Homologação da Terra Indígena Las Casas gera protestos de produtores no Sul do Pará
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Nova crônica do Parsifal
Saía de casa para a escola, mas até lá chegava raramente.
Assim começa a mais nova e deliciosa crônica do escritor e Deputado Estadual Parsifal Pontes (PMDB-PA) - um craque. Continue lendo.
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Filho de Renan aloprou contra repórteres
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Lula manda liberar recursos para combate a violência em Belém
Segundo o novo Secretário Nacional de Segurança Pública (Senasp) empossado hoje, Antônio Carlos Biscaia, defende que os 20 municípios limítrofes ao Distrito Federal sejam tratados com a devida importância na distribuição de recursos do Programa Nacional de Segurança com Cidadania (Pronasci). O chamado PAC da Segurança prevê o atendimento prioritário das 11 regiões metropolitanas que possuem os maiores índices de criminalidade, segundo dados levantados pelo Ministério da Justiça em 2005. Somente para este ano, estão previstos investimentos de R$ 483 milhões para o PAC da Segurança, de um total de R$ 4,8 bilhões que serão liberados para integração de políticas, medida que envolverá governos estaduais e municipais.
Além da região do Entorno do DF que está entre as mais violentas do país, os recursos serão destinados para Vitória (ES), Belo Horizonte (MG), Maceió (AL), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA), São Paulo (SP), Curitiba (PR), Porto Alegre (RS) e Belém (PA).
Marabá, Redenção e Santarém, estão, como sempre, descartadas do tratamento especial apesar de apresentar altos níveis de violência e aumento da criminalidade.
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Meu dinheiro de volta
Igreja tem de devolver doação a fiel arrependido
A Nova Corja
A Justiça condenou a Igreja Universal do Reino de Deus a devolver R$ 2 mil, acrescidos de juros e correção monetária, desde janeiro de 1999, para um fiel arrependido da doação. A decisão, inédita, é da 4ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo. Os desembargadores entenderam que o motorista Luciano Rodrigo Spadacio foi induzido a erro, com a promessa de que se entregasse o dinheiro à igreja sua vida iria melhorar.“O aconselhamento acabou por induzir o apelante, que vinha a sofrer algum tipo de influência, a praticar ato por ele efetivamente não desejado”, decidiu o relator, desembargador Jacobina Rabello. Para o desembargador, a conduta esperada pela sociedade por parte de alguém que se denomina pastor, seria aquela de orientação espiritual.
O caso de Luciano, hoje com 27 anos, começou em 1º de janeiro de 1999, quando foi abordado por um pastor da Igreja Universal do Reino de Deus. O pastor, de nome Márcio, convenceu Luciano a se desfazer de seus bens materiais e entregar o que arrecadou para a Universal. O motorista caiu na conversa e foi lá vender seu único bem, um Del Rey. Conseguiu R$ 2,6 mil e entregou tudo ao pastor. O sacrifício estava feito, faltava a recompensa.
(...)
A 4ª Câmara de Direito Privado, no entanto, não acolheu o pedido de Luciano na parte que reclamava indenização por danos morais. Para os desembargadores, o motorista não conseguiu provas que por conta do caso sofreu chacotas e gozações. “Determinadas condutas acabam necessariamente virando causa de comentários”, afirmou o relator." (Revista Consultor Jurídico)
Leia também Nos Bastidores do Reino: A Vida Secreta na Igreja Universal do Reino de Deus
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Che Guevara ícone pop

Café na Política
Ícone pop que inspira gerações e uma das figuras mais controversas do século passado, o médico argentino Che Gueverra, artífice ao lado de seu colega Fidel Castro da Revolução Cubana, é sempre reverenciado como símbolo da liberdade pelo socialismo.
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Patriótica
Seja bem-vinda a blogosfera é o que desejo.
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Confraternizando negócios
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Seremos duas São Paulo em três décadas
Entro no debate com os seguintes argumentos:
Somos a maior locomotiva da Terra
O ensaio do eminente jornalista Manuel Dutra nos traz um erro de origem: o pessimismo carregado de tinta em várias passagens. O professor-doutor Dutra coloca o vagão a frente do trem da história.
