Amazônia fica fora de relatório político do IPCC

Foto de satélite mostra devastação na Floresta Amazônica
Foto de satélite mostra devastação na Floresta Amazônica
A Amazônia ficará fora da síntese política sobre o clima, que cerca de 130 delegações estrangeiras discutem no âmbito do Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática (IPCC), segundo fontes que acompanham as negociações a portas fechadas na cidade espanhola de Valência.

Pablo Uchoa
Enviado especial a Valência (Espanha)


Essas fontes disseram à BBC Brasil que os delegados deixaram de mencionar a Amazônia ao aprovar, na quarta-feira, a parte do texto que fala sobre os impactos do aumento da temperatura nos diversos ecossistemas do planeta.

O rascunho que está sendo discutido fazia um alerta para a diminuição do gelo no Ártico, a exposição das pequenas ilhas à elevação do nível do mar, as chances de tempestades nos deltas de rios asiáticos e a vulnerabilidade da África.

Os delegados debatem até o sábado, data prevista para o divulgação final do relatório do IPCC, a chamada "síntese para formuladores de políticas públicas", uma versão resumida das conclusões técnicas do painel que "mastiga" os pontos mais relevantes dos documentos técnicos, com vistas a orientar as decisões políticas.

'Savana'

A Amazônia não foi expressamente mencionada em nenhum documento político que acompanhou os documentos técnicos ao longo do ano, e só seria incluída neste – que é um resumo dos anteriores – se as delegações adotassem o raro procedimento de incluir informações tiradas diretamente dos originais.

No parecer técnico, o IPCC chancelou a informação de que existe uma tendência de parte da floresta a virar savana se continuarem as atuais políticas públicas.

Entretanto, como explicou um dos revisores científicos do IPCC à BBC Brasil, "à parte um ou outro modelo, há pouca evidência científica para caracterizar o impacto da mudança climática sobre a Amazônia".

O IPPC, por uma questão metodológica, só incluiu estudos publicados até o final de 2004. Pesquisas mais recentes, que poderiam acrescentar dados à compreensão de como a Amazônia se comporta diante da mudança climática, não foram incluídas.

'Irreversível'

Em Valência, as delegações continuam avançando a um passo que descrevem como "lento". O documento político, de 22 páginas – cuja versão final o IPCC espera limitar a 23 –, é discutido palavra por palavra, porque tem grande potencial de influenciar as negociações do acordo que substituirá o atual protocolo de Kyoto.

Embora Kyoto só expire em 2012, os líderes darão a largada nas negociações já a partir de dezembro, em uma reunião que ocorrerá em Bali, na Indonésia.

Na quarta-feira, uma das discussões se deu em torno de um dos trechos do relatório, que dizia, em inglês, que "as atividades humanas podem levar a mudanças climáticas e impactos abruptos e irreversíveis". A delegação americana objetou e pediu mais detalhes do significado do termo "irreversível".

Os Estados Unidos, que não ratificaram o Protocolo de Kyoto e foram acusados de tentar minar as discussões sobre o clima na reunião do G8, na Alemanha, são apontados como partidários de "suavizar" também as conclusões do IPCC.

No dia anterior, os Estados Unidos quiseram modificar o texto para evidenciar o papel de países emergentes nas emissões de CO2, enquanto a China propôs mudanças destacando a responsabilidade dos países industrializados no aquecimento global.

A delegação brasileira não foi considerada como especialmente "intervencionista". A posição de outro grande emergente, a Índia, foi descrita como de enfatizar no documento a vulnerabilidade de países pobres diante dos efeitos da mudança climática.

Na reunião de Bali, em dezembro, os líderes mundiais serão cobrados para dar respostas a cada um dos desafios apontados pelo IPCC, cujas opiniões, que já eram respeitadas, ganharam ainda mais atenção mundial com a premiação do Nobel da Paz neste ano.

O IPCC dividiu o prêmio com o ex-vice-presidente dos Estados Unidos e ativista internacional pelo combate ao aquecimento global, Al Gore.

Perda de tempo

É impressionante como as pessoas gostam de taxar tudo.

Quem sabe essa prática não seja o bálsamo dos fracassados?




Você, que acredita em tudo que este governo anuncia de maravilhoso, não deixe de usar também a nossa latrina de ouro.



A corrupção

A corrupção não tem causa nem objetivo. A corrupção é simples, sem adornos, não tem partes supérfluas – é uma coisa em si mesma, com sua própria configuração, seu próprio elã, razão de ser acima de qualquer compreensão. Está além de qualquer sentido social, ético ou lógico. Ou psico. A corrupção é.

Por que roubam tanto justamente os que já têm tudo ou até demasiado? Será a corrupção o momentum de uma esfera que rola ribanceira abaixo e não pode mais parar e ninguém consegue parar? De qualquer maneira, quando uma esfera rola, há um fundo ou um patamar aonde chega, e que é seu freio natural. Mas a corrupção é cancerosa, elimina do corrupto ou corruptor a mais remota possibilidade de parar ou retroagir e ser outra vez probo, digamos, pelo menos a partir dali. Pelo menos por cansaço. Os guerreiros se cansam, os atletas sexuais se cansam, os artistas se cansam, quase todos os outros tipos de ambições e características humanas se esgotam. A corrupção – um pouco como o poder em si mesmo – é explosiva e, ao mesmo tempo, implosiva. Cresce, avança, ramifica-se, é metástase, envolve e irmana o corrupto e o corruptor, justifica-os, dá-lhes forças, novos estímulos, toda uma motivação de vida – até o fim, até o último dia da existência, até a morte. A corrupção é, indubitavelmente, uma das muitas línguas pelas quais o demônio – um poliglota! – fala. Mamãe, quando eu crescer eu posso ser corrupto?

Enquanto isso, na direita da esquerda...

I Simpósio da Amazônia

Fecha em Brasília a partir da próxima segunda-feira, 13 até o dia 23 o I Simpósio da Amazônia.

Uma Amazônia que queremos.

Leia sobre isso aqui>>

O passado será teu legado...o presente, teu respeito

CCJ desagrada maus políticos
A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) aprovou ontem a admissibilidade de duas propostas de emenda à Constituição (PECs) que alteram os processos disciplinares na Câmara e no Senado. A PEC 76/07, do deputado Dagoberto (PDT-MS), possibilita a cassação de parlamentares em razão de delitos ou atos indecorosos praticados antes do início do mandato. Já a PEC 548/06, do deputado Antonio Carlos Mendes Thame (PSDB-SP), dá ao Conselho de Ética e de Decoro Parlamentar poderes de investigação semelhantes ao de Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), como o de quebrar sigilo bancário e convocar testemunhas.
Leia +
Fonte: Ag. Câmara

A Liga dos Camponeses Pobres organiza a revolução agrária: Abaixo o latifúndio























Alguns jornais, sites de notícias, revistas e blog's vem noticiando ainda que de maneira acanhada, a "onda" de invasões de terras no sul do Pará.

Passam de 60 as fazendas invadidas e outras tantas prometidas de invasão com hora marcada, dia...e avisos aos proprietários.

São propriedades rurais de todos os tamanhos, com um detalhe: todas produtivas, segundo os critérios adotados pelo Incra.

O clima é de mêdo e terror no Sul do Pará. As potenciais vítimas pedem proteção policial que lhes é negada pelo Estado.

Já se sabe que houve uma longa preparação no processo dessas invasões.

Numa jogada de marketing de fazer inveja à um Nizan Guanaes (controlador da Agência África), um dos mais caros e premiados homens de propaganda e marketing do país; a auto denominada Liga dos Camponeses Pobres (LCP) prega o sucesso de suas operações e infla-se de alegria ao revelar que recruta camponeses sem terra ou com pouca terra. É o máximo!

Sustentados na retórica de gritos de guerra como: invadir, expulsar, cortar (a terra), acampar, se houver resistência: matar; e depois plantar; a LCP vive dias de glória no Pará.

Em reportagem assinada por Mário Lúcio de Paula para um obscuro site denominado A Nova Democracia, as ligações do movimento que utiliza-se de extrema violência, técnicas de guerrilha armada, assustando a quem teve a desagradável experiência de cruzar os seus caminhos com essa gente que traja capuz e porta armas que treme qualquer organização que ousar reprimí-los. A LCP começa a aparecer com desenvoltura em toda a região. São craques na arte da Comunicação.

O sucesso da empreitada é de inegável sucesso. Aproxima-se de 60 propriedades rurais o domínio do grupo em nove municípios concentrados no sul/sudeste do Pará.

De verniz maoísta, ou seja, pregando o uso de força paramilitar para atingir seus objetivos: a derrubada do governo via guerrilha armada à partir do campo em direção às cidades e, finalmente o triunfo através de uma sociedade sem direito à propriedade sob o julgo camponês. O trabalho tem dado muito certo pois o expurgo do Estado de Direito, um bye, bye Brasil e sua tôsca democracia estão em curso no céu de brigadeiro paraense. Não há tempo ruim mais. As nuvens negras que serão "expurgadas" é o latifundio, o trabalho escravo (sic), a grilagem de terras, as queimadas, o sol que nasce toda a manhã...

