Manifesto contra o autoritarismo
MANIFESTO
Primeiro de maio de 2007. Escolhemos o Dia do Trabalhador para denunciar ao povo do Pará uma história de assédio moral e desrespeito aos profissionais da Coordenadoria de Comunicação Social (CCS) do Governo do Estado. Tão logo a nova direção assumiu a CCS, no dia 11 de abril, teve inicio uma política com comportamentos dignos de um regime ditatorial que incluíam ameaças veladas e que deram ao ambiente de trabalho um clima de terror. Nos primeiros dias da gestão da nova coordenação, os novos assessores se encarregaram de propagar que todos seriam demitidos. “Nove dias passados, enfim teve a primeira reunião com os profissionais lotados na CCS. Durante o encontro, os profissionais foram informados que todos que quisessem participar do ‘Novo Projeto de Comunicação’ do governo Ana Júlia Carepa deveriam enviar novamente seus currículos, desconsiderando o processo de seleção anterior balizado no caráter técnico e no perfil dos profissionais que queriam contribuir também com a construção de uma Comunicação voltada para os interesses sociais. Além de reconhecida experiência no mercado de trabalho, a maioria dos profissionais da CCS também tem respeitada história em movimentos políticos e sociais.“Mas esses fatos foram ignorados e foi levada adiante uma administração, baseada em atos de perseguição política. Desde esta reunião, até o momento, 21 trabalhadores já foram informados de sua exoneração, dos quais 13 são jornalistas. Também há promessas de novas exonerações até junho próximo. E ainda mais grave, a nova coordenação tem propagado que as demissões na CCS se davam por critérios técnicos e profissionais, maculando a imagem de pessoas que sempre ajudaram a construir a história do PT. Brincou com a honra e a dignidade de trabalhadores.“A sociedade precisa saber que a mudança no comando da Coordenadoria de Comunicação Social do governo do Pará está longe de ser mais um ato administrativo. As provas falam por si. Enquanto trabalhadores eram qualificados de falta de 'perfil técnico', a nova equipe da CCS causou prejuízo aos cofres públicos ao editar uma revista sobre os 113 dias do governo Ana Júlia Carepa cheia de erros jurídicos e técnicos.“A humilhação que os exonerados passaram não será apagada da memória. Neste Dia do Trabalhador fica o registro para que a história julgue os fatos. Esse registro é de indignação contra um comportamento que passa por cima de princípios que sempre nortearam o discurso que conduziu o Partido dos Trabalhadores à presidência da República e ao governo do Pará.“A condução da política de Comunicação no Estado, para ser democrática, participativa e popular, deve primar pelo respeito ao trabalhador e à sociedade.
Coletivo de Trabalhadores da Área de Comunicação Filiados e/ou Simpatizantes do PT
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Ninguém dá conta...
Blig do Tão
Deu na coluna do Carlos Brickmann, no 'Diário do Grande ABC':
" Não estranhe o barulho das operações Hurricane e Têmis Não estranhe o alto nível social de alguns acusados de corrupção. Os números do jogo são espantosamente grandes: sempre há o suficiente para comprar gente importante, daquela que não se vende por qualquer ninharia, mas não desprezaria um bom preço.
Só no centro expandido de São Paulo (entre as avenidas marginais) há, segundo boas estimativas, uns 200 mil caça-níqueis, entre botequins e bingos.
Gente que acompanha o assunto calcula a propina média de R$ 200,00 semanais por máquina. Se estes números forem precisos, teremos, apenas na capital de São Paulo, R$ 400 milhões semanais de propina.
Mas imaginemos que os números estejam grosseiramente superestimados.
Calculemos um desconto de 80%. Serão aí R$ 80 milhões por semana, ou algo entre R$ 320 e R$ 400 milhões por mês.
É por isso, caro leitor, que é tão difícil legalizar o jogo neste país.
É muita gente envolvida, é muito dinheiro, é muita oportunidade de corrupção. Tudo isto que hoje se escoa na ladroeira poderia ser transformado em impostos; toda essa bandalheira de máquinas que só recebem e nunca pagam poderia ser bem regulamentada, com a definição de porcentagens destinadas aos ganhadores. Dá para fazer?
Dá: em Nevada, EUA, que já foi o paraíso da Máfia, hoje só pode operar no jogo quem não tiver jamais cometido qualquer ilegalidade.