Qualquer cidadão que acompanha o inadiável debate sobre a imperiosa necessidade da revisão geopolítica do Brasil a partir da Amazônia, entende que a questão remete ao interesse soberano da nação brasileira.
Há muito que não se discute nas salas de aula, quer do ensino primário, quer na cátedra, o DNA do nosso nacionalismo. O que afinal somos, para onde queremos ir.
Recomendo a todos a leitura do livro "Fundamentos para o Desenvolvimento da Amazônia", editora FGV, organizado por Rodolfo Grandi, Andréa Rente e Fernando Costa.
Trata-se de uma coletânea de artigos assinados por notáveis representantes dos mais variados extratos sociais.
Fica claro a preocupação com o depauperamento a que está submetido a região mais estratégica do planeta.
Para leitores destreinados do pesado e complexo tema, o livro coaduna-se a outras obras de fôlego que constatam a leniência em que a Amazônia é lamentávelmente tratada por nossas autoridades.
A demanda reprimida virou uma piada de humor negro.
As tentativas até então má aplicadas para reverter o quadro endêmico de falta de recursos para pesquisa de modo a permitir o desenvolvimento do conhecimento sobre o ente Amazônia é patente.
Os países que mantém com o Brasil e alguns dos Estados que compõem a chamada Amazônia brasileira, é assunto de segurança nacional, portanto, prioritário. Porém, a realidade arrasta-se na incapacidade de resposta a necessária formulação que deve vir acompanhada do compromisso nacionalista aos nossos interesses.
São vários os diagnósticos, e confesso-me um otimista, ao contrário de meu colega Manuel Dutra.
A contumaz incompetência de nossa capacidade de reação, leia-se governo federal, não deve ser o leitmotiv do desânimo dos fracos.
A criação de novos Estados, a partir da Amazônia, e fundamentalmente, a partir do Pará, cujos números e análises técnicas, permitirão uma acelerada aplicação de oxigênio para as ações que está em compasso de espera, é ser nacionalista.
Um passo corajoso é rever de imediato a configuração geopolítica da região.
O Carajás somado ao Tapajós que multiplicado ao Pará remanescente, promoverá na década vindoura, uma revolução nunca antes vista no atual quadro de letargia e agravamento dos problemas inerentes as particularidades da Amazônia brasileira.
Digo mais, os tratados multilaterais que o Brasil é signatário, caminham em direção de uma seara promissora. Há de se criar um ambiente favorável para o seu fortalecimento.
A integração dos países da Amazônia é “um imperativo geográfico”. A avaliação é da secretária geral da Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA), Rosalía Arteaga Serrano. A organização lançou, aqui em Brasília, seu segundo relatório de gestão, relativo ao período de novembro de 2005 a outubro de 2006.
As questões ambientais não têm fronteiras e, portanto, os oito países que formam a chamada Amazônia Continental (e que compõem a OTCA) –Bolívia, Brasil, Colômbia, Equador, Guiana, Peru, Suriname e Venezuela – devem buscar a integração. Ela explica que a região compartilha recursos e devem buscar soluções para os problemas em comum.
“Nós temos um rio [o Amazonas] cujas águas vêm do longe, das alturas, dos Andes e vão para o mar”, comenta. “As águas não reconhecem limites, as águas vão... Em termos de saúde, os mosquitos não reconhecem fronteiras. Se você faz a política de um país para eliminar uma doença, mas não faz no país fronteiriço você vai ter problema.” Temos populações indígenas que não conhecem fronteiras como os Ashaninka no Brasil e os Asháninka [muda a entonação] no Peru; temos os Xuar no Equador e os Xuar no Peru. São grupos nômades que estão caminhando”, explica.
A Amazônia Continental ocupa 40% do território da América do Sul e tem uma população estimada em 30 milhões de habitantes e um terço da biodiversidade de animais e plantas de todo o planeta. Com cerca de 7,5 milhões de quilômetros quadrados, é a maior extensão de floresta tropical do mundo. Na bacia hidrográfica, que alcança 6,5 milhões de quilômetros quadrados está a quinta parte das reservas mundiais de água doce.