Os gravíssimos acontecimentos já são do conhecimento das autoridades. Abin, Polícia Federal, Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, Ouvidoria Agrária Nacional e Estadual, Ministério Público Federal, Ibama, Incra, Presidência da República, Polícia Militar e Civil do Pará e as Forças Armadas, como não poderia deixar de ser. A LCP está se lixando para o establishment, pelo contério, utiliza-se dele com invulgar capacidade de dissimulação.

Voltamos, portanto, à 1968, no comecinho da Guerrilha do Araguaia em pleno século XXI, como se isso fosse possível. Se é? Perguntem aos veículos de comunicação mercantilistas, burgueses, golpistas, ou mesmo aos blog's que se apresentam como bastiões defensores da democracia brasileira que, data vênia, insistem em levantar a tese de que tudo não passa de uma grande armação dos fazendeiros escravagistas do Pará & Cia.

Este blogger gostaria de saber quem pode prever onde isso vai acabar?

Pelo visto eles sabem (a LCP e seus financiadores), a contar do tipo de facismo manipulador que chamam de linha editorial.

Panfletos inssitam à revolta. A ordem é ocupar e passar por cima de tudo e todos.

Ih! Eu acho que já ví essa história!! Mas acredito na governadora do Pará Ana Júlia Carepa, quando ela diz que não sabe que nada disso esteja acontecendo no estado em que está governando.

Carepa afirma que nunca autorizou aos seus comandados que não protegam as propriedades rurais ameaçadas do Pará, --aí, seus proprietários e empregados sob sua responsabilidade.

É fato: muitos estão pagando muito caro para ver onde isso vai chegar.

Especialistas apontam falhas no voto eletrônico

A Urna eletrônica é segura?

– Todo eleitor brasileiro vota pela urna eletrônica, e o Brasil exporta a tecnologia de votação eletrônica, mas especialistas põe em dúvida a confiabilidade do sistema. Por isso, uma subcomissão estuda o assunto e propõe algumas mudanças. Em uma delas, parte do controle do processo eleitoral deixaria o TSE e passaria para o Congresso Nacional.

Projeto cria loteria para Apaes
Um projeto que cria uma loteria só para captar recursos para as Apaes - Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais - foi aprovada pela Comissão de Seguridade Social da Câmara.

Perguntas da TV Câmara no Programa "Primeira Página" ao deputado federal Giovanni Queiroz (PDT-PA). Confira no vídeo abaixo.

Carajás: Acordo para votação no Senado

ASCOM Senado
Deputados carajaenses e prefeitos do sul/sudeste do Pará estão trabalhando intensamente, desde a manhã de ontem visitando os gabinete dos senadores em Brasília para, na próxima reunião do Colégio de Líderes da Casa, garantir que a pauta de votação no Plenário aprecie o PDS 52/2007 de 20/03/2007, que dispõe sobre a realização de plebiscitos para a criação do Estado do Carajás, nos termos do art. 49, inciso XV, da Constituição Federal, de autoria do senador Leomar Quintanilha (PMDB-TO).

A Comitiva foi recebida na sala da presidência do Senado pelo presidente interino do Congresso Nacional, senador Tião Viana (PT-AC) -- que demonstrou simpatia pela causa emancipacionista --, prometeu empenho para a inclusão da matéria na pauta.

O jornal O Liberal, veículo de comunicação do Pará, ferrenho defensor da não divisão do Estado, publicou matéria sobre o assunto.

Políticos do Pará vão a Brasília pedir plebiscito

Fonte:
O Liberal, 14/11/07

Deputados e prefeitos da região sul do Estado recebem apoio no Senado
Num dia agitado no Congresso Nacional por ocasião da votação da Contribuição Provisória sobre Movimentação
Financeira (CPMF) no Senado, o presidente da Casa, senador Tião Viana (PT-AC), recebeu parlamentares e prefeitos paraenses para tratar do Projeto de Decreto Legislativo – PDL 52/2007 - que sugere a realização de plebiscito para a criação do Estado de Carajás. Estiveram presentes à audiência o senador Leomar Quintanilha (PMDB-TO), relator do projeto no Senado, aprovado em julho por unanimidade na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), e os deputados federais Zequinha Marinho (PMDB-PA), Asdrubal Bentes (PMDB-PA) e Giovanni Queiroz (PDT-PA). O objetivo da reunião foi pedir que o projeto seja incluído na ordem do dia do plenário do Senado.

Na ocasião, o senador Tião Viana abriu a reunião dizendo que entendia as razões para o desmembramento. 'Quem conhece a região amazônica sabe das grandes distâncias e que fica difícil gerir municípios quando estes estão distantes do centro administrativo. Meu compromisso com os parlamentares e com os prefeitos é de levar a solicitação para a reunião de líderes dos partidos aqui no Senado. Não havendo resistência, da minha parte haverá pleno acolhimento para que o PDL seja incluído na ordem do dia', disse.

O relator do projeto na CCJ, senador Leomar Quintanilha, também se posicionou sobre o assunto e citou o seu estado, o Tocantins, como um bom exemplo de desmembramento que promoveu desenvolvimento e resultados positivos para a população. 'Esta é uma causa bonita e justa e merece o apoio de todos nós aqui na Casa', salientou.

O deputado federal Zequinha Marinho, um dos principais articuladores para que o plebiscito seja realizado, havia feito um corpo-a-corpo junto aos senadores e ficou bastante satisfeito com a audiência. 'A realização do plebiscito é de suma importância para garantir o processo democrático. Ninguém melhor do que a população desta região para dizer, através de plebiscito, se é necessário criar o Estado do Carajás. Esta região é formada por municípios que estão crescendo e têm um alto potencial de desenvolvimento. Não podemos fechar os olhos para isto. O sul do Pará está esquecido e precisa de um Estado presente e forte'.

--------------------

Atualizado às 18h30 (Horário de Brasília)

A matéria será apreciada pelo Colégio de Líderes do Senado na próxima semana.

Giovanni Queiroz apresenta R$ 260 milhões em emendas ao PPA

Foto: Val-André

Val-André Mutran (Brasília) – O deputado Giovanni Queiroz PDT-PA) apresentou um total de R$ 260 milhões de emendas ao Orçamento Plano Plurianual (PPA – 2008-2011) para obras essenciais ao desenvolvimento do Pará.

O PPA define as prioridades do governo por um período de quatro anos e deve conter "as diretrizes, objetivos e metas da Administração Pública Federal para as despesas de capital e outras delas decorrentes e para as relativas aos programas de duração continuada". O PPA estabelece a ligação entre as prioridades de longo prazo e a Lei Orçamentária Anual. Cada deputado federal pode apresentar até nove emendas individuais no PPA.

Emendas ao PPA

Infra-Estrutura
Duplicação BR-220 – Na relação de emendas apresentadas e que serão votadas no final desta tarde na Comissão Mista de Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização, Giovanni Queiroz destinou R$ 30 milhões para a duplicação da BR-222, no trecho entre o cruzamento com BR-210 até a ponte rodoferroviária, em Marabá.

Segundo o deputado, “esses recursos são importantíssimos. O tráfego nesse trecho é muito intenso e o número de acidentes muito elevado, provocando freqüentes e prolongados congestionamentos, com sérios prejuízos para o Estado e para a cidade”, explicou.

Marabá que possui hoje mais de 200 mil habitantes e é o maior pólo de desenvolvimento do sudeste do Pará.

Ponte sobre o Rio Araguaia – Antigo sonho dos moradores e comerciantes do sul do Pará, a Ponte sobre o rio Araguaia, na BR-153, na divisa do Pará com o Tocantins recebeu atenção especial do deputado Giovanni Queiroz.

O parlamentar destinou R$ 60 milhões para a obra. “Com a ponte será facilitado o fluxo nesse trecho que é muito intenso e que vai aumentar muito mais com o asfaltamento da Transamazônica”, justificou.

Atualmente a travessia é feita através de balsas, o que retarda o fluxo de produtos e passageiros, além de maior risco e de aumento do custo de transporte, com reflexos na economia estadual e no chamado “Custo Brasil”.

Criação do Distrito Florestal Sustentável de Carajás – Para promover o desenvolvimento sustentável da região sul/sudeste do Pará. Estimular o reflorestamento e a recuperação de áreas degradadas com reflorestamento. Uma das mais graves ameaças ao equilíbrio ambiental que hoje a região é vítima, é o foco do conjunto de projetos e programas previstos com a criação do Distrito Florestal Sustentável de Carajás.

O deputado federal Giovanni Queiroz considera o Distrito Florestal Sustentável de Carajás um dos mais estratégicos projetos para o desenvolvimento do Estado do Pará e a única alternativa para a garantia da sustentabilidade do Pólo Siderúrgico do Carajás. O parlamentar destinou R$ 30 milhões ao projeto.

Hoje grande parte do carvão que abastece as indústrias siderúrgicas, num total de 11 (onze), utilizam madeiras que vem de desmatamento na sua maioria ilegais.

A criação do Distrito tem como objetivo criar condições favoráveis para evitar que as guseiras de Carajás continuem consumindo o equivalente a 14 milhões de metros cúbicos de madeira que são transformados em carvão.

