O homem da motosserra tenta suicídio

Lembram do ex-deputado Hildebrando Pascoal - aquele que usava dentre outros métodos, uma motoserra para eliminar seus adversários? Tentou suicídio ao ingerir dose excessiva de calmantes que mantém em seu poder na cela do presídio de segurança máxima Antonio Amaro, em Rio Branco (AC), e encontra-se internado no Pronto Socorro do Hospital de Base.

Abalado com a morte do irmão, Pascoal entrou em depressão após ver o corpo do irmão morto.

Depressão que não o abalou após as atrocidades que cometeu.

Veja no blog do deputado Edvaldo Magalhães (PC do B) o que Hildebrando Pascoal e seu bando faziam com as vítimas. Clique aqui (as imagens são muito fortes, e se você for sensível não clique no link).

Descontrole e escárnio

É aburda e atinge níveis de gozação o questionário enviado aos ministérios pela Secretaria de Comunicação da Presidência da República.

Repercutido no blog do Noblat a coluna de Ilimar Franco de O Globo. O pedido de informações soa a uma ofernsa à inteligência do contribuinte brasileiro que paga o descaramento em que se tornou o mau uso desses cartões, que, soube-se agora, ultrapassa 11 mil e tantos bacanas à gastar e se dar muito bem a custa do dinheiro da vacaria.

Cartão - Governo pergunta sobre o que deveria saber

A Secretaria de Comunicação da Presidência da República mandou para os ministérios um questionário com 13 perguntas sobre o uso do cartão corporativo. Algumas delas:

* Como é definido o montante de suprimento de fundos de cada órgão?

* Quem é o responsável pela gestão dos recursos destinados a pequenas despesas e gastos emergenciais?

* Como é feita a distribuição de recursos aos servidores responsáveis pelas compras e contratações?

* Quais os tipos de despesas permitidas por cada órgão?

* Por que são feitas retiradas em dinheiro?

* Como é feita a prestação de contas? Quem confere? Quem fiscaliza?

* Como é possível saber se a despesa realizada não foi de caráter pessoal?

* Como saber se o gasto foi efetivamente realizado para a finalidade alegada?

* Onde ficam guardados os comprovantes e notas fiscais?

* Por que certos gastos da Presidência da República são sigilosos? Qual o perfil dos funcionários responsáveis pelo pagamento e fiscalização dessas despesas?


* Por que os cartões foram distribuídos a tantos funcionários espalhados por todo o país?


As perguntas dão uma idéia da ignorância do governo em relação do assunto. Ou pelo menos da ignorância da presidência da República. Uma delas, por sinal, é notável: "Por que certos gastos da presidência da República são sigilosos?"


Como é possível que ninguém em torno do presidente saiba responder à maioria das perguntas? Se não sabe é porque a distribuição de cartões, seu uso e o cumprimento rigoroso de suas finalidades estão fora de controle.


Seria razoável supor a existência de regras claramente definidas para a realização de gastos tão elevados - e crescentes. Se as regras existem, a maioria das perguntas perde o sentido. Do contrário, haveria muitas outras a serem feitas.

Vem aí o Bolsa Geladeira

Sem alarde, o governo está trabalhando numa idéia que nasceu destinada a fazer barulho: trocar todas (repita-se: todas) as geladeiras das famílias pobres do país por geladeiras novas. Há duas semanas, Lula encomendou ao ministro Edison Lobão um estudo sobre como isso poderia ser feito. O que se pretende é dar financiamento de pai para filho nos bancos federais aos pobres. Ao comprarem a geladeira nova, aqueles que entrarem no programa terão de deixar a geladeira velha nas lojas. O destino delas já estaria traçado: seriam compradas pelas siderúrgicas do país. Jorge Gerdau, em conversa com Lula, deu o o.k. Além de movimentar o comércio e a indústria, um dos mo-tes do projeto será a economia de energia que a troca de geladeiras proporcionaria. (Veja)

Foto de soldado exausto ganha World Press Photo 2008

A imagem, capturada pelo fotógrafo britânico Tim Hetherington, foi tirada em 16 de setembro de 2007. O bunker foi batizado de "Restrepo", depois que um soldado com esse nome foi morto no local por insurgentes, é a grande campeã do prestigioso concurso de fotojornalismo World Press Photo 2008


Tim Hetherington havia viajado ao Afeganistão para realizar um trabalho para a revista Vanity Fair.

