Seis homens assaltam frigorífico que comprava carne de Renan

Gazeta de Alagoas
Seis homens armados assaltaram o frigorífico Mafrial, aquele que fornace as notas fiscais pro senador enrolado. Funcionários do frigorífico, que fica em Satuba (região metropolitana de Maceió), disseram à polícia que um dos bandidos perguntou a outro sobre "os documentos do Renan" durante o assalto, segundo o blog do Josias de Sousa.

‘O funcionário foi bem claro. Eles [os assaltantes] perguntaram entre eles: ‘E os documentos do Renan?', contou o delegado Haroldo Gonçales, que investiga o crime.



Mais aqui>>


Pivô do Caso Renan vai ficar "peladinha"na Playboy

De boba a jornalista Mônica Veloso não tem nada. Veja a última dela. Você a chamaria de alpinista social ou ela é apenas uma mulher que se apaixona fácilmente?

‘Conseguiram convencê-la’, diz advogado de Mônica



A jornalista Mônica Veloso, que teve uma filha com o presidente do Senado, Renan Calheiros, decidiu posar nua. A informação é o advogado dela, Pedro Calmon, que confirma “estar negociando” com a revista “Playboy”. “Ela me autorizou a negociar questões de contrato com a revista”, disse.

Segundo ele, o ensaio não está totalmente confirmado. “Tem que saber quanto eles estão dispostos a pagar”, apontou. Calmon não dá mais detalhes. Não diz quando poderá ser o ensaio, nem como seria. “Estamos na estaca zero”.

No final de maio, também em entrevista ao G1, o advogado havia descartado qualquer possibilidade de que Mônica fizesse as fotos. “Não fui procurado, mas esse não é o perfil dela, ela não participaria. Isso (o convite) nem aconteceu e nem tem possibilidade de ela aceitar”, disse à época.

Agora, Calmon conta que “em um primeiro momento, ela [Mônica] não queria fazer [posar nua] de jeito nenhum”. Mônica Veloso é personagem do escândalo que atinge Renan Calheiros.

O parlamentar enfrenta processo no Conselho de Ética do Senado por denúncias de que o lobista Cláudio Gontijo, da construtora Mendes Júnior, teria pago as pensões à jornalista durante gravidez e após o nascimento do bebê.

No processo por quebra de decoro parlamentar, Renan tenta provar que o dinheiro era seu. Gontijo, segundo o presidente do Senado, seria apenas um intermediário.

(foto: Ailton de Freitas/Agência O Globo) Maria Angélica

O "peso da caneta" para manter CPMF

No discurso de posse de seu 2.o mandato, o presidente Lula garantiu que trabalharia para reduzir a carga fiscal. Não passou de palavras soltas ao vento e que o tempo logo esquece.

A ordem é prorrogar a CPMF a qualquer custo.

Lula abre temporada de nomeações nas estatais para prorrogar CPMF

Vera Rosa
O Estado de S. Paulo
2/8/2007

Presidente também busca apoio de aliados para renovar validade da Desvinculação das Receitas da União (DRU)

Pressionado por partidos da base aliada, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva abriu ontem a temporada de nomeações nas estatais do setor elétrico, entregando o comando de Furnas para o ex-prefeito do Rio Luiz Paulo Conde. Além do PMDB, que indicou Conde, parlamentares insatisfeitos do PR, PP e PTB ameaçam dificultar a vida do governo, autorizando a partilha da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) e da Desvinculação das Receitas da União (DRU) com Estados e municípios.

Por ordem de Lula, o ministro das Relações Institucionais, Walfrido dos Mares Guia, passou os últimos dias acertando cargos com líderes dos partidos. Até a próxima semana - quando o relatório sobre a emenda que estica a validade da CPMF e da DRU até 2011 será votado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara -, o governo promete fechar a composição do setor elétrico. A CPMF e a DRU são dois dispositivos constitucionais que vencem em dezembro e, para serem renovados, precisam passar pelo crivo do Congresso até 30 de setembro.

Depois de Furnas - alvo de investigações durante o escândalo do mensalão, em 2005 -, as estatais que mais aguçam o apetite do PMDB são Eletrobrás, Eletronorte e Eletrosul. Ainda são objeto do desejo de partidos aliados as diretorias da Petrobrás, a presidência da BR Distribuidora e o comando dos portos em todo o País.

