Escândalo no Amapá
Blog Repiquete no Meio do Mundo
A Operação Antídoto que levou à carceragem da Polícia Federal, médicos, ex-secretários, empresários, bioquímicos e outros funcionários públicos de funções importantes, envergonha, consterna e constrange a sociedade de um estado pequeno e que tanto precisa da contribuição de homens e mulheres que trabalhem por uma melhor qualidade de vida nesse estado ainda em formação.
Confesso que fico triste e constrangida com as cenas e com as notícias.
Confesso que me deu um nó na garganta ver o Dr. Abelardo Vaz, médico gabaritado, que como pediatra, cuidou de um dos meus filhos, chegar, nessa idade, algemado à Polícia Federal.
O crime de que todos são acusados, indigna. Não é só roubo do dinheiro público. É roubo do dinheiro público que era para ser usado na compra de medicamentos para a população, que precisa ser atendida na rede pública de saúde.
A falta de medicamentos mata, impede o amenizar da dor, constrange familiares de doentes a andar pelas ruas e gabinetes políticos pedindo medicamentos, como favor, como esmola.
Caos
A crise na saúde se arrasta há tempo. O que a Polícia Federal diz é o que a cidade comentava.
A eleição para o governo do estado em 2006, foi pautada pela crise na saúde. Mas apenas nos debates de uma emissora de televisão, nos programas político da oposição e na voz dos que estavam sofrendo nas unidades de saúde.
O resto fez cara de paisagem.
Lideranças políticas, grande parte da imprensa e os xerifes da sociedade. Alguns desses, com certeza, se beneficiando do dinheiro do esquema.
Saldo da omissão. O atual governo, que teve todos, eu disse todos, os seus secretários de saúde presos pela Polícia Federal, foi reeleito para mais quatro anos de “caos na saúde”.
Fraude bem planejada
O esquema para roubar o dinheiro da saúde foi montado logo no começo de 2003, quando da instalação do atual governo.
Uma palhaçada foi montada com o intuito de ludibriar a sociedade e acobertar o início do esquema - A CPI dos medicamentos vencidos.
Carretas desfilaram em Macapá, com faixas dizendo que eram "medicamentos vencidos no governo anterior". Num verdadeiro circo dos horrores.
O conteúdo das carretas já ia ser incinerado, quando o Ministério Público Estadual impediu a incineração dos medicamentos, numa ação rápida dos deputados Ruy Smith, Raldolfe Rodrigues e Jorge Souza.
E aí o MP descobriu que dentro das carretas o que existia era uma grande e criminosa fraude: Medicamentos não vencidos e instrumentos como termômetros e outros, necessários nas unidades de saúde.
A farsa era para que pudessem comprar tudo novamente. Em licitações dirigidas, com preços superfaturados e começando a praticar o que virou rotina: entregando só uma parte.
A pergunta que não quer calar é: E os mandantes? Os que indicaram as pessoas para os cargos? Os que participaram da partilha do dinheiro dos medicamentos?
Vão continuar fazendo cara de paisagem?
Bolado
Todos os ex-secretários de saúde do atual Governo do Amapá foram presos em operações da Polícia Federal. O hoje deputado Federal Sebastião Bala foi preso na Operação Pororoca, Uilton Tavares e Aberlado Alves na Antídoto.
Isso deixa qualquer povo bolado.
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Vai desidratado
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva convidou e o senador Alfredo Nascimento (PR-AM) aceitou ontem assumir o Ministério dos Transportes. A informação é do líder do PR na Câmara, Luciano Castro (RR).
Na conversa de cerca de uma hora com o presidente, Nascimento apresentou explicações para acusações de irregularidades que vem sofrendo, inclusive relativas ao período em que era ministro dos Transportes - pasta que ocupou de março de 2004 a março de 2006, antes de sair para se candidatar ao Senado. Lula aceitou as justificativas. Por seu lado, o presidente avisou que pretende criar a Secretaria dos Portos, com status de ministério, que será oferecida aos aliados do PSB.
O PR quer que a área de portos continue sob o comando do Ministério dos Transportes e chegou a cogitar não aceitar a pasta caso a secretaria fosse criada. Ontem, antes do encontro de Nascimento com o presidente, o líder do PR havia dito que, sem os portos, o ministério seria aceito pelo senador, mas encarado como cota pessoal do presidente Lula.
