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Frente quer derrubar veto à lei da dívida agrícola
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E agora mister president?
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A dura vida em Brasília

É muito duro a vida para a maioria da população como nesse instântaneo de Marcello Casal.
A foto de arquivo mostra catadores de lixo assando bifes para o almoço no meio do aterro sanitário conhecido como Lixão da Estrutural. Relatório divulgado hoje (18) pela FAO mostra que o problema da fome se agravou com a inflação dos alimentos Foto: Janine Moraes (Estagiária sob sup. Marcello Casal Jr/ABR
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Sem desfaçatez
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Ilan Goldfajn no Roda Viva
As hipotecas e os empréstimos foram negociados no mercado financeiro através de agências imobiliárias e bancos de investimentos. E chegaram às bolsas de valores atraindo também investidores estrangeiros.
Entre 2003 e 2006, com a elevação das taxas de juros nos Estados Unidos, muita gente não conseguiu mais pagar a prestação da casa própria. Com o aumento da inadimplência, o mercado inverteu. As hipotecas perderam valor, levando bancos e investidores ao uma sucessão de prejuízos.
A economia globalizada fez com que a cri se das hipotecas americanas atingisse outros setores e repercutisse nas bolsas de valores de todo o mundo.
O convidado do programa Roda Viva é o economista Ilan Goldgajn, que já foi diretor de política econômica do Banco Central do Brasil e atualmente é professor e pesquisador da Universidade Católica do Rio de Janeiro. Ele é um dos economistas que mais se dedicam ao estudo e pesquisa nas áreas de macroeconomia e finanças internacionais.
Participam como convidados entrevistadores:
Antônio Corrêa de Lacerda, economista, professor do Departamento de Economia da PUC de São Paulo e doutor em economia pela Unicamp; Leandro Modé, editor-assistente do caderno de economia do jornal O Estado de S.Paulo; Giuliano Guandalini, editor de economia da revista Veja; José Paulo Kuppfer, chefe de redação do departamento de jornalismo da TV Gazeta, comentarista do Jornal da Gazeta e autor de um blog de economia no Portal IG.
Apresentação: Lillian Witte Fibe
Transmissão especial pela internet, a partir das 21:00.
Você pode assistir on-line acessando o site no horário do programa.
http://www.tvcultura.com.br/
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O carcomido PMDB de sempre e sua inocultável capacidade de ameaças
Tiago Pariz e Gustavo Krieger, da equipe do Correio Braziliense
Presidente faz campanha para petistas em cidades onde aliados têm mais de um candidato a prefeito. Políticos peemedebistas garantem que irão cobrar caro a falta de ajuda na disputa municipal
Lula: decisão agora é não se meter em Porto Alegre, Rio e Salvador
Maria do Rosário: Lula longe da disputa no primeiro turno
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva descumpriu promessa feita com as lideranças dos partidos que o apóiam e tomou partido nas eleições. Pediu votos para candidatos do PT onde a base aliada tem outros candidatos e gerou insatisfações dentro do PMDB, que promete cobrar caro a falta de apoio no pleito municipal.
Antes das eleições, firmou compromisso com as legendas governistas e agradou a todos. Mas diante da voracidade de petistas para fisgar um pedaço de sua imagem, Lula cedeu e deixou de lado aliados em diversos estados. Segundo a contabilidade do PT, Lula gravou cerca de 80 pedidos de votos para candidatos a prefeito.
“Vamos ter que discutir a atitude do presidente depois da eleição. Como é que o presidente fala que estamos num governo de coalizão e só grava para o PT? Quer dizer, coalizão só serve para votar projetos de governo, e não para ajudar os aliados”, queixou-se o deputado Leonardo Quintão, candidato do PMDB à prefeitura de Belo Horizonte. Na capital mineira, Lula não gravou depoimentos, mas sua imagem vem sendo usada na campanha de Márcio Lacerda (PSB).
O caso mais gritante ocorreu em Feira de Santana (BA). O deputado Sérgio Carneiro (PT) candidato da cidade, conseguiu colocar a mensagem de Lula no horário eleitoral gratuito. Um dos adversários do petista é o também deputado Colbert Martins (PMDB). A reação negativa fez o Palácio do Planalto rever sua posição. Reconhece que cometeu erros em pelo menos 10 municípios. Na segunda maior cidade da Bahia, Lula comprometeu-se a gravar uma mensagem de apoio também para Colbert Martins. Nos outros casos, o candidato governista recebeu um pedido formal de desculpas.
Para evitar mais problemas, o presidente disse que não vai se meter nas campanhas de Porto Alegre, Rio de Janeiro e Salvador. A capital baiana, onde o petista Walter Pinheiro ganhou fôlego contra o prefeito João Henrique (PMDB), foi um pedido do ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima.
