Sancler em apuros

Prefeito de Tucuruí é indiciado por crime eleitoral

O prefeito de Tucuruí Sancler Ferreira Wanderley Ferreira foi indiciado por crime eleitoral em inquérito policial da 15ª Seccional Urbana da Polícia Civil de Tucuruí.

Ficou comprovado no inquérito que Sancler e mais duas pessoas promoveram um cadastro para "garantir" aos eleitores "a casa dos seus sonhos". A comprovação se deu através de testemunhos e um vídeo em que o candidato oferece as casas e mostra o cadastro sendo feito em sua residência.

Já a vice-prefeita Henilda não foi indiciada porque não ficou comprovada a sua participação na compra de votos.

Apesar das tentativas de defesa dos representantes da CNBB e CJP no Pará com o objetivo de inocentar o prefeito e arquivar o processo, o mesmo continua em andamento e espera-se para breve uma decisão judicial.

Abaixo cópia da conclusão do inquérito e um link para o vídeo no youtube.

Link do vídeo >>

Folha de Tucuruí, 10/01/2009

Área perigosa e linda

Foto: Richard du Toit/Minden















O blog vai publicar fotografias de lugares que devem ser conhecidos antes de morrer. Começo com o Vulcão de Navbiotum. O colosso dorme na orla meridional do Lago Turkana no Quênia. Uma vez conhecido como Lago Rudolf, ele é ainda conhecido como o lago no Grande Vale de Fenda, uma região altamente vulcânica que corre 3,700 milhas (6,000 quilômetros) da Moçambique até a Síria.

O afoito Cristiano Ronaldo

Despacho das agências internacionias de notícias, informam que, por um triz, o atacante português Cristiano Ronaldo, do Manchester United, escapou ileso de um acidente com sua Ferrari, na manhã desta quinta-feira, em uma estrada perto do aeroporto de Manchester. O jogador dirigia o veículo em um túnel quando bateu contra uma das paredes.

A colisão destrui a dianteira do automóvel.

Segundo a polícia de Manchester, o holandês Edwin van der Sar, goleiro da equipe, seguia atrás de Cristiano Ronaldo em seu Bentley, mas não se envolveu no acidente.

Brincar de pega-pega em estradas é um hábito nada saudável e, os reparos numa carro desse preço, parece não amendrontar estrelas do business. Até que a sorte não mais lhe sorri e o pior acontecer.

Pelos cotovelos

Vale a pena ler o artigo do deputado Roberto Freire (PPS-PE) sobre o ministro da Justiça, Tarso Genro, publicado hoje na Folha de S. Paulo. Uma aula para agentes públicos falarem menos e agirem mais.

A fala de Tarso
* ROBERTO FREIRE

Se a democracia é a questão central da construção dos novos institutos da globalização, inquieta a todos nós o tom do ministro

QUE OS velhos bolcheviques se intimidassem diante de Stálin é compreensível. Aqueles do círculo stalinista mais próximo e não tão próximo assim corriam risco de morte se dissessem a palavra errada, se dessem um passo em falso ou se incorressem num suposto "desvio". Um risco nada metafórico, como se sabe.

Diferente é o caso do ministro Tarso Genro em relação a Lula. Não corre risco algum, salvo o de perder o emprego. Por isso, é espantoso que atribua ao presidente o monopólio da fala "alternativa" na atual crise do sistema econômico e financeiro global. Disse o ministro que "nós [a esquerda em geral] estamos incrivelmente quietos.

Só Lula fala. Sejamos solidários. Falemos junto com Lula" ("Fala, D'Alema", "Tendências/Debates", 4/1). O ministro da Justiça escreveu isso como se não houvesse uma enorme movimentação política das esquerdas na cena mundial; e como se o próprio D'Alema também não fizesse parte de um esforço de reinvenção da esquerda italiana, corporificado pelo Partido Democrático, o herdeiro mais importante do velho PCI.

Mas, para o ministro, ninguém fala.

Ninguém busca perceber o "novo" ou a ele dar voz. Só Lula. Além da crise, começamos mal 2009.

Apesar de tudo, e sabujice à parte, é bom ver o ministro empenhado na defesa de um "novo republicanismo" e até mesmo na incorporação dos temas do liberalismo político ao novo horizonte utópico que propõe.

E empenhado também na proclamação dos direitos humanos, que devem ter uma aplicação efetivamente universal, sem nenhum tipo de discriminação. Aplicam-se, por exemplo, a casos "menores", como o de atletas que pretendam eventualmente se valer de competições internacionais para escapar dos seus países de origem, nos quais a liberdade de ir e vir é fortemente cerceada.