Após a reunião, Nascimento deixou o Planalto sem dar entrevistas. O deputado Luciano Castro deu interpretação diferente da do Planalto para a discussão sobre o desmembramento da administração dos portos. “Entendemos que o senador Nascimento vai assumir o Ministério dos Transportes esta semana por inteiro, com os portos”, disse Luciano Castro, após falar com o futuro ministro. Segundo ele, a questão ficou para ser tratada depois, “em momento oportuno”. Ontem à noite, a cúpula do PR sinalizou que aceitará o Ministério dos Transportes mesmo desidratado.
POSSE ADIADA
Na semana passada, a expectativa era de que Alfredo Nascimento tomasse posse junto com outros três novos ministros: do Turismo, Marta Suplicy (PT-SP), das Relações Institucionais, Walfrido Mares Guia (PTB-MG), e da Agricultura, Reinhold Stephanes (PMDB-PR). Esse bloco de indicados foi empossado na sexta-feira. Por conta do impasse envolvendo os portos, o convite formal e a posse de Nascimento foram adiados para esta semana.
Na reforma ministerial, o presidente Lula se comprometeu a criar a Secretaria dos Portos para contemplar o PSB. O partido perdeu a pasta da Integração Nacional - que era ocupada pelo deputado Ciro Gomes (CE) - para o PMDB. O ministério foi entregue ao peemedebista Geddel Vieira Lima (BA). Para a futura secretaria, Lula pretende convidar Pedro Britto, ex-ministro da Integração Nacional e aliado de Ciro Gomes. O acerto garantiria o apoio do PSB no Congresso.
O próprio presidente Lula havia dado sinais de que não atenderia o pedido do PR nessa barganha. Na semana passada, Lula deixou clara a intenção de levar adiante o novo órgão para a gestão dos portos. “Vou criar, sim, essa secretaria e quero ver o PR recusar. Esse ministério é muito grande”, disse Lula numa reunião política, segundo interlocutores. “Deixa o Alfredo Nascimento reclamar. O ministério não fez nada nessa área”, afirmou, referindo-se ao período em que o parlamentar do PR ocupou o ministério, antes de sair para disputar uma vaga no Senado.
Por trás da disputa pelos portos estão R$ 326 milhões previstos para investimentos privilegiados no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Contando investimentos privados, a conta vai a R$ 600 milhões.
A troca de comando nos Transportes tem se configurado num dos pontos mais complexos da reforma ministerial deste início de segundo mandato. Superou até a mudança crítica no Desenvolvimento - o ministro Luiz Fernando Furlan já havia manifestado disposição de sair, mas só na semana passada foi definido seu sucessor, o executivo Miguel Jorge.
Agora, as pendências da reforma ministerial são poucas. Ainda há dúvidas, por exemplo, se Lula manterá Waldir Pires no Ministério da Defesa e Guilherme Cassel no do Desenvolvimento Agrário.
Fonte: O Estado de São Paulo Editoria Nacional 27/03/2007
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Onça Puma deve acelerar
Vamos aguardar.
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Níquel a todo o vapor
| Vale e BHP poderão adiar início de operação de minas de níquel |
| Gazeta Mercantil |
| 27/3/2007 |
A Companhia Vale do Rio Doce e a BHP Billiton, que estão construindo duas das maiores minas mundiais de níquel, poderão perder o prazo para o início de suas operações, o que geraria um aumento nos preços da commodity, que subiram e alcançaram seu recorde este mês. |
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Cade não concordou
| Vale do Rio Doce perde contra o Cade no TRF |
| Fernando Exman e Luciana Collet |
| Gazeta Mercantil |
| 27/3/2007 |
Blanaru afirmou também que o fim do imbróglio torna a CSN ainda mais atraente a aquisições por parte de grandes grupos internacionais. |
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Tsunami na Amazônia
Blog Minha Notícia
Enviada por Reuel Damasceno
Uma onda de cerca de 15 metros de altura se formou no Rio Amazonas e atingiu uma área da cidade de Parintins, Amazonas, fazendo desmoronar quase 300 mil m² de um barranco, formando uma enseada no local.
A força das águas arremessou barcos, peixes, jacarés e destruiu duas palafitas.
Noticiários locais chegaram a especular que o fenômeno, ocorrido no dia 2, foi ocasionado por uma forte ventania.
Após estudos da Ufam (Universidade Federal do Amazonas) descobriu-se, entretanto, que um tremor de terra, semelhante a um pequeno terremoto foi o que realmente provocou a onda.