Em tempo: este colunista não gosta de jogo. Não joga baralho, não joga na Mega-Sena. Também não gosta de calor, mas o calor continua existindo."
Pitaco do blogueiro: nós não somos tão radicais, às vezes topamos um pokerzinho
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Marina Silva em audiência pública
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Folha de S. Paulo de luto
Cesar Maia
Ficam dívidas que nenhum de nós vai poder pagar. Dívida pela terceira revolução de nossa mídia impressa. Dívida pela defesa da liberdade sem adjetivos. Dívida com a garantia de todos os espaços para o exercício da pluralidade -ideológica e intelectual. E a tristeza dos que tiveram a oportunidade de conviver tantas vezes com ele.
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Praga nacional
Leiam como está a "praga" no cenário nacional.
| QUADRILHAS REGIONAIS |
| Lúcio Vaz |
| Correio Braziliense |
| 30/4/2007 |
Auditoria do TCU revela que grupos locais se organizam em municípios para fraudar contratos e desviar recursos repassados por ministérios, quase sempre para atender a emendas de parlamentares ao Orçamento Os convênios foram assinados com 10 ministérios — Saúde, Educação, Cidades, Agricultura, Integração Nacional, Desenvolvimento Agrário, Esporte, Turismo, Cultura e Justiça — num custo total de R$ 15,3 milhões. Dinheiro investido em unidades móveis e equipamentos de saúde, casas populares, quadras esportivas, barragens, recuperação de estradas vicinais, pavimentação de ruas, perfuração de poços, capacitação de professores. Foram apontadas irregularidades em mais da metade dos 21 municípios, muitas delas graves. O relatório dos auditores ressaltou a descoberta de fraudes de licitações mediante conluio de empresas, utilização de firmas fantasmas, uso de notas fiscais frias e “calçadas” (com valor diferente na primeira via), falsos boletins de medições para justificar pagamentos indevidos, superfaturamento e a identificação de teias de relações de empresas que fraudam licitações em diversos municípios do mesmo estado. “As constatações ultrapassam os limites de simples irregularidades administrativas e constituem autênticos crimes contra a administração pública”, diz o relatório. As falhas ocorrem desde a fase de celebração dos convênios. A falta de planejamento e de estudos de viabilidade provocam a existência de obras que não servem às comunidades, segundo relatam os auditores. Inaugura-se a obra, mas ela não funciona. São escolas sem professores; postos de saúde sem remédios nem médicos; máquinas, equipamentos e aparelhos que não funcionam por falta de manutenção ou de pessoal qualificado para operação; estradas e pontes que ligam nada a lugar nenhum; esgoto sanitário onde não há banheiros; barragens onde não existem rios. Emendas A falta de análises detalhadas do custo do objeto proposto pode causar tanto o superfaturamento — que possibilita a ocorrência de fraudes e desvio de recursos — quanto o subfaturamento — que implica inexecução, execução parcial do objeto ou utilização dos recursos em finalidade diversa —, situações que causam prejuízo ao erário e à população. Falhas do governo O relatório do ministro Benjamin Zymler, feito com base no trabalho dos auditores e aprovado pelo plenário do TCU no dia 18 deste mês, manifesta “desapontamento” e “indignação” com o quadro apurado: “O resultado dos trabalhos aponta falhas estruturais que maculam todo o processo de transferência, carreando recursos para órgãos e entidades cujas necessidades mostram-se questionáveis. Falhas, fraudes e desvios comprometem a programação e orientação dos parcos recursos federais destinados às ações de saúde, educação, infra-estrutura. A gestão desses recursos revelou-se um nicho profícuo para perpetração de inúmeras irregularidades”. Ele diz que os atuais mecanismos oficiais de fiscalização não são eficazes para alterar o quadro de irregularidades e defende a implementação e difusão de mecanismos de controle social. O tribunal também apontou falhas na fiscalização da execução dos convênios. Mesmo quando realizada, a fiscalização busca, quase que exclusivamente, a aferição de aspectos legais e de execução financeiras, em detrimento da avaliação da utilidade e do alcance dos objetivos sociais da transferência voluntária. Assim, a avaliação da construção do posto de saúde sobrepõe-se ao fato de não haver médicos para atendimento; a construção da escola é mais importante do que o fato de não haver professores; a aquisição do ônibus é mais relevante do que o fato de o veículo não trafegar por falta de peças. |
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Elegível ou inelegível?