Para conseguir a nomeação de Conde, o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), padrinho político do ex-prefeito do Rio, chegou a dar um ultimato ao Planalto. Relator da emenda que renova a CPMF e a DRU, Cunha autorizou, em seu parecer, a divisão do bolo arrecadado com Estados e municípios. Era tudo o que o governo não queria.

A arrecadação prevista para este ano, somente com a CPMF, é de R$ 36,2 bilhões. Assim como a DRU, mecanismo pelo qual o governo pode movimentar livremente 20% do dinheiro que entra em seu caixa, o 'imposto do cheque' é definido pelo Planalto como 'essencial' para sustentar a parte fiscal do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

COMPROMISSOS

Lula abrirá hoje a reunião do Conselho Político - composto por 11 partidos da base de sustentação governista - disposto a estancar de uma vez por todas o início de rebelião entre os aliados. 'Nós estamos assumindo os compromissos que assumimos', disse ontem o presidente. 'Confiamos que a base aprovará a prorrogação da CPMF e da DRU', afirmou Mares Guia.

A nomeação de Conde para Furnas acalmou o PMDB, mas, nos outros partidos, a choradeira e as ameaças persistem. 'Sabemos que compor o segundo escalão, com interesses tão diversos em jogo, não é tarefa muito fácil, mas já está mais do que na hora de os cargos saírem', disse o líder do PR, deputado Luciano Castro (RR).

Nas fileiras do PT, amigos do presidente torceram o nariz para a indicação do ex-prefeito, assim como já haviam reclamado da entrada do peemedebista Nelson Jobim no Ministério da Defesa. 'Lula me disse que eu já fui prefeito e tenho capacidade de gestão', comentou Conde. Questionado sobre críticas feitas por petistas, para quem o novo presidente de Furnas não entende do riscado elétrico, Conde procurou encerrar a polêmica. 'José Serra não era médico e foi um excelente ministro da Saúde', disse, em referência ao atual governador de São Paulo.

Mais pragmático, o deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP) enquadrou os companheiros. 'Se o PT quer uma aliança permanente com o PMDB, para garantir inclusive nosso projeto rumo à Presidência, em 2010, não pode ficar brigando assim', comentou. 'Muito pior do que a indicação de um ou outro nome é essa demora na montagem do segundo escalão.'

Para o líder do PP, Mário Negromonte (BA), o limite da paciência dos aliados vai até a votação da CPMF e da DRU. 'Os ponteiros estão sendo acertados, mas há uma linha divisória do gramado', observou.

Negromonte conversou ontem com Mares Guia, no Planalto. Saiu de lá convencido de que o PP manterá no cargo o diretor de Abastecimento da Petrobrás, Paulo Roberto da Costa, e levará uma diretoria na Anvisa, outra na Agência Nacional de Petróleo, três secretarias no Ministério das Cidades - que está nas mãos do PP - e o comando da Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU).

'Nós vamos abrir a caixa preta dos cargos, porque nessa coalizão todos são parceiros', afirmou José Múcio (PTB-PE), líder do governo na Câmara.

Na volta aos trabalhos Renan é a "estrela"

O PMDB está, há muito, sendo apelidado pelos corredores de partido dos incorrigíveis. Leia essa.

Frigorífico usado por Renan não poderia negociar gado

LEONARDO SOUZA
Folha de S. Paulo
2/8/2007

Autorização ostentada por empresa contraria última versão de defesa do senador

Mafrial admite que seu cadastro não permitia comprar e vender carne; advogado de senador diz que mostrará documentação

