Ministério prepara estudo sobre engessamento do agronegócio brasileiro

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O Ministério da Agricultura está concluindo um estudo que aponta um engessamento do agronegócio brasileiro. Segundo o ministro Reinhold Stephanes, cerca de 70% da área do território brasileiro não pode ser cultivada por algum motivo legal, seja por reservas florestais, indígenas ou legislações que impedem o plantio comercial. "Muito se fala sobre o fim da Amazônia, mas tenho medo da extinção da área agricultável do Brasil", disse o ministro.
Segundo Stephanes, o estudo mostra quais são as implicações da legislação sobre o agronegócio. O ministro disse que algumas áreas aproveitadas atualmente já estão irregulares de alguma forma, pois não atendem o que é cobrado pelas legislações. "O café de Minas Gerais, a uva do Rio Grande do Sul e algumas frutas de Santa Catarina não poderiam ser cultivadas onde estão hoje se a lei fosse cumprida integralmente. As culturas estão em áreas com declive, onde teoricamente não poderiam ser usadas para o plantio", disse o ministro.

Continuação.
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Usimar excluída do Pacto Nacional Pela Erradicação do Trabalho Escravo

A exclusão da Usina Siderúrgica do Marabá S/A (Usimar) do Pacto Nacional Pela Erradicação do Trabalho Escravo foi confirmada em nota oficial divulgada nesta segunda-feira (11) pelo Comitê de Monitoramento, formado pelo Instituto Ethos de Responsabilidade Social, pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) e pela organização não-governamental (ONG) Repórter Brasil.

A decisão em caráter definitivo foi tomada depois que a Usimar - com sede em Marabá (PA), no Pólo Carajás de produção de ferro-gusa - deixou de integrar o Instituto Carvão Cidadão (ICC). O ICC foi criado pelas siderúrgicas do Pólo Carajás com vistas a melhorar as condições de trabalho nas carvoarias fornececedoras de carvão vegetal, matéria-prima que não só aquece os altos fornos, mas também fazem parte da composição do ferro-gusa.

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Verticalização mineral será realidade no sul do Pará

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MARABÁ e BRASÍLIA - Tradicional produtor de minérios, o Pará vai se tornar, em poucos anos, um importante pólo siderúrgico, com investimentos que podem chegar a US$ 7,5 bilhões, segundo reportagem do jornalista Henrique Gomes Batista, do jornal O Globo, enviado especial à cidade, publicada na edição desta terça-feira. O primeiro passo nessa direção será dado na quinta-feira, quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva visita a região de Barcarena e participa do anúncio de um bilionário pacote da Vale para o Pará, incluindo uma siderúrgica em Marabá, no Sul do estado. A empresa não adianta os detalhes, mas fontes dizem que os investimentos serão de US$ 5 bilhões.

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Ibama aprova licença da usina de Santo Antonio

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BRASÍLIA - O Ibama aprovou a licença de instalação da usina hidrelétrica de Santo Antônio, no rio Madeira, em Rondônia. O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, disse que foram impostas 40 condicionantes para o empreendedor, entre as mais importantes estão o custeio de dois parques federais o de Mapinguari, no sul do Amazonas, que tem 1 milhão e 600 mil hectares e a Estação Ecológica de Jaru. Minc explicou que o Instituto Chico Mendes vai apresentar a proposta de trabalho para o empreendedor que terá que manter os parques durante todo o tempo da concessão.

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PA-150 entre as piores estradas do Brasil

Mais um triste título para o Pará em reportagem nacional. A PA-150 - Eldorado dos Carajás-Sapucaia e Rio Maria - trevo de Floresta do Araguaia (PA) - está entre as piores do Brasil, segundo a revista 4 Rodas.

"Atravessar o sul do Pará é um desafio crônico a qualquer motorista. Estradas esburacadas e perigo de assalto são ameaças constantes", destaca a reportagem.

Personalidades nacionais: João Amazonas

No domingo passado o blog apresentou ao leitores o primeiro vídeo de uma série de documentários produzidos pela TV Câmara.

A idéia que me ocorreu é contribuir para disseminar a publicidade desse magistral trabalho da equipe de um veículo público.

Que investe com esforço institucional, -e graças à competência de seus diretores, o dinheiro de nossos impostos.