Uma ministra descompensada

A ministra do Turismo e pré-candidata à candidata à Prefeitura de São Paulo, Marta Favre, aprontou mais uma, desta feita na Espanha.

Envergonhou o Brasil com seu misto de prepotência e ignorância. Ela participa, em Madri, da Feira Internacional de Turismo.

Segundo informa Anelise Infante, da BBC Brasil, ao ser questionada sobre os índices de violência (vocês viram os dados divulgados ontem pelo próprio governo), a ministra afirmou que "o Brasil, ao menos, não tem terrorismo".

Acreditem!

No dia 11 de março de 2004, um atentado da Al Qaeda matou 191 pessoas na capital espanhola e deixou um saldo de 1.830 feridos. Os espanhóis enfrentam ainda as ações do grupo separatista ETA. É a mesma ministra que recomendou aos brasileiros, dada a crise área, o "relaxa e goza".

Ela achou que era pouco. Resolveu avançar no despropósito. Na entrevista coletiva, disse que a Espanha, depois dos atentados, não era um destino mais seguro do que o Brasil. Fez-se um silêncio constrangedor.

Estava inquieta, insaciável: afirmou que, se tivesse medo, não viajaria à Europa - "Aqui tem terrorismo, cataclismos".

Com a frivolidade característica, assegurou que Banânia não "é um país mais violento do que os outros". E completou: "O que acontece no Brasil, principalmente no Rio de Janeiro, vira imediatamente manchete e uma tragédia."

Sabem qual é a taxa de homicídios por 100 mil habitantes na Espanha? 1,2!!! A do Brasil é pelo menos 20 vezes maior; a do Rio, que ela citou, 37 vezes.

Sua disposição para a bobagem parecia compulsiva. Segundo ela, a crise aérea já acabou e "durou apenas quatro meses". Vamos ver: não acabou. E a fase aguda durou mais de um ano.

A ministra estava impossível. Num rasgo de exaltação de nossas belezas naturais, mandou ver: "Os europeus podem criar muitos monumentos, mas lugares de beleza natural como Foz do Iguaçu, ninguém pode inventar". Boa lembrança. Já que ela falou sobre violência, não custa lembrar que Foz lidera o ranking oficial de mortes de jovens no país: 154 por 100 mil.

Na Espanha "do terrorismo" e dos cataclismos, é de 0,7 por 100 mil.

Quando falam que Marta é uma das pré-candidatas do PT à Presidência em 2010, não sei se solto rojões ou começo a rezar.

Dom Geraldo pede que a apuração inclua presidente

AGÊNCIA A TARDE

O cardeal arcebispo de Salvador e primaz do Brasil, dom Geraldo Majella Agnelo, ex-presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), sugeriu, ontem, que a Comissão Parlamentar de Inquérito que está sendo formada no Congresso para examinar o escândalo dos cartões corporativos não poupe da investigação os gastos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e de seus familiares. O religioso rejeitou o que qualificou de “manipulações” para “desviar a atenção de outros problemas”.

“Por que o presidente não pode ser colocado na berlinda?”, indagou, na capital baiana, durante o lançamento da Campanha da Fraternidade na cidade . “Se é injusto o que os outros fizeram, isso serve também para ele (o presidente)”.

AMARGURA – Na visão do cardeal, “a transparência tem que ser total, não pode ser uma CPI com condições, precisa ter poderes amplos para apurar qualquer coisa de corrupção”, afirmou referindose à criação da Comissão Parlamentar de Inquérito.