O frigorífico Mafrial não tem autorização para comprar e vender carne, o que contraria a última versão apresentada pelo senador Renan Calheiros (PMDB-AL) para explicar a venda de gado a empresas fantasmas. Ele disse que nunca negociou diretamente com as empresas de fachada Carnal Carnes e GF da Silva Costa, mas sim por meio do Mafrial.
Segundo os comprovantes de inscrição e situação cadastral do Mafrial na Receita Federal e na Secretaria Estadual de Fazenda de Alagoas, o frigorífico só está autorizado a abater, armazenar e entregar carnes, não negociar. O frigorífico não pode emitir nota fiscal de venda de carne, portanto não poderia comprar gado.
Em sua primeira defesa ao Conselho de Ética do Senado para rebater acusação de que teria contas pessoais pagas por um lobista da construtora Mendes Júnior, Renan entregou uma série de recibos que comprovariam a venda de gado para açougues e demais compradores de carne em Maceió. Em nenhum momento, naquela ocasião, falou em Mafrial.
Após reportagens mostrarem que muitos dos estabelecimentos indicados nos recibos operavam em situação precária ou nem existiam, o senador responsabilizou o frigorífico pelo uso de laranjas. "Se o matadouro tinha empresas fantasmas e pagava essa carne comprada com dinheiro de empresas fantasmas, isso é uma coisa muito grave, criminosa, que tem que ser investigada o mais rapidamente possível", disse Renan, em junho, à TV Globo.
O senador tem inscrição como produtor rural (24300220-3). Como ele afirmou que a transação de venda foi feita por meio do Mafrial, ele precisaria tentar emitir a nota fiscal de venda de gado para o frigorífico. Receberia a informação de que isso não seria possível, já que o Mafrial não tem autorização para negociar carne.
A dona do Mafrial, Zoraide Beltrão, poderia sugerir intermediar a venda para outros compradores, mas informalmente. Esse tipo de transação é comum em Alagoas. Mas o produtor que aceita esse mecanismo sabe que há uma triangulação no negócio. Ou seja, Renan ou seus funcionários saberiam desde o começo que a suposta venda de gado passava por uma transação ilegal.
Em sua defesa, o senador entregou ao Conselho de Ética uma relação de notas fiscais, outra de recibos e uma terceira de GTAs (guias de transporte animal) referentes à suposta venda de gado de suas fazendas. Tanto a de notas fiscais quanto os recibos estão nos nomes do que seriam os compradores finais da carne, incluindo as empresas precárias e as fantasmas.
Mas as GTAs informam como destino dos animais o Mafrial e outro abatedouro do Estado, o Mafrips. Isto é, o senador aceitou entregar e negociar o gado por meio do Mafrial, mas receber cheques e emitir notas ficais para terceiros. Em muitos casos, como comprovou perícia da Polícia Federal, as pessoas que assinam os cheques não têm quaisquer vínculos formais com as empresas envolvidas na transação.
Zoraide Beltrão, que também é produtora rural, chegou a afirmar que comprou gado de Renan. Mas afirmou que tanto a Carnal quanto GF estavam sem operar havia muito tempo.
Em nome do frigorífico, João Beltrão, sobrinho de Zoraide, confirmou que o Mafrial não tem autorização para negociar carne, mas não quis falar sobre a versão de Renan. Eduardo Ferrão, advogado do presidente do Senado, se comprometeu a apresentar hoje à reportagem toda a documentação e as explicações necessárias para comprovar a venda de gado informada por Renan.

Enquanto isso...

...

Famílias de pilotos evitam sair e ver notícias

Fabiane Leite
O Estado de S. Paulo
2/8/2007

Mulher de Stephanini e mãe de Kleyber esperam informações oficiais

Maria Helena, a mulher do co-piloto Henrique Stephanini Di Sacco, do vôo 3054 da TAM, não quer mais assistir TV, ouvir rádio ou ler jornais depois que ganhou destaque o noticiário sobre possível falha humana como causa do acidente.

"Conclusões sobre o caso têm sido apresentadas apressadamente, antes do fim das investigações. Só confiamos nas informações passadas por conhecidos da família", disse ela. "E acrescento que até que, no meu entender, receba informações oficiais, ainda não pensamos em nenhuma providência sobre a divulgação de falha humana, pois a família no momento só está à espera da identificação do pai e do marido que nos faz tanta falta", informou ao ser questionada se a família tomaria providências contra as acusações contra o piloto.

Maria Helena, que é conhecida como Milena, responde rápido quando lhe perguntam sobre as possíveis causas do acidente. "Só posso falar dos 30 anos que passamos juntos."

Já a mãe do outro piloto do vôo, Kleyber Lima, que, segundo a TAM, comandava a aeronave, não anda mais nas ruas e evita conversar sobre o caso. "A gente recebe com espanto (as notícias). Conhecia bem meu tio, ele tinha mais de 20 anos de experiência. É muito difícil alguém fazer aquilo, você esquecer um manete de aceleração para frente, acho que nem um piloto começando faria isso", afirmou o sobrinho de Kleyber, Sheldon Lima, de 19 anos, que tem permanecido na casa da avó. "A mãe dele está muito traumatizada, triste em vê-lo acusado por grandes veículos de comunicação. Ela já tem idade. Costumava caminhar, fazer tricô. Não caminha mais. Ainda não conseguiu se recuperar. Ela sofre muito, até porque ele era a vida dela e ela, a dele", continuou Sheldon. As duas famílias informaram que têm recebido assistência da TAM desde a data do acidente.