As grandes personalidades da política brasileira é o foco desse esforço jornalístico.

O segundo filmete mostra a trajetória do paraense, meu conterrâneo, João Amazonas, cujas cinzas de seu corpo, foram enviadas, a seu pedido, ao vento que as depositou no rio Araguaia; a altura de Xambioá (TO), cara de frente de São Geraldo do Araguaia (PA).

Palco central da guerrilha promovida pelo partido ao qual, Amazonas, dirigiu por quase toda a vida.

Produção: TV Câmara.


Cris Moreno florindo

A Penélope charmosa da internet está no berço.

Beijos, beijos e mais beijos envio à aniversariante.

Cliquem na imagem e descubram.

Uma experiência com Baba O´Reiley, do The Who

Foto: Flavya Mutran





















Uma das músicas que quando tive contato pela primeira vez e mudou a minha vida foi Baba O´Reiley, do The Who.

Desde jovem, sempre me senti a vontade na convivência com pessoas mais velhas do que a minha idade.

Detestava, simplesmente, os da minha idade: para mim, idiotas iletrados e filhinhos de papai e mamãe. Eles efetivamente não eram da minha geração.

Era, depois compreendi, um surto de radicalismo da minha parte e foi muito, mas muito difícil superar isso depois.

Fiquem com a minha versão de Baba O´Reiley, do The Who.


A polêmica é o ponto central em novo livro de Mangabeira Unger

RIO - "O mundo sofre, hoje, sob a ditadura da falta de alternativas", escreve o professor Roberto Mangabeira Unger, na primeira linha do livro que acaba de lançar pela editora Civilização Brasileira, O que a esquerda deve propor. Repete a frase, com sutis variações, o intelectual sentado à mesa de ministro de Assuntos Estratégicos, em Brasília, na primeira resposta ao repórter.

– Ao mesmo tempo em que está sob o jugo de uma ditadura, o mundo está inquieto, em busca de alternativas – insiste ele.

Esgotadas todas as aventuras ideológicas do século 20, Mangabeira acha que o repertório das alternativas disponíveis à humanidade fez água. Ficou estreito demais para o tamanho e a profundidade das mazelas e dificuldades do presente. Os problemas das sociedades contemporâneas tornaram-se insolúveis se corrigidos dentro dos limites desse repertório.

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Enterro em Cuba

A crise do desabastecimento de Cuba gera histórias como a descrita abaixo.

Toda a família em Cuba se surpreendeu quando chegou de Miami um ataúde com o cadáver de uma tia muito querida.

O corpo estava tão apertado no caixão que o rosto estava colado no visor de cristal...

Quando abriram o caixão encontraram uma carta, presa na roupa com um alfinete, que dizia assim:

Queridos Papai e Mamãe.
Estou lhes enviando os restos de tia Josefa para que façam seu enterro em Cuba, como ela queria.

Desculpem por não poder acompanhá-la, mas vocês compreenderão que tive muitos gastos com todas as coisas que, aproveitando as circunstâncias, lhes envio.

Vocês encontrarão, dentro do caixão, sob o corpo, o seguinte:
12 latas de atum Bumble Bee,
12 frascos de condicionador,
12 de xampu Paul Mitchell,
12 frascos de Vaselina Intensive Care (muito boa para a pele. Não serve para cozinhar!),
12 tubos de pasta de dente Crest,
12 escovas de dente,
12 latas de Spam das boas (são espanholas),
4 latas de chouriço El Miño.

Repartam com a família, sem brigas!

Nos pés de titia estão um par de tênis Reebok novos, tamanho 39, para o Joseíto (é para ele, pois com o cadáver de titio não se mandou nada para ele, e ele fico u amuado).

Sob a cabeça há 4 pares de 'popis' novos para os filhos de Antônio, são de cores diferentes (por favor, repito não briguem!).

A tia está vestida com 15 pulôveres Ralph Lauren, um é para o Robertinho e os demais para seus filhos e netos.

Ela também usa uma dezena de sutians Wonder Bra (meu favorito), dividam entre as mulheres; também os 20 esmaltes de unhas Revlon que estão nos cantos do caixão. As três dezenas de calcinhas Victoria's Secret devem ser repartidas entre minhas sobrinhas e primas.