Será?
Tutti Qui - O Liberal
Grande parte dos tucanos da terra acha que só há um nome no partido para disputar a prefeitura de Belém: Simão Jatene. Por isso, o ex-governador está sendo pressionado a aceitar sua indicação. Ocorre que o nome de Jatene é o único que pode aglutinar todos os partidos que sobraram da União pelo Pará. Com sua candidatura, ele perde o poder de negociação.
Outras variantes jogam na especulação da nota.
Simples razão: transitando e não julgado.
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Relações perigosas
Minhas fontes na capital paraoara dão conta que há intensa movimentação de bastidores para abafar o quanto for possível o desdobramento desse caso: a mais bem acabada relação delinqüente entre interesses pessoais, jogo de poder político e agiotagem desbragada.
Em tempo. O deputado estadual Alessandro Novelino foi expulso do palanque na última campanha eleitoral no Pará, pelo então candidato ao terceiro mandato executivo paraense, o ex-governador Almir Gabriel (PSDB) ao ouvir de corpo presente o apoio proferido pelo aliado à candidatura a deputado federal do radialista Wladimir Costa (PMDB). Logo após a derrota de Almir para a candidata petista Ana Júlia Carepa, Novelino transferiu-se de mala e cuia as hostes do PMDB.
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Feira
- Fica cada vez mais evidente o distanciamento de avaliação do certo ou do errado, talvez motivado pelo feitiço que acomete a empatia política da militância envolvida. Esse fenômeno que cega e que acaba, de uma maneira ou outra, pagando tanta simpatia. Ou, no marabanês claro: gosto do político (a) fulano (a) por isso ou por aquilo!!! Ele me deu isso ou aquilo. É a velha história cheia de teia de aranha: alguém disposto a dar a esmola para miseráveis que gostariam por sobrevivência de recebê-la.
É como sair todo dia mais cedo para comprar um pão quentinho na padaria e furar a fila. Porque afinal tenho que cumprir, meu Deus, a principal lei deste país: a Lei do Gerson.
O fato é que na avaliação de político(a)s com longo curso ouvidos por esse blog aqui no setor. As duas matérias publicadas por Veja tiveram um efeito devastador nas duas reputações envolvidas e ponto.
Não sou ombsdmen de ninguém. Muito pelo contrário. Afinal do lado do primeiro esmerilhou-se o poder econômico da santidade da falta de precisão de informação e acompanhamento político isento dos fatos emanado como a cantinela de Goebbels e seu postulado da reptetição da mentira suportado pelo aparato concediso pelo governo e seu modêlo nojento de exploração de veículos de comunicação social à espença e mando dos servidores de el Rei da hora. Poupe-me. Poupe-nos.
Já no caso da segunda personagem, concordo apenas numa coisa após apenas ouvir sem abrir ou dá um pio sobre o que escutei de meus interlocutores: A incopetência de comunicação por inação efetiva do governo é e está patente.
Ficou claríssimo a falta de senso de oportunidade no ato seguinte à redução do imposto de consumidores de energia de baixa renda. Esse sim, em minha opinião, o mais relevante e abrangente ato de governo de mudança nesses quase 120 dias de gestão. Diga-se, um ato corajoso de mudança. Ao incluir econômica, social e políticamente alinhado com as promessas de palanque que permitiram o sucesso nas urnas.
- E, por outro lado, mas no mesmo sentido, Veja escalou um repórter ruim e que não merece nem citação de tão abestado que é, por desconhecimento do terreno onde trançou pernas ao requentar fatos sabidamente irrelevantes sob o ponto de vista prático.
-Fica apenas uma relevante ressalva: A governadora vai ou não acatar a recomendação do promotor e mandar prá casa o seus parentes?
-Um de seus principais ex-assessores, o prefeito Darci Lermen, do município de Paraupebas, mandou todos os deles (parentes e aderentes) para casa, muito antes do prazo estipulado pelo fiscal da lei, para casa. O prazo. Só para o leitor tomar ciência foi de 60 dias sob pena de investigação e conseqüênte abertura de procedimento judicial para ceifar o desvio ético.
-Parabéns Darci. É a prova que o aluno pode superar a mestra.
