Tortura no Brasil -- O Estado patrocinou e é leniente até hoje com essa chaga

Tortura e impunidade ontem e hoje

Andressa Caldas e Gustavo Mehl

Dona Maria de Lourdes* tentava visitar o filho preso, mas a permissão lhe era negada sob a alegação de que faltava um documento. Dona Iracema, por sua vez, esperava notícias do filho levado por policiais. As duas ficariam marcadas por assassinatos cometidos por agentes do Estado. Maria de Lourdes recebeu várias cartas em que o filho relatava os maus-tratos a que era submetido. Nas últimas, havia queixas de uma agressão específica: “Meu sangue já foi derramado covardemente. Levei uma paulada na cabeça, não de preso, não! Mas dos polícias”. Vinte e cinco dias depois, quando a mãe finalmente conseguiu autorização para visitá-lo, o filho já estava morto havia mais de duas semanas. No IML, dona Maria de Lourdes soube que, absurdamente, o detento já teria sido enterrado como indigente, não obstante estivesse sob a tutela do Estado. O corpo reapareceu em estado avançado de decomposição; no atestado de óbito, a causa mortis: traumatismo crânio encefálico por ação contundente.

O caso de dona Iracema guarda semelhanças. A mãe esperava junto da família por informações do paradeiro de seu filho. O genro de Iracema, delegado de polícia, entrou em contato com um colega, que conseguiu a notícia: o preso já estava morto; teria se suicidado um dia antes. No IML, a família foi informada de que o corpo não estava lá. O genro de dona Iracema conseguiu entrar e o encontrou em uma gaveta, com marcas de forte tortura.

Iracema Rocha Merlino morreu em 1995 sem conhecer a justiça. O filho era o jornalista Luis Eduardo da Rocha Merlino, torturado durante 24 horas ininterruptas na sede do DOI/Codi de São Paulo, em julho de 1971. Em abril de 2008, familiares entraram com uma ação civil contra Carlos Alberto Brilhante Ustra, ex-comandande do DOI/Codi. O processo não prevê indenização ou punição criminal, busca apenas o que dona Iracema sempre quis: apuração sobre o que aconteceu com o filho e o reconhecimento, por parte da Justiça, da responsabilidade do coronel Ustra.

A condenação dos torturadores da ditadura militar é passo indispensável para a consolidação de uma sociedade verdadeiramente democrática e de um Estado comprometido com os direitos humanos. Dar esse passo não significa, porém, ir contra a Lei de Anistia de 1979, que abrange apenas crimes políticos e eleitorais. Tortura e desaparecimento forçado não se encaixam nessas definições e, portanto, não podem ser anistiados. Segundo determinação da Corte Interamericana de Direitos Humanos da OEA, são crimes contra a humanidade e são imprescritíveis.

O empenho de alguns militares e de setores da mídia em manter o assunto repousado às escuras é análogo ao esforço de agentes públicos em acobertar certos crimes cometidos nos dias de hoje. O filho de dona Maria de Lourdes, por exemplo, foi assassinado em julho de 2006 em um presídio do Rio de Janeiro. Passados mais de dois anos de sua morte, o caso ainda está em fase de inquérito policial. Desde o início, Maria de Lourdes sente que, às vezes, seu filho é tratado não como a vítima, mas como o réu.

Foi essa a impressão que teve quando foi recebida de maneira agressiva pela pessoa que tem a obrigação de investigar o assassinato cometido nas dependências de uma casa de custódia do Estado. A sala da representante do Ministério Público tinha fotografias de policiais armados e até uma miniatura do caveirão, o que, de alguma forma, reforçou em Maria de Lourdes a sensação de hostilidade e desamparo. Somando essa recepção à ocultação inicial da morte do filho, à declaração mentirosa da Subsecretaria Geral de Administração Penitenciária do Estado (que afirmou que a causa mortis tinha sido um aneurisma cerebral), à ocultação do inquérito policial até março de 2008, à informação falsa de que a mãe já havia sido chamada a depor e não havia comparecido, e à morosidade do delegado e da promotora para ouvir testemunhas, fica evidente a condescendência que partes da polícia e da Justiça têm com crimes cometidos por representantes do Estado.