Para essa cultura de direitos, se for possível escolher para ela uma data simbólica, só poderíamos escolher a promulgação da Constituição de 1988, marco no qual alguns poucos anos depois se completaria a nossa democracia política, com a ascensão ao poder do partido ao qual pertence o ministro. Tudo dentro das regras do jogo, que também permitem uma forte intervenção pública nos rumos da sociedade e da economia.

O governo liderado pelo PT fez algumas dessas intervenções, e isso deixa o ministro compreensivelmente feliz, mas deixou de fazer inúmeras outras no controle dos juros obscenos, que sangram a capacidade de investimentos públicos e privados, no disciplinamento forte dos mercados por meio das agências reguladoras, no comportamento nada republicano do governo e do PT, envolvidos em episódios de corrupção que passaram à nossa história política com o nome de mensalão, no controle quase absoluto dos movimentos sociais pelo Estado, e na ocupação e no aparelhamento, por meio de milhares de cargos comissionados, da máquina federal.

Tudo isso não é desvio acidental de rumo, tem raízes mais profundas: um desprezo mal disfarçado pela democracia e um desrespeito pelas instituições. Nesse sentido, seria bom que o ministro explicasse um fato absolutamente decisivo: a atitude dúbia do seu partido quando da aprovação da Constituição de 88. São duas décadas -um tempo histórico razoável em que foi revelada uma cultura política antidemocrática e não republicana.

Nas palavras do Lula de então (que, de resto, nunca veio a público para se explicar cabal e formalmente; nem ele nem seu partido!), o texto constitucional era pouco mais do que imprestável e o PT deveria votar contrariamente a ele. E votou, assinando-o com muita tibieza.

Naquele momento decisivo, "Nosso Guia" só faltou dizer que estávamos diante de uma "democracia burguesa", como nos tempos daquele outro guia genial dos povos. E, por sua vez, a hipótese de que se tratava de alguma das famosas "bravatas" é ainda mais penosa.

Simplesmente não se pode brincar de "radical" quando se trata de refundar um moderno Estado democrático de Direito após um duríssimo período de eclipse das liberdades.


Se a democracia é a questão central da construção dos novos institutos da globalização -e sem dúvida o é-, inquieta a todos nós o tom do artigo do ministro. Ao mesmo tempo, o trágico déficit teórico e político das esquerdas no seu conjunto, tantas vezes envolvidas com projetos autoritários de mudança social, inclusive no presente momento e muito especialmente na América Latina, e para além das bravatas tão ao gosto do chefe, há bons temas que mereceriam desenvolvimento teórico e comportamento político coerente (o socialismo como ideia reguladora em sociedades pluriclassistas, por exemplo).

Seria interessante ver o PT e seus intelectuais como estimuladores de um campo teórico que tivesse como divisa a incorporação, sem ambiguidade, dos valores da democracia política como condição irrenunciável para ir muito além do status quo -e, dessa vez, sem guias geniais, sem ditaduras de partido único e sem caudilhos popularescos.

* ROBERTO JOÃO PEREIRA FREIRE, 66, advogado, é presidente nacional do PPS (Partido Popular Socialista). Foi deputado federal e senador da República pelo PPS-PE.

Uma diplomacia claudicante

As trapalhadas da diplomacia brasileira faz a festa da concorrência.

Mais uma para os anais em análise do jornalista Carlos Brickmann.

O assessor que sabia javanês

Tentar importar para nosso país a luta entre israelenses e palestinos, justo aqui, onde árabes e judeus convivem bem, brasileiros que são?

ENTRE AS tradições da diplomacia brasileira, há duas mais fortes do que todas as outras:

1 - O Itamaraty, nosso Ministério das Relações Exteriores, é extremamente profissional e competente, um celeiro de quadros de excelente qualidade para todas as áreas do governo;

2 - Os curiosos que se arvoram em diplomatas sempre dão errado, mesmo quando assumem com a fama de gênios. São como "O Homem que Sabia Javanês", de Lima Barreto: valem enquanto não aparece ninguém que fale javanês de verdade e fique demonstrado que não entendem nada.

A fauna de curiosos que atrapalharam a diplomacia brasileira é rica. Envolve um ex-presidente que, embaixador em Portugal, teve como principal feito a construção de um galinheiro na residência oficial, para fornecer-lhe a matéria-prima essencial para o frango à mineira; e, transferido para a Itália, morando no magnífico palácio Doria Pamphili, não se sentia bem e passou a maior parte do tempo no Brasil.

Houve um general de pijama, que fez parte da Junta Militar de 1969 (aquela que o deputado Ulysses Guimarães imortalizou com o nome de "Os Três Patetas"), que foi embaixador em Paris.

Outro general, chefe dos subterrâneos das informações, virou embaixador em Lisboa -obrigado, Portugal, pela paciência que teve conosco!

Apoiar a eleição de Evo Morales, que logo depois de tomar posse ocuparia militarmente as instalações da Petrobras?

