General solta o verbo

Fabio Rossi/Ag. O Globo















O general-de-exército Augusto Heleno Pereira é um dos poucos comandantes brasileiros com experiência em combate. Foi o primeiro chefe da missão de paz da ONU no Haiti. Já ocupou alguns dos postos mais altos da burocracia do Exército. Hoje, é o comandante militar da Amazônia. Na semana passada, o general Heleno usou todo o seu prestígio para atacar a política indigenista do governo Lula. Durante uma palestra no Clube Militar, no Rio de Janeiro, declarou que a demarcação de reservas indígenas na fronteira do país ameaça a soberania nacional. E foi além. O comandante da Amazônia chamou a atual política indigenista de "lamentável" e "caótica", por impedir não-índios de entrar em reservas e por abandonar as comunidades indígenas à miséria depois da demarcação. As críticas, claro, repercutiram mal, e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva exigiu que o militar fosse disciplinado. Há poucas chances de que isso ocorra e nenhuma de que surta efeito.

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O general Heleno fala com liberdade porque está no topo da carreira, não depende mais de promoções e pode vestir o pijama quando quiser. Em momentos como esse, é comum que os militares soltem a língua. Em 1995, o general Murillo Tavares da Silva malhou um projeto de indenização das vítimas do regime militar. Dois anos antes, seu colega Benedito Leonel invocou a "cólera das legiões" para exigir reajuste nos soldos. Eles, como Heleno, falaram respaldados por seus companheiros de caserna. As Forças Armadas estão justificadamente insatisfeitas com a política da União de entregar territórios vastos e contínuos aos índios, como no caso da reserva Raposa Serra do Sol, em Roraima. Prova disso é que, dois dias depois do discurso de Heleno, outro general, Luiz Schroeder Lessa, publicou um artigo no qual classifica a criação de reservas na fronteira da Amazônia como "um dos maiores atentados à soberania brasileira com o apoio ostensivo do presidente Lula e a omissão criminosa de seu governo". Do ponto de vista militar, a avaliação é correta.

Relax em Caldas Novas

Este blogger encontra-se desde o último sábado, 19, na aprazível cidade turística de Caldas Novas (GO).
Posteriormente publico as fotos.

Que venha...

... a educação do bloco que sustenta o atual governo. E o sul do Pará é exemplo de ação.

Um grande encontro

Na abertura do IV Congresso Nacional do PDT, partidos co-irmãos da legenda agitaram a militância ao reiterar dois pontos fundamentais: A Educação e a Ética no fazer a Política.

Os dois compromissos políticos foram apresentados para uma audiência ávida à posicionar-se.

As teses apresentadas no congresso, resgatam o compromisso do PDT com o país.

De certa forma, os postulados que defendem a redução da jornada de trabalho; benefícios ainda não examinados no Congresso Nacional comprometidos com o bem-estar do trabalhador. compõem, ao mesmo tempo, espectativas e a efetiva ação valorizativa do trabalhor.

Comitiva do Pará é uma das mais expressivas

Aproximadamente 60 dirigentes do PDT do Pará participarão do IV Congresso Nacional do PDT.
A Comitiva paraense têm representantes de todas as regiões do Estado.
Confira a programação da legenda no post abaixo.

Começa daqui a pouco o IV Congresso Nacional do PDT

Programação do IV Congresso do PDT


O IV Congresso Nacional do PDT não será mais no Centro de Convenções Ulisses Guimarães em Brasília e sim no Complexo Turístico Bay Park, às margens do Lago Paranoá, segundo contrato firmado pela direção nacional. A estrutura do Bay Park vai trazer facilidades para os militantes, já que a hospedagem e a alimentação estarão concentradas no local do evento.


Outra novidade é que as teses já estão disponíveis para leitura na página ww.4congresso.com.br - no espaço Fórum. Essas decisões foram tomadas durante reunião da Comissão de Sistematização, a responsável por fazer um resumo de cada tese e apresentar - em tópicos - as propostas encaminhadas para discussão. Uma síntese elaborada pela sistematização será entregue aos delegados. Quem quiser ler as teses na íntegra deveacessar o site www.4congresso.com.br.