O Tratado de Cooperação da Amazônia foi assinado há mais de 25 anos. Desde de dezembro de 2002, funciona em Brasília a Secretaria Permanente da OTCA. Na avaliação da secretária-geral, Rosália Arteaga Serrano, os últimos dois anos foram fundamentais para montar a estrutura permanente da organização, formar equipe técnica e assim criar meios para tocar 18 projetos estratégicos nas áreas de meio ambiente; saúde; ciência, tecnologia e educação; assuntos indígenas; transporte, infra-estrutura, comunicação e turismo.
Os projetos têm priorizado o monitoramento da qualidade da água, o combate à malária e epidemias nas fronteiras, o conhecimento de experiências que resultaram na preservação do meio ambiente, o controle do desmatamento e o aproveitamento das potencialidades econômicas sustentáveis da região, como o ecoturismo.
No ano passado, a OTCA mobilizou mais de US$ 25 milhões em recursos de diversas fontes, tais como a Agência Brasileira de Cooperação, a Organização das Nações Unidas (ONU), o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e os fundos ambientais de países da Europa como a Alemanha e a Holanda.
A monumental movimentação econômica em curso por empresas de porte como a Companhia Vale do Rio Doce, a permanente estruturação do Grupo Bertin e a chegada do Grupo Opportunity à região do Carajás é a prova inconteste do que afirmo.
A possibilidade que os avanços preconizados pelo projeto em curso de implantação do Distrito Sustentável do Carajás e do Distrito Sustentável da BR-163 é a salvação do Norte brasileiro.
A injeção de recursos privados esperando parcerias internacionais, transformará o Carajás e o Tapajós num dos mais dinâmicos Centros Industriais do Mundo.
Isso não é conversa fiada. É factível, realizável, portanto.
Os esforços empreendidos pelos atuais governos da Amazônia são louváveis, mas insuficientes. A possibilidade, desde que haja real garantia do Governo (sempre temerário não é mesmo?) para a aplicação efetiva das parcerias públicas e privadas, nos colocará no desejável posto do grupo das oito nações mais ricas do mundo.
A recriação da SUDAM gera controvérsias. Há artigos draconianos para os empresários. Mas é assunto para outro comentário.
Por tudo e muitas outras coisas, sou um otimista de largo costado. Pordoe o amigo Manuel Dutra, mas somos a mais veloz locomotiva da terra. Quem viver verá esse bom presságio e trabalho duro para que este cenário saia do campo dos sonhos e formulações e trone-se uma realidade.
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Um factóide político de coisa séria
De maneira atabalhoada na construção de um evidente factóide, o parlamentar que só conhece o sul do Estado por ouvir dizer, quando não deveria. Revelou há todos os minimamente informados que a região sul e oeste de sua terra não passam de maus agradecidos, retalhadores e gente estranha; brindou há duas semanas atrás o povo que lá reside com palavras e gestos de agressão gratuita, movido por sentimentos ainda não revelados.
Ao contrário de utilizar a Tribuna da Assembléia Legislativa daquele Estado para apresentar de maneira republicana, equilibrada e louvável, a iniciativa de patrocinar a criação de uma Frente Parlamentar contra a divisão do Estado do Pará, não se sabe com qual intenção, porém, desconfia-se.
Passarinho optou pelo discurso mais afeito de lavadeiras num dia de calor, que a beira rio, no abafado clima paraense, danam-se a falar de quem só ouviram falar. Nada contra as lavadeiras, esse poster logo esclarece, muito pelo contrário.
Num ato de rasgar, pisoteando a Constituição que jurou defender, a Federal e a de seu Estado, Passarinho não quer que se cumpra um preceito garantido aos seus irmãos do sul e oeste do Estado pela Constitução que diz defender: o direito ao Voto.
Ao arrepio dos ares que sopram de todas os lados na direçãos da consolidação democrática a qual o país optou como cláusula pétrea, Passarinho voando contra o bonde da história, agrediu um povo alegre, hospitaleiro e digno, que, apesar de sua maioria não ter nascido a época em que chegou no Pará, foi chamado pelo governo federal a ajudar a fazer do Pará um bom lugar para se viver.