Implantação da Universidade Federal de Carajás – Não será por falta de recursos no orçamento que a Universidade Federal de Carajás, no sul/sudeste do Pará não sairá do papel. O deputado Giovanni Queiroz destinou R$ 140 milhões para a implantação do projeto.

“Minas Gerais tem 16 universidades federais, isso significa que o acesso ao ensino superior de qualidade é democrático. Queremos essa condição no Pará. Não podemos mais abrir mão de proporcionarmos as garantias do ingresso ao ensino superior aos alunos concluintes do ensino médio. Os Campi da UFPA no sul do Pará estão sob intensa pressão e não conseguem atender a crescente demanda”, cobrou Queiroz.

Com 19% da população paraense espalhada em 38 municípios, com uma ampla demanda por formação superior de alto nível a ser atendida, trata-se de um pólo acadêmico da mais alta relevância, conclui Queiroz.

Emendas de Bancada ao PPA

A Bancada do Pará apresentou ao PPA emendas que permitem a extensão da Ferrovia Norte-Sul até Belém. “Essencial para logística do Estado, essa emenda foi unanimidade desde sua apreciação”, disse Giovanni Queiroz.

Outra unanimidade é a extensão do gasoduto que permitirá a unificação da distribuição de gás natural produzido no nordeste (gasoduto Maranhão-Piauí) para fornecimento às empresas paraenses localizadas em Marabá, Belém e Barcarena.

Foi consenso a emenda de adequação da Br-316, no trecho duplicado de Belém-Castanhal-Stª Maria até o Entroncamento da PA-124 (Trevos de Salinópolis), com implantação de dois anéis viários.

Estão garantidos ainda no PPA, a implantação do Sistema Hidroviário Araguaia-Tocantins e recursos para a efetiva implantação do Zoneamento Econômico-Ecológico.

Agricultura debate com Tarso Genro violência no campo

Agricultura debate com Tarso Genro violência no campo
Gilberto Nascimento
Caiado diz que recebeu documentos que comprovam a existência de movimento de invasão de terras.

A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural realiza, em 22 de novembro, audiência pública com o tema "Invasão de terras, violência rural, questões fundiárias, faixas de fronteiras e direito de propriedade". O autor do requerimento para a realização do debate, deputado Ronaldo Caiado (DEM-GO), solicitou que seja convidado o ministro da Justiça, Tarso Genro.

O parlamentar afirma ter recebido documentos do Sindicato Rural de Redenção (PA) que comprovam a existência de um movimento articulado de invasões de terras, que tem gerado um "verdadeiro clima de terror" no sul do Pará.

Grileiros organizados
Segundo Caiado, há grupos de grileiros, extremamente bem organizados, que têm aliciado famílias com a promessa de terra fácil. "A ousadia dessas pessoas é tamanha que chegam, inclusive, a distribuir material publicitário conclamando as invasões, que, segundo eles, se estenderão por regiões como Cristalino, Cangaia, Serra Azul e as cidades de Pau D'Arco, Floresta do Araguaia, Conceição do Araguaia e, principalmente, Redenção", diz o parlamentar, sobre as denúncias do sindicato.

Caiado afirma que a ordem é que as pessoas acampem nas proximidades das fazendas, para apoiar grupos armados que tomam a dianteira nessas ocupações, ameaçando e expulsando funcionários, depredando benfeitorias, abatendo animais dessas propriedades e, em muitos casos, até mesmo extorquindo os proprietários.

Fronteiras e índios
O deputado destaca também que a comissão já tem debatido a questão da demarcação de fronteiras e de áreas indígenas. Recentemente, disse, surgiram na imprensa denúncias de fraude na demarcação de terras de quilombolas, além das denúncias do sindicato. "Não podemos adiar a convocação do ministro da Justiça, para que possamos discutir, nesta comissão, a situação gravíssima por que passa o meio rural brasileiro", declara.

A audiência terá início às 10 horas, no plenário 6.

Notícias anteriores:
Proposta a definição de regras para a reforma agrária
Projeto tipifica invasão de terra como terrorismo

Reportagem - Vania Alves
Edição - Renata Tôrres

Extinção da Funasa

Desvios reforçam debate sobre extinção da Funasa
Ricardo Brandt

União avalia idéia de forma discreta, para não se indispor com PMDB, que controla a entidade, mas até ministros já questionam sua atuação

Com o anúncio de novos investimentos na Fundação Nacional de Saúde (Funasa) por causa do Projeto de Aceleração do Crescimento (PAC) do setor - R$ 4 bilhões até 2010 - e os recentes escândalos de desvio de recursos, toma força um movimento pela extinção da Funasa, com incorporação de seus serviços por outras áreas. O tema é discutido de forma velada dentro do governo. O principal motivo é que qualquer declaração oficial cairia como uma bomba no PMDB, que desde 2005 tem o comando político do órgão, com riscos à coalizão governista.

A Funasa tem um orçamento de R$ 1,5 bilhão e atua na área de saneamento em municípios com até 50 mil habitantes e em serviços de saúde indígena. A maioria dos serviços é feita por meio de convênios com prefeituras e organizações não-governamentais. Levantamento publicado ontem pelo Estado revela que tomadas de contas especiais da Controladoria-Geral da União (CGU) apontam rombo de R$ 75,7 milhões (em valores corrigidos) em convênios fechados desde 2005.

O movimento pelo fim da Funasa, ainda sem autores declarados, se fortaleceu com as críticas recentes no próprio governo. Em visita ao Amazonas, os ministros Dilma Rousseff (Casa Civil) e Nelson Jobim (Defesa) atacaram a aplicação dos recursos pelo órgão. O governador Eduardo Braga, do PMDB, fez coro: “Se quiser fazer o PAC da Funasa aqui, que faça com o Exército, não com a Funasa.”

Os ataques engrossaram os boatos de que o governo planeja extinguir a Funasa. Isso obrigou o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, a se manifestar publicamente, negando que haja qualquer discussão sobre mudanças. “Nem de estrutura nem de divisão nem de discussão do seu papel. O que existe é uma expectativa de que a Funasa execute com competência, eficiência e dedicação o PAC”, afirmou Temporão no dia 23.

ESCÂNDALOS

Os desvios em convênios se tornaram o principal argumento pelo fim da Funasa. Mas sua direção e seus servidores acham que acabar com ela não resolve o problema. “As falcatruas decorrem de indicações políticas, fruto de acordo com o governo, que deu o controle ao PMDB. Não podem justificar o fim de um órgão que presta importantes serviços à sociedade”, diz Sergio Ronaldo da Silva, servidor da Funasa e membro da Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal. “A Funasa tornou-se uma passadora de cheque em branco. Ninguém presta contas. Se não aumentar a fiscalização, continuaremos a vê-la nas páginas policiais.”

Para o diretor de administração da Funasa, Williames Pimentel de Oliveira, os serviços que ela presta são muito importantes para que se discuta sua desativação.

Fonte: O Estado de S. Paulo

MP´s trancam pauta

Pauta trancada por medidas provisórias; deputados farão quatro sessões para tentar liberar a agenda

O Plenário da Câmara fará três sessões extraordinárias, além da sessão ordinária deliberativa de terça-feira , 13/11, para tentar liberar a pauta - trancada por quatro medidas provisórias (387/07, 388/07, 394/07 e 395/07) e um projeto de lei com urgência constitucional (PL 2105/07).

As sessões extraordinárias serão realizadas hoje, às 18 horas; na terça, às 9 horas; e na quarta, também às 9 horas. A intenção é antecipar os trabalhos, em razão do feriado pela Proclamação da República na próxima quinta-feira (15).

Câmara discute aumento de vagas para vereadores

Em entrevista hoje ao Programa Primeira Página da TV Câmara, o deputado Giovanni Queiroz (PDT-PA) comenta os principais destaques dos jornais desta segunda-feira (12/11). Qual o número de vereadores que o Brasil precisa ter? Esse é um debate que volta com força aqui na Câmara e, se houver consenso, pode entrar em votação esta semana a proposta de emenda constitucional que trata do assunto. Assista o programa!

Podcast com entrevista do Dep. Giovanni Queiroz contra o superfaturamento de obras públicas

Foto: Ag. Câmara
Ouçam essa entrevista exclusiva do deputado federal Giovanni Queiroz (PDT-PA) concedida à Rádio Câmara sobre um requerimento de sua autoria -- aprovado à unanimidade na Comissão Mista do Orçamento -- em que Queiroz solicita ao TCU a tabela, por região, de obras de pavimentação e civis.

De posse dessa informação o parlamentar apresentará emendas, quantas forem necessárias para glosar as obras com qualquer indício de superfaturamento na execução orçamentária do próximo ano.

Você descobrirá que foi esse parlamentar -- um estudioso do Orçamento da União--, que denunciou o superfaturamento das obras do TRT de São Paulo que resultou na prisão do Lalau e a cassação do senador Luiz Estevão.

Quem dera tivéssemos mais deputados dessa qualidade.

Flavya Mutran no Espaço Cultural Renato Russo

Até dia 16/11 aqui em Brasília

Leis bizarras

Essa é de um anônimo na caixinha de comentário do 5.a Emenda.