Defender a responsabilização jurídica dos agentes públicos que cometeram crimes de tortura e desaparecimento forçado significa mais do que resgatar as verdades histórica e jurídica da época da ditadura. Significa um primeiro passo rumo à conscientização ampla de que o Estado não pode, em hipótese alguma, promover ou compactuar com qualquer espécie de crime. Manter os culpados escondidos é jogar os cacos para baixo do tapete e louvar a impunidade no Brasil, a de ontem e a de hoje.

*nome fictício.

Fonte: Correio Braziliense.

Sampaio vence o Picos-PI e decide vaga em Marabá-PA

O Sampaio Corrêa venceu o Picos-PI, por 2 a 0, ontem à noite, no estádio Nhozinho Santos e manteve as chances de classificação para a 3ª fase do Brasileiro da Série C. Mas, para isso, o Tricolor maranhense terá que vencer o Águia-PA, 6 de setembro, em Marabá, interior do Pará. Com a vitória de ontem, a Bolívia permanece em 3º lugar, do Grupo 18, mas subiu para 7 pontos ganhos, pontuação que pode até lhe garantir na Terceirona de 2009.

No outro jogo do grupo, o Paysandu venceu o Águia, por 3 a 2, em Belém e garantiu a primeira vaga. A segunda vaga, portanto será disputada por Sampaio e Águia, com o time paraense jogando pelo empate. Mas, será uma boa chance do Tricolor maranhense se vingar da equipe marabense que derrotou a Bolívia, por 2 a 1, em São Luís. O Picos está eliminado. Paulo César fez os dois gols, aos 14‘e aos 28‘minutos, do 2º tempo, respectivamente.

blog it

Lançado edital para revitalização do Distrito Industrial de Marabá

‘’Eu quero transformar minério de ferro em emprego e qualidade de vida para o povo de Marabá “. A declaração da governadora Ana Júlia Carepa, feita na noite desta quinta-feira (21), para cerca de 4 mil pessoas, aconteceu durante o lançamento do Edital de Concorrência Pública para as obras de recuperação do Distrito Industrial de Marabá.

Um aperto de mão entre a governadora Ana Júlia Carepa, o vice-prefeito de Marabá, Ítalo Pojucan, e o secretário de Estado de Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia, Maurílio Monteiro, selou o compromisso dos governos estadual e municipal pelo pleno desenvolvimento de Marabá.

Mais aqui.

blog it

Prefeitos do DF

Por Denise Rothenburg, para o Correio Braziliense.

Se a idéia pegar, esta pode ser a última eleição com o Distrito Federal fora das campanhas municipais. É que o deputado Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) adotou a bandeira da eleição direta para os administradores das cidades satélites como prioridade de seu mandato. E vai fazer barulho na Câmara reunindo grupos de todas as cidades do DF para defender a proposta.

As meninas de ouro do Brasil

AFP/Mark Ralston

O vôlei feminino do Brasil conquistou neste sábado a sua maior glória. Mais uma vez com uma grande exibição, a equipe derrotou os Estados Unidos por 3 sets a 1, com parciais de 25-15, 18-25, 25-13 e 25-21, e conquistou a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Pequim.
Esta é a 14ª medalha brasileira nos Jogos Olímpicos de Pequim, sendo a terceira de ouro. O país ainda conta com três pratas e oito bronzes. E tem mais uma medalha garantida neste domingo, já que a seleção masculina de vôlei vai enfrentar os Estados Unidos na final.
 blog it

Conselho de um autêntico cara-de-pau

Conselho de César

O prefeito do Rio, Cesar Maia (DEM), tem alertado para os desvios das pesquisas eleitorais na cidade. Afinal, se os pesquisadores não conseguem subir nos morros para saber em quem os eleitores vão votar, não dá para ter uma amostragem segura sobre o que se passa na cabeça do eleitor.

Nota do Correio Braziliense (Denise Rothenburg).

Nota do Blog: O cara-de-pau acima reconhece com todas as letras a sua incompetência por viver numa cidade sitiada e ainda tem o desplante de criticar A ou B.