FRASES

Maria Helena
Mulher do piloto Henrique Stephanini Di Sacco

"Ainda não pensamos em nenhuma providência sobre a divulgação de falha humana, pois a família no momento só está à espera da identificação
do pai e do marido que nos faz tanta falta"

"Só posso falar dos 30 anos que passamos juntos"


Não conclusivo

Computador entendeu que avião arremeteria

Luciana Nunes Leal
O Estado de S. Paulo
2/8/2007

Essa foi a razão, segundo o chefe do Cenipa, pela qual o comandante não conseguiu parar Airbus: "Não freie. Não abra os spoilers porque ele vai voar"

O brigadeiro Jorge Kersul Filho, chefe do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), disse ontem aos deputados, na sessão secreta da CPI do Apagão, por que o piloto do Airbus da TAM tentou frear manualmente o avião e não conseguiu. "Quando o motor direito estava recebendo a informação de que a aeronave estava em climb (procedimento de subida), o que o computador mandou para todos os sistemas? Não freie porque isso aqui vai voar. E não abra os spoilers porque ele vai voar."

Kersul detalhou a operação e avaliou: "O piloto deve ter tentado manter o avião na pista, usando todos os mecanismos que estavam à disposição dele. Então, quando o motor começou a embalar, foi ficando mais difícil manter o avião na pista. O avião começou a se deslocar para a esquerda porque esse motor direito estava empurrando o avião." Ele contou aos deputados que em vários acidentes com as mesmas características, em que o avião sai da pista, a investigação revelou falha humana. Mas voltou a lembrar que há possibilidade de pane no computador.

Segundo o brigadeiro, o quadrante dos manetes foi recolhido dos escombros e mostrava um manete na posição climb e outro na posição idle (ponto morto). Embora tenha ressalvado que o impacto pode ter alterado a posição do manete direito, Kersul mostrou que o quadrante reforça a informação contida na caixa-preta de dados. "Está no computador qual é a posição do manete (...) Temos uma segunda comprovação. Achamos o quadrante do manete. O manete está realmente fora da posição, lembrando que, com o impacto naquela velocidade, tudo pode acontecer."

Na sua análise, os pilotos não perceberam que, inicialmente, havia um comando para frear e outro para acelerar. Kersul acredita que, se eles tivessem percebido, as informações técnicas dos últimos procedimentos mostrariam uma tentativa de reduzir o manete direito, para o ponto morto, o que não ocorreu. Não ficou claro, no entanto, por que os pilotos não perceberam o manete na posição incorreta.

NOS PADRÕES

Durante a sessão, de cerca de três horas, Kersul projetou na parede os gráficos da caixa-preta de dados. Ele disse aos deputados que os problemas começaram mesmo do pouso em diante e que, na hora em que a aeronave tocou o solo, estava em velocidade dentro dos padrões e tocou um ponto da pista "já próximo do limite máximo, mas dentro dos limites". Nesses aspectos, de posição na pista e velocidade na hora do pouso, segundo o brigadeiro, "não houve problema algum". A separação na posição dos manetes é que teria dado origem à tragédia.

No início da sessão, Kersul informou aos deputados que não é piloto de Airbus e, portanto, tem conhecimentos restritos. "Não sou piloto desse avião, infelizmente. É uma máquina muito boa. Não sou capaz de entrar em detalhes, de influir na investigação. Não tenho vergonha de confessar minha ignorância."


Estado vai estudar região de Carajás

O Ministério do Meio Ambiente já assegurou ao Maranhão R$ 2,5 milhões para a realização de estudos na área do Distrito Florestal Sustentável de Carajás (DFS), região que abriga o pólo siderúrgico do estado, localizado ao longo da Estrada de Ferro Carajás (EFC). A liberação dos recursos é aguardada ainda este ano para o início dos estudos. O governo estadual deve entrar com contrapartida de 10% a 20%. Os estudos dos DFS – um complexo geoeconômico e social estabelecendo que sejam priorizadas políticas públicas para estimular o desenvolvimento – estão previstos para serem concluídos dentro de dois anos. Os estudos sobre o DFS são apenas uma das etapas a serem cumpridas para a conclusão do Zoneamento Ecológico e Econômico (ZEE). A elaboração do ZEE do Maranhão foi iniciada em 2000.