Uma sondagem realizada por uma televisão britânica escolheu uma lei do Estado americano de Ohio que proíbe embebedar peixes como a 'mais ridícula' já implementada no mundo.
A pesquisa da UKTV Gold, que ouviu 3.931 pessoas, teve como objetivo listar as legislações mais bizarras da Grã-Bretanha e de outros países.

A lei que estabelece que é proibido morrer dentro do Parlamento foi eleita a mais absurda da Grã-Bretanha, seguida por uma outra que diz ser traição colar um selo da rainha ou do rei de cabeça para baixo.

Logo depois está a legislação que estabelece que as mulheres de Liverpool, no norte do país, só podem fazer topless em público se trabalharem em uma peixaria.

No ranking das leis internacionais mais bizarras, a lei de Ohio foi seguida por uma legislação da Indonésia que pune com decapitação as pessoas que se masturbarem.

Outras leis americanas estiveram entre as mais cotadas, como a que proíbe dirigir com os olhos vendados no estado no Alabama, e a punição com prisão para as mulheres solteiras que saltarem de pára-quedas na Flórida aos domingos.

Outro destaque entre as mais votadas foi a lei que proíbe dar o nome de Napoleão a porcos na França.

Vale a pesquisa, Juvêncio, para ver se conseguimos rankear a câmara de Belém e a AL do Pará entre as mais ridículas do mundo.

Moeda, cara e corôa...

...QUE SE ATRAEM
AFF!!!!!!!
a..Mãos e seios.
b..Olhos e bumbum.
c..Nariz e dedo.
d..Pobre e funk.
e..Mulher e vitrines.
f..Homem e cerveja.
g..Queijo e goiabada.
h..Chifre e dupla sertaneja.
i..Carro de bêbado e poste.
j..Tampa de caneta e orelha.
k..Moeda e carteira de pobre.
l..Tornozelo e pedal de bicicleta.
m..Jato de urina e tampa de vaso.
n..Leite fervendo e fogão limpinho.
o..Político e dinheiro público
p..Dedinho do pé e ponta de móveis.
q..Camisa branca e molho de tomate.
r..Tampa de creme dental e ralo de pia.
s..Café preto e toalha branca na mesa.
t..Dezembro na Globo e Roberto Carlos.
u..Chave trancando a porta e telefone tocando.
v..Show De funk e controle remoto (Para mudar de canal).
w..Chuva e carro trancado com a chave dentro.
x..Dor de barriga e final de rolo de papel higiênico.
y..Bebedeira e gente feia.
E por último:
z..Mau humor e segunda-feira!!!!

Essa clonei do Ernâni Motta
Se gostou acrescente.

Emendas ao PPA

O jornalista Hiroshi Bogea sai mais uma vez na frente. Em sua coluna no jornal Diário do Pará o jornalista publicou com exclusividade as emendas apresentadas ao PPA (2008-2011) pelo Deputado Federal Giovanni Queiroz (PDT-PA). Ultrapassa um trilhão o total de emendas apresentadas ao PPA pela Bancada Paraense.

Emendas ao PPA
Exatamente R$ 1.383 milhões é o total das emendas de Giovanni Queiroz (PDT) ao PPA, destinados à construção do Porto de Espadarte, R$ 401 milhões; Desenvolvimento Sustentável da Pesca, R$ 50 milhões; Programa de Desenvolvimento Sustentável do Marajó, R$ 200 milhões; construção BR-308, a Transoceânica (Bragança-Viseu), R$ 20 milhões; BR-422, Transcametá; R$ 300 milhões; Macrodrenagem da Estrada Nova (Belém), R$ 300 milhões; duplicação da PA-150, entre Morada Nova e Marabá, R$ 30 milhões; ponte sobre o rio Araguaia, R$ 60 milhões; Distrito Florestal Sustentável de Carajás, R$ 30 milhões; implantação da Universidade Federal de Carajás, R$ 140 milhoes.

Umas & Outras


O Distrito Florestal de Carajás, na visão de Giovanni Queiroz, atualmente é a principal obra estruturante do Pará. Única alternativa para a garantia da sustentabilidade do Pólo Siderúrgico do Carajás.

De volta para o xadrez

Justiça decreta prisão de 44 PMs que fizeram festa ao deixar cadeia

O juiz Paulo César Vieira de Carvalho, do Juizado Especial Criminal de Duque de Caxias, determinou na tarde desta sexta-feira (9/11), a expedição de 44 mandados de prisão contra policiais militares do 15º Batalhão do Rio acusados de formação de quadrilha e associação para o tráfico.

De acordo com o Judiciário fluminense, a medida foi tomada depois que o Ministério Público ofereceu uma nova denúncia, corrigindo as questões anteriores contra os 43 PMs que haviam soltos na noite de terça-feira. A festa ao deixar a prisão foi veiculada em diversos veículos da imprensa.

A nova denúncia inclui mais um nome, o do cabo Marcelo dos Santos Gonçalves, que não havia sido preso anteriormente.

O juiz recebeu a denúncia e decretou a prisão preventiva por considerar que, desta vez, os promotores discriminaram objetivamente a acusação contra cada um dos réus.

Os interrogatórios dos acusados já estão marcados para os dias 21, 22, 23, 26 e 27 deste mês. As audiências ocorrerão a partir das 8h, na 1ª Vara Criminal de Duque de Caxias, onde vai ser julgada a ação.

Os 43 policiais conseguiram a liberdade por decisão do juiz Paulo Cesar Vieira de Carvalho Filho, da 1ª Vara Criminal de Duque de Caxias. A festa ao deixar o Batalhão Especial Prisional contou com fogos de artifício e carreata.

Eles foram presos na operação Duas Caras, que resultou na prisão de 80 pessoas. Os policiais são acusados de permitir o funcionamento de bocas-de-fumo nas favelas de Caxias. Eles receberiam propina semanal.

Fonte: Última Instância

Ao Pai da Aviação

Como seria a humanidade sem o domínio do ar?

O 7.0 Broa Fly-In é um evento sensacional. Para nós todos apaixonados por aviação, pilotagem e alta velocidade.

"Os pássaros devem experimentar a mesma sensação quando distendem suas longas asas e seu vôo fechar o céu... Ninguém, antes de mim, fizera igual."

Alberto Santos Dumont.

Todos os créditos à equipe da Zote Produções Cine Vídeo Ltda. O blog parabeniza pela linda festa e confirma presença na oitava edição.

Voar: Um brasileiro realizou esse antigo sonho da humanidade

Cartas

O Pará. Faroesticamente...Pará! Resultou nas seguintes cartas à Veja.

Ótimo o alerta de VEJA na reportagem "Faroeste no Pará" (7 de novembro) sobre o que faz o governo do PT em todas as esferas: promove a bagunça, a corrupção e a vagabundagem. Se pegar a idéia do terceiro mandato, correremos o risco de perpetuar a bandidagem patrocinada pelo estado.
José Paulo Munhoz
São Carlos, SP

A condescendência do governo PT para com os ditos movimentos sociais que invadem, vandalizam e destroem propriedades privadas na área rural anuncia uma tragédia da proporção de um "eldorado dos Carajás", que poderá acontecer nos quintais da governadora Ana Júlia Carepa. A reportagem mostra que foram ultrapassados todos os limites do aceitável na questão da reforma agrária, principalmente quando quem deveria zelar pela segurança no campo se exime de qualquer responsabilidade, escondendo-se atrás de portarias suspeitas de beneficiar apenas um lado, exatamente o mais violento da questão, obrigando os legítimos proprietários rurais a se defender como podem, inclusive utilizando, agora com razão, dos mesmos meios violentos empregados pelos invasores. É guerra na roça, com certeza.
Giovanni Gaiotti Dias
Unaí, MG

Depois de um ano de um governo gastador e cheio de contratações nefastas, a governadora Ana Júlia Carepa deveria cair na real. Foi complacente com as invasões no campo, fechando os olhos para as ações de baderneiros e bandidos; a segurança pública, que ela tanto criticou no governo anterior e se tornou meta para o seu governo, passou de ruim a extremamente perigosa. A entrega de 30% do orçamento do governo do Pará às raposas que tanto condenou e com quem vive hoje aos abraços só lhe traz descrédito e envergonha o povo deste rico, próspero e acolhedor estado.
Ruy Lopes Tôrres
Belém, PA

Até que enfim um veículo de alcance nacional dá destaque para o grave problema da falta de justiça no Pará. A reportagem retrata fielmente os crimes que vêm ocorrendo no estado. Apenas uma ressalva: atualmente não são 1.000 pessoas acampadas na Fazenda Forkilha, mas 200 homens armados e encapuzados.
Marcos Fernandes
Proprietário da Fazenda Forkilha
Por e-mai


À moda de Roberto Carlos: Muito romântico. É o Pará...romântico seja, Pará.

Noutras palavras...sou muito romântico. Viva o Pará! Viva!!

--Um dia fui romântico. Românticos hoje são eles...

...Carajás. Tapajós...Pará!

Morre o artista plástico Antar Hohit: um apaixonado por Belém

Não sei porque Deus leva os bons de coração tão cêdo.

Talvez seja porque os quer como anjos.