Crítico dos escândalos do governo Lula, dom Geraldo disse que sua amargura aumenta a cada novo episódio envolvendo corrupção.

“A amargura é que a gente vê que a corrupção ao invés de perder a força está sempre ativa, tem uma força tremenda”, lamentou o arcebispo.

A guerra do minério




COMMODITIES


Principais empresas do mundo e até o governo da China agora travam batalha pelo controle de matérias-primas como ferro, cobre, zinco e bauxita

Há uma verdadeira guerra em curso na economia mundial pelo controle de matérias-primas minerais. Os últimos lances da batalha envolvem a brasileira Vale, que disputa o controle da suíça Xstrata num negócio estimado em US$ 80 bilhões, e a australiana BHP Billiton, que tenta comprar sua maior rival, a também australiana Rio Tinto, por US$ 147 bilhões. Estão em jogo commodities cobiçadas num mundo em crescimento, como minério de ferro, cobre, zinco e bauxita (minério do alumínio), com preços negociados no mercado internacional. Para especialistas do setor, a forte concentração envolvendo cifras jamais imaginadas é um caminho sem volta que, por um lado, desafia grandes consumidores de minérios, como China e Índia, e de outro abre oportunidades para os grandes produtores, como o Brasil. Resta saber até que ponto o país vai se beneficiar delas.

Por trás das duras negociações que envolvem a Vale, debruçada sobre um pacote financeiro para tentar comprar a Xstrata (produtora de cobre e carvão mineral), a disputa é – da mesma forma que na compra da Rio Tinto – movida pelos estoques baixos ou inexistentes de minerais essenciais para o crescimento econômico, avalia Paulo Camilo Penna, presidente do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram). "As empresas têm de ser cada vez maiores para dispor de minério rapidamente, e isso requer capital intensivo para investimentos na produção", afirma.

A recusa da Rio Tinto, na quarta-feira, à nova oferta da BHP Billiton deu uma pequena trégua ao negócio, que vem recebendo críticas das siderúrgicas da China e do Japão, além do próprio governo chinês. A China é o maior produtor mundial de minério de ferro – mas é também o maior consumidor. O temor, que tem todo sentido, é de que a união das duas empresas daria à nova companhia o controle sobre 40% do mercado de minério de ferro e, portanto, da formação dos preços. Há pelo menos três anos em ascensão, os preços do produto devem subir entre 30% e 55% este ano, conforme estimativas de analistas do mercado financeiro. É esse poder de concentração que o governo da China tenta barrar – tanto que a chinesa Chinalco e a americana Alcoa compraram, nos últimos dias, 12% do controle da Rio Tinto.

INVESTIMENTOS


Maior exportador do mundo de minério de ferro, o Brasil detém o segundo lugar no ranking mundial da produção e receberá investimentos avaliados em US$ 9,6 bilhões só nesse segmento da mineração até 2011, conforme levantamento feito pelo Ibram. Recentemente, a Anglo American anunciou investimentos de US$ 16 bilhões no setor, depois de comprar a MMX Minas-Rio, do empresário Eike Batista. Desse total, US$ 10 bilhões serão aplicados em Minas Gerais.

A briga pela Rio Tinto eleva a temperatura da negociação, não menos complicada, da Xstrata, considerada a quinta maior mineradora do mundo. "Passamos por um boom na indústria mineral, que talvez só tenha tido precedente na Segunda Guerra Mundial", diz Camilo Penna. Recentemente, o presidente da Vale, Roger Agnelli, evitou detalhar as intenções da mineradora, alegando a necessidade de os executivos terem "juízo" num momento em que os empreendimentos minerais estariam muito caros. "Todo o resultado da Vale nos próximos anos está comprometido com o nosso plano de investimentos", disse Agnelli, à época.

