A genuína traição

E aí companheiro. Curió mente?

O publicitário careca é conto de fadas?

O major te acusa de traidor. Vai ficar assim?

Tú não sabia de nada?

Pegaram na tua mão para assinar o papel?

Deputado mentiroso é o fim. Covarde é uma vergonha.

Curió ensaia abrir o bico sobre a Guerrilha do Araguaia

Num surto de consciência pesada, no que muitos duvidam. Sebastião Rodrigues de Moura, um mineiro de São Sebastião do Paraíso, resolveu abrir parcialmente o afiado bico.
Apesar de ter muito o que cantar. Desenrola um pouco a língua para a IstoÉ e enrola um ênredo que todos já sabemos, como jornalistas de viés investigativo da área.

Curió está tinindo como novo membro da Assembléia de Deus.

O pássaro foi batizado e recebido com louros e alpiste na Congregação.

A Assembléia, afinal, preconiza leis bíblicas do perdão.

Perfeito?

Não.

O perdão só terá valôr se aflorar do coração. O que parece não ser o caso de Curió, que bateu asas a avoou quando soube por seus caríssimos advogados, que o oficial de justiça da Comarca estava a sua procura para intimá-lo a responder sobre uma bronca de assassinato ocorrido em sua Chácara nas cercanias de Brasília.

O pássaro não jogou conversa fora. Matou um adolescente sem qualquer chance de defesa. Fora treinado pelo Estado para isso?

Com a palavra um outro pássaro que sentou praça no Pará que atende pelo nome de Passarinho. Avoado lá das bandas do Acre.

Coisas distantes das lendas românticas de pescadores embriagados de cachaça.

Há um assédio descarado de jornalistas para tentar granjear a confiança do pássaro. Todos da chamada grande imprensa.

Tenho conhecimento de propostas tão ou mais indecentes como a missão ao pássaro confiada. O que os iguala na lama.

Nossa imprensa vai de mal a pior. Mas, não tem nada não. Haverá uma oferta maior para a troca.

Este homem sabe onde estão os cadáveres do Araguaia

O militar que preparou o ataque final à Guerrilha do PCdoB rompe um silêncio de 35 anos, revela segredos do combate e indica o local de um suposto cemitério clandestino

Por ALAN RODRIGUES - Pará

Aos 73 anos, ele é vaidoso. Não sai de casa antes de fazer sessões de levantamento de peso, se lambuzar de fartas porções de protetor solar 60, mexer e remexer os cabelos tingidos de loiro. Ao chegar ao portão, ele empluma o corpo, despede-se da mulher, uma jovem de 26 anos, e do filho de cinco, dá meia dúzia de ordens, em tom de confidência, e sai para a caminhada com dois seguranças armados.


Sebastião Rodrigues de Moura é mineiro de São Sebastião do Paraíso, mas é popularmente conhecido como “Curió” – um pássaro brigador. Qualquer desinformado que cruze o caminho deste senhor de olhar triste e passos cadenciados pelas ruas da cidade que leva seu próprio nome, Curionópolis, e da qual ele é prefeito pelo terceiro mandato, não saberá jamais que este homem é uma espécie de lenda na Amazônia. Curió virou mito encarnado no codinome “Dr. Luchini”, o mais temido militar brasileiro que se embrenhou na selva amazônica no início dos anos 70 para pôr fim a um movimento de jovens idealistas que buscavam convencer colonos a transformar o País numa pátria socialista. Conhecida como Guerrilha do Araguaia (1972/1975), foi a maior ação militar do País depois da Segunda Guerra Mundial. O combate colocou de um lado quatro mil soldados das forças de segurança contra cerca de 70 insurgentes. Quase todos os guerrilheiros foram mortos – mas apenas um corpo foi encontrado até hoje. A batalha aconteceu às margens dos rios Araguaia e Tocantins, na fronteira dos Estados do Pará e Tocantins, e deixou um rastro de barbárie, sangue e terror.