Uma boa atravessia prá tí Rohit, esse cabôclo teu amigo te deseja. Deixarás muitas saudades, querido amigo.

Hospital Celina Gonçalves: restos à pagar

Tarde nublada em Belém. Cenário: a pomposa sede do Tribunal de Justiça do Estado, no antigo Colégio Lauro Sodré, Belém - Pará.

Uma elegante senhora adentra os corredores do Tribunal. Ela havia acabado de chegar de Araguaína (TO). Ao seu lado, o advogado; a tiracolo, uma pasta contendo um papagaio para resolver.

Trata-se R$ 1,5 milhão que certo empresário de Marabá se recusa a pagar para um dos acionistas daquele que um dia se chamou Hospital Celina Gonçalves, nome de fantasia da Veloso & Rocha S/A.

A senhora em questão é a esposa do ex-mecânico, o garimpeiro que mais dinheiro ganhou em Serra Pelada e posteriormente fazendeiro.

Marlon Lopes Pidde é seu nome completo. O "bamburrado" como era apelidado em Marabá, é acusado de ter coordenado a chacina de 5(cinco) trabalhadores rurais na fazenda Princesa, município de Marabá, em setembro de 1985. Os trabalhadores foram atraídos para a sede da fazenda com a falsa notícia de que uma juíza os aguardava para fazer um acordo com o fazendeiro. Na sede da fazenda os trabalhadores foram humilhados, torturados, assassinados e jogados no rio Itacaiúnas amarrados uns aos outros, com pesadas pedras nas pontas das cordas para que afundassem. Dias após, os corpos foram localizados. O fazendeiro Marlon coordenou toda a ação criminosa atuando junto com vários pistoleiros. A chacina teve grande repercussão. Em outubro do mesmo ano a prisão do fazendeiro foi decretada, mas ele nunca foi preso. No dia 14/03/2006, 21(vinte e um) anos após o crime - prestes à prescrever - , a PF o prendeu em São Paulo. Marlon foi interrogado no último dia 02 de maio, pelo Dr. Ricardo Scaff, juiz da 4ª Vara penal da Comarca de Marabá, em Santa Izabel do Pará, onde se encontra preso...

...Marlon nunca tinha ingressado judicialmente com uma ação de cobrança contra o certo empresário porque tinha o temor de ser localizado pela justiça.

Já que está preso quer agora a sua parte na venda do Hospital Celina Gonçalves. Marlon era um dos maiores acionistas do Hospital comprado e logo depois vendido pelo certo empresário ao Governo do Estado numa transação até hoje sob suspeita de superfaturamento.

Ribeiro nega a dívida. Marlon quer o seu dinheiro.

Em nota Faepa solidariza-se com CVRD

NOTA À IMPRENSA

“Reiteradas vezes, nas últimas semanas, esta Federação vem alertando os poderes públicos e a sociedade em geral para o alarmante quadro de violência que se estabeleceu, impunemente, na zona rural de nosso Estado. Insistentemente, também, tem manifestado sua preocupação para a letargia que parece estar dominando todo o corpo social e político desta Nação que a tudo assiste sem nenhuma capacidade de reação, na preservação da Democracia e do Estado de Direito.

Extrapola qualquer limite de aceitação, chegando às raias do absurdo, a aceitação pacífica da continuada afronta ao Poder Judiciário por facções armadas que se consideram acima da Lei e do respeito aos ditames constitucionais. Atingimos, ao nosso ver, a perigosa fronteira da anarquia, onde o império da força se sobrepõe ao ordenamento jurídico, fragilizando as instituições e condenando-nos a um retorno trágico à barbárie.

Em paralelo à acintosa onda de invasões, saques, depredações, ataques ao meio ambiente, em fazendas produtivas, assistimos, agora, a ocupação da Estrada de Ferro Carajás por integrantes do chamado Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST), no município de Parauapebas, no Pará. Como bandidos, encapuzados e vestidos de preto, segundo o relato de nota emitida pela Companhia Vale do Rio Doce, “de novo usaram de violência contra o maquinista e quatro funcionários da Vale, que foram feitos reféns”. Os sistemas de frenagem das locomotivas foram cortados e as composições foram apedrejadas e golpeadas com picaretas.

A Faepa se solidariza com a Vale do Rio Doce, seus dirigentes e funcionários, alvos recentes dessas práticas criminosas que há muito desestabilizam o meio rural e a própria economia deste Estado. E indaga, mais uma vez, às autoridades constituídas: até quando iremos conviver com o inaceitável esquema de terror existente no Pará, sem nenhum vislumbre de controle legal, que deixa claro a existência de um movimento revolucionário que objetiva a derrocada da Democracia em nosso País? A quem recorrer, nesta gravíssima hora da República brasileira?”

Belém (PA), 08 de novembro de 2007

CARLOS FERNANDES XAVIER
Presidente da Faepa

Alcoolismo: Cada vez mais cêdo

Desagragação familiar? Desprezo por valores e auto-estima? Permissividade dos pais? Influência de más companhias? Mal exemplo dentro de casa?
Pesquisa da Secretaria Nacional Antidrogas mostra que o consumo de álcool começa cada vez mais cedo e que os jovens têm acesso fácil à bebida.


Fonte: Radiobrás

MTE cria grupo de trabalho para discutir a contribuição sindical

Nesta quarta-feira, 07/11, dirigentes sindicais se reuniram com o ministro do Trabalho e Emprego, Caros Lupi, para a constituição de um fórum destinado à discussão da contribuiçao sindical, ameaçada no projeto de lei que regulamenta as centrais.

Leia mais

O grupo de trabalho, criado pelo Portaria 546, será formado por representantes do Ministério do Trabalho e das centrais sindicais, e pretende examinar alternativas para o financiamento das confederações, federações e sindicatos do País. A primeira reunião do GT acontecerá na próxima terça-feira, dia 13.

O grupo terá 90 dias para apresentar suas conclusões com relação à contribuição sindical, que atualmente corresponde a um dia de trabalho descontado direto do contracheque do trabalhador.


Fonte: DIAP

PSDB fuma o cachimbo da paz no Pará

Não, não foi o reatamento das relações do ex-governadores Almir Gabriel e Simão Jatene que selou o que se está chamando de reagregação dos cacos do tucanato paraense, após o vexame das últimas eleições, permeado por aulas inesquecíveis de traições explícitas e outras nem tanto.

Trata-se apenas do acordo entre o senador Flexa Ribeiro e o deputado federal Zenaldo Coutinho. O 1.º exercerá a presidência regional do PSDB por dois anos. Findo esse prazo, o 2.º assume o posto.

No Pará estradas mais parecem "trilhas"

Todos que se aveturam a trafegar pelas estradas do Pará, digo, "trlhas", já sentiram na pele os riscos de vida e quase certo prejuízo material que é transitar por lá.

Foi novamente constatado pelo levantamento da Confederação Nacional dos Transportes (CNT) que 74,20% das rodovias sob administração federal têm problemas.

O estado geral das estradas do Pará foi considerado “ruim”. São elas: PA-150/PA-475, principal eixo rodoviário do Estado, que vai da Alça Viária, em Ananindeua, até Redenção; PA-287, que liga Conceição do Araguaia, Redenção e Cumaru do Norte; PA-447, de Canaã dos Carajás até São Geraldo do Araguaia; todas terminam no Sul do Estado. Além disso, oito BRs no Pará receberam como avaliação geral os conceitos “regular” - BR-010, BR-222, BR-308 e BR-316 -, e “ruim” para BR-158, BR-163, BR-153 e BR-230.

Fonte: Diário do Pará

Carajás Já!

Apagão do Gás

GNV. Um caso de polícia

Val-André Mutran – Como não defendo nem um, muito menos o outro. Observo como é interessante a forma como um governo fala mal de seu antecessor ou antecessores e esquece de fazer o seu trabalho e quando o faz, no que virou regra e não mais exceção, lesa os governados.

Vamos a um exemplo. O atual governo vangloria-se ao criticar os apagões energéticos do governo anterior. Estamos no princípio do que já se pode chamar de "apagão do gás". Na esteira do "apagão aéreo", o "apagão" energético é muito mais que um fantasma no calcanhar de Lula e Dilma.

Aqui em Brasília, após um alto investimento, teve início hoje o abastecimento de veículos movidos à Gás Natural Veicular (GNV). O Governo do Distrito Federal fez uma ampla campanha para que frotistas aderissem ao novo combutível – até 50% mais barato que a gasolina e menos poluente.

A conversão custa R$ 3.500,00. Mas, o competente governo federal recomenda que os motoristas não façam investimentos para converter seus automóveis para rodar com gás natural (GNV). "Eu não aconselharia", disse o ministro interino de Minas e Energia, Nelson Hubner. Segundo ele, está na hora de tentar reduzir o aumento da demanda por gás provocada pelo uso do combustível em automóveis.

O blog pergunta: É ou não é um caso de Polícia?

Sem-Terras invadem novamente Estrada de Ferro em Carajás

Em nota a Assessoria de Imprensa informa mais uma invasão dos Sem-Terra à estrada de Ferro que a Companhia escoa a produção de minério e transporta passageiros, no Carajás.