A merda, portanto, é matéria rica para todo e qualquer jornalismo investigativo pois, e por mais que cheire muito mal, está muito distante desse tipo de olfato praticado pelo rapaz que assinou a matéria de Veja.
A merda tá muito mais perto, porém, muito mais distante do que a semanal ou daqueles que a contrataram numa suposta cortina de fumaça - se foi assim que deu a suposta armação - como querem fazer crer os gregos. Pois, na avaliação dos troianos, para atingir o honestíssimo campeão de votos do Pará e sua mais nova associada no metier político, o que se tem mesmo a fazer é apenas e tão somente esperar.
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Irmãos de deputado paraense estão desaparecidos
| Plantão ORM | |
| Polícia segue buscas por irmãos desaparecidos 26/04/2007 - 22h10m | |
Seguem as buscas pelos dois irmãos do deputado estadual Alessandro Novelino, que estão desaparecidos desde a noite de quarta-feira (25). Várias equipes da Polícia Civil e da DRCO (Divisão de Repressão do Crime Organizado) estão nas matas da localidade de Murinim, em Benfica. Atualizada as 6h35 O carro dos Novelino foi encontrado totalmente depenado na Chácara de um radialista - que foi preso em flagrante - nas cercanias de Belém. Os irmão do deputado estadual Alessandro Novelino (PMDB) continuam desaparecidos. |
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Como adulto
Aprovada redução da maioridade penal
Ag. Senado
A CCJ aprovou a redução da maioridade penal para 16 anos, nos casos de crimes graves, quando comprovado que o menor tinha consciência do ato ilícito praticado.
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Convite para Exposição
Vila Buarque terá mostra de imagens no dia 5 de maio
Vila Buarque, bairro da capital paulista, será palco de uma mostra internacional de fotografia. O evento Noite do Ano, que faz parte de um dos mais tradicionais festivais de fotografia do mundo, o "Rencontres Internationales de la Photographie d´Arles", sai pela primeira vez da França e vem ao Brasil para participar da Virada Cultural 2007.
Como aconteceu em suas duas edições anteriores, a 3ª Virada Cultural de São Paulo concentrará uma grande parte de suas atrações na região central da cidade.
Na Vila Buarque, um dos eventos a serem realizados será a Noite do Ano, atividade que faz parte do tradicional festival de fotografia Reencontres Internationales de la Photographie, realizado na cidade de Arles, na França, e que estréia nesta ocasião no Brasil.
Onze telões serão distribuídos pelas imediações da Vila Buarque, nos quais serão projetados pequenos filmes com 40 minutos de duração que expõem centenas de fotografias de agências internacionais, como Reuters e AFP, além de editoriais de moda produzidos por revistas, acervos de galerias de arte e de instituições brasileiras. A idéia é possibilitar ao público um passeio noturno ao ar livre pela região, orientando-os através de um mapa que mostrará a programação do evento.
A mostra, composta por 10 filmes brasileiros e 28 europeus, está sendo promovida por Alain Arnaudet, que criou o evento em 2005 na França, junto com o SESC Consolação e o Consulado Geral da França, e conta ainda com a parceria de diversas instituições instaladas na Vila Buarque, como a Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP), que pela primeira vez participa da Virada Cultural paulista.
Além de receber um dos telões da mostra em sua unidade localizada na Rua General Jardim, 522 - no seu tradicional Casarão - a FESPSP preparou também para a 3ª Virada Cultural uma programação própria, que vai das 18h00 do dia 05 até o mesmo horário do dia seguinte, e contará com apresentações de teatro, coral, shows de música, sarau de poesia, projeção de filmes, dentre outras ações.
Informações sobre a participação da FESPSP na Virada Cultural e na Noite do Ano podem ser obtidas nos telefones 11-3123 7800 (ramais 834 e 810) ou 11-3872 4057 (ramal 249).