Nas últimas semanas, a Vale foi atropelada pelos anúncios de concorrentes na disputa pela Xstrata, a exemplo do próprio Banco de Desenvolvimento da China. Não foi por outro motivo que vazou à imprensa uma conversa que Agnelli teve com o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, a quem o executivo teria dado explicações e pedido apoio no negócio. Um empréstimo-ponte de US$ 50 bilhões estaria sendo consolidado com bancos internacionais. O restante depende do aval do governo. O Planalto, contudo, reluta, temeroso de que a Vale acabe investindo a maior parte dos recursos no exterior.

Investimentos de peso
Recursos previstos para aplicação no Brasil nos próximos quatro anos
Minério de ferro - US$ 9,6 bi
Níquel - US$ 4,6 bi
Bauxita - US$ 2,1 bi
Cobre - US$ 186 mi
Nióbio - US$ 130 mi
Fonte: Ibram

Vale: controle nacional perene

O exame preliminar da compra da Xstrata pela Vale revela que a operação é perfeitamente compatível com as condições impostas pelo Governo Federal para apoiar o negócio, que são a manutenção do controle nacional sobre a empresa, de forma perene, e a ampliação dos investimentos no Brasil. Esses pré-requisitos foram expostos pessoalmente ao presidente da Vale, Roger Agnelli e a representantes dos acionistas controladores da empresa pelo presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho. As condições foram bem recebidas. "Essas preocupações foram comunicadas aos acionistas e absorvidas. Não vejo problema em que elas venham a ser atendidas", argumentou Coutinho.

Fechado recursos para o Brasília Integrada

Pressa para o Brasília Integrada

O governador José Roberto Arruda chegou ontem de viagem aos Estados Unidos — onde assinou empréstimo de US$ 176 milhões — com a cabeça nos próximos contratos internacionais que deixou engatilhados. A formalização de mais crédito, no entanto, vai iniciar a próxima fase de negociação do GDF com o governo federal. O Executivo local precisa convencer o Palácio do Planalto a aumentar a capacidade de endividamento da administração antes de concretizar novos acordos. Arruda pediu audiências com os ministros da Fazenda, Guido Mantega, e do Planejamento, Paulo Bernardo, numa tentativa de iniciar a negociação.

O histórico de excessos fiscais cometidos pelo governo congelou o índice de endividamento do GDF em um patamar considerado aquém das possibilidades atuais de financiamento. Hoje, o máximo que o governo pode se comprometer ao pleitear crédito internacional é com 23% da Receita Corrente Líquida (RCL). Mas de acordo com a Lei de Responsabilidade Fiscal, esse limite pode chegar ao dobro da arrecadação do Estado, ou seja, atingir 200% da RCL. “A próxima investida do governo será a articulação para aumentar o nosso limite de endividamento. A medida é essencial para a abertura de novas cartas de crédito”, afirmou o secretário de Planejamento e Gestão, Ricardo Penna. Ele acompanhou a comitiva de Arruda a Washington.

Na capital americana, o governador selou a parceria com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), que vai financiar o Brasília Integrada. O programa tem como objetivo reformular o sistema de transporte da capital, tendo como espinha dorsal a integração de metrô, ônibus e microônibus em terminais comuns para os diferentes sistemas.

Paralelo à tentativa de novos empréstimos, Arruda tem pressa em aplicar o dinheiro liberado pelo BID. Vai pressionar para encaminhar as licitações relacionadas às primeiras ações do Brasília Integrada. A intenção do governo é iniciar o quanto antes as obras para produzir os primeiros resultados na área de transporte. A medida é interpretada, pelo governo, como espécie de antídoto para a má impressão deixada com parte do eleitorado em função das iniciativas mais duras tomadas no ano passado. Entre elas, a proibição da circulação de vans irregulares.

Metas sociais A outra frente relacionada aos empréstimos nos quais o GDF vai investir nos próximos meses é em organizar o cumprimento de uma série de metas sociais exigidas em programa oferecido pelo Banco Mundial. Na manhã de ontem, Arruda inaugurou o projeto na área da educação, onde foram traçados objetivos, entre eles diminuir a evasão escolar no ensino fundamental e médio.

