Dilma veta indicação de Jader Barbalho

Cabe a Lula definir a palavra final das indicações do PMDB para o preenchimentos de cargos no setor elétrico.
A ministra chefe da Casa Civil, vetou a nomeação de Lívio de Assis para a presidência da Eletronorte. Ele é indicado pelo deputado Jader Barbalho, um importante aliado de Lula.
O engenheiro Lívio de Assis Rodrigues, tem problemas com a Fazenda Nacional e é réu em processos envolvendo precatórios. Mas prometeu mostrar certidões negativas e documentos para provar sua inocência.

Transa bem calculada

Salim, sempre Salim.

Salim e Chafia chegam ao consultório de um terapeuta sexual.

O médico pergunta:- O que posso fazer por vocês?

O Salim responde:- O senior, pur vavor, pode ver nois transando?

O médico olha espantado, mas concorda.

Quando a transa termina, o médico diz:- Não há nada de errado na maneira como vocês fazem sexo. E então, cobra R$ 70,00 pela consulta.

Isto se repete por várias semanas! O casal marca horário, faz sexo sem nenhum problema, paga o médico e deixa o consultório.

Finalmente o médico resolve perguntar: - O que vocês estão tentando descobrir?

E Salim responde:- Nada.

A problema é que ela é casada e Salim não pode ir no casa dela.

Eu também sou casado e ela não pode ir em mi casa.

Na Play Love, um quarto custa R$ 140,00.

Na Fujiama custa R$ 120,00.

Aqui nós transa por R$ 70,00, com acompanhamento médico, tem um atestado, Salim reembolsa R$ 42,00 pela UNIMED e ainda tem uma restituição da IR de R$ 19,20.

Tudo calculado, eu só gasta R$ 8,80.

Alunos pressionam por saída do reitor da UnB

Estudantes da UnB irão se reunir amanhã para discutir um possível pedido de afastamento do reitor da universidade, Timothy Mulholland. Segundo denúncia do Ministério Público do Distrito Federal, recursos inicialmente destinados à pesquisa foram utilizados na reforma do apartamento funcional do reitor.

Desde o último sábado, 8, foi organizado uma onda de protestos na frente do apartamento onde reside o reitor. Mulholland não retornou mais para o apartamento.

Segundo promotores, a Finatec (Fundação de Empreendimentos Científicos e Tecnológicos), ligada à Universidade de Brasília, gastou R$ 470 mil na compra dos móveis do apartamento funcional do reitor, incluindo uma lixeira de R$ 990.

Rafael Ayan, um dos diretores do Diretório Central dos Estudantes, diz que apenas os institutos de química e medicina da UnB receberam mais do que isso em 2007: "Como pode um apartamento custar mais do que a verba direcionada a uma unidade acadêmica?".

Por ora a posição do DCE é que o afastamento de Mulholland seja pedido caso seu nome seja citado em denúncia do Ministério Público Federal, o que ainda não ocorreu.

A assessoria de imprensa da UnB informou que a hipótese de afastamento do reitor está fora de cogitação e que não irá se manifestar sobre a a reunião dos estudantes. O órgão reiterou ainda a posição de que os gastos no apartamento funcional estão dentro da legalidade.

Questionado sobre o caso, o ministro da Educação, Fernando Haddad, disse que não cabe ao MEC tomar providências sobre o caso porque as universidades têm autonomia: "Não tenho elementos para avaliar, mas o papel dos órgãos de controle é investigar e o dos dirigentes é apresentar justificativas em sua defesa", disse.

(Com Correio Braziliense)

Itaú: um 2007 inesquecível

O banco Itaú teve um lucro líquido de quase 8 bilhões e meio de reais em 2007. O valor é quase o dobro do registrado em 2006, supera o lucro do Bradesco no ano passado e representa um recorde histórico.

É inacreditável a façanha do Itaú, 96,65% de crescimento no lucro.

Isso não existe em nenhum outro país do mundo.

Discutindo os outros mundos

Éssa é demais!