REVELAÇÕES

“Eu não tenho o direito de levar para a sepultura os dados que tenho e que sei”

Curió virou mito para muitos, justamente porque foi ele e sua tropa que aniquilaram os guerrilheiros do Partido Comunista do Brasil (PCdoB) depois de duas derrotas vexatórias impostas a duas expedições militares em 1972. Ao final da Guerrilha do Araguaia, havia 59 guerrilheiros, dez posseiros e três militares mortos. Dezenas de pessoas foram torturadas. Como os militares protegem como segredo de Estado tudo o que se refere ao Araguaia, a história desse confronto segue repleta de perguntas sem respostas. Onde estão as ossadas dos guerrilheiros? Os corpos foram decapitados? Os cadáveres, incinerados? Eles estão em valas comuns? Um militar chegou a dizer que participou de uma Operação Limpeza, na qual os guerrilheiros mortos foram jogados, um a um, de helicóptero, pela imensidão da Floresta Amazônica. Essa informação é correta? O homem na fotografia ao lado tem as respostas. Curió era major do Centro de Inteligência do Exército (CIE) e foi o autor do mais completo dossiê de arapongagem sobre a guerrilha. Chamado de relatório 01 da Operação Sucuri, ele precedeu o combate que exterminou a guerrilha.

No domingo 10 de fevereiro, embalado por duas latas de Coca Zero, depois de traçar uma galinhada, Curió deu as primeiras pistas para perguntas que se transformaram em mistério. Após 35 anos, sua versão lança a oportunidade de esclarecer os destinos de mortos e desaparecidos da Guerrilha do Araguaia. Outros detalhes irão fazer parte de um documentário e um livro que sairão em breve (promessa, aliás, que já conta 20 anos). “Tenho 73 anos de idade cronológica, 45 de idade física e psicológica e 32 de idade mental”, disse ele à ISTOÉ. “Eu não tenho o direito de levar para a sepultura os dados que tenho e que eu sei.”

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Curió começa sua imersão no passado revelando que, com o cerco dos militares, os guerrilheiros foram empurrados para um recuo no Castanhal dos Ferreira. De lá, eles se dirigiram para a região da Palestina (ver mapa). Neste local, no Natal de 1973, iniciou-se a fase final do combate na qual as forças do governo mataram mais de 20 guerrilheiros antes do Réveillon. “O pessoal dos direitos humanos fica procurando corpos em Xambioá (base militar), mas muitos corpos estão enterrados na Palestina, que na época era uma vila com uma rua de terra”, revela. Contra essa declaração, existe o fato de que sua comprovação custaria caro. Daquela vila, a 286 quilômetros de Belém, nasceu uma cidade que hoje conta com 7.500 habitantes. E para revirar o solo seria preciso demolir casas e esburacar ruas.

O segredo contado por Curió, contudo, ganha força graças a uma revelação feita na semana passada à ISTOÉ pela ex-guerrilheira Criméia Almeida. Segundo ela, foi justamente nessa região que, em 2001, a comissão dos familiares dos mortos e desaparecidos políticos tentou investigar a existência do que seria o cemitério clandestino da Guerrilha do Araguaia. Mas não se conseguiu porque o grupo recebeu ameaças de morte. “Estivemos na região rural dessa cidade, onde moravam alguns guerrilheiros, mas não pudemos pesquisar porque, além de ser muito difícil o acesso, fomos ameaçados pelos moradores”, diz Criméia, uma das poucas sobreviventes e parente de um dos mortos. Há sete anos, a comissão não levou o caso ao Ministério Público por dois motivos: primeiro, foi à Palestina informalmente. Depois, não conseguiu nenhuma evidência – um caso que muda completamente a partir de agora com o depoimento de Curió à ISTOÉ. “O Estado tem de dar uma resposta a isso”, cobra a ex-guerrilheira.

Um fato surpreendente na história contada por Curió e que, de acordo com ele, causa urticária entre seus pares de farda é o reconhecimento que ele faz da bravura de alguns militantes. “Queria ter enterrado a guerrilheira Sônia com honras militares”, conta. “Ela foi a melhor combatente dos comunistas. Aliás, as mulheres eram muito melhores do que os homens”. Sônia era o codinome de Lúcia Maria de Souza, morta pela tropa de Curió com uma saraivada de balas espalhadas pelo corpo. Antes de tombar, Sônia – que estava ferida com um tiro na perna – manteve o seguinte diálogo, segundo revela agora Curió:

– Qual o seu nome?– Guerrilheira não tem nome, tem causa.