A Comissão de Organização também divulgou, via boletim pela Internet, a programação oficial do evento – que pode sofrer ainda modificações. O 4º Congresso Nacional do PDT está marcado para os dias 18, 19 e 20 de abril próximos em Brasília. São Aguardados cerca de mil militantes do PDT procedentes de todos os estados da federação.


Nesta terça-feira (8/4), em Brasília, na sede nacional do PDT - houve uma grande reunião
presidida pelo Secretário Nacional do PDT, Manoel Dias, para repassar todos os preparativos do evento - na semana que vem. As seções estaduais do PDT serão responsáveis pelo deslocamento dos delegados para Brasília e o Diretório Nacional cuidará da hospedagem e alimentação dos congressistas, em Brasília. São aguardados cerca de mil participantes procedentes de todo o país.


PROGAMAÇÃO DO IV CONGRESSO NACIONAL DO PDT

DIA 18 DE ABRIL
10:00 HORAS - ABERTURADO CREDENCIAMENTO
19:00 HORAS – CERIMÔNIADE ABERTURA DO 4º CONGRESSO NACIONAL
21:00 HORAS – ENCERRAMENTO 1º DIA

DIA 19 DE ABRIL
08:30 HORAS - ABERTURADOS GRUPOS DE DEBATES – GD’s SIMULTÂNEOS
1. Soberania e defesa do interesse nacional
2. Trabalho e Trabalhismo
3. Ordem econômica e desenvolvimento
4. Reorganização do Estado Brasileiro
5. Educação
6. Meio ambiente
7. Seguridade Social
8. Questão agrária e questão urbana
9. Cultura – esporte – lazer
10. Segurança Pública e defesa do cidadão
11. Organização partidária e os Movimentos Sociais
12. Democratização dos meios de comunicação e informação
12:00 HORAS - ALMOÇO
14:00 HORAS – REABERTURA DOS GRUPOS DE DEBATES – GD’s SIMULTÂNEOS
18:00 HORAS – ENCERRAMENTO

DIA 20 DE ABRIL
08:30 HORAS – PLENÁRIA FINAL - APRESENTAÇÃO DOS RELATÓRIOS
12:00 HORAS – ALMOÇO
14:00 HORAS – REABERTURA DA PLENÁRIA FINAL – VOTAÇÕES DOS RELATÓRIOS
17:00 HORAS – CERIMÔNIA DE ENCERRAMENTO DO 4º CONGRESSO NACIONAL

Local: Bay Park Resort Hotel
Endereço: SHTNorte, Trecho 02, Conjunto 02 – Brasília – DF
* A PROGRAMAÇÃO ESTARÁ SUJEITA A ALTERAÇÕES
Mais informações acesse o site: http://www.4congresso.com.br

Segurança no Pará: Um haupak desgovernado ladeira abaixo


O Deputado Federal Giovanni Queiroz (PDT-PA) expôs de maneira objetiva na Tribuna da Câmara dos Deputados a preocupação que hoje afeta o setor produtivo paraense. Responsabilizou o governo do Estado do Pará pelo momento crítico no que diz respeito ao direito de propriedade. "Lamentavelmente, esse direito garantido na Constituição lá está sendo desrespeitado por conivência, por omissão, por alienação daqueles que são responsáveis por manter a ordem no Estado" , disse do alto da Tribuna da Câmara dos Deputados nesta tarde.

Em entrevista à veículos da Imprensa, Queiroz ressaltou que não quer acreditar que a Segurança Pública do Estado não seja capaz de se antecipar à onda de desordem e desafio ao Estado de Direito.

O parlamentar ressaltou que enquanto o Movimento dos Sem Terra, que hoje também faz uma manifestação pacífica em Brasília, lá (no Pará) se apresenta de forma atrevida, invadindo propriedades, depredando-as. No dia de hoje, por exemplo, interrompeu a ferrovia da Vale do Rio Doce, que não tem nada a ver com esse movimento.

Leia a íntegra do discurso do deputado aqui...>>
Notícia no Portal Uol informa que nesta manhã, integrantes do Movimento dos Trabalhadores em Mineração (MTM) ocuparam um trem da Vale carregado de minérios, na Estrada de Ferro Carajás, que pertence à empresa. A ferrovia já foi liberada. A mineradora informou que havia sido o MST, que negou a autoria da ação, apesar de apoiar o movimento.