A Companhia Vale do Rio Doce (CVRD) vem a público informar que:

1) Por volta das 9h20 de hoje (10h20 no horário de Brasília), a Estrada de Ferro Carajás (EFC) sofreu nova invasão de integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem terra (MST) no Pará. A invasão aconteceu no momento em que duas locomotivas manobravam 126 vagões vazios num pátio ferroviário próximo ao município de Parauapebas (PA);

2) Os invasores do MST de novo usaram de violência contra o maquinista e quatro funcionários da Vale empresa, que foram feitos reféns por cerca de 30 minutos;

3) De acordo com relato dos funcionários feitos reféns, cerca de 300 invasores do MST cercaram a locomotiva. Eles estavam vestidos de preto, encapuzados e portavam foices, picaretas, pedaços de pau e facões.. Os invasores ordenaram que a porta da locomotiva fosse aberta. Ainda de acordo com o relato dos nossos funcionários, os mangotes (sistema de frenagem) das locomotivas foram cortados e as composições foram apedrejadas e golpeadas com as picaretas;

4) Esta é a terceira invasão que o MST promove à EFC em menos de um mês e em todas cometeu atos de violência contra os funcionários da Companhia;

5) É importante destacar que está em vigor a liminar concedida pelo juiz federal Francisco de Assis Garcês Castro Júnior no dia 17 de outubro. Essa liminar garante a reintegração de posse da ferrovia à empresa e determina:

- “que requisite-se à sra. Governadora do Estado do Pará, na sua condição de comandante suprema da Polícia Militar, a disponibilização, no prazo máximo de cinco dias, de efetivo condizente com a quantidade aproximada de ocupantes (5 mil) para auxiliar a Polícia Federal na execução da presente medida”;

- “requisite-se ao sr.. Ministro da Justiça a imediata disponibilização de efetivo auxiliar da Polícia Federal, sabidamente insuficiente na Delegacia de Marabá, para realização prática da medida”;

- “elevar ao patamar de R$ 10 mil a multa diária pelo descumprimento da desocupação e determinar, com o uso de força policial, a imediata desobstrução da área interditada”;

- “a apreensão de todos os bens móveis encontrados no local da trincheira, tanto para possibilitar eventual identificação dos patrocinadores financeiros da ocupação quanto para a satisfação das penas pecuniárias cominadas ao descumprimento do interdito proibitório e da presente resolução”.

6) De acordo com o comando do pelotão da Tropa de Choque que está em Parauapebas, os policiais aguardam ordens do Governo do Pará para cumprir a determinação judicial.

7) A CVRD reafirma seu repúdio a este tipo de prática criminosa, que vem sendo repetidamente praticada pelos integrantes do MST, que novamente põe em risco a segurança de nossos empregados, a livre circulação do trem de passageiros o que prejudica cerca de 1,3 mil pessoas que diariamente utilizam este serviço prestado pela EFC, bem como o abastecimento de combustível para os municípios do Sudeste do Pará que tem na EFC sua principal rota de abastecimento.

Reunião de Bancada

Notem que na Mesa da reunião de Bancada hoje de manhã, figuram os prefeitos de Ananindeua, Helder Barbalho e Santarém , Maria do Carmo. Na pauta: destinação de emendas para o Estado, e aos dois famintos Municípios, claro.

Como azeite e água

O ministro Fernando Haddad, da Educação, viaja ao Uruguai na sexta-feira com uma missão espinhosa: convencer o país a aprovar a Universidade do Mercosul. As autoridades do país consideram que seu ensino está "um patamar acima" dos vigentes no Brasil, Argentina e Paraguai e não quer, digamos, "se misturar". (Mônica Bergamo- Folha)

Deputado Zenaldo Coutinho fala sobre "Faroeste no Pará

Ag. Câmara













Em plena votação das Medidas Provisórias que trancavam a pauta da Câmara dos Deputados, o deputado Federal Zenaldo Coutinho (PSDB-PA), falou há pouco, na condição de Líder de seu partido na Tribuna, o quanto considera “lamentável o que vem ocorrendo no interior do Pará, motivo, inclusive, de extensa reportagem da revista Veja desta semana, algo que não se restringe ao Estado, mas que tem se ampliado no campo: a violência, as invasões de terra, o desrespeito ao direito de propriedade, o vandalismo e hoje até o banditismo, travestido no nome de movimentos de trabalhadores.”

A reportagem da revista Veja, disse Zenaldo Coutinho expõe até movimentos com ligações de remanescentes do Sendero Luminoso, do Peru, movimento este maoísta que matou 30 mil pessoas naquele país nas décadas de 80 e 90 e que agora está inserindo sua participação no sul do Pará.

“Nós devemos estar atentos aos movimentos armados que depredam propriedades, prendem pessoas, que invadem propriedades encapuzados e armados. Sr. Presidente, ficamos extremamente preocupados com o faroeste no Pará, como eu disse hoje, que não se apenas ao Estado, mas que se amplia por outros Estados brasileiros, levando a um clima de revolta, de violência, de insatisfação, de depredação do patrimônio e de ofensa ao direito”, disse o parlamentar.

“A Governadora, segundo a imprensa, amanhã estará em Brasília, e eu terei oportunidade de manifestar a S.Exa. essa preocupação. Segundo a revista Veja, a Governadora teria baixado uma portaria proibindo a Polícia de interferir nos conflitos agrários”, adiantou Zenaldo Coutinho.

Sobre o polêmico e, numa primeira análise inconstituicional decreto baixado pela governadora que proíbe a ação policial contra esses grupos “ditos” sociais, o parlamentar disse: “Ora, sabemos que a Polícia vem sendo chamada por ordens judiciais, e não pode o Governo omitir-se de atendê-las. Ordem judicial é para ser cumprida. Esse sentimento gerado hoje pelo descumprimento dessas ordens, com o agravante desse documento público emitido pela Governadora, pode redundar em graves conseqüências, mais graves ainda do que tem ocorrido no campo, no caso específico no Pará.”

“Todos devemos lutar pela pacificação no campo e por uma verdadeira reforma agrária, o objetivo primeiro. Mas reformagrária não pode ser confundida com invasão, com depredação de patrimônio, com seqüestro de pessoas, com reféns a serem negociados em troca da liberação de recursos para esses movimentos ditos revolucionários que estão a agir no sul do Pará. Está presente o Deputado Giovanni Queiroz, que muito atua nessa região e deve estar também extremamente preocupado com o alcance desses movimentos no interior paraense.”, explicou o deputado.

Ao concluir seu discurso, o deputado Zenaldo Coutinho fez questão de que esse registro fará com que, com certeza, o Poder Judiciário deve estar atento ao cumprimento das suas ordens. É inconcebível pensar que o cidadão vai em busca da Justiça para ter resguardada sua propriedade, seu direito e simplesmente ser negado o cumprimento dessa ordem. Esse descumprimento pode gerar uma situação de caos e desordem que afetará profundamente os paraenses e os brasileiros.

Gauchada insatisfeita

Comissão rejeita traje típico gaúcho em solenidade pública
Vivas: oficialização de traje regional em todo o território nacional levaria a um processo discriminatório.

A Comissão de Direitos Humanos e Minorias rejeitou na última quarta-feira (31) o Projeto de Lei 806/07, do deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS), que oficializa como traje de honra em solenidades públicas a chamada "pilcha gaúcha", roupa típica de homens e mulheres do Rio Grande do Sul.
O relator da proposta, deputado Léo Vivas (PRB-RJ), pediu a rejeição por acreditar que a oficialização de traje regional em todo o território nacional levaria a um processo discriminatório. "Todos os trajes regionais seriam oficializados como traje de honra e de uso facultativo em solenidades públicas? Alguns teriam esse privilégio e outros não? Seria adequado e bem aceito que traje regional da região Norte ou Nordeste fosse utilizado em solenidades públicas na região Sul ou vice-versa?", questiona.

Acordo eleva emenda individuais para R$ 8 milhões

As lideranças da Comissão Mista de Orçamento fecharam há pouco um acordo para votar hoje o relatório preliminar do projeto de lei orçamentária para 2008. Pelo acordo, o valor das emendas individuais será elevado para R$ 8 milhões por parlamentar. Inicialmente, o relator-geral do Orçamento, deputado José Pimentel (PT-CE), havia subido a quantia de R$ 6 milhões para R$ 7 milhões.

Fonte: Ag. Câmara

Sem acordo para CPMF

PSDB rejeita proposta do governo para aprovação da CPMF
Ag. Brasil
Senador Tasso Jereissati (CE), presidente do PSDB, cumprimenta o senador Jefferson Péres (PDT-AM) após reunião no Ministério da Fazenda para discutir CPMF

Brasília - O PSDB rejeitou a proposta apresentada pela área econômica do governo para aprovar a prorrogação da Contribuição Provisória Sobre Movimentação Financeira (CPMF) até 2011.

Segundo o presidente do partido, senador Tasso Jereissati (CE), a proposta representa apenas R$ 2 bilhões por ano de desoneração, sendo que o governo terá uma receita de R$ 40 bilhões anuais se a CPMF for aprovada.

Ele disse que o valor está “longe” do pretendido pelo PSDB. Tasso informou, ainda, que a decisão da bancada do Senado Federal é unânime do partido.