A titia também está vestida com no ve calças Docker's e 3 jeans Lee.

Papai, fique com 3 e as outras são para os meninos.

O relógio suíço que papai me pediu está no pulso esquerdo da titia.

Ela também está usando o que mamãe pediu (pulseiras, anéis, etc).

A gargantilha que titia está usando é para a prima Rebeca, e também os anéis que ela tem nos pés.

E os oito pares de meias Chanel que ela veste são para repartir entre as conhecidas e amigas, ou, se quiserem, as vendam (por favor, não briguem por causa destas coisas, não briguem).

A dentadura que pusemos na titia é para o vovô, que ainda que não tenha muito o que mastigar, com ela se dará melhor (que ele a use, custou caro).

Os óculos bifocais, são para o Alfredito, pois são do mesmo grau que ele usa, e também o chapéu que a tia usa.

Os aparelhos para surdez que ela tem nos ouvidos são para a Carola. Eles não são exatamente os que ela necessita, mas que os use mesmo assim, porque são caríssimos.

Os olhos da titia não são dela, são de vidro. Tirem-nos e nas órbitas vão encontrar a corrente de ouro para o Gustavo e o anel de brilhantes para o casamento da Katiuska.

A peruca platinada, com reflexos dourados, que a titia usa também é para a Katiuska, que vai brilhar, linda, em seu casamento.

Com amor, sua filha.

Carmencita.

PS1: Por favor, arrumem uma roupa para vestir a tia para o enterro e mandem rezar uma missa pelo descanso de sua alma, pois realmente ela ajudou até depois de morta.

Como vocês repararam o caixão é de madeira boa (não dá cupim); podem desmontá-lo e fazer os pés da cama de mamãe e outros consertos em casa.

O vidro do caixão serve para fazer um porta-retrato da fotografia da vovó, que está, há anos precisando de um novo. Com o forro do caixão, que é de cetim branco US$ 20,99 o metro) Katiuska pode fazer o seu vestido de noiva.

Na alegria destes presentes, não se esqueçam de vestir a titia para o enterro!!!

Com amor,

Carmencita.

PS2: Com a morte de tia Josefa, tia Blanca caiu doente. Façam os pedidos com moderação. Bicicleta não cabe nem desmontada e carburador de niva, modelo 1968, aqui ninguém ouviu falar.

A hora e a vez do "enrolês"

Falar o "enrolês" está na moda no Brasil. Do alto andar à novela das sete e das oito, certos personagem da vida real e da ficção exercitam-se, freneticamente, nos neologismos e invencionices de palavras que simplesmente não existem. O novo idioma assassina, diariamente, o português e enrola o ouvinte desavisado e provido de parcos conhecimentos. Algo como seguidores fanáticos de Odorico Paraguassú, imortal personagem do novelista Dias Gomes e protagonista da novela global O Bem Amado.
Artigo publicado em Veja do último final de semana define magistralmente a presepada, confira.


Falando difícil

J.R. Guzzo

"A escritora Doris Lessing diz que,
quando se corrompe a linguagem, logo
se corrompe o pensamento"

Quando começam a ser ouvidas quase todo dia palavras que ninguém ouvia antes, é bom prestar atenção – estão criando confusão na língua portuguesa e raramente isso resulta em alguma coisa boa. No mundo dos três poderes e da política em geral, por exemplo, fala-se cada vez mais um idioma que tem cada vez menos semelhança com a linguagem de utilização corrente pelo público. As preferências, aí, variam de acordo com quem está falando. A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, colocou no mapa a palavra "escandalização", à qual acrescentou um "do nada", para descrever o noticiário sobre o dossiê (ou banco de dados, como ela prefere) feito na Casa Civil com informações incômodas para o governo anterior. Mais recentemente, o ministro Gilmar Mendes, presidente do Supremo Tribunal Federal, contribuiu com o seu "espetacularização"; foi a palavra, vinda de uma língua desconhecida, que selecionou para manifestar seu desagrado quanto à colocação de algemas no banqueiro Daniel Dantas, durante as operações da Polícia Federal que lhe valeram o desconforto de algumas horas na prisão. "Obstaculização", "fulanização" ou "desconstitucionalização" são outras das preferidas do momento – sendo certo que existe, por algum motivo, uma atração especial por palavras que acabam em "zação".

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