Olhe para seu o umbigo moço.

Em sua homenagem o blog oferece o vídeo abaixo.

Ilustre desconhecido

Lula está uma fera com Franklin Martins. Veja porque.

PAC, o ilustre desconhecido

Daniel Pereira. da equipe do Correio Braziliense

Levantamento encomendado pelo governo mostra que metade dos entrevistados não sabe o que é o Programa de Aceleração do Crescimento. Números desagradaram Lula, que cobra maior divulgação

Bandeira com a qual o presidente Luiz Inácio Lula da Silva pretende marcar seu segundo mandato e consolidar a candidatura da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, ao Palácio do Planalto, o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) ainda não caiu nas graças do eleitorado. É o que revela uma pesquisa encomendada pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República. Segundo o levantamento, apenas metade dos entrevistados, considerando a média registrada nas cinco regiões do país, afirma — e prova — conhecer o PAC.

O resultado está abaixo do detectado no caso de outras ações governamentais, as quais não têm tanta visibilidade como o filho dileto de Dilma. Entre eles, o Farmácia Popular e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). O levantamento foi realizado pelo Centro de Pesquisa de Opinião Pública da Universidade de Brasília (UnB). Foram ouvidas 6 mil pessoas, em 25 estados e 214 municípios, entre maio e junho. Os dados colhidos desagradaram ao presidente. Desde o mês passado, Lula cobra os ministros, diariamente, a dar fôlego à divulgação dos projetos do governo, sobretudo do PAC.

O presidente também decidiu deflagrar uma grande ofensiva de comunicação. Terá papel de protagonista na campanha. No próximo dia 28, por exemplo, reunirá no Palácio do Planalto representantes de movimentos sociais, dos conselhos de Desenvolvimento Econômico e Social e Político, do qual fazem parte líderes de partidos aliados, para ouvirem uma explanação sobre os investimentos previstos no Brasil até 2012. A idéia é vender otimismo e ganhar espaço nos jornais, tal qual estratégia definida numa reunião, em julho, com 15 ministros. Na ocasião, Lula instou os auxiliares a cavarem espaço na mídia, com eventos e entrevistas.

“Será um debate sobre a fotografia que queremos para o país”, disse Lula, referindo-se ao encontro da próxima semana, em solenidade com sindicalistas na quinta-feira à noite. “É preciso que as pessoas tenham noção do que está ocorrendo no país”, declarou o presidente, na terça-feira, durante conversa com o conselho político.

O demo Efraim

Por Marcelo Rocha e Leandro Colon, da equipe do Correio Braziliense

Mais um elo une o lobista suspeito de intermediar licitações fraudulentas no Senado com o primeiro-secretário da Casa

O lobista Eduardo Bonifácio Ferreira, acusado de negociar o resultado das licitações no Senado, é filiado ao DEM, mesmo partido do primeiro-secretário da Casa, senador Efraim Morais (PB), responsável por esses contratos. O registro de Ferreira no partido é de 30 de setembro de 2005. No mesmo dia, a Polícia Federal monitorou seus passos por Brasília e o flagrou num encontro no Parque da Cidade com representantes das empresas Conservo e Ipanema, interessadas nas concorrências do Senado.

A filiação de Ferreira ao DEM é, pelo menos, o quarto vínculo dele com Efraim. Nos últimos dias, o Correio revelou os outros três elos do lobista com o senador. O primeiro é a nomeação dele para trabalhar na Liderança da Minoria em 2003, quando Efraim era o líder. O segundo é o flagrante feito pela Polícia Federal do lobista abrindo com a própria chave uma porta de acesso ao então gabinete do parlamentar em junho de 2006, logo após a vitória das empresas suspeitas nas concorrências do Senado. Naquela época, ele não era mais funcionário da Casa.

O terceiro vínculo é a revelação feita na quinta-feira de que Ferreira fez um contrato com o senador, registrado em cartório, para transferir cotas de capital de uma empresa de consultoria. Efraim tem se negado a explicar qual sua relação com o lobista, denunciado em março deste ano pelo Ministério Público Federal (MPF) por improbidade administrativa.