Fonte: Gazeta Mercantil, 27.07.2007

Juniti demite Carcavallo




Foi para a rua o responsável pelo atraso que fomos vítima no dia 21/07

Pane derruba chefe do Cindacta 4


Para Juniti Saito, coronel Carcavallo não teve pulso para resolver o problema


BRASÍLIA. A pane elétrica que deixou às escuras o Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle do Tráfego Aéreo de Manaus (Cindacta-4), obrigando aviões que faziam vôos internacionais a retornar ao ponto de origem, na madrugada do último dia 21, derrubou o chefe do Cindacta 4, coronel Eduardo Antônio Carcavallo Filho. Sua demissão foi publicada ontem no Diário Oficial. Ele será substituído pelo coronel Carlos Eurico Peclat dos Santos.

A saída de Carcavallo, cuja promoção a brigadeiro era dada como certa, foi decidida na última sexta-feira pelo comandante da Aeronáutica, Juniti Saito, e terá reflexos negativos na carreira do coronel. Para Saito, Carcavallo não teve pulso firme para evitar o problema, que é alvo de sindicância. Sem descartar a possibilidade de sabotagem, a Aeronáutica já concluiu que a pane foi causada por erros elementares na manutenção das instalações elétricas.

O Cindacta 4 é responsável pelos vôos que entram e saem do país com destino aos Estados Unidos e à América Central, além do tráfego nacional sobre a Amazônia.

Desde a colisão do Boeing da Gol com o jato Legacy, que matou 154 pessoas em 29 de setembro do ano passado, Carcavallo é o terceiro chefe de Cindacta a perder o cargo. O primeiro foi o coronel Lúcio Rivera, chefe do Cindacta 1, em Brasília, no fim de 2006. O mesmo ocorreu com o substituto de Rivera, o coronel Carlos Vuyk de Aquino.

FAB pode nomear só brigadeiros para Cindactas

A Força Aérea Brasileira (FAB) estuda nomear brigadeiros e não mais coronéis para a chefia dos Cindactas 1 e 4, dada a importância dos dois centros no controle do tráfego aéreo do país.

A pane elétrica em Manaus ocorreu às 23h15 no horário da capital amazonense. O fornecimento de energia ficou interrompido até a 1h32m, mas o controle aéreo por radar só foi retomado às 2h30 (horário de Manaus). Nesse período, os controladores tiveram de operar em situação de emergência, via rádio, valendo-se de informações sobre a velocidade dos aviões e dos ventos para calcular a posição de cada aeronave.

Comissão executiva fecha programação do I Simpósio Amazônia e Desenvolvimento Nacional

A Comissão Executiva encarregada da organização do I Simpósio Amazônia e Desenvolvimento Nacional fechou hoje toda a programação do evento que acontecerá entre os dias 19 e 23 de novembro na Câmara dos Deputados, em Brasília. Confira:

Programação:

19/11/2007

Exposições de trabalhos artísticos durante todo o dia com as amostras dos nove estados que integram a Amazônia Brasileira: Amapá, Acre, Amazonas, Tocantins, Mato Grosso, Rondônia, Roraima, Pará e Maranhão.

20/11/2007

9h – Comissão Geral ou Sessão Solene "AMAZÔNIA E DESENVOLVIMENTO NACIONAL "

16h. Ato solene de abertura da semana: "AMAZÔNIA E DESENVOLVIMENTO NACIONAL "

Homenagem as personalidades da Região

21/11

9h– Mesas de Debates

Mesa 1 : PLANO AMAZÔNIA SUSTENTÁVEL

Debatedores: Ministro da Integração Nacional, Geddel Quadros Vieira Lima e a Ministra do Meio Ambiente, Marina Silva

Mesa 2 : ORDENAMENTO TERRITORIAL

Debatedores: Ministra do Meio Ambiente, Marina Silva e o Ministro do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel

14h – Mesa 3 : INFRA- ESTRUTURA

Debatedores: Ministro dos Transportes, Alfredo Pereira do Nascimento e representante da Eletronorte.