O presidente do PMDB, deputado Michel Temer (SP), reconhece os problemas, mas tenta minimizá-los. “A figura do presidente ajuda muito, não tenha dúvida, mas houve um problema em relação à gravação de mensagens. A verdade é que todo mundo quer o apoio dele e acha que o presidente Lula pode ajudar na campanha”, disse Temer.
Problemas
Comentando a reação com um auxiliar, Lula disse o seguinte: “O que adianta gravar para um sujeito e arrumar problemas com um monte de outros?” Mas ele sabe que os problemas estão longe de ser resolvidos. O marqueteiro da campanha petista em Salvador, Fábio Lima, disse que a imagem de Lula é uma das cartas na manga. “Nós usaremos o presidente Lula no momento que for importante e oportuno”, disse Lima, evitando responder se Lula havia gravado mensagem pedindo voto para Walter Pinheiro. Esse momento poderia ser o segundo turno exatamente quando a estratégia do Palácio do Planalto será reavaliada. Em Porto Alegre, por exemplo, Lula cogita dar o apoio tanto para Maria do Rosário (PT) quanto para Manoela D’Ávila (PCdoB) numa eventual disputa com o prefeito José Fogaça (PMDB). Na avaliação do governo, o peemedebista é do rol oposicionista da legenda.
O presidente encarregou-se pessoalmente de escolher os candidatos que ajudaria. Os nomes foram compilados pelo chefe de gabinete Gilberto Carvalho e pelo ministro das Relações Institucionais, José Múcio Monteiro. Em um dos casos, Lula entrou pessoalmente nas negociações para evitar problemas. Gravou mensagem para o petista João da Costa, candidato à prefeitura do Recife, e conversou com o aliado Carlos Cadoca (PSC). O candidato do partido nanico autorizou o presidente, consciente de que a disputa na capital pernambucana está praticamente resolvida.
Quem não conseguiu uma lasca de Lula tentou achar um plano B. O Partido Progressista escalou o ministro das Cidades, Márcio Fortes, como cabo eleitoral. Nos municípios, ele pede voto em nome do governo do presidente Lula e fica tudo resolvido. Em outros casos, o Palácio do Planalto já identificou candidatos que usam imitadores de Lula para gravar mensagens pedindo voto no rádio.
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Pesquisas apontam os líderes em várias capitais
Pesquisas eleitorais
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Ibama multa propriedades rurais no sul do Pará em R$ 123 milhões
De acordo com informações divulgadas pelo Ibama, a região sempre teve grandes desmatamentos, e é onde se concentram as maiores áreas contínuas com esse tipo de irregularidade. De acordo com o coordenador da ação, Givanildo Lima, a derrubada |
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Coldplay e A-Ha se unem para ajudar tribos da Amazônia
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TRE permite apoio aos candidatos de usuários do Orkut
O relator destacou que, embora a legislação tenha procurado limitar a propaganda para evitar abusos, permitindo-a somente na página exclusiva de campanha do candidato, “a propaganda eleitoral só se configura como tal quando dirigida com generalidade e amplitude que extrapolem o simples âmbito dos relações pessoais, configurando ação organizada e voltada à obtenção de votos”, o que, em sua avaliação, não se aplica ao Orkut.
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A queda livre de Amazonino em Manaus
Pesquisa Ibope na capital do Amazonas mostra que o ex-governador recuou 11 pontos percentuais, mas ainda tem 47% das intenções
O ex-governador do Amazonas Amazonino Mendes (PTB) perdeu terreno na corrida pela Prefeitura de Manaus. O petebista despencou 11 pontos percentuais, mas permanece à frente das intenções de voto, com 47% da preferência do eleitorado. Em segundo e terceiro lugares aparecem Omar Aziz (PMN), que é vice-governador do estado, e o atual prefeito, Serafim Corrêa (PSB).
Divulgada ontem, a pesquisa traça um novo cenário das eleições amazonenses. Segundo os dados do mês passado, Amazonino liderava com folga — 58% das intenções de voto — e seus aliados projetavam vitória no primeiro turno. A coordenação de campanha do petebista trabalhava com a possibilidade de recuo, mas não na proporção apontada pela pesquisa.
É mais um problema para o ex-governador administrar. Desde o mês passado, tramita na Justiça Eleitoral uma tentativa de impugnar sua candidatura. Quem patrocina o pedido é Aziz, que acusa o acusa de não preencher a condição de elegibilidade por não ter pago, no prazo legal, multa de R$ 6 mil por propaganda irregular em 2006, quando concorreu ao governo do estado.
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Veja como foi a sessão solene em Homenagem à Nossa Senhora de Nazaré 2024, na Câmara dos Deputados
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Sei não! Acho que ele não combinou com os Russos O senador Paulo Paim (PT-RS) disse nesta quarta-feira (24) que o projeto de lei que ext...
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