Nota do Blog: Mesmo com a unanimidade da bancada do DEMO, Psol (apenas um senador) e PSDB, ainda assim o governo ainda terá número para aprovar a CPMF, mas, bastará dois votos dos “traíras” de última hora para a CPMF não ser aprovada no Senado.

Reunião do PDT lança Ítalo Ipojucam pré-candidato à Prefeitura de Marabá

Reunião ontem a noite em Marabá liderada pelo deputado federal Giovanni Queiroz (PDT), aproximou os possíveis pré-candidatos (prefeito e vereadores) ao próximo pleito. Ítalo Ipojucan foi declarado pré-candidato do PDT à Prefeitura de Marabá e todos lhe renderam apoio. O tema violência também foi destaque, visto que Marabá e região está um caos em termos de segurança pública.

Foi traçado a estratégia inicial para a conquista de Prefeitura de Marabá, assim como, priorizar os potenciais candidatos à Câmara Municipal.

Foi a primeira de uma série de reuniões da legenda na região com vistas às eleições 2008.

Em busca da legalização

De autoria do deputado Fernando Gabeira (PV-RJ), o Projeto de Lei 98/03, que legaliza a prostituição pode ser votado hoje pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ).

O projeto reconhece que as pessoas que prestam serviços de natureza sexual fazem jus ao pagamento por tais serviços. A proposta também suprime do Código Penal os artigos 228 (favorecer a prostituição), 229 (manter casa de prostituição) e 231 (promover, intermediar ou facilitar a entrada, no território nacional, de pessoa que venha exercer a prostituição ou a saída de pessoa para exercê-la no exterior).

Você é contra ou a favor do Projeto?

Lula descarta 3º Mandato

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva após reunião, há pouco, com o presidente da Câmara, Arlindo Chinaglia, o presidente nacional do PT, Ricardo Berzoini, e o deputado Devanir Ribeiro (PT-SP) teve o objetivo de encerrar de vez qualquer especulação sobre a possibilidade de um terceiro mandato. Berzoini atribui as especulações à oposição e disse que o objetivo da reunião foi "colocar um ponto final em uma pauta artificial e extemporânea".

CVRD e as migalhas

Em setembro de 2004 uma audiência pública tratou os assuntos de aproveitamento econômico de minério de níquel pela CANICO, empresa canadense interessada em aportar investimentos da ordem de US$ 800 milhões na região de Ourilândia do Norte para produção anual de 43,5 mil toneladas de níquel contido em liga de ferro-níquel.

A CVRD comprou a controladora da Canico, a canadense Inco, numa das maiores transações do setor em todos os tempos.

Aquela altura a comunidade indígena Xikrin que habita as margens do Rio Cateté, na região paraense de Ourilância do Norte e, desde o final do século XIX, ao contrário de 2004, não estaria convencida de que o projeto de mineração já em implantação lhe trará benefícios.

Assim como os assentados, uma parcela da população de Ourilândia do Norte acredita que Vale só deu, até agora, "migalhas" do que prometeu em forma de obras com efetivo impoacto positivo ao Município.

Enquanto isso, o Ministério Público e o Ibama ainda não se manifestaram sobre o assunto.

Obras da CVRD estão aterrando rios e córregos para produção de níquel

Fotos: Paulo Francis

















Audiência pública discute instalação do projeto Onça Puma.















Vereador de Ourilândia diz que assentados denunciam que as obras da Vale inviabilizam a permanência dos assentados no PA Campos Nossos. Detalhe: É crime vender lotes da reforma agrária.















Para o prefeito, representante do Ministério Público, Incra e Ibama têm que se manifestar o quanto antes sobre o problema.

Secretário de Meio Ambiente de Ourilândia denuncia Onça Puma

Paulo Francis

Córregos estão sendo soterrados pelas obras de terraplanagem

(Orurilândia do Norte)
– O Secretario municipal de Meio Ambiente de Ourilândia do Norte Raimundo Rodrigues afirma que as nascentes de córregos e rios próximos à mina de níquel sede da fábrica de beneficiamento de Níquel da Mineração Onça Puma (empresa do grupo Vale do Rio Doce), estão sendo destruídas pelas obras de represas e aterros feitos pela referida empresa e suas prestadoras de serviços. A ação vem prejudicando os colonos assentados no Projeto de Assentamento (PA) - Campos Nossos, situado nas proximidades da planta industrial onde a mineradora ergue um complexo para a produção do minério.















Segundo Raimundo Rodrigues são várias as denúncias que chegam através dos colonos assentados pelo Incra no projeto de assentamento. O secretário afirma que a destruição é visível a qualquer pessoa que passe pela estrada vicinal que dá acesso ao PA. A área do projeto de níquel é toda cercada pelos colonos do PA Campos Nossos, ou seja, a área onde está sendo montada a fábrica de extração e beneficiamento do níquel.

“As nascentes estão sendo radicalmente destruídas, sofrendo um impacto ambiental direto pelas diversas obras de aterro resultando no soterramento das nascentes dos córregos e rios. Os leitos naturais dos córregos estão sendo simplesmente mudados de local. É uma situação clara e transparente de dano ambiental naquela região do projeto da Mineração Onça Puma que fica no Projeto de Assentamento Campos Nossos”, enfatizou Rodrigues.

O relatório de Impacto Ambiental da empresa está sendo estudado pelo secretário de Meio Ambiente, por técnicos e assessoria jurídica da secretaria. Além disso, os órgãos como o DNPM (Departamento Nacional de Pesquisas Minerais), Sectam (Secrataria de Ciências Tecnologia e Meio Ambiente) e Ibama têm sido procurados para se saber quais são as atitudes que estes órgãos irão tomar em relação às denúncias de dano ambiental, até porque o licenciamento ambiental e de operação é liberado pela Sectam.

O secretário afirmou que esses órgãos têm que estar atentos a essas situações de impacto ambiental. Nós estamos vigilantes e precisamos da presença deles nesta região para dar suporte a ações para coibir esses abusos contra o meio ambiente. Estamos encaminhando as denúncias ao Ministério Público local e estadual para que sejam tomadas as providências de praxe contra a empresa mineradora.














Outras empresas que exploram os recursos naturais do município e que estão causando impacto ambiental serão fiscalizadas pela secretaria de Meio Ambiente. Nessa mesma linha de ação já teve início o cadastramento das empresas mineradoras e aquelas que retiram areia, seixo ou outro material mineral. “Não somos contra o desenvolvimento ou contra este mega projeto de beneficiamento de níquel. O que não aceitamos é que o meio ambiente seja danificado, depois que acabar o minério, quem pagará a conta dos danos ambientais, se houverem? Vamos fazer de tudo para isso não acontecer, e seja qual for a empresa que tiver fazendo, vai ter que se adequar às normas ambientais vigentes”, concluiu o secretário de Meio Ambiente de Ourilândia do Norte.















Outro trabalho da secretaria é a preparação da campanha de conscientização ambiental da população para a preservação do meio ambiente se intitulando “Cidade Limpa, Povo Feliz” com distribuição de folders e cartilhas educativas com mensagem de cuidados com o nosso meio ambiente e a natureza.

Efeito Chávez

De olho na Venezuela, Lula reaparelha Forças Armadas

Presidente autorizou compra de 36 caças para a FAB, ao custo de US$ 2,2 bilhões.

Precariedade de frota e armamento de país vizinho seriam os motivos.

O comandante da Aeronáutica, brigadeiro Juniti Saito, foi autorizado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva a tirar da gaveta em janeiro, finalmente, o projeto FX-2 e comprar 36 caças para a Força Aérea Brasileira (FAB), ao custo de US$ 2,2 bilhões.

O projeto original, o FX-1, planejado no governo Fernando Henrique Cardoso, previa uma compra mais modesta, de US$ 700 milhões.

Dois fatores, conjugados, contribuíram para a decisão política do Planalto: a precariedade a que chegou a FAB, com 37% da frota de 719 aviões sem condições de voar, e o presidente da vizinha Venezuela, Hugo Chávez, que, nas palavras dos militares, está se “armando até os dentes”.

Leia +

Nota do blog: Não há limites para um ditador da espécie de Hugo Chávez. Hoje, o principal financiador das "esquerdas" latino-americanas. O PT que o diga.

Há suspeitas que Chávez financia com o dinheiro do petróleo venezuelano, milícias para-militares que querem promover revoluções nos países vizinhos, inclusive no Brasil, a partir da Zona Rural.

Como uma ópera bufa, desafia o Estados Unidos, jura que é parceiro do Brasil e é recebido com tapete vermelho no Irã, dos fundamentalistas aiatolás, o que, covenhamos, deve ser o espelho em que mira o futuro "democrático" da Venezuela.

Todo o cuidado é pouco com esse cidadão.