Logo em seguida, o corpo de Sônia foi metralhado e abandonado no Igapó do Taboão, como era conhecida a área. “Deixei o corpo dela para trás porque eu estava ferido, ela tinha me acertado com um tiro no braço e atingido o rosto do Lício (comandante da tropa). Tínhamos que buscar socorro”, lembra. Além do corpo de Sônia, que ele admite ter deixado para trás, Curió revela que muitos outros guerrilheiros tiveram seus corpos dilacerados pelos animais da selva. “Muitos dos combates aconteceram à noite. Quando chegávamos de manhã, alguns corpos estavam comidos, às vezes não tinham nem mais cabeça”, conta.

Curió revela que a traição de militantes foi fundamental para acabar com a guerrilha. Ele aponta o dedo para o ex-presidente do PT e deputado federal José Genoino (SP). “Ele traiu seus companheiros. Genoino foi preso como um mensageiro dos guerrilheiros e, sem ninguém encostar nele, contou tudo: quem era quem no comando, revelou sobre os três destacamentos de guerrilheiros (chamados de unidades de combate pelo PCdoB).” E mais: “abriu” os codinomes e as armas que usavam seus 20 companheiros e suas funções, deu detalhes do relacionamento da guerrilha com a população e entregou os depósitos de mantimentos construídos na mata. “Tudo está anotado numa folha de papel. Quero ver ele falar que a letra não é dele”, desafia. Procurado em quatro ocasiões por ISTOÉ, Genoino não respondeu aos recados e telefonemas. Segundo Curió, foram as informações dele que municiaram a Operação Sucuri, a fase do extermínio da guerrilha.

VAIDADE Aos 73, casado com Vera Aguiar, 26 anos

Ex-lutador de boxe, filho de barbeiro, Sebastião Curió resolveu vestir farda depois de assistir a um primo ser carregado como herói pelas ruas de sua cidade natal assim que chegou da Segunda Guerra, na qual serviu na Força Expedicionária Brasileira (FEB). Curió agora acredita que seus depoimentos mudarão a história do Araguaia. “Muitas pessoas ficarão surpresas com os documentos que apresentarei mostrando os erros que ocorreram dos dois lados, tanto do Exército quanto dos guerrilheiros”, antecipa. Ele pode não estar blefando. Ao afirmar que possui documentos reveladores sobre a guerrilha, Curió põe em xeque a versão oficial do Alto Comando das Forças Armadas que afirma que toda a papelada foi queimada e que não existe nenhum arquivo sobre o período. “Não duvido que ele tenha esses documentos. Muitos militares privatizaram essas informações”, acredita Nilmário Miranda, ex-secretário nacional dos Direitos Humanos.

Quando imerge nos erros da tropa, que perderam dois combates, Curió admite que os militares só conseguiram sucesso na terceira etapa da guerra, a Operação Sucuri, porque os guerrilheiros tinham um poder de fogo muito aquém do dos militares. Ele avalia que o erro estratégico dos inimigos foi acreditar na vitória no segundo recuo das tropas militares. “Eles conheciam a floresta e a tropa militar colecionava muitos erros, como movimentar 300 homens ao mesmo tempo, roupas inadequadas, combatentes não adestrados e falta de rádios de comunicação. Até homens da guarda palaciana, que nem sabiam o que era selva, estavam lá”, conta Curió. As revelações do ex-militar acontecem depois de a Justiça ter ordenado ao governo a abertura dos arquivos da guerrilha. Como até o momento o Ministério da Defesa insiste em ignorar o despacho legal, aos parentes dos desaparecidos da ditadura militar o depoimento de Curió parece ser a única esperança para se encontrar, finalmente, a verdade.
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O Estado do Pará, minha terra, é receptáculo de incríveis atrações.
No que poderia ser uma ação positiva. Prá lá voam pássaros de mal agouro de toda ordem, inclusive, de plumagem nativa.
Um Passarinho, outro Curió. E a Cotovia? Insiste em não cantar, só dança.
Pobre Pará. Um paraíso rico, punjante, que desperta fortes sensações.
Entregue na mão de caçadores(as) de pesadêlos.