Os cientistas dizem que não está descartada a possibilidade de surgirem novas ondas provocadas por tremores.
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Justiça amapaense quer calar jornalistas
O texto abaixo é uma nota do Sindicato dos Jornalistas do Amapá em apoio à jornalista Alcinéa Cavalcante, que está sendo processada pelo senador José Sarney e pelo desembargador Honildo Amaral (do Tribunal de Justiça do Amapá), por injúria, calúnia e difamação. O relato a seguir, enviado pela jornalista amapaense Alcilene Cavalcante, resume o que pode acontecer quando a Justiça - que deveria ser cega - abre o "olhão".
O blog juntam-se ao demais companheiros jornalistas, blogueiros, publicitários, advogados, economistas, assessores de imprensa, relações públicas, radialistas, médicos, professores e demais integrantes do "cordão de solidariedade", agora também apoiado pelo Sindicato dos Jornalistas do Amapá e pela Asscon - Associação dos Assessores de Imprensa do Congresso Nacional, o qual sou diretor de Comunicação, em protesto aos últimos acontecimentos envolvendo a questão que fere frontalmente o direito de livre expressão.
Alcinéa é um dos nomes mais importantes da imprensa na Amazônia Brasileira e noticiou, como a nota deixa claro, informações de interesse da sociedade brasileira.
O Sindicato dos Jornalistas do Amapá pede apoio à luta em defesa de Alcinéa, por meio de divulgação da referida nota.
Saudações sindicais e democráticas e pela liberdade de expressão.
Informamos que várias entidades representativas da sociedade amapaense apóiam esta luta.
Assina: Volney Oliveira, presidente do Sindjor Amapá (96) 8114-7907
Processos, indiciamentos, censura, mordaça.....
Querem calar os jornalistas amapaenses
Carta Aberta à População
ABSURDO 1: O SENADOR JOSÉ SARNEY
Durante a campanha eleitoral do ano passado, a jornalista Alcinéa Cavalcante publicou no blog alcinea.zip.net, um dos mais acessados no Amapá, uma nota sobre José Sarney, que concorria a um novo mandato de senador pelo Estado. Um internauta acessou o blog e deixou um comentário afirmando que José Sarney fede, fede muito. Que fique bem claro: o comentário foi lançado por um internauta, um leitor, não pela jornalista. Mesmo assim, o blog foi censurado e retirado do ar pelo provedor, no caso a UOL. Como se não bastasse, Alcinéa Cavalcante foi indiciada pela Polícia Federal e está respondendo a processo por injúria, calúnia e difamação.
ABSURDO 2: O DESEMBARGADOR HONILDO AMARAL
Censurada e vendo a sua liberdade de expressão cerceada, Alcinea Cavalcante lançou um novo blog, o alcineacavalcante.blogspot.com. Operando no novo endereço virtual, a jornalista ousou publicar a fotografia de um prédio que está sendo construído (suntuoso para os padrões amapaenses) pelo desembargador Honildo Amaral de Mello e Castro no centro de Macapá, mais precisamente na esquina da rua São José com a avenida Coriolano Jucá. O jornalista Correa Neto, outro profissional dos mais respeitados da imprensa amapaense, reproduziu a fotografia em seu blog (correaneto.com.br) e fez alguns comentários a respeito da grandiosidade do prédio em questão, argumentando que os recursos investidos na construção são incompatíveis com os ganhos do desembargador Honildo Amaral. Detalhe: o nome do proprietário está estampado, para que todos leiam, na placa da construção. Sentindo-se ofendido, o desembargador decidiu processar Correa Neto e Alcinéa Cavalcante por injúria, calúnia e difamação.
OS DONOS DO PODER QUEREM CALAR OS JORNALISTAS
Ações judiciais desta natureza (entendemos como assédio judicial) confirmam que a situação está ficando insustentável para os jornalistas amapaenses. Tudo indica que os donos do poder estão decididos a estabelecer uma indústria da indenização, firmada em perseguições e represálias a jornalistas. Não se pode mais denunciar ou noticiar nada. O profissional que ousar cumprir o seu papel de jornalista está sujeito a ser processado. É um absurdo o que está acontecendo. É cerceamento da liberdade de pensamento e expressão, coisa que não se vê no restante do país – um prejuízo ao estado democrático e de direito, diriam senadores e desembargadores comprometidos com a democracia.