Feriado humilhante num sagão de aeroporto

Infraero registra 120 atrasos nos aeroportos do País

Um novo balanço da situação dos aeroportos foi divulgado pela Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero). Entre a meia-noite de ontem e as 19h de hoje, dos 1.191 vôos previstos para os aeroportos de todo o País no período, 120 sofreram atrasos e 51 foram cancelados. No Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, dos 157 vôos programados, a Infraero registrou, até as 18h deste domingo, seis atrasos e 11 cancelamentos. No Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, dos 194 vôos, 19 sofreram atrasos e nove foram cancelados. No Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, dos 117 vôos programados, sete tiveram atraso e dez foram cancelados. No Santos Dumont, também no Rio, dos 37 programados, dois vôos sofreram atraso e outros dois foram cancelados. Os aeroportos que registraram maior número de cancelamentos de vôos, em termos percentuais, foi o de Rio Branco, no Acre (16,7%), Florianópolis (11,1%) e do Galeão (8,5%). Os aeroportos de Juazeiro do Norte (CE) e Uberlândia (MG) sofreram o maior número de atrasos em termos percentuais: Dos dois vôos previstos em Juazeiro, um sofreu atraso e, em Uberlândia, das seis partidas programadas, duas tiveram atrasos.

Agência Brasil

Caos aéreo

Achando que com uma farda camuflada e agarrado à uma sucurí, o ministro da Defesa, Nelson Jobim vai resolver o problema do caos aéreo que se instalaou no país há mais de um ano, ele deve estar redondamente enganado. Fechou-se em "copas" e não disse nada sobre mais oito mortos que soman-se à maior tragédia em um único ano na história da aviação civil brasileira.

Reprodução
Bimotor cai sobre casas na rua Bernardino de Sena, na zona norte de São Paulo; veja mais fotos do acidente
Bimotor cai sobre casas na rua Bernardino de Sena, na zona norte de São Paulo; veja mais fotos do acidente

O governo Lula que já estava marcado como o mais corrupto de todos os tempos, amargará a responsabilidade pela morte de mais de duas centenas de brasileiros por pura incompetência de gestão.

É assim que o Brasil quer sediar a Copa do Mundo?

Será que a Fifa pode voltar atrás?

Faroeste no Pará

Até que enfim um veículo de alcance nacional dá destaque para o grave problema.

Justiça

Faroeste no Pará

Sem-terra e bandoleiros saqueiam e destroem
fazendas no sul do estado e a governadora
Ana Júlia Carepa nada faz para impedi-los


Leonardo Coutinho, de Santa Maria das Barreiras

Fotos arquivo pessoal
A Fazenda Vitória Régia (acima, à esq.) foi incendiada por sem-terra. Acima, integrantes armados e encapuzados da Liga dos Camponeses Pobres ocupam a Fazenda Forkilha. Ao lado, a Fazenda Rodeio, depredada por bandidos

Os frigoríficos descobriram o sul do Pará há dez anos. O baixo custo da terra atraiu os gigantes Bertin, Minerva e aventureiros que se embrenharam no setor, como o banqueiro Daniel Dantas. Hoje, a área, equivalente à do estado do Rio de Janeiro, abriga um dos maiores rebanhos do país. A economia floresceu, os investimentos chegaram e o preço do hectare dobrou desde 2004. Agora, uma onda de conflitos agrários e um surto de banditismo ameaçam interromper o desenvolvimento. Vinte e cinco fazendas já foram invadidas. Vinte delas ainda estão ocupadas e oito foram destruídas. A Justiça concedeu mandados de reintegração de posse a nove fazendeiros. Nenhum deles foi cumprido, porque a governadora Ana Júlia Carepa, do PT, editou uma portaria proibindo a polícia de interferir nos conflitos agrários. Pasme, mas é isso mesmo. A medida define esses casos como "conflitos sociais" e estabelece que eles devem ser dirimidos exclusivamente por uma delegacia de assuntos fundiários, que funciona a 350 quilômetros da área convulsionada, uma distância maior do que a que separa Salvador de Aracaju.

A decisão da governadora beneficiou não só os sem-terra como também três quadrilhas de malfeitores que aterrorizam o sul do estado. Esses bandos invadem fazendas e cobram resgate dos seus proprietários. Quando não recebem o dinheiro, matam animais, queimam pastos e arruinam edificações. Em dezembro do ano passado, uma das gangues incendiou os currais e a sede da Fazenda Rodeio, em Bannach. O prejuízo ultrapassou 1 milhão de reais. Em setembro, outros bandidos tomaram a Fazenda Mirim, em Redenção, e exigiram 50.000 reais do empresário Darci Capeleto para desocupá-la. Se ele não pagasse, sua fazenda seria entregue aos sem-terra. Há duas semanas, três policiais fugiram de uma estrada tomada por um dos bandos de pistoleiros. Deveriam ter voltado com reforços. Não o fizeram por causa da portaria da governadora. Casos como esse levaram o promotor Daniel Barros a advertir Ana Júlia, por meio de ofício, de que, no Pará, "está-se confundindo reforma agrária com crimes de extorsão, dano ao patrimônio, ameaças, lesões corporais e mortes".

Em meio à impunidade, uma recém-criada organização de sem-terra começou a aterrorizar a região: a Liga dos Camponeses Pobres, que mantém relações com remanescentes do Sendero Luminoso, o grupo terrorista de orientação maoísta que matou 30.000 pessoas no Peru nas décadas de 80 e 90. Os integrantes da liga andam encapuzados e armados. Dois deles contaram que a organização funciona com o dinheiro que cobra de pessoas interessadas em ganhar lotes da reforma agrária. Quem paga 10 reais por mês pode manter uma barraca nas áreas ocupadas. No mês passado, quarenta integrantes da liga invadiram a Fazenda Forkilha, em Santa Maria das Barreiras. Os proprietários foram feitos reféns por doze horas antes de ser liberados. Atualmente, a Forkilha está tomada por 1.000 pessoas acampadas, algumas das quais têm casa própria em cidades da região. Os métodos desses marginais são tão violentos que assustam até as outras organizações de sem-terra que atuam na região. "São bandidos. Quem age mascarado e com arma na mão não é de movimento social", diz Pedro Alcântara de Sousa, da Federação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura Familiar.

Os crimes dos bandoleiros e dos sem-terra, combinados com a impunidade assegurada pelo governo do PT, levaram fazendeiros a contratar empresas de segurança. Graças a isso, a Fazenda Mirim, de Darci Capeleto, escapou de ser invadida pela segunda vez no mês passado. Outros proprietários decidiram se cotizar em um fundo para contratar um serviço coletivo de vigilância. "É a única alternativa que temos, porque o pouco de presença de estado que existia aqui desapareceu", afirma a presidente do Sindicato Rural de Redenção, Rosangela Hanemann. O Pará da governadora Ana Júlia Carepa é uma terra sem lei.

Eleiçoes 2008: Cada um na sua

Os partidos até então aliados do governo devem ocupar palanques opostos nas principais cidades. PSB, PDT e PC do B priorizam alianças com bloco de esquerda.

Apessar dos apelos por união do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, os partidos que compõem a ampla base governista devem ocupar palanques opostos nas eleições do ano que vem. Nas capitais e nos principais centros, a ordem entre os aliados é lançar candidaturas próprias e se fortalecer para 2010, ano da primeira eleição para a presidência sem Lula desde 1989.

Dentre os 20 partidos com representação na Câmara, pelo menos 14 apóiam o governo: PMDB, PSC, PTC, PT, PSB, PDT, PC do B, PMN, PHS, PRB, PR, PP, PTB e PV.

Mas até mesmo tradicionais aliados do PT de Lula, como PSB, PDT e PC do B, partidos que integram o chamado bloquinho de esquerda, dão provas de que será difícil reproduzir nos estados a aliança em nível federal.

Em vez disso, os diretórios desses partidos adotaram como estratégia para 2008 lançar candidatos nas cidades com mais de 100 mil habitantes. Nos casos em que isso não for possível, a aliança será costurada preferencialmente com os partidos do próprio bloco.

Os dirigentes dos partidos já sacaram que se continuarem apoiando incondicionalmente o PT correm o risco de tornarem-se meros coadjuvantes no embate que definirá o futuro dessas legendas.

Leia +

Sucessão americana

A política de arrogância descortina um dos temas principais da sucessão presidencial americana.

O jornalista Evan Thomas, da Neewsweek provoca os leitores com a seguinte pergunta: Por que candidatos desprezam a humildade?

Joga na cara de seus conterrâneos um fenômeno peculiar da sociedade americana ao questionar qual seria a razão ou motivação que parte dos jovens americanos começam a denunciar a cada vez mais exarcebada arrogância da América? É por abuso? A palavra que depressa vai de encontro aos "brios" e sobre o não menos arrogante site dos pré-candidatos que querem uma estada na Casa Branca. Não é fenômeno isolado, ressalte-se. Mas quase qualquer um em torno do mundo sente-se desconfortável com ou sem ressentimento do "Americano hyperpower" que pensa sobre os Estados Unidos como uma nação arrogante.

A campanha vai ferver! Talvez seja essa a razão de Al Gore declarar pela fé da mucura que não será candidato.

Tempos quentes esses, não acham?

Veja como foi a sessão solene em Homenagem à Nossa Senhora de Nazaré 2024, na Câmara dos Deputados

  Veja como foi a sessão solene em Homenagem à Nossa Senhora de Nazaré 2024, na Câmara dos Deputados A imagem peregrina da padroeira dos par...