Programações:
FESPSP na Virada Cultural
(Local: Rua General Jardim, 522 - Vila Buarque)
Sábado, 5 de maio
18:00 - Espetáculo do Projeto FESPSP de Teatro (Direção: Celso Solha)
19:00 - Atividades do Centro Acadêmico Florestan Fernandes
19:30 - Início da projeção de filmes da mostra 'Noite do Ano'
Domingo, 6 de maio
00:00 - Soul, Jazz e Hip-Hop underground com o DJ S1W
03:00 - Apresentações (dança, música e afins)
10:00 - Sarau de Poesia com o projeto Leiturativa
13:00 - Projeção do Cineclube Darcy Ribeiro
14:00 - Monólogo "Insanus S/A" de Toni D´Agostinho
16:00 - Leitura dramática da "Mandrágora" de Maquiavel (Teatro do Espelho)
17:30 - Apresentação do Coral FESPSP
Noite do Ano 2007
(Data: 05/04/2006 / Horário: entre 19h30 e 03h00)
TELA DE PROJEÇÃO 1
Local: Fundação Escola de Sociologia e Política (Rua General Jardim, 522)
Folha de São Paulo (Brasil)
La Provence (França)
Agence VU' (França)VU' à Paris / Denis Darzacq, Gilles Favier, JH Engström, Michael Ackerman, Claudine Doury, Philip Blenkinsop, Anders Petersen, Rip Hopkins, Lars Tunbjörk
La Combustion des rêves / Olivier Pin-Fat Ya ba
Liberté, égalité, fraternité / Alain Bizos
TELA DE PROJEÇÃO 2
Local: Biblioteca Municipal Monteiro Lobato / Praça Rotary (Rua General Jardim, 485)
· Contrasto (Itália)
Portraits in Prisons / Luigi Gariglio
Paths of Faith / Tommaso Bonaventura
Trans-Siberian Window / Theo Volpatti
· Magnum Photos (França)
Requiem in Samba / Alex Majoli
Hôtel Afrique / Stuart Franklin
Coming Soon / Trent Parke
In the Open Sea / Jim Goldberg
Eye (Itália)
TELA DE PROJEÇÃO 3
Local: Praça Rotary
· Libération (França)
Paris / Rip Hopkins
Idole / Turkmenistan Sylvie Françoise
Rumeur / Laurent Troudé
Double / Cannes 2006 Olivier Roller
Rock / Montelimar Thomas Mailaender
· Cosmos (França)
Haute Mer, Hautes Terres / Thierry Secretan
Les Oubliés / Bruno Stevens
Entre ciel et mer / Agnès Dherbeys
Africaine / Pascal Maitre
· Reuters (Inglaterra)
Nouveau Siècle
Revista Veja (Brasil)
TELA DE PROJEÇÃO 4
Local: Praça Rotary
· TRIP (Brasil)
Felicidade
· Revista FS (Brasil)
3 anos
· Masterclass World Press Photo 2005 (Holanda)
Alfredo d'Amato, Rena Effendi, Daniel Silva Yoshisato, Oded Balilty, Mauricio Lima, Philippe Dudouit, Lorena Ros, Samantha Appleton, Anna Kari, Ashley Gilbertson, Lana Slesic, Alberto Giuliani
· Festival Of Light
Bratislava, Slovakia - Le Mois de la photo
Montréal, Québec - Le Mois de la photo
Houston, Texas - Le Mois de la photo
· Sipa press (França)
Corée du Nord: Pays Secret / Frederic Stevens
Nouvelle-Orléans: désolation et résurrection / Charlie Varley
Moyen-Orient: croyances exacerbées / Alfred, Ayad, Tawil, Assaf, Assal
France: CPE ne passera pas
TELA DE PROJEÇÃO 5
Local: Praça Rotary
Pinacoteca do Estado[Brasil] Adenor Gondim / Itayle Ogun - Uma miragem - Quando o ferro encontra a água
AFP - Agence France-Presse[França] 100 photos de football
La Nature dans tous ses états
Elle [França] Magazine Elle 2005-2006
· Festival de LianGzhou (China)
Lü Hou Min, Cui You Wen, Jiang Jian, Miao Jiaxin, Zhuang Xueben, Tan Weishan, Wei Lai, Ma Liang, Zeng Han, Yan Shi, Wu Jialin, Christopher Taylor
TELA DE PROJEÇÃO 6
Local: Rua Dr. Vilanova (entre as ruas Maria Antônia e Major Sertório)
· Agência Estado[Brasil]
· 20 minutes[França]
Route nationale 7 / Temps Machine, Cédric Martigny, Patrice Normand
Jeunes à la campagne / Collectif Lieu-dit, Tomas Caplain