22/11

9h- Mesa 5: Inovação e Produção Sustentável

Debatedores: Ministro dos Transportes, Sérgio Machado Rezende, representantes da Embrapa e Suframa.

Mesa 6: Financiamento

Debatedores: representantes da Suframa, Ada, Basa e BNDES


16h- Mesa 7: Inclusão Social ( será subdividida em duas temáticas)

Infra-estrutura social

Debatedores: Ministro da Saúde, José Gomes Temporão e Ministro da Educação, Fernando Haddad

Diversidade Cultural

Debatedores: Comunidades extrativistas, Ministro do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel e Conselho Nacional de Seringueiros.

Encerramento

Exposições de trabalhos artísticos durante todo o dia com as amostras dos nove estados que integram a Amazônia Brasileira: Amapá, Acre, Amazonas, Tocantins, Mato Grosso, Rondônia, Roraima, Pará e Maranhão.

Durante a reunião também foi decido que os representantes das Bancadas e a presidente da Comissão da Amazônia, Integração Nacional e de desenvolvimento Regional, Deputada Vanessa Grazziotin ( PC do B/AM) se reunirá com os governadores dos nove estados para pedir apoio ao evento. Posteriormente serão realizados debates preparatórios para o Simpósio em cada estado.

Diovana Miziara
Assessoria de Comunicação da CAINDR

A defesa dos editores do Máfia Verde

Livro 'Máfia Verde' incomoda Establishment anglo-americano

Julho 30,2007 por Nilder Costa


image

27/jul/07 (AER) – O influente jornal New York Times publicou hoje um instigante artigo cujo título é auto-revelador: 'Na Amazônia: conservação ou colonialismo?'. De autoria do seu correspondente para a América Latina, Larry Rohter, o artigo começa respondendo que, a depender o 'ponto de vista', o suporte financeiro do WWF a uma reserva natural no Rio Negro pode ser tanto uma louvável tentativa para conservar a floresta Amazônica quanto a ponta de lança de um execrável complô de grupos ambientalistas para retirar o controle brasileiro da maior floresta tropical do mundo e substituí-lo por outro internacional. [1]

'Contudo', diz Rohter, 'esse esforço [do WWF na Amazônia] levantou as suspeitas de poderosos grupos empresariais e políticos no Brasil que desejam integrar a Amazônia à economia do País por meio de represas, projetos de mineração, rodovias, portos, exploração madeireira e exportações agrícolas'.

E explica que suspeitas são essas:

"Isso é uma nova forma de colonialismo, uma conspiração aberta na qual interesses econômicos e financeiros atuam através de organizações não-governamentais", disse Lorenzo Carrasco, editor e co-autor do [livro] 'Máfia Verde', um polêmico texto anti-ambientalismo de ampla circulação. "É evidente que esses interesses querem bloquear o desenvolvimento do Brasil e da região Amazônica por meio da criação e controle dessas reservas, que estão cheias de minérios e outros valiosos recursos naturais".

A seguir, Rohter menciona vários documentos e citações de personalidades exacerbando a cobiça internacional pela Amazônia que circulam livremente pela Internet, como o conhecido (e falso) mapa escolar americano mostrando a região como 'reserva internacional' e descrevendo os brasileiros como 'macacos' incapazes de cuidar da floresta. De forma sutil, o articulista tenta induzir o leitor que o 'Máfia Verde' se inclui entre tais documentos 'exacerbados' ou toscamente falsificados objetivando, com isso, desqualificá-lo.

Sem entrar no mérito das argumentações de Rohter, o importante aqui é recordar que o New York Times funciona, amiúde, como um 'conduto informal' do Departamento de Estado dos EUA e que o artigo constitui uma espécie de 'controle de danos' causados pelo memorando Usaid planeja a ocupação da Amazônia, onde Carrasco expõe as motivações geopolíticas do já famoso programa ''Iniciativa para Conservação da Bacia Amazônica' (ABCI, na sigla em inglês).

Em outras palavras, é um sinal que a influência do 'Máfia Verde' e análises correlatas, como o citado memorando, está atrapalhando certos desígnios estratégicos do Establishment anglo-americano para o Brasil em geral e para a Amazônia em particular.