Apoiar a eleição de Rafael Correa, cujo maior sonho é não pagar o que deve ao Brasil?

Ficar ao lado dos narcoterroristas das Farc, que a Colômbia atacou em território equatoriano?

Tentar importar para nosso país a luta entre israelenses e palestinos -justo aqui, onde árabes e judeus convivem bem entre si, brasileiros que são?

Intervir na política interna de um país vizinho, fornecendo gasolina para que o presidente venezuelano Hugo Chávez pudesse derrotar os grevistas da Petroleos de Venezuela e apoiando sua polêmica decisão de fechar a TV oposicionista?

Vestir-se com roupas de colonizador inglês na Índia para esperar, na selva colombiana, uma libertação de reféns que não ocorreu?

Nada disso é Itamaraty: nossos diplomatas não fazem papel ridículo.

Tudo isso é Marco Aurélio Garcia, o estranho especialista em política latino-americana que jamais escreveu nenhuma obra sobre o assunto, mas conseguiu se transformar em conselheiro do presidente Lula.

Garcia, é bom que se recorde, não se limita às atividades paradiplomáticas: foi também aquele que fez o famoso "top, top", o obsceno "top, top" para comemorar o fato de que não era o governo o responsável pelo acidente da TAM que matou 199 pessoas -isso enquanto o país, de luto, não tinha como aceitar nenhuma comemoração.

E é Marco Aurélio Garcia que, tomando partido numa luta com a qual o Brasil nada tem a ver, dá total razão aos palestinos do Hamas.

A briga é deles, não nossa; mas Garcia conseguiu convencer Lula de que o Brasil pode ter êxito onde Estados Unidos, França, Rússia, Inglaterra e ONU falharam.

O Brasil, como país neutro, como ponto de convergência de árabes e judeus, poderia ter um papel importante na busca da paz. Mas, tomando partido, perdeu quaisquer condições de influir na região.

Há poucos dias, o presidente Lula afastou Marco Aurélio Garcia da função de palpiteiro-mor de política externa, mas o manteve como assessor. Entretanto, sua influência sobre o presidente é tamanha, ou foi tamanha, que as coisas que diz são tomadas internacionalmente como o pensamento de Lula. É ruim para o presidente, é ruim para o Itamaraty, é pior para o Brasil.

Talvez a solução fosse enviá-lo para a França, onde estudou, e onde estão os trotskistas que, há 40 anos, influenciaram sua cabeça stalinista.

O ex-primeiro-ministro alemão Konrad Adenauer tem uma frase clássica, que é impossível não citar aqui: "O bom Deus, que limitou a inteligência humana, bem que poderia ter limitado também a estupidez".
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CARLOS BRICKMANN, jornalista e consultor de comunicação, é diretor da Brickmann & Associados. Foi editor e repórter especial da Folha e editor-chefe da "Folha da Tarde" (1984 a 1991).

Uma "nota" circulante

Anistiados já receberam R$ 2,5 bi

Levantamento da Comissão de Anistia do Ministério da Justiça mostra que o gasto com o pagamento de indenizações a anistiados políticos já soma R$ 2,5 bilhões desde 2002. Se computadas as pensões mensais vitalícias, o valor chega a R$ 3 bilhões. A análise dos casos mostra casos em que os valores pagos a um único anistiado chegam a R$ 2 milhões. O balanço feito pela comissão mostra também que dos cerca de 25 mil processos deferidos, 10 mil tiveram reparação econômica, enquanto em outros 15 mil os autores tiveram declarada a sua condição de anistiado político. A declaração possibilita a retomada dos empregos ou a correção salarial nas carreiras. (CB)

Haja fígado!

Foto: Antonio Cruz/ABr


«A imprensa brasileira tem um comportamento histórico em relação a mim», respondeu Lula da Silva na entrevista concedida em Dezembro de 2008, ao dizer que os grandes órgãos de comunicação social nunca lhe facilitaram a vida.

A reportagem intitulada Azia, ou o dia da caça, do jornalista Mario Sergio Conti, destaca que o Presidente não lê blogues ou sites na Internet e que tão pouco faz parte da sua rotina ler jornais ou revistas.

«E não é por falta de tempo», complementa a reportagem, «simplesmente não quer ler». Lula da Silva justifica-se ao dizer que tem um «problema de azia».

No seu quotidiano, segundo a revista, o Presidente brasileiro diz que se informa em conversas com o ministro Franklin Martins, da Secretaria de Comunicação Social da Presidência.

«Quando sai alguma coisa importante, a Clara [Clara Ant, assessora especial do Presidente] ou o Franklin me trazem o artigo, ou mesmo o vídeo de uma reportagem de televisão», disse.

Mesmo sem o contacto com a imprensa, a revista destaca que Lula da Silva se considera bem informado.