De carona

Seria "apenas" 0,004% os R$ 78 milhões gastos com os cartões corporativos em 2007 em relação ao total do Orçamento da União.

Chama a atenção que 54% desse valor foi sacado na boca do caixa e a coisa mais fácil do mundo se o cara for um pilantra é conseguir uma nota fiscal fajuta para cobrir a despesa.

Se vai ser aberta uma CPI para investigar tais valores, melhor tratarem de se preparar para uma bela pizza napolitana. Na Câmara o governo tem folga. No Senado, nem tanto.

Alguns membros da CPI das ONGs, informa a Folha, apostam na investigação da Finatec (Fundação de Empreendimentos Científicos e Tecnológicos), entidade sem fins lucrativos de apoio à Universidade de Brasília (UnB), para entrar no mundo dos cartões de crédito corporativos do governo e, assim, esquentar os trabalhos da comissão.

No sábado o reitor da UnB teve o dissabor de protestos irados dos estudantes que moram nos alojamentos da Universidade. O reitor mandou dizer que não estava.

As faixas desfraldadas pelos manifestantes tinham frases pedindo a destituição de Mulholland do cargo.

E como carona é bom e todo mundo quer, aproveitando que o Ministério Público afirma que a Fundação empregou recursos, inicialmente destinados à pesquisa científica e tecnológica, para reformar o apartamento funcional do reitor da UnB, com a afirmativa dos promotores que investigam o caso confirmando que a instituição teria gasto R$ 470 mil na compra de móveis luxuosos, como uma lata de lixo de R$ 990,00, dentre outros mimos.

A reportagem informa que o senador Álvaro Dias (PSDB-PR) deve apresentar nesta semana requerimentos pedindo informações ao Ministério Público do Distrito Federal e à UnB, e também a convocação do reitor da instituição, Timothy Mulholland, e de funcionários da Finatec.

Em nota, a UnB alega que a decisão de "mobiliar [o apartamento] adequadamente, foi tomada tendo em vista os interesses maiores da Instituição".

Dados do TCU, que já estão em posse da CPI, também mostram que a UnB é a principal fonte de recursos da Finatec. Entre 2002 e 2007 a universidade repassou, de acordo com o tribunal, R$ 23,1 milhões à Fundação -30% de toda a verba recebida pela entidade no período. Ainda segundo informações do TCU, entre as 50 ONGs que mais receberam recursos nos últimos anos, 20 são entidades ligadas ao meio acadêmico, sempre geridas por professores universitários.

Os estudantes estão possessos e a oposição abrindo outro flanco de ataque ao governo.

Não está tão fácil

Estaria sub judice, segundo nota de Renata Lo Prete (Painel/Folha de S. Paulo), a nomeação de Lívio Assis, atual superintendente do Detran-PA, indicado pelo deputado Jader Barbalho (PMDB-PA) para assumir a presidência da Eletronorte.

Após a repercussão negativa de nomeações anteriores de afilhados políticos dos caciques da política nacional fazerem água por estarem com processos cabeludos em curso, trasitando e não julgados. A Casa Civil baixou uma norma que só aprovará o indicado após levantamento feito pela Abin, que cruza as informações com outros órgãos de controle e o Judiciário.

Ainda segundo a nota o aval da Abin recebe a avaliação de "problemática" nesse caso em particular.

Abaixa o som

"Ditadura da cacofonia"
Há dias, um homem foi morto na praia de Caraguatatuba (173 km de São Paulo) por se recusar a baixar o volume da suposta música que saía de seu carro. Digo suposta porque o noticiário não informava o que ele estava tocando, embora se possa garantir que não seria uma valsa, um samba-canção ou uma bossa nova. Esses gêneros musicais já mataram muita gente de paixão. A tiros, nunca.