A situação é greve e causará sérios danos aos profissionais de imprensa - e o pior deles é a intimidação. Vamos acionar o Congresso Nacional, o Tribunal Superior Eleitoral, o Conselho Nacional de Justiça e, se preciso for, a Anistia Internacional, para garantir a liberdade de imprensa e o direito da sociedade à informação. Processar Alcinéa Cavalcante e qualquer outro jornalista é pisar na história da imprensa do Amapá, uma história que independe de desembargadores e de senadores importados.
Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Amapá
Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Pará
Federação Nacional dos Jornalistas
Sindicato dos Servidores Públicos Federais
Sindicato dos Bancários Pará/Amapá
Sindicato dos Urbanitários
Conlutas
Associação dos Moradores do Jardim Felicidade I
Associação de Mulheres Empreendedoras
Associação Amapaense de Escritores
Articulação de Mulheres do Amapá
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É a notícia do final de semana no meio da Comunicação e Publicidade
Radar da Veja (para assinantes).
GOVERNO
O ministro Franklin 20:59
Lula acaba de bater o martelo: Franklin Martins será ministro da Comunicação Social, uma nova e poderosa pasta que englobará a Secom, a Radiobrás (e a futura tevê pública), as verbas de publicidade do governo e a secretaria de Imprensa. Franklin, atualmente no iG e na Band, aceitou agora à noite o convite feito duas semanas atrás por Lula. A posse de Franklin ocorrerá já na semana que vem. O total de verbas de publicidade que o futuro ministro manejará chega perto de 1,5 bilhão de reais, entre a propaganda da administração direta e de estatais como o Banco do Brasil e a CEF. Fora as verbas da Radiobrás e da futura
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Toninho, o malvadeza.
CONGRESSO
ACM vai à luta | 15:56
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Amazônia: Esta ilustre desconhecida

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A Amazônia está levando a breca porque não há política de estado no Brasil e os governantes, todos eles, só pensam em votos, em reeleição, em fazer o sucessor, ou em se perpetuar - de alguma maneira - no poder. “Falam muito do fim da Amazônia pelo aquecimento, mas se esquecem de tudo aquilo que está acontecendo hoje em dia na Amazônia” – adverte Ab’Sáber, referindo-se à devastação da grande floresta por madeireiras e fazendeiros. “Ouvi da boca de um fazendeiro: A terra é minha, e faço com ela o que quiser e quando quiser. Hoje, ele desmata para a agropecuária, mas depois, se quiser, desmata mais da floresta para plantar soja ou cana-de-açúcar.” Para Ab’Sáber, a Amazônia é um estado paralelo: “Só conheço dois estados paralelos no Brasil: os morros do Rio e a Amazônia”.
De fato. A Amazônia só se mantém em pé graças ao dinheiro despejado principalmente da Alemanha, Estados Unidos, Japão e Holanda, R$ 108,9 milhões por ano, segundo levantamento da Agência Estado. ONGs internacionais injetam R$ 31,6 milhões por ano na floresta. A filial brasileira do Fundo Mundial para a Natureza (WWF), que tem sede na Suíça, manda para a amazônia, anualmente, R$ 10 milhões. Dos R$ 9,2 milhões aplicados na floresta, em 2006, o Instituto Socioambiental (ISA), ONG nacional, R$ 7,9 milhões foram captados no estrangeiro.
Em contrapartida, em 2005, os estados da Amazônia Clássica, mais Mato Grosso e Maranhão, aplicaram R$ 96,4 em meio ambiente. Em 2006, o Ministério do Meio Ambiente destinou à Amazônia R$ 58 milhões. O Central Park, de Nova York, dispõe de R$ 52,3 milhões por ano. Em 2005, o estado de São Paulo gastou R$ 824,1 milhões com o meio ambiente.
Diz o pesquisador do Instituto do Meio Ambiente e do Homem na Amazônia (Imazon), Adalberto Veríssimo: “A verba nacional para a Amazônia é irrisória. Temos de pagar juros da dívida, cobrir os recursos obrigatórios de previdência, saúde, educação... Veja a questão da segurança pública... O meio ambiente tem de competir com todas essas demandas. O que sobra é pouco”.
E as populações da floresta? Vivem sob fogo cruzado. O estado não chega a elas. Só para dar um exemplo, no Marajó, Pará, a mais fantástica região do planeta, não há lei. Ratos d’água atacam casas de ribeirinhos e estupram tudo quando é mulher; até idosas.
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Em berço esplêndido
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