De acordo com a investigação, Ferreira agiu em nome do Senado nas negociações com os empresários. Ele teria se encontrado, pelo menos, oito vezes com os interessados nas licitações. A PF, em cima da investigação da Operação Mão-de-Obra, também captou diálogos telefônicos de Ferreira com os donos das empresas. Nas conversas, o lobista sempre cita uma “autoridade” que estaria acima dele.

Contratos

O Ministério Público acusa a Conservo e a Ipanema de fraudar essas concorrências, que somam R$ 35 milhões, destinadas ao fornecimento de mão-de-obra terceirizada ao Senado. O esquema teria contado com a ajuda de dois servidores da Casa e de Eduardo Ferreira, apontado como o intermediário das negociações. Apesar das suspeitas levantadas, Efraim prorrogou esses contratos até 2009 sem licitação.

O senador adotou a tática do silêncio depois que o Correio passou a revelar indícios da ligação dele com Ferreira. Segundo a investigação, o lobista demonstrava ter influência no Senado, principalmente porque as empresas suspeitas acabaram vencendo as concorrências. A reportagem tem procurado Ferreira na sua casa, na 112 Norte, e também por telefone. Mas nenhuma resposta foi dada até o fechamento dessa edição.

Efraim será cobrado pelos colegas de partido e de Senado na próxima semana. O presidente do DEM, deputado Rodrigo Maia (RJ), alegou que não sabia da filiação de Eduardo Ferreira ao partido. Argumentou que esse é um “fato novo” e que a legenda ainda vai discuti-lo.

Na terça-feira pela manhã, a bancada de senadores do DEM deve se reunir para debater a situação de Efraim. O corregedor do Senado, Romeu Tuma (PTB-SP), promete ouvir Ferreira sobre as ligações com o senador paraibano. O PSol aguarda a manifestação do lobista para decidir se será entrará ou não com um pedido de abertura de processo por quebra de decoro no Conselho de Ética.

Já o presidente do Senado, Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN), garante que vai substituir esses contratos até o fim do ano com novas licitações. Por enquanto, as empresas suspeitas continuam atuando na Casa.

Os vínculos

Procuração

O lobista Eduardo Bonifácio Ferreira, acusado de negociar o resultado de licitações no Senado, fez um contrato com o primeiro-secretário da Casa, Efraim Morais (DEM-PB), dando ao parlamentar poderes para representá-lo como sócio da Chemonics Brasil Consultoria Empresarial, que mudou o nome para Syngular Consultoria. No inquérito da Operação Mão-de-Obra, a Polícia Federal levanta a suspeita de que a Syngular seria uma empresa de fachada.

A chave

Ferreira foi flagrado pela PF entrando no gabinete então ocupado pelo senador Efraim Morais, em 29 de junho de 2006. Segundo a polícia, Ferreira tirou a chave do próprio bolso para abrir a porta e ter acesso à sala. Nessa época, havia mais de um ano que ele não trabalhava no Senado.

Nomeação

O lobista, que teve pelo menos oito encontros com os empresários investigados, trabalhou na Liderança da Minoria do Senado entre 2003 e 2005. Efraim era o líder da Minoria em 2003.

Filiação

Ferreira se filiou ao DEM em 30 de setembro de 2005. Naquele dia, coincidentemente, o lobista estava sendo monitorado por agentes da PF. Ele foi flagrado num encontro com os empresários suspeitos no Parque da Cidade.

Nota do Blog: Até o presente momento, nem uma linha, uma fala, um protesto sequer dos obsequiosos deputados, senadores e dirigentes do DEMO.

Terra do Meio ouve ações do plano para desenvolver a Amazônia

Eliseu Dias/Ag Pa   Clique na imagem para ampliar
Altamira - A governadora Ana Júlia Carepa e o ministro-chefe da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, Mangabeira Unger, lançaram nesta quarta-feira 20, o Plano Amazônia Sustentável (PAS), no município de Altamira, a 780 km de Belém, oeste do Estado do Pará.