«Um homem que conversa com o tanto de pessoas que eu converso por dia deve ter uns trinta jornais na cabeça todo santo dia. Não há hipótese de eu estar desinformado», afirmou.

Apesar de ser alvo de críticas por parte da imprensa, Lula da Silva reconhece que «a sua ascensão à presidência é produto directo da liberdade de imprensa».

No entanto, criticou as notícias equivocadas ou distorcidas que obedecem a critérios de mercado e «não abrem espaço para o debate político».

Segundo a revista, este foi um dos motivos que o levou a criar a TV Pública, em 2008.

«Queremos que ela informe e promova debates sobre temas que a televisão privada não tem interesse. Ela não pode ser chapa branca», disse.

A entrevista à Piauí foi a 176ª concedida pelo Presidente brasileiro no ano passado, segundo a revista, que destaca que em 2008, a imprensa bateu recordes de «horas-Lula».

Enquanto no primeiro mandato, Lula da Silva falou menos de 50 vezes à imprensa por ano, em 2008, concedeu 57 entrevistas apenas para órgãos da imprensa estrangeira. No total, foram mais de três entrevistas por semana.

Vereador de Breu Branco em lista suspeita

Descontrole na fiscalização de contas
Por Lúcio Vaz e Edson Luiz

ELEIÇÕES
Os maiores valores declarados pelos candidatos a vereador ao Tribunal Superior Eleitoral em 2008 são falsos. Levantamento do Correio mostra erros graves de digitação na lista de doações a políticos

Fachada do prédio do TSE: tribunal considera como verdadeiros todos os números declarados pelos candidatos aos cartórios eleitorais nos municípios

Cruzamento de informações feito pelo Correio a partir da base oficial de dados do Tribunal Superior Eleitoral mostra descontrole na prestação de contas de políticos nas eleições de 2008. A maior contribuição para candidatos a vereador, por exemplo, tem o valor de R$ 22.275.150.668. Foi uma doação do deputado estadual mineiro Domingos Sávio (PSDB) ao candidato José Osvaldo Costa (PSDB), da pequena Dores do Indaiá (MG), de apenas 15 mil habitantes. A informação, entretanto, é falsa. O número do Cadastro de Pessoa Física, o CPF, do doador foi digitado na coluna do valor da doação. Esse é apenas um dos casos de falhas na fiscalização dos números declarados pelos candidatos ao TSE. Há casos de digitação da data da contribuição na coluna do valor. Para outras doações, com valores bem acima das demais feitas no mesmo município, não há uma explicação.

Em Breu Branco (PA), município de 50 mil habitantes, Hildeblano Azevedo (PSC) declarou ter recebido uma doação de R$ 777 mil de Egon Kolling.

Nota do blog: Egon Kolling atende pela alcunha de Alemão e é ex-Prefeito do município.

Fonte: Correio Braziliense

Symphony for You Tube

Divulgação

Instrumentistas anônimos de todo o mundo, alegrai-vos: a chance de integrar uma orquestra sinfônica e se apresentar no maior de todos os palcos pode estar ao seu alcance. Pegue o violino – harpa, triângulo, oboé ou qualquer outro dos 22 instrumentos listados no projeto Sinfônica YouTube – e submeta o seu talento musical ao concurso para fazer parte daquela que já é chamada de primeira orquestra on-line do universo.

Assim começa o artigo publicado na revista Piaui desse mês sobre o revolucionário e inovador projeto musical.

Reveillon no Deck Music Bar

Fotos: Val-André/Marcos Dias














O Deck Music Bar e Restaurante é o agito noturno do Restaurante Calamari, de propriedade de meus amigos Edú Sobreira e Tuca Ivaniscka, em Peruíbe.

Lá passamos a virada do ano com o casal de amigos de Belém Marcos e Claudia Dias.

Foi uma noite memorável.

O litoral é show

Fotos: Val-Amdré/Marcos Dias














Nesta tomada ao fundo Peruíbe e Itanhaém, litoral sul de São Paulo.















A locomotiva do Brasil é pujante. Nada menos que 4 milhões de paulistanos desceram a Serra do Mar inundando as estradas controladas pela Ecovias -- concessionária que explora a Anhanguera-Bandeirantes e Imigrantes.















Passamos o dia em Santos e São Vicente e curtimos a virada do ano no reveillon do Deck-Bar em Peruíbe ao lado de amigos.













Marcos Dias foi meu colega no curso de engenharia civil no Cesep, aqui ao lado da esposa médica Claudia Dias, direto de Belém, nos fazem agradável companhia nesta viagem de férias.

Praias lotadas, gente bonita e baladas todas as noites são as pedidas dos turistas que têm a seu dispor uma das melhores infra-estrutura turísticas do Brasil.














Eu e Lúcia curtindo o sol.
Posted by Picasa

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