Este poster é paraense, filhos de imigrantes e migrantes, mas é antes de tudo, brasileiro.
O parlamentar com nome de ave, criou um blog com o sujestivo nome de "Quem ama não separa" (http://www.quemamanaosepara.blogspot.com/). Separar o quê, cara pálida!? Pergunta o blog?
Pois bem, Passarinho, lá colocou um post de estréia no mundo da blogosfera, talvez a ferramenta mais democrática de comunicação de todos os tempos se, neste país, houvesse de verdade inclusão digital; o analfabetismo inclusive o funcional estivesse erradicado ou que o povo que mora na região em que o alado representante obtem 100% de seus votos. Não é assim que os números nos contam. Como se no Pará, todos os seus conteporâneos tivessem acesso a rede mundial de computadores ou a eles, pelo menos, tivessem algum entrosamento, posto que o esvoaçante político nunca se preocupou em pelo menos apresentar um Projeto de Lei que garanta o acesso livre e gratuíto aos seus eleitores em Lan Houses e afins...!
Passarinho fala para uma elite que se conhece, a ele é igual.
Passarinho não responde aos comentários de seu blog, numa atitude que não surpreende nenhum de seus leitores. Do Norte, do Sul, do Leste e do Oeste. Ninguém tem o o direito democrático de falar em seu blog.
Passarinho perde por uma diferença de quase cem votos na enquete disponibilizada em seu blog.
Se ele tiver instalado em seu blog "Quem ama não separa", o AdWords - ferramenta que qualquer blogueiro de seu círculo de conhecimento poderá fazê-lo em 30 segundos, ele atrairá, quem sabe, mais visitantes interessados no seu produto ou serviço e ganhar essa consulta.
Brincadeiras a parte, o deputado alado tem dois caminhos muito tranquilos para a sua carreira:
1- Conseguir um emprego no TCM ou
2- Conhecer melhor o Estado em que nasceu.
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Na ribalta, mais uma vez o contigenciamento...
PMDB ameaça não aprovar CPMF
Luiz Carlos Azedo
Em reunião da Executiva, partido contraria governo e não fecha questão para votar favoravelmente à prorrogação do tributo. Bancada na Câmara quer contrapartidas aos estados na área da Saúde
A bancada do PMDB na Câmara está rebelada. Não quer votar a favor da prorrogação da CPMF, conforme orientação do líder do governo, José Múcio Monteiro (PTB-PE), sem que o governo federal ofereça contrapartidas aos estados e municípios, principalmente na área da Saúde. O presidente da legenda, Michel Temer (SP), e o líder da bancada, Henrique Eduardo Alves (RN), ainda tentaram fechar questão a favor da prorrogação na reunião da Executiva do PMDB, ontem, mas foram demovidos pelos ex-governadores Orestes Quércia (SP) e Moisés Avelino (TO). Temer está preocupado com o comportamento da bancada do PMDB na Câmara porque o partido ocupa cinco ministérios na Esplanada e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não abre mão da aprovação da prorrogação da CPMF.
A decisão da Executiva foi recomendar uma reunião de bancada na próxima semana, a ser realizada na terça ou quarta-feira, para discutir a questão. A avaliação da cúpula do PMDB é de que a situação é delicada. A fragmentação da bancada na questão é muito grande, mas a maioria não concorda com a aprovação pura e simples da CPMF como quer o governo.
Uns defendem a redução progressiva do imposto; outros, o compartilhamento da arrecadação com estados e municípios. Uma terceira proposta é trocar a prorrogação da CPMF pela aplicação integral da Emenda 29, que prevê a aplicação de 10% dos recursos arrecadados com o Imposto de Renda e o IPI na Saúde.