Notas:
[1] In the Amazon: conservation or colonialism?, New York Times, 27/07/07


Notícias ligadas ao asunto

» New York Times quer o governo Lula mais 'afinado' com agenda ambientalista
Links por nilder adicionado em Nov 21,2003
» Reação dos EUA pós-Cancún inclui ataque do New York Times a projetos na Amazônia
Links por nilder adicionado em Sep 22,2003
» A 'máfia verde' investe contra o Cerrado-Amazônia
Links por editor adicionado em Nov 14,2003
» 'Máfia Verde' preocupa aparato ambientalista
Links por nilder adicionado em May 01,2007
» 'Carta ianomâmi' é usada novamente contra o Brasil
Links por nilder adicionado em Oct 02,2002

Na Amazônia: Conservação ou Colonialismo?



Por Larry ROHTER

Publicado em: 27 de julho de 2007

A Reserva de Natureza de Anavilhanas no Rio Negro, uma das áreas de conservação na Região da Amazônia Protegeram programa de Áreas no Brasil.
























Lalo de Almeida for The New York Times

Some people in Brazil believe the World Wildlife Fund's financial support of a nature reserve in the world's largest rain forest is part of a plot by foreign environmental groups to wrest control from Brazil and replace it with international rule.


ESTAÇÃO de ANAVILHANAS ECOLÓGICO, Brasil — Depende do ponto de vista, o suporte financeiro do Capital da Vida selvagem Mundial de uma reserva de natureza aqui no Rio Negro é ou separar uma tentativa louvável para conservar da selva da Amazônia — ou a extremidade principal de um enredo abominável em curso patrocinada por grupos ambientais estrangeiros para arrancar o controle da maior floresta tropical do mundo do Brasil que a substitui da regra internacional (minha nota: ferindo a soberania nacional brasileira).
















Uma criança observou uma visita recente de Matthew Perl, o coordenador de WWF Amazônia, que está trabalhando com a possibilidade de investimentos de $390 milhões de capital para a região.

Em 2003, depois de assinar um acordo com o WWF e o Banco Mundial , o governo brasileiro criou na Região da Amazônia áreas de Proteção Permanente. Desde então, mais que um placar de parques nacionais e reservas cobrindo uma área maior que Nova Iorque, Nova Jersey e Connecticut juntas foram trazidos naquela rede e fornecida com uma infusão de novos capitais.

O objetivo do programa é para instalar "um sistema de caroço para ancorar bio-proteção de diversidade para a Amazônia," diz Matthew Perl, o coordenador do WWF na Amazônia, durante uma visita em junho na área, um arquipélago escassamente povoado à 400 kms noroeste das ilhas de Manaus. "É parte de uma estratégia para ganahar tempo, com o objetico de proteger a área até certos padrões de gerenciamento e recursos da área alagada para monitoração e execução."

Mas aquele esforço despertou as suspeitas de empresários poderosos e grupos políticos no Brasil que querem integrar a Amazônia na economia de país por represas, criando projetos, estradas, portos, logging e exportações agrícolas.

"Isto é uma nova forma de colonialismo, uma conspiração aberta em que interesses econômicos e financeiros agem por organizações não-governamentais," disse Lorenzo Carrasco, editor e co-autor de "A Máfia Verde," uma publicação de extensa e polêmica circulação anti-ecologista. "É evidente que estes interesses querem bloquear o desenvolvimento do Brasil e a região da Amazônia criando e controlando estas reservas, que estão cheias de minerais e outros recursos naturais valiosos."

Tais visões estão extensamente seguras no Brasil, atravessando-o. Em uma pesquisa de 2000 pessoas em 143 cidades conduzidas pessoalmente em 2005 pela organização nas prinicipais cidades mais votadas do país, segundo o Ibope, 75% disse que a riqueza natural do Brasil podia provocar uma invasão estrangeira, e quase três entre cinco desconfiavam das atividades de grupos ambientais.

Premiada a batalha para a opinião pública brasileira é crucial para qualquer esforço global para preservar o ambiente e, por extensão, a mudança de clima nesse meio termo. O Brasil é o quarto maior produtor do mundo dos gases de estufa principalmente; mais de três-quartos daquelas emissões resultam de desmatamento, a maior parte de que acontece aqui na Amazônia (minha nota: a matéria omite que o fenômeno das queimadas no Brasil é dois meses no ano).