De Juca para Juca







Mestre Juvêncio.
Falando de Juca para Juca, ouça um alento para a porfia do domingão.








A estrela solitária não está só. Só vai perder, entende?
Um alento: não chores por isso. Amanhã será outro dia. Hehehehe.

Nada que é humano dura para sempre

A pertubadora frase resume a mensagem de meu filme predileto.

Tony Scott é irmão do também diretor Ridley Scott (Blade Runner, lembram?), -- aposto minhas fichas como melhor filme (Gangster) para o Oscar desse ano.


Tony dirigiu The Hunger, aqui, no cartaz: Fome de Viver.


Susan Sarandon interpreta Sarah, uma mortal que se envolve em um triângulo amoroso com um casal de vampiros vividos por David Bowie e Catherine Deneuve. Os dois vivem a frenética e desesperada rotina de suas condições, sempre a procura de sangue novo para sobreviver.


O filme conta com um visual aterrorizante e uma trilha sonora que mistura Iggy Pop com Bach e Schubert.


Leitura videoclipesca do vampirismo, uma bela história de amor com fotografia primorosa e cenografia estilizada.


A cena de sexo entre Susan Sarandon e Catherine Deneuve é capaz de despertar zumbis e outros tipos de mortos-vivos. Dizem! Veja o filme e comprove.

E aqui temos Bach, novamente.

Nesta cena, lá pela metade do filme, o espectador já está totalmente perturbado e hipnotizado pelo enrêdo.

Tony dá uma trégua e relaxa o público, colocando Bowie para executar Bach.


O disfarce do vampiro é o de um professor de Cello. Amante de Deneuve -- uma deusa-vampira-egípcia imortal, o filme prosegue em edição de videoclipe -- sensacional.

O filme tem início com frames cortados sem pudor e leva o espectador à uma boate onde o Bauhaus executa Bela Lugosi's Dead

É apenas o início da caça pelo sangue da vida. O casal mira na ruiva que será a fonte da fome de viver do casal.

--Cena alucinante.

Tenho a versão completa de Bela Lugosi's Dead do Bauhaus comprado no Soho, em New York.

Interessados mandem mensagem para valmutran@gmail.com

O notável Bach

Gosto não se discute e o meu está consolidado. Johann Sebastian Bach é o maior de todos os tempos.

O conjunto da obra monumental de Bach (pronuncia-se Bár) é mais conhecido pelas composições para órgão, sentença que não passa de um grande engano de definição de seus detratores.

Músicos avançados prestam-lhe homenagens seguidas à medida que defrontam-se com a maestria por ele proposto na maneira de compor.

Bach virou, literalmente, de ponto à cabeça a lógica de composição de sua época ao estabelecer um sem número de caminhos e possibilidades para uma das mais intrincadas artes técnicas de execução musical: a fuga.

Ao dominar a fuga, demonstrando que o até então arremedo de improvisação podia e deveria ter uma lógica sonora, como depois ficou comprovado, Bach sobrepou-se aos contemporâneos postando-se anos-luz à frente. É moderno até hoje. Arrisco-me que o visionário sempre o será.

Se o leitor gosta de samba e reconhece na Bateria da Escola de Samba Padre Miguel a melhor de todas ao assombrar o mundo há sete anos atrás introduzindo uma virada rítmica caindo para o funk; não fique assustado, isso não é nada além do talento de mestre de Bateria que bebeu em Bach.

O genial contrapontista inspirado. Monstro sagrado que revolucionou o canto coral e desconstruiu o dogma que imperava no início dos anos 1700, em pleno início do século 18, reconstruindo os pilares da forma e método de compor, felizmente tem sua obra praticamente toda gravada.

Segue Bach...

Aqui os amigos (as) poderão ouvir uma aula de fuga (Suite No 3, BWV 1009 in C maior - VI Gigue, para Cello). Ouçam.


Mas o que comove nesse homem que perdeu a mãe aos 9 anos e o pai um ano depois, é a inarredável decisão pela música, que revelou-nos um espírito inspirado e transgressor da ordem de então.

O blog recomenda a audição, digamos, de um tira-gosto nesse sabadão: o (Prelúdio da Suite No 1, BWV 1007 in G maior, para Cello). Uma aula de contraponto.