Verbas
O depoimento do ministro da Saúde, José Gomes Temporão, na terça-feira, agravou ainda mais a situação. O ministro, que ocupa o cargo na cota do PMDB, teria, na interpretação dos deputados de seu partido, legitimado o contingenciamento de R$ 8 bilhões do orçamento da Saúde pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega. A Fazenda anunciou a liberação de R$ 2 bilhões desse montante como se fosse dinheiro novo para o setor, o que irritou os parlamentes. Essas verbas deveriam ter sido destinadas aos estados e municípios no começo do ano. Com isso, a situação da saúde pública nos estados se agravou.
Na avaliação da bancada do PMDB, que sempre quis controlar o Ministério da Saúde, Temporão estaria tendo uma atuação muito "midiática", quando deveria lutar pela implementação da Emenda 29.
Segundo eles, o governo já arrecadou R$ 38 bilhões com a CPMF e a projeção é de uma arrecadação extra de R$ 60 bilhões. Com a implementação da Emenda 29, haveria um aumento de investimento na Saúde de R$ 21 bilhões.
O relator da CPMF, Antonio Palocci (PT-SP), ex-ministro da Fazenda, descarta qualquer possibilidade de negociação. Segundo ele, é necessário manter a contribuição pela sua qualidade tributária, uma vez que o nível de sonegação da CPMF é "quase zero". Palocci já adiantou que não vai aceitar emendas que reduzam progressivamente a alíquota da contribuição. Hoje, a comissão especial que analisa a CPMF deve realizar uma audiência com o secretário da Receita Federal, Jorge Rachid.
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Em uma semana destino político de Renan será definido

Depois do Conselho de Ética, Renan sofreu nova derrota na Comissão de Constituição e Justiça do Senado
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Câmara abre monumental exposição em comemoração ao 7 de setembro
Com um acervo exclusivo do Centro de Documentação e Informação, a exposição foi idealizada de forma que sua concretização proporcione um diferencial histórico e cultural, oferecendo aos visitantes, um roteiro de visitação extremamente lúdico, inovador e atraente. Peças e painéis foram escolhidos criteriosamente.
Fazem parte do acervo, documentos legislativos históricos (proposições, pronunciamentos) além de decretos, leis e obras raras que tratam da Independência do Brasil antes e após o dia 7 de setembro de 1822.
Sob esse panorama, o visitante terá uma visão didática e cronológica dos acontecimentos, segmentada em períodos relacionados aos grandes momentos históricos do Brasil também do Parlamento e sua importância para a construção da democracia em nosso país. Uma mistura de imagens e informações que homenageia todos os brasileiros.
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Protestos contra violência param PA-150
O post acaba de falar por telefone com o jornalista Lourivan Gomes do jornal A Notícia. "O movimento é pacífico, houve 100% de adesão da sociedade e durante toda a semana convocamos a população para protestarmos contra o descaso do governo em relação a este grave problema", informou.
Segundo cálculos dos organizadores da passeata, em torno de 5 mil pessoas foram as ruas em "Marcha pela Paz, nome do movimento.
A coordenação do protesto exige a presença da Secretária de Segurança Pública do Pará em Redenção, "só assim a PA-150 será desobstruída", disse outra fonte do blog na cidade.
Roubos, assaltos a mão armada, estupros, assassinatos, já não são mais notificados pelas vítimas que não acreditam numa ação repressiva da polícia. "O caos tomou conta de nossa cidade. Ela está entregue aos bandidos e marginais", disse a fonte.
O protesto não tem dia para terminar e só passará na barreira montada na estrada ambulâncias com doentes.
No próximo dia 15 de setembro, o mesmo protesto será realizado na cidade de Marabá - a maior do Sul do Pará - em protesto a violência descontrolada que tomou conta de toda a região do Carajás.
A decisão foi tomada ontem em reunião no auditório do Hotel Del Príncipe com a presença do vice-prefeito Ítalo Ipojucan, vereadores, o bispo Dom José Foralosso, pastores de igrejas evangélicas, representantes do Cisju (Conselho Interativo de Segurança e Justiça) e o presidente da Subseção da OAB.
Outros protestos em toda a região estão sendo articulados. "Ninguém aguenta mais tanta violência sem que seja tomada uma medida efetiva, é só paliativo", disse o presidente da Câmara Municipal de Marabá, Miguel Gomes Filho, o Miguelito.