O Plano Amazônia Sustentável tem como prioridade a regularização fundiária. Outras ações fazem parte do plano, como o zoneamento ecológico e econômico, medidas contra o desmatamento, alternativas de produção economicamente viáveis e ambientalmente seguras para as populações de pequenos agricultores, reorganização da agricultura e pecuária, a indústria de transformação, indústria florestal e mineral, integração de rodovias, ferrovias e hidrovias e a ciência e educação.

Leia a notícia chapa branca aqui.

O blog publicou com exclusividade o que isso representa aqui e aqui.


blog it

Racha na Conferência da Onu sobre verbas contra desmatamento

Não podia dar outra.

clipped from oglobo.globo.com

ACRA (Reuters) - Os 160 países participantes da conferência climática da ONU em Gana se dividiram na sexta-feira a respeito de como compensar os países que reduzirem o desmatamento, responsável por até 20 por cento das emissões de gases do efeito estufa.

Seria preciso reunir um fundo de bilhões de dólares, e para isso as sugestões variam de um mercado com créditos pelo carbono retido nas árvores, um aumento das doações dos países ricos e impostos sobre a navegação e as passagens aéreas, entre outros.

"Para muitos países em desenvolvimento, evitar o desmatamento é a única forma de participarem do regime [de mitigação] da mudança climática e captar alguns benefícios", disse à Reuters Yvo de Boer, chefe do Secretariado de Mudança Climática da ONU, durante a conferência, que reúne 1.500 delegados entre 21 e 27 de agosto.

A polêmica está aqui.


blog it

Em reunião em Londres, em maio, Príncipe Charles revela planos para ‘proteger a floresta amazônica.


BRASÍLIA — Verão de 1969, apartamento de Hanbury-Tenison, Londres. Maio de 2008, Clearence House, residência do Príncipe Charles, Londres. São 39 anos de uma reunião para outra. Aí você pode se perguntar: o que isso tem a ver com a Amazônia? Tudo. O establishment inglês cria nesse primeiro encontro a organização não-governamental (ONG) Survival Internacional. Sua finalidade expressa: criar no Brasil o Parque Ianomami.

Quatro décadas depois, o príncipe Charles, herdeiro do trono britânico, reúne autoridades e parlamentares da Amazônia com representantes de instituições financeiras e das indefectíveis ONGs. Discutiram-se ali temas relacionados diretamente com a região: agricultura, meio ambiente, infra-estrutura, finanças, saúde, e educação. Charles é mais ousado. Oferece-se para ser uma espécie de interlocutor privilegiado entre as personalidades brasileiras envolvidas nas questões amazônicas e as lideranças britânicas interessadas na ‘proteção’ da floresta amazônica.

Ali estavam presentes os governadores Ana Júlia Carepa, do Pará; Waldez Góes, do Amapá; e José de Anchieta Júnior, de Roraima.

O Acre e o Amazonas foram representados pelos senadores Tião Viana (PT-AC) e Arthur Virgílio (PSDB-AM).

O encontro reuniu ainda executivos de grandes empresas,entre as quais Rio Tinto, Shell, Deutsche Bank, Goldmann Sachs, Morgan Stanley e MacDonald's.
Também não faltaram os dirigentes do WWF, Greenpeace, Friends of the Earth (Amigos da Terra). Até o líder indígena Almir Suruí esteve por lá.

Ana Júlia (D) acerta com Príncipe Charles ida ao Pará /GEORGE BODNAR




















A reportagem completa aqui.
Nota do Blog: O desdobramento dessa reunião evidencia, lamentavelmente, e mais uma vez, o despreparo da atual dirigente do governo paraense, que embalada pela alienação de seus colegas, posou para essa foto e assinou, Deus sabe lá o que.

O blog está investigando e assim que obter os documentos oficiais revelará aos leitores mais esse golpe do príncipe, eterno pretendente à corôa, secundado por seus asseclas.

Fonte: Agência Amazônia.

Veja como foi a sessão solene em Homenagem à Nossa Senhora de Nazaré 2024, na Câmara dos Deputados

  Veja como foi a sessão solene em Homenagem à Nossa Senhora de Nazaré 2024, na Câmara dos Deputados A imagem peregrina da padroeira dos par...