Aos interessados, basta enviar um e-mail para valmutran@gmail.com que disponibilizarei aos amigos o divino CD "Bach J.S. - 3 suites for cello solo BWV 1007-1009", obra completa, de modo à iniciarmos um resgate à obra do gênio, simplesmente outrora e eternamente conhecido como: Bach.

Boa pauta

A Imprensa paraense tem uma boa pauta amanhã: Carlos Luppi, ministro do Trabalho e Emprego.

Vindo de Manaus, num périplo pela estrutura da Zona Franca. Luppi fez questão de ver in loco, as estruturas que oxigenam a economia do Amazonas e da locomotiva mineral Pará.

Sua presença em Belém, no entanto, atende convite do partido em nome do deputado federal Giovanni Queiroz, presidente da legenda no Pará.

Ministro confirma presença em seminário do PDT em Belém (PA)

"Trabalho e Trabalhismo" é o tema do seminário promovido amanhã, na sede da Câmara Municipal de Belém reunindo a cúpula regional do PDT.

O evento será prestigiado pelo ministro do Trabalho e Emprego Carlos Luppi, Secretário Geral do PDT, Manoel Dias, presidente Regional do PDT, deputado federal Giovanni Queiroz e lideranças trabalhistas de todo o Estado. Confira a programação:


PROGRAMAÇÃO DO SEMINÁRIO


Local: Câmara Municipal de Belém – Pará
Data: 23 de Fevereiro de 2007
Início: Ás 08h00min horas e encerramento ás 17h00
Tema: Trabalho e Trabalhismo
Realização: Direção Estadual do PDT – PA.
Coordenação Geral: Dep. Federal Giovanni Queiroz.
Convidados de Honra: Ministro do Trabalho e Emprego Carlos Luppi e Secretário Geral do PDT Manoel Dias

1. Às 08h00 – Credenciamento.

2. Às 09h00 – Abertura Oficial.

3. Às 09h30 – Composição da 1ª Mesa
Bloco de Esquerda na esfera estadual – participação dos presidentes estaduais dos partidos: PDT- PSB- PCdoB- PMN- PHS- PRB.

4. Às 10h30 – Composição da 2ª Mesa Oficial
Lideranças Nacionais e Estaduais participantes do Seminário Estadual.

5. Às 11h00 – Apresentação I - Grupo de Trabalho:
Subtema: “O trabalho como fonte de bens e riquezas”.

6. Às 11h40 – Apresentação II - Grupo de Trabalho:
Subtema: “A distribuição da renda nacional”.

7. Às 12h20 – Apresentação III - Grupo de Trabalho:
Subtema: “A desocupação, o desemprego e a qualificação
profissional”.

8. Às 13h00 – Intervalo para o almoço.

9. Às 14h00 – Apresentação VI - Grupo de Trabalho:
Subtema: “Os direitos inalienáveis dos trabalhadores”.

10. Às 14h40 – Apresentação V - Grupo de Trabalho:
Subtema:“As relações do PDT com os movimentos e as organizações de trabalhadores”.

11. Às 15h20 – Apresentação dos Pré-candidatos a Prefeitos:
Eleições Municipais de 2008.

12. Às 17h00 – Encerramento:
Apresentações de danças folclóricas e capoeiras.


Observação: Todos os temas serão apresentados por palestrantes integrantes de cada grupo respectivo, contando ainda a mesa com a participação de debatedores.

Vale inicia engenharia financeira para comprar Xstrata

A Vale aumentou para US$ 90 bilhões a oferta de compra da mineradora anglo-suíça Xstrata e fechou financiamento de cerca de US$ 50 bilhões com oito bancos para a operação, de acordo com a agência Reuters.

A primeira oferta informal, de US$ 76 bilhões, ou 40 libras por ação, foi rejeitada pelos acionistas da Xstrata.

Segundo uma fonte próxima da operação, a Vale aumentou em 17% a proposta, após a Glencore -maior acionista da Xstrata, com 35%- pedir até 48 libras por ação.

A Vale já teria fechado financiamento com Santander, HSBC, BNP Paribas, Lehman Brothers, Credit Suisse, Citigroup, Calyon e Royal Bank of Scotland. Sete deles entrariam com US$ 6,7 bilhões cada um, e um, com US$ 3 bilhões.