Cité internationale universitaire de Paris - A Day in a Life. / Temps Machine, Yannick Labrousse
· Senac - SP [Brasil]
Alunos do Curso de Bacharelado em Fotografia / Curadoria João Kulcsár
· WIP [França] Étudiants de l'École Nationale Supérieure de la Photographie d'Arles
TELA DE PROJEÇÃO 7
Local: Rua Dr. Vilanova (entre as ruas Maria Antônia e Major Sertório)
· Tendance Floue [França]
La Cicatrice / Patrick Tournebouf
FTM - MTF / Flore-Aël Surun
Entre 2 mondes / Denis Bourges
Temps d'images / Arte & Tendance Floue
· CIA de Foto [Brasil]
911
TELA DE PROJEÇÃO 8
Local: Rua Dr. Vilanova (entre as ruas Maria Antônia e Major Sertório)
· Galeria Vermelho [Brasil]
Cris Bierrenbach
· FNAC Brasil [Brasil]
João Wainer / Marginália
· Ostkreuz [Alemanha]
Neueinstellung photographers / Linn Schrôder, Harald Hauswald, Wolfgang Bellwinkel, Sibylle Bergemann, Werner Mahler, Annette Hausschild, Michael Trippel, Thomas Meyer, Ute Mahler, Julian Röder
TELA DE PROJEÇÃO 9
Local: Rua Dr. Vilanova (entre as ruas Maria Antônia e Major Sertório)
· New York Times [Estados Unidos]
Commissioned in 2005-2006
· Grazia Neri [Itália]
Throught the Window / Giorgio Barrera
Melting Point /Jeff Jacobson
The Ground Beneath Your Feet / Lorenzo Castore
Magic Life, quelque part au Proche-Orient, part III / Olivier Thébaud
Anfield / Liverpool Nathalie Dessermes
Radiance / Hisashi Muramaya
Milan-Istanbul / Filippo Romano
· Tangophoto
Magic Life, quelque part au Proche-Orient, part III / Olivier Thébaud
Anfield / Liverpool Nathalie Dessermes
Radiance / Hisashi Muramaya
Milan-Istanbul / Filippo Romano
TELA DE PROJEÇÃO 10
Local: Centro Universitário Mariantônia - Rua Maria Antônia, 294
· Le Monde 2 [França]
2005-2006, Images choisies
Voyage à travers
· Kuma Eyes [Japão]
Sparkle Plant / Satoshi Tsukada
Cîmes / Mika Takagi
Misery ou le syndrôme du poignet tailladé / Natsumi Onuma
Tokyo Metropolis / Kensuke Ishikawa
Souvenirs, désillusions et images latentes / Eri Kakiama
TELA DE PROJEÇÃO 11
Local: Centro Universitário Mariantônia - Rua Maria Antônia, 294
· Géo [França]
Barcelone / Juan Manuel Castro Pietro (Agence VU')
Tokyo / Grégoire Korganow (Rapho)
· Corbis France [Estados Unidos/França]
Corbis pour EDF / Philippe Eranian
· Corbis Outline [Estados Unidos/França]
Cannes / Patrick Swirc
Trinidad, Tobago / Ludovic Carème
Sortie de match / Denis Rouvre
17 D.C. / Antoine Le Grand
· Editing [França]
Femmes en terres d'Islam / Marie Dirigny
Histoires naturelles / Jean-Marie Huron
Inde / Didier Goupy
Qhapac Ñan, le chemin de l'Inca / Patrick Bard
D'une rue à l'autre / Eric Dexheimer
Le Yémen / Xavier Lambours
FESPSP: 74 anos de tradição, pioneirismo e inovação
A Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP) foi criada em 27 de maio de 1933, em um momento de intensa agitação político-cultural da elite paulista, debruçada sobre um projeto de modernização para a intelectualidade, o empresariado e a sociedade brasileira em geral. Como instituição acadêmica brasileira, abriu caminhos na promoção do ensino, da pesquisa e da divulgação de trabalhos no âmbito das ciências sociais. Na época, para suprir a necessidade da formação de quadros técnicos e capacitados na aplicação das investigações sociais, principalmente urbanas, inspirou-se nos estudos da Universidade de Chicago, o mais influente centro da sociologia norte-americana desde a I Guerra até meados dos anos 50, de onde trouxe muitos de seus primeiros docentes.