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Morre Luciano Pavarotti, o maior tenor contemporâneo
Apaixonado por futebol e recolhido em sua casa, em Modena, desde a última alta hospitalar, no último dia 25 de agosto, o tenor italiano Luciano Pavarotti, de 71 anos, que estava com o estado de saúde bastante debilitado, morreu na madrugada desta quinta-feira. Durante esta quarta-feira, Pavarotti apresentava insuficiência renal e estava inconsciente, segundo a imprensa italiana. Parentes e amigos estavam reunidos na casa do cantor, para acompanhá-lo.
Pavarotti decidiu ficar recluso em sua 'villa', após ficar internado durante 17 dias no Hospital Policlínico de Modena, no norte da Itália, por causa de uma infecção pulmonar.
(*Com informações da "Reuters")
Leia mais sobre: Luciano Pavarotti
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A maneira Calheiros de fazer política
Sobre a denúncia de que recebeu terreno da prefeitura de Murici, município de Alagoas, avaliado em R$ 750 mil, para sua fábrica de refrigerantes (Conny), Calheiros também admitiu que recebeu a doação do terreno na época em que seu irmão Remi Calheiros era prefeito. O deputado esclareceu que a cidade é pobre e tinha programa para atrair investimentos, e que, por isso, sua empresa aceitou o terreno. "A doação era uma das formas de incentivo ao desenvolvimento.", informa a Agência Câmara.
O mais bem sucedido dos Calheiros, Renan assiste o início do julgamento do "conjunto de sua obra" hoje, no primeiro dos três relatórios que serão julgados no Conselho de Ética e posteriormente pelo Plenário. É a prova de fogo do clã.
Caso Renan seja cassado, a porteira estará aberta para o afrundamento das investigações do restante da oligarquia política das Alagoas.
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Presidente Lula assina decreto de recriação da SUDAM e prevê criação de novos estados na Amazônia
Portanto, está previsto, efetivamente a criação de novos Estados na Amazônia.
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João Batista denunciado pela segunda vez, continua com abil na boca
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TUCURUÍ - PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DENUNCIADO AO MPE PELA 2ª VEZ
Tucuruí - 04/09/2007 - O presidente da Câmara Municipal de Tucuruí Ver. João Batista Gomes foi denunciado hoje ao MPE pela 2ª vez, e pelo mesmo crime.
Motivo: o Ver. João Batista nega-se a informar aos cidadãos do município sobre seus atos como administrador, e como emprega o dinheiro público (repassado pela PMT ao legislativo Municipal), mesmo sabendo que está sendo denunciado e terá que responder por crime de responsabilidade.
O que poderia levar um político a chegar a extremos de ir contra a lei federal, estadual e a a própria Lei municipal, podendo mesmo ter seu mandato cassado por se negar a prestar informações aos cidadãos, quando estas informações são requeridas dentro das normas legais? O que se esconde por trás desse ato desesperado e criminoso? Que barbaridade se esconde sob o teto daquela instituição? Não sabemos, mas temos vários indícios do que pode estar ocorrendo no Poder Legislativo de Tucuruí. Vamos analisar os fatos de forma racional... Você que está lendo esta matéria, pense conosco... se você fosse o Presidente da Câmara Municipal e estivesse administrando a câmara com moralidade, honestidade e eficiência, se negaria a fornecer informações sobre sua administração aos cidadãos do município em fragrante desrespeito à Lei? Claro que não, você procuraria divulgar o seu bom trabalho, já que o político precisa ser reconhecido pelo povo como um administrador honesto e eficiente. Mas, e se você fosse um político incompetente, inconseqüente e irresponsável, o que você faria se o povo quisesse saber o que você faz com o dinheiro público? Certamente faria como os gatos, que enterram e escondem a m**** que fazem. Existem diversos comentários pela cidade sobre irregularidades na Câmara Municipal, inclusive de fantasmas, salários divididos, distribuição de diárias inexistentes, superfaturamento nas despesas etc. Serão verdadeiros esses comentários? Não sabemos, mas diante da atitude criminosa do Ver. João batista é bem possível que sim, e até que hajam irregularidades bem piores que estas, o que explicaria essa atitude vergonhosa e suspeita. A Câmara Municipal de Tucuruí recebe mais de R$ 400.000,00 por mês, tem somente dez vereadores. Não dá para acreditar que as despesas daquela casa de leis ultrapasse os R$ 200.000,00. Para onde está indo o restante deste dinheiro?