No convênio chamado S.w.a.p — que em inglês significa troca —, o governo interessado compromete-se a melhorar índices sociais e, caso consiga êxito, pode receber do Banco Mundial até US$ 70 milhões. Ceará e Minas Gerais conseguiram os recursos do S.w.a.p. As metas que vão servir de base para avaliar o desempenho da administração local já foram estabelecidas. Além da evasão escolar, o governo se comprometeu a aumentar a oferta da educação infantil e ampliar a cobertura pré-natal no DF. (CB)

Enquanto isso em outros estados...

Dúvida no Senado, certeza na Câmara

No Senado quatro disputam a benção como líder do PT. Sibá Machado (AC) e Eduardo Suplicy (SP) querem, mas, não avisram à atual líder, Ideli Salvatti (SC), que buscará a recondução. Para completar, o presidente da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), Aloizio Mercadante, já avisou a colegas de bancada que, se houver um consenso em torno de seu nome, ele troca um ano de CAE (Comissão de Assuntos Econômicos) pela liderança.
Mercadante caiu da liderança por envolvimento no escândalo dos aloprados.

Na Câmara, tudo caminha para a escolha, sem disputa, de Maurício Rands (PE) para líder da bancada.

Preservando as emendas

A Comissão Mista de Orçamento já fechou as contas e o relatório final com os cortes necessários para cobrir o buraco aberto com o fim da CPMF está praticamente pronto. A cúpula da comissão concordou em reduzir, em especial, o montante destinado a obras cuja licitação está prevista para o segundo semestre deste ano. Guardado a sete chaves pelo deputado federal José Pimentel (PT-CE), relator que ainda faz os últimos ajustes, o documento será apresentado na próxima semana. Tamanho cuidado se deve à pressão do governo, que insiste em cortar R$ 20 bilhões. O Congresso luta para proteger o orçamento, fixando o valor dos cortes em R$ 17 bilhões.

A maior preocupação dos parlamentares é com as emendas, em especial as individuais. "Vamos jogar pesado no acordo que fizemos para proteger os R$ 8 milhões previstos para as emendas individuais", afirma o deputado Gilmar Machado (PT-MG), vice-líder do governo e integrante da Comissão de Orçamento. Para manter as emendas, Machado defende cortes de R$ 17 bilhões. "Não é necessário sacrificar tanto o Orçamento quanto o governo quer", argumenta o vice-líder.

Assim como Gilmar Machado, os parlamentares se agarram ao relatório do senador Francisco Dornelles (PP-RJ) para manter as próprias emendas. Relator do comitê de arrecadação, Dornelles só apresenta a reestimativa de receita na próxima segunda-feira. Mas os técnicos da comissão que auxiliam o senador já têm prontos os números que incorporam a arrecadação da CPMF de dezembro de 2007 — contabilizada nos cofres somente em janeiro — e os R$ 10,4 bilhões que a Fazenda espera arrecadar durante o ano com a elevação do IOF e da CSLL. Mesmo com a extinção da CPMF, calcula-se que a coleta de impostos será R$ 3 bilhões superior do que os R$ 682,7 bilhões que o governo previu quando encaminhou o projeto ao Legislativo, em agosto do ano passado, mês em que ainda se imaginava que a CPMF seria renovada.

Ainda assim, uma primeira reestimativa otimista de crescimento da economia, ainda no ano passado, fez os parlamentares aumentarem em R$ 10 bilhões o valor das emendas individuais e coletivas previstas no Orçamento. O projeto original do governo reservara para o atendimento de emendas de congressistas apenas R$ 7,7 bilhões. Para preservar parte do bônus, a solução encontrada pela cúpula da comissão foi reduzir o valor das obras previstas para o segundo semestre. Gilmar Machado revela que reparos em rodovias do Triângulo Mineiro, por exemplo, devem ter o orçamento reduzido. "A licitação está prevista para julho. Se tudo der certo, a obra começa em outubro. Serão apenas três meses de trabalhos", argumenta o deputado.

Fonte: Correio Braziliense

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