Segundo nota divulgada pelo MST, um funcionário da mineradora admitiu que a Vale orientou seus maquinistas a passarem por cima dos manifestantes, o que teria resultado em 22 pessoas feridas quando uma locomotiva passou por cima de troncos de árvores no local do protesto. Ainda de acordo com a nota, cerca de 500 soldados da Polícia Militar do Pará ameaçam invadir o acampamento do MTM na região.

Em solidariedade ao MTM e contra a "criminação dos movimentos sociais promovida pela Vale", os sem-terra ocuparam a sede da Vale em Belém.

Nota do blog: A Segurança Institucional no Pará é um haupak desgovernado ladeira abaixo. Ainda não se sabe qual o número de mortos e feridos.

Comandante Militar da Amazônia critica política indígena






















Há tempos este espaço critica a inadiável necessidade de se abrir um debate nacional sobre as diretrizes governamentais que prevalecem atualmente sobre a geopolítica da Amazônia.

O comandante militar da Amazônia, general Augusto Heleno Ribeiro Pereira, criticou ontem a política indígena brasileira e afirmou que a ausência do estado na Amazônia é hoje uma das maiores ameaças internas da região. Durante o seminário “Brasil, ameaças a sua soberania”, realizado no Clube Militar, no Centro do Rio, o general afirmou que a Amazônia é hoje a hipótese mais viável de atuação do Exército num conflito armado.

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Documentário
















A produção do documentário é do amigo deste blogger cineasta Ronaldo Duque.

Kaiapós reivindicam melhorias no atendimento à saúde















Uma comitiva de 30 índios da Nação Kaiapó, todos vindos do Pará, foi recebida hoje em audiência pelo presidente da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), Danilo Forte, no auditório do órgão, em Brasília, essa tarde. Na pauta do encontro, os indígenas levantaram questões como a compra de carros, medicamentos e fiscalização maior sobre a ONG responsável pela Casa de Saúde Indígena (Casai) da área, a ONG Associação Beneficiente Monte Kaiapó (Abemoka).

Em resposta às indagações dos indígenas, Danilo lembrou que a parceria entre Funasa e a comunidade é de grande importância para o bom funcionamento do órgão no atendimento à saúde dos índios. “Estamos em comum acordo com vários pontos apresentados aqui. Vamos analisar os casos pedidos aqui juntos, para depois tomarmos uma decisão que possa ajudar todos”, disse o presidente, que fez questão de lembrar, antes de deixar a reunião, a importância dos índios na fiscalização dos serviços. “O maior fiscal da saúde indígena são vocês. Toda vez que recebemos denúncias procuramos tomar providências. O Brasil é muito grande para estarmos em todos os cantos ao mesmo tempo. Por isso peço a colaboração dos índios na hora de fiscalizar. Estamos sempre de portas abertas para ouvi-los”, concluiu.

Os kaiapós se queixaram que faltam medicamentos nas aldeias e que apenas uma Toyota velha está disponível para fazer o transportes dos índio doentes nas aldeias numa área maior que vários estados brasileiros.

Em ofício à Funasa, o deputado federal Giovanni Queiroz (PDT-PA) hipotecou apoio às reinvindicações de melhor atenção à saúde indígena, solicitando que na próxima reunião do Fórum Permanente de Presidentes dos Conselhos de Saúde Indígena (Condisi) os pedidos sejam priorizados.
Segundo o último censo, 21 mil kaipós habitam em 34 aldeias do Sul do Pará.

Adiado debate sobre denúncia contra grupo armado em RO

A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural adiou para o dia 24 o debate que seria realizado nesta quarta-feira (16) sobre as denúncias publicadas em março pela revista IstoÉ de que existem áreas em Rondônia sob o domínio da Liga dos Camponeses Pobres. De acordo com a reportagem, a liga seria um grupo armado com 20 acampamentos em Rondônia, em Minas Gerais e no Pará.

O debate foi remarcado porque os deputados que compõem a comissão têm compromissos com a 11ª edição da Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, que está acontecendo entre os dias 15 e 17 de abril.

A audiência foi requerida pelo deputado federal Giovanni Queiroz (PDT-PA) que quer investigações aprofundadas sobre as ligações desse grupo com os que atuam no Sul do Pará promovendo invasões de terras e destruição de propriedades.

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