QUEM NÃO DEVE NÃO TEME... ISSO É UMA VERGONHA!!! |
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Quem pode prever o futuro de Renan Calheiros?
Recapitulando: O Corregedor da Casa, senador Romeu Tuma, acatou outros duas representações do PSOL contra Renan. A primeira refere-se a uma transação envolvendo a venda de uma fábrica de refrigerantes e a outra seria a cmpra de Rádios de maneira irregular.
Hoje o PSOL decide se entra com outra representação envolvendo em que o presidente do Senado é acusado de desvio de dinheiro público e corrupção passiva.
A quem pertence o futuro de Renan?
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Folha nariguda
Um e-mail de Val-Mutran nos leva a ler sobre um besteirol que a porcaria de "O Liberal" (a folha nariguda, como chama o Juca Arruda) escrito por alguém de que se diz delegado geral aposentado e advogado. O nome é tão insignificante quanto o jornaleco que o publica. Ser isso ou aquilo, ter uma formação deste quilate não o qualifica como escritor, mas como mais um que escreve o que o jornaleco quer.
Fala sobre pessoas que vieram de outros estados e se firmaram como comerciantes, agricultores, mineradores em lugares que os "paraenses da gema" sequer sonhavam em colocar os "pés de barro".
Quem são estes paraenses da gema, afinal? Os maiorana vieram de onde? Os barbalhos? Os freitas? Os bitar? Os sousa ou freitas? Ou silvas? Ou qualquer outro sobrenome que tenha?
Nenhum deles teve sua genealogia pura no Pará!
É hora de para com estas baboseiras e trazer novos dados a esta discussão, que não é separatista, mas emacimpacionista!
Então, delegado aposentado, vista seu pijama e vá cuidar de seus netos (se os tem) ou plantar flores em seu jardim.
Se não tem frases melhores e mais conclusivas, não ofenda quem quer trabalhar e produzir.
Se te causamos inveja, trabalhe também prá engrandecer a sua porção e deixe que a nossa iremos melhorar, assim que nos livrarmos do jugo destes presumidos "paraenses".
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Marcos Valério pode abrir a boca
A Nova Corja
A ISTOÉ que começa a circular hoje traz uma matéria sobre o carequinha publicitário Marcos Valério. O ex-dono das agências DNA e SMPB parece estar em chamas agora que virou réu sob as acusações de lavagem de dinheiro, peculato, corrupção ativa, formação de quadrilha e evasão de divisas, correndo o risco de pegar 62 anos de cana (uns 6 anos efetivos, portanto). Valério afirma que tem 11 horas de depoimento gravadas em DVD e tenta dar a impressão de que pode jogar muita merda no ventilador:
"O mais plausível é que, discretamente, ele comece a revelar nomes de algumas figuras importantes que tinham conhecimento do esquema de financiamento político do PT. Um deles, o ex-ministro da Fazenda e atual deputado Antônio Palocci, que não foi atingido por nenhuma labareda no escândalo do mensalão. No primeiro mandato do presidente Lula, Valério teve algumas reuniões com Palocci, no Hotel Paulista Plaza, em São Paulo, onde discutiu a compensação a ser dada ao Banco Rural em função dos empréstimos feitos para o PT. A operação seria a incorporação do Banco Mercantil do Brasil, que daria um ganho de R$ 200 milhões aos mineiros do Rural. A pedido de Palocci, que prometeu resolver a questão, Valério foi recebido em nada menos que dez ocasiões pelos então diretores do Banco Central, Gustavo do Vale e Paulo Sérgio Cavalheiro. Depois, por outras razões, o negócio travou. Mas, se Palocci sabia, outros talvez soubessem."