Eles estariam procurando crédito de mais US$ 2,5 bilhões.

Senador Tapioca e Zolhudo se estranham

Wilson Dias/Agência Senado













Dois senadores transformaram ontem o Plenário do Senado num ringue de lavadeiras *

As divergências entre governo e oposição levaram os senadores Gilvam Borges (PMDB-AP), conhecido como zolhudo e Mário Couto (PSDB-PA) -- o senador tapioca -- a trocar empurrões e ofensas ontem no plenário do Senado.

A senadora Kátia Abreu (DEM-TO) entrou no no meio dos dois para evitar a briga. "Olhei para os lados, não vi nenhum homem, fui eu", disse, ao avisar que sua atitude não foi excesso de coragem.

Couto não gostou de o colega peemedebista ter mandado a oposição se calar nas críticas ao governo por causa dos gastos com os cartões corporativos e foi tomar satisfação depois de usar a tribuna.

Com o dedo na cara de Gilvam, disse que a oposição não era irresponsável. Daí para frente, começaram as ofensas: "Vossa Excelência é um safado", acusou o tucano. "Seu vagabundo.

Amanhã a sua máscara vai cair e essa palhaçada vai acabar", respondeu Gilvam.

O senador Demóstenes Torres (DEM-GO) também ajudou a apartar a briga quando o clima esquentou e segurou Couto pela cintura.

"Pensa num homem com os olhos vermelhos vindo para cima do outro. Não pode, gente. Bater é quebra de decoro", disse Kátia Abreu.

O embate promete continuar hoje. "Ele tem que entender que ninguém pode calar a boca de ninguém", disse Couto. Gilvam promete novo discurso. "Ele não gosta de mim porque eu uso sandália. Ele está doente, desequilibrado. Amanhã [hoje] vou voltar à tribuna para dizer realmente quem ele é." Informa reportagem da Folha de S. Paulo de hoje.

Alguns senadores analisam se houve quebra de decoro parlamentar.

A baixaria não tem diferença alguma de briga de lavadeiras, * com todo o respeito às lavadeiras.

O governo e a síndrome do meia-sola

Ávido por notícias que desviem a atenção da população do escândalo dos cartões corporativos que bate a porta do gabinete do presidente, o governo ataca agora com o envio de uma proposta de reforma tributária.

Seria ótimo se o governo não fosse vítima da síndrome da meia-sola, a mania de fazer as coisas sempre pela metade e não raro, mal feito.

Fala-se em simplificação na cobrança de impostos, mas nada se fala sobre a redução da carga tributária.

Com uma das maiores cargas tributárias do mundo e com baixo índice de desenvolvimento, o Brasil insiste em penalizar a população com aumentos sistemáticos de impostos. O fim da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira) havia sido uma vitória para todos os brasileiros. Cientes do papel cumprido em relação a esse assunto, parte do Congresso Nacional foi pega de surpresa com o anúncio, no início do ano, do aumento do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) e da alíquota da CSLL (Contribuição Social sobre Lucro Líquido) paga pelas instituições financeiras.

STF suspende entulhos da Lei de Imprensa

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Carlos Ayres Britto concedeu liminar (decisão provisória) ao PDT, nesta quinta-feira (21), suspendendo a aplicação de boa parte da Lei 5.250/67 – a Lei de Imprensa. Com isso, processos judiciais e decisões com base em diversos trechos da lei ficam suspensos.

A decisão suspende, por exemplo, as penas de prisão para jornalistas por calúnia, injúria ou difamação. O Código Penal já prevê punição para estes delitos. Outro trecho suspenso é o que prevê censura para “espetáculos e diversões públicas”.

A liminar foi concedida pelo ministro Carlos Ayres Britto em resposta a uma ação do PDT e será válida até o julgamento final da ação, sem data prevista, pelo plenário do STF. “Imprensa e democracia, na vigente ordem constitucional brasileira, são irmãs siamesas. Em nosso país, a liberdade de expressão é a maior expressão da liberdade, porquanto o que quer que seja pode ser dito por quem quer que seja”, ressaltou o ministro.

Segue...

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