Noite do Ano (Nuit de l'Année)
A "Nuit de l'Année" é um evento cultural que promove uma mostra de fotos internacionais que desde 2005 integra o "Rencontres Internationales de la Photographie d´Arles", realizado na França. Um dos festivais mais tradicionais da fotografia mundo, o evento sai pela primeira vez da França e vem ao Brasil especialmente para a Virada Cultural de 2007. A Nuit de l'Année consiste em uma noite de passeio visual ao ar livre, com telas de projeção instaladas em um bairro da cidade, incitando os visitantes a perderem-se em um labirinto de ruas. A obra fotográfica apresentada é, em sua maioria, resultante da recente produção de agências, museus, festivais, galerias, revistas, jornais e coletivos artísticos internacionais que expõem o que há de mais atual e relevante no cenário mundial.
Rencontres Internationales de la Photographie d´Arles
Um dos mais antigos e prestigiosos festivais de fotografia do mundo, o Rencontres Internationales de la Photographie d'Arles foi criado em 1969 pelo fotógrafo Lucien Clergue. Todos os grandes fotógrafos contemporâneos da história desta arte já tiveram suas obras expostas em Arles ao menos uma vez. O francês Henri Cartier Bresson, o tcheco/apátrida Josef Koudelka, o inglês Martin Parr, o japonês Heikoh Hosoe são alguns dos nomes famosos que foram ou são ´habitués´ de Arles. A fotografia brasileira também está presente com nomes como Sebastião Salgado, Miguel Rio Branco, Rosangela Rennó, Mario Cravo Neto, Arthur Omar, entre outros.
A 38ª edição do Rencontres Internationales de la Photographies d´Arles será na semana de 3 a 8 de julho de 2007. Mais informações no site http://www.rencontres-arles.com/
Imperdível. Eu vou.
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STF aprova abertura da CPI do "Apagão Aéreo"
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Deputado Vic Pires pede informações sobre RBA
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Valdemar Costa Neto e Paulo Rocha na berlinda
Colegiado deve arquivar pedido de reabertura de processos contra acusados de envolvimento em escândalos na última legislatura. Leia >>
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Nem mel, nem cabaça
O Pará perdeu a rinha, mas, a Vale, pelo visto, ainda vai roer um caroço de Tucumã no Maranhão.
MARANHÃO NÃO QUER USINA DE AÇO EM SÃO LUÍS
César Felício, Vera Saavedra Durão e Francisco Góes
Valor Econômico
25/4/2007
O governo do Maranhão está disposto a vetar a construção de um pólo siderúrgico da Vale do Rio Doce, em sociedade com a chinesa Baosteel, no Estado, se a empresa não abrir negociações sobre o local onde o empreendimento será instalado. A Vale quer construir a siderúrgica na ilha de São Luís, onde conta com terminais para o desembarque do carvão e a ferrovia para a chegada do minério de ferro. O governo estadual quer a instalação do pólo na foz do rio Mearim, município de Bacabeira, a 50 quilômetros de distância.
A Baosteel e a Vale confirmaram ontem que retomaram conversações com o governo maranhense para reativar o projeto de construção da siderúrgica, o qual enfrentou diversas dificuldades nos últimos três anos, apta a produzir até 7,5 milhões de toneladas em duas etapas. O investimento total é de US$ 3 bilhões a US$ 4 bilhões
"Qualquer governo pode impedir a instalação de qualquer empreendimento em seu Estado, negando licenças ambientais. O terreno pretendido na ilha pertence ao governo. Mas não somos de briga. Queremos negociar para que impere o bom senso", disse o secretário da Casa Civil do governador Jackson Lago (PDT), seu primo Aderson Lago. Segundo Aderson, "na ilha os custos ambientais e sociais são grandes, em razão da poluição que o uso do carvão irá gerar, da enorme quantidade de água que irá consumir e da necessidade de deslocamento de cerca de 14 mil pessoas".
As objeções no Estado à instalação da siderúrgica em São Luís são antigas. Conflitos com outras empresas, como a Alcoa, fizeram com que se organizasse uma rede de movimentos sociais envolvendo população que vive da agricultura e pesca de subsistência em áreas de risco. O problema levou a Vale e o governo chinês a manterem contato com o governador Jackson Lago ainda antes de sua posse, em janeiro. O atual governador esteve na China, visitando as instalações da Baosteel.
