundada, esta cidade, porque sabíamos estar forjada em nós a resolução de não mais conter o Brasil civilizado numa fímbria ao longo do oceano, de não mais vivermos esquecidos da existência de todo um mundo deserto, a reclamar posse e conquista.

Esta cidade, recém-nascida, já se enraizou na alma dos brasileiros; já elevou o prestígio nacional em todos os continentes; já vem sendo apontada como demonstração pujante da nossa vontade de progresso, como índice do alto grau de nossa civilização; já a envolve a certeza de uma época de maior dinamismo, de maior dedicação ao trabalho e à Pátria, despertada, enfim, para o seu irresistível destino de criação e de força construtiva.

Deste Planalto Central, Brasília estende aos quatro ventos as estradas da definitiva integração nacional: Belém, Fortaleza, Porto Alegre, dentro em breve o Acre. E por onde passam as rodovias vão nascendo os povoados, vão ressuscitando as cidades mortas, vai circulando, vigorosa, a seiva do crescimento nacional.

Brasileiros! Daqui, do centro da Pátria, levo o meu pensamento a vossos lares e vos dirijo a minha saudação. Explicai a vossos filhos o que está sendo feito agora. É sobretudo para eles que se ergue esta cidade síntese, prenúncio de uma revolução fecunda em prosperidade. Eles é que nos hão de julgar amanhã.

Neste dia - 21 de abril - consagrado ao Alferes Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, ao centésimo trigésimo oitavo ano da Independência e septuagésimo primeiro da República, declaro, sob a proteção de Deus, inaugurada a cidade de Brasília, Capital dos Estados Unidos do Brasil.”

Fotos: Val-André Mutran # Ag. Câmara # Radiobrás # Dicas de Brasília

Preconceito não. Ética, por favor

De brinde, trecho do Painel da Folha de hoje sobre a ex-mini$tra:

"Férias corporativas
Enquanto se desdobra para explicar os R$ 171 mil que gastou no cartão corporativo no ano passado, a ministra Matilde Ribeiro (Igualdade Racial) terá uma tarefa extra: justificar despesas de R$ 2.969,01 de 17 de dezembro de 2007 a 1º de janeiro. O site do ministério informa, sobre o período: "A ministra Matilde Ribeiro está de férias até 1º de janeiro de 2008".

Entretanto, o cartão de Matilde não parou de registrar gastos. Só na véspera do Natal, a ministra pagou R$ 1.876,90 para uma locadora de carros. No dia 17, o primeiro das férias, Matilde gastou R$ 600 no aluguel de veículos, R$ 303 de hotel, R$ 86,46 num restaurante e, finalmente, R$ 104 no bar Canto Madalena, notório reduto de petistas na zona oeste de São Paulo.

Vai um choppinho públicogratuitoedequalidade aí para promover a igualdade racial?

Cliente antiga. A fatura do cartão de Matilde explodiu no ano passado, mas ela começou a gastá-lo no dia 21 de julho de 2006. E, logo nos seis primeiros meses, desembolsou R$ 55,5 mil: R$ 45 mil para alugar carros, R$ 7,5 mil em hotéis, e R$ 2,5 mil em restaurantes e choperias.

Eu sozinha. A ausência de manifestações de apoio a Matilde no PT tem explicação: a ministra não esteve associada a nenhuma corrente na última eleição do partido, em dezembro. Lançou chapa própria e conseguiu apenas uma vaga no Diretório Nacional petista, que tem 81 cadeiras."

Fonte: Nova Corja

A culpa foi dos senhores de escravos

O PT emitiu nota em solidariedade à ex-ministra da Igualdade Racial Matilde Ribeiro. O texto, claro, só poderia ter sido assinado por Ricardo Berzoini. Para variar, a culpa é das Capitanias Hereditárias, não dos cerca de 13 mil funcionários que usam o cartão corporativo. Berzoini recorreu até ao típico argumento de que Matilde foi vítima de racismo. Bom, o TCU fez auditoria nos 42 cartões corporativos da Presidência da República.

Abaixo, o texto do PT:
"PT se solidariza com Matilde e destaca sua dignidade e competência à frente da Seppir

Fonte: Nova Corja

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