Mas a noção que estrangeiros desejam de uma Amazônia maior tem sido difundida no Brasil, alimentada em parte por ansiedade sobre o controle tênue do governo central da região. Aquelas preocupações foram exacerbadas em anos recentes pela Internet, que se tornou uma casa para documentos e declarações fabricadas para convencer brasileiros que sua soberania está em risco.

O exemplo mais notório é um mapa extensamente reproduzido supostamente usado em um livro americano de ensino médio de geografia nas escolas americanas. Predominante com misspellings e erros de sintaxe comum do tipo de locutores de idiomas de romance como oportuguês, mostra à Amazônia como uma "reserva internacional," e descreve brasileiros como "travessos" e incapazes de administrar a floresta tropical.

Outros documentos espúrios dizem que ambos os Presidente Bush e Al Gore falaram em 2000 , durante a campanha presidencial, como favoráreis em arrancar a Amazônia do Brasil. Em outro lugar, os documentos citam um General apócrifo Americano, que leva uma agência que o Pentágono diz que não existe, como dizendo que, "No evento o Brasil decide usar a Amazônia de um modo que põe o ambiente dos Estados Unidos em risco, nós devemos estar prontos para interromper aquele processo imediatamente."

Desde que começou a guerra do Iraque, acusações de projetos militares americanos na Amazônia estão freqüentemente invocadas para denegrir ecologistas e suas reclamações sobre a política do governo local. Em audições no ano passado em uma represa proposta para o Rio de Madeira, proponentes distribuíram uma exibição de mapa do que eles disseram que eram dos americanos "adiante-locais de operações" na região visada para bloquear o desenvolvimento do Brasil, inclusive que o exército estacionou tropas e aliados na Bolívia e na Venezuela, dois países não exatamente em condições amigáveis com a administração de Bush.

Alguns do materiais em circulação foi localizado como sendo de grupos nacionalistas direitistas simpatizantes com a ditadura militar que governadou o Brasil de 1964 até 1985. Mas em uma instância incomum de antigos adversários concordando, organizações de extrema— até na Festa dos Trabalhadores — também foi endossada a noção de um enredo estrangeiro para ocupar a Amazônia, como teria até alguns segmentos de encargos aduaneiros ativos do exército.

"Tudo indica que os problemas ambientais e indígenas são meramente pretextos," disse um relatório de inteligência militar brasileira recente, que era feita disponível para The New York Times por uma brasileira que recebeu uma cópia e que estava preocupada nas visões nele expressas. "O NGO o principal é ser, em realidade, pedaços no grande jogo em que a hegemoniedade de poderes estão comprometidos para manter e aumentar sua dominação. Certamente, eles servem como cobrem para aqueles serviços secretos."

Em realidade, Sr. Perl, o coordenador de WWF, disse, que sua organização apenas espera para criar um pára-choque em torno da natureza e que a reserva é para a criação de uma maior "Coligação política de Conservação de Rio Negro." Ele disse que a idéia era para proteger a reserva existente ajudando a existência de reservas indígenas, parques do estado e reservas de natureza ao longo dos bancos do rio para que se operare mais eficazmente.

Em 2012, Sr. Perl disse, que sua organização e seus companheiros esperam trazer uma área maior que Califórnia no sistema. Um capital administrado por uma fundação brasileira que visa levantar $390 milhões e incluir doações do governo alemão e outros que tem sido criados.

Em meados dos anos de 1990, parte da área cercando o arquipélago já estava declarado de fato como um parque do estado. Mas pouco era feito para fazer que o decreto funcionasse efetivamente, e desde então, a terra do governo federal-reformou a agência povoou com 700 famílias de camponeses aqui e a Marinha brasileira, militares do Exército e polícia instalaram na selva centros de treinamento na área protegida.

"Existe camada sobre camada de reivindicações, planejamento, planos, e então isto se tornou uma área de conflito," disse Thiago Mota Cardoso, que monitora o parque para o Instituto para Pesquisa Ecológica, um dos companheiros regionais do WWF. "É irônico que esta terra pertença ao governo federal, e ainda assim o governo não faz nada."

Veja como foi a sessão solene em Homenagem à Nossa Senhora de Nazaré 2024, na Câmara dos Deputados

  Veja como foi a sessão solene em Homenagem à Nossa Senhora de Nazaré 2024, na Câmara dos Deputados A imagem peregrina da padroeira dos par...