Para alguns, pode ter parecido inusitado: alguém foi à loucura com o ruído desproporcional saído de um equipamento de som e, na briga, deu-se a tragédia. Pois, para mim, o incrível é que não aconteça a três por dois. Em toda parte, a toda hora, pessoas ou comunidades inteiras são agredidas pela boçalidade sonora de uma minoria que já ignora o que seja viver em sociedade. E, se isso não desperta mais instintos assassinos, é porque suas vítimas temem desafiar quem ouve "música" em tal volume. É como viver sob uma ditadura -e, na verdade, vivemos sob a ditadura da amplificação.

O mundo já foi bem mais silencioso. Até os anos 60, a superamplificação de instrumentos ou de caixas de som era coisa restrita aos profissionais. Não estava ao alcance das pessoas comuns. Quem quisesse submeter-se à cacofonia, tinha de ir aonde ela estivesse sendo produzida. Hoje, qualquer porta-malas de Fusca dispara uma massa sonora capaz de ensurdecer quarteirões -e de levar a gestos desesperados.

Quem tem a infelicidade de ser vizinho de bailes funk, igrejas evangélicas ou shows de "música" eletrônica já se perguntou se a vida no inferno será muito pior. Se ele fechar as janelas, a vibração quebrará os vidros. Se deixá-las abertas, sofrerá um estresse provocado por aumento da freqüência do pulso, da pressão sangüínea e da produção de adrenalina. A lei do silêncio já existe. Mas é preciso torná-la um caso de saúde pública.

Em seu artigo semanal para o jornal Folha de S. Paulo, o escritor Ruy Castro aborda uma das pragas modernas, senão, dentre as piores.

Imagine você, leitor, dirigir-se à uma praia com a família, estacionar o seu carro para curtir a brisa e um banho de mar, e um troglodita desses estacionar o seu veículo ao seu lado, abrir as portas e se auto proclamar o direito de despejar no seu tímpano uma música de gosto duvidoso e no maior dos volumes?

É confusão na certa para tipos mais esquentados.

Bolsa Família pra companheirada

Quem achava que o Bolsa Família era destinada apenas para famílias carente de recursos, está redondamente enganado.

Seriam hoje 11.510 servidores beneficiados com espécie singular de Bolsa Família, sem controles e sem limites, conforme número divulgado pela revista Veja. Enquanto escasseiam recursos para atividades como educação, saúde, segurança, transporte, e o governo se vê obrigado a cortar fundo no Orçamento, a farra prossegue para confirmar que não há nada mais agradável do que gastar dinheiro alheio, especialmente quando vem do contribuinte.

Almir Pazzianotto Pinto - Advogado, foi ministro do Trabalho e presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), em artigo com o sugestivo título: "A arte de furtar", publicado hoje no jornal Correio Braziliense.

Biblioteca sem livros

A última obra que compõe o conjunto arquitetônico de prédios do Eixo Monumental em Brasília era o da Biblioteca Nacional.

Inaugurada há um ano, a Biblioteca não tem um livro sequer.

Moradores e turistas procuraram o espaço para conhecê-lo, inclusive o poster. Deu com as portas fechadas.

Um morador da Asa Norte, Ezio Flavio Bazzo, não soube como explicar à visitante amiga o mico.

Não era uma visitante qualquer. A amiga de Bazzo ouviu do cicerone que se tratava de uma biblioteca sem livros, sem leitores e que há mais de um ano estava fechada aguardando o término das reflexões de seus gestores? Estudiosa da história do livro e íntima de bibliotecas do porte da Widener, de Harvard, com 90km de prateleiras e 15 milhões de livros, ela explodiu numa gargalhada. Depois, com a indignação de uma bibliólatra, assegurou ao seu interlocutor que manter uma biblioteca vazia e fechada num país ainda semi-alfabetizado não é crime muito diferente do que se cometeu contra a Biblioteca de Alexandria.

Fezinha sem sair de casa

Para os lotomanícos, megasenamaníacos e apostadores em geral. O serviço de apostas on line do Terra poupa-lhe gastar combustível e procurar vaga de estacionamento e ainda ter que pagar o flanelinha, esse mal das grandes cidades.

Experimente aqui.

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