Na ocasião, Lago insistiu para que o projeto da siderúrgica fosse revisto e deslocado para a foz do rio Mearim. A Vale insistiu nas vantagens logísticas de São Luís. "Não houve outros contatos desde então. Tomamos conhecimento do novo interesse da Vale pela imprensa e estamos surpresos. A Vale não nos procurou e aguardamos que ela o faça nos próximos dias", afirmou Aderson. O recado a ser dado pelo governador, segundo Aderson, será o mesmo. "Vamos mais uma vez demonstrar a inconveniência da instalação de uma siderúrgica na ilha de São Luís".
Aderson Lago afirmou que o deslocamento do projeto da usina da ilha para o continente dificilmente inviabilizaria o projeto. "Há um projeto de outro grupo empresarial para uma siderúrgica lá, o que é um sinal que há calado suficiente para fazer o desembarque de carvão. A Vale já tem um ramal ferroviário que passa por Bacabeira", disse, referindo-se ao empreendimento da Companhia Siderúrgica do Mearim. Em fevereiro, executivos deste empreendimento estiveram com Jackson Lago para apresentar o projeto da usina.
A Baosteel enviou representantes ao país para retomar negociações com o governo do Maranhão. Xi Zhiing, integrante da equipe da estatal chinesa que cuida do projeto, esteve na semana passada em São Luís, em reuniões com membros do governo para averiguar qual sua em relação ao projeto. "Agora, a execução do empreendimento está nas mãos do governo do Maranhão", disse Xi ao Valor.
A Baosteel, segundo ele, ainda aguarda uma clara definição do governo maranhense, que teria de garantir a viabilidade da posse do terreno onde seria erguida a usina e toda a infra-estrutura que cerca o investimento. Um dos pontos cruciais para o projeto sair do papel é a cessão do terreno que fica na ilha de São Luís e pertence ao Estado.
Fonte do governo maranhense disse que neste semestre será discutido o novo zoneamento urbano de São Luís, a partir do qual se definirá o tipo de uso do terreno pretendido por Baosteel e Vale. O interlocutor afirmou que a orientação do governador Jackson Lago (PDT) é ampliar o leque de alternativas em relação ao local da usina. A Vale ja refutou, em outra época, a hipótese de ser em Bacabeira.
Xi não precisou se será possível chegar a um acordo ainda este ano. "Estamos esperando por respostas. Nós viemos trabalhando no projeto, envolvendo estudos de viabilidade, mas não temos o terreno. E precisamos dele para desenvolver o projeto, do qual nunca desistimos."
Ele disse que a equipe responsável pelo projeto ainda não reavaliou a nova ordem de investimento. Terá de considerar a inflação e a apreciação do real e da moeda chinesa. Em 2005, o investimento que inicialmente estava orçado em US$ 1,5 bilhão foi revisto para US$ 2,4 bilhões com gastos adicionais com impostos. Os chineses se recusaram a pagar a conta. Hoje, nas estimativas da Vale o projeto fica entre US$ 3 bilhões a US$ 4 bilhões.
O executivo confirmou que o foco das negociações da Baosteel se restringe só ao Maranhão. Por enquanto não há tratativas com outro Estado como alternativa a São Luís. Xi não vê hipótese de a negociação não dar certo. "Estamos otimistas." Apesar das expectativas favoráveis, constatou em sua estadia em São Luís que nada mudou em relação à situação de dois anos atrás, quando se acentuou o impasse entre os investidores e movimentos sociais e ambientalistas contra a instalação da usina na ilha. "Não vimos muitas mudanças; por isso fomos conversar com o governo para dizer se eles são favoráveis ao nosso projeto", afirmou o executivo, que no fim de semana volta para a China.
O diretor executivo de ferrosos da Vale, José Carlos Martins, confirmou o reinício dos entendimentos e reafirmou que a Vale será minoritária no projeto. Martins, que está na China, considerou importante abrir a nova frente de negociação com o governo estadual. Ele destacou que o local preferido da Baosteel para a siderúrgica é mesmo São Luís. E lamentou que há algum tempo atrás o projeto tenha sido "enterrado" por questões relativas ao terreno e meio ambiente.
Em 2002, foi assinado o protocolo de intenções de investimento na siderúrgica. Foi o primeiro passo na execução do projeto, que tinha também a Arcelor como sócia.
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