A partir das falcatruas de Valério com os tucanos em Minas, há o risco de sobrar para todo mundo:
"ISTOÉ teve acesso ao relatório interno da PF de 170 páginas e nele constam outros nomes graúdos. Um deles, o do atual governador de Minas Gerais, Aécio Neves. “Há fortes indícios de que o mensalão mineiro abasteceu também as campanhas de Aécio”, diz um dos investigadores do caso. Nos documentos, também consta o atual ministro Walfrido dos Mares Guia, que coordenou a campanha de Azeredo em 1998 e hoje é o articulador político do governo Lula."
(Até agora a segunda parte da matéria não está no site.)
Fala, careca!
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Zé Louquinho vai de oncinha
A Nova Corja
O Vale do Paraíba, em São Paulo, está em chamas. Depois de o vereador Tonhão Dutra (Pê Tê), de São José dos Campos, querer obrigar os vereadores da cidade a usar uniforme durante o expediente, agora é a vez de Zé Louquinho (DEMO), prefeito de Aparecida (aquela do Santuário), tocar o horror:
"Prefeito de Aparecida vai a reunião com short de oncinha
Ele já tentou impedir o uso de minissaia na cidade, obrigar padre a usar batina e até quis proibir a ocorrência de enchentes. Em nenhuma das vezes, teve sucesso. Agora, o prefeito de Aparecida, José Luiz Rodrigues, o “Zé Louquinho”, encontrou um jeito inusitado para protestar contra o bloqueio de verbas públicas: um short de oncinha.
Gato.
O prefeito vestiu um short com estampa de oncinha durante reunião do Codivap, o consórcio de desenvolvimento do Vale do Paraíba, que aconteceu em São Bento do Sapucaí, a 164 km de São Paulo.
(...)
O prefeito de Caçapava, Carlos Vilela, que é o presidente do Codivap, disse que concorda com o protesto de “Zé Louquinho”, pois muitas cidades da região passam pelo mesmo problema com o pagamento de precatórios." (G1)
E para você que não está satisfeito nunca, o Conselho Editorial da Nova Corja aconselha fortemente a colocar o volume no máximo e entrar no site da Prefeitura de Aparecida.
Obviamente nada ficará completo se você não ace$$ar o site do próprio ex-palhaço, ex-cobrador de ônibus, publicitário e empresário da noite Zé Louquinho.
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As opções do Pê Tê para 2010
Nova Corja
As opções do PT para escolher um candidato à sucessão de Lulla em 2010 são uma piada. Entre os nomes cogitados durante o congresso do partido que acabou neste domingo, o único que teria alguma chance é o de Jaques Wagner. Responsável pela versão petista do coronelismo baiano - uma espécie de ACM socialista -, Wagner governa um Estado relevante, mostrou força política ao derrotar os antigos grupos políticos locais e aparentemente goza de popularidade entre a população da Bahia (se bem que, cá entre nós, já houve em algum momento da história um governador baiano reprovado pela população?).
O resto é piada: Marta Suplicy, Patrus Ananias e Fernando Pimentel (prefeito de Belo Horizonte). Outros dois nomes cogitáveis, os dos ministros Tarso Genro e Dilma Rousseff, não passam pela cabeça das principais tendências petistas, informa a Folha Online. Afinal, Tarso encabeça o grupo que responsabiliza a antiga cúpula do PT pelos escândalos recentes em que o partido se envolveu. E para um petista que se preza, o mensalão nunca existiu, claro.
A demência petista faz com que Marta Relaxa e Goza Suplicy tenha preferência a Tarso Genro. Nem é preciso dizer, então, que o sonho de Lulla - ter Ciro Gomes ou Nelson Jobim encabeçando a chapa - já está mais do que confirmado. Lulla, sensato, treme só de ouvir falar em um petista na presidência.
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Cade aponta duas opções para Vale do Rio Doce
| Justiça nega liminar à Vale na disputa contra Cade |
| Juliano Basile |
| Valor Econômico |
| 3/9/2007 |
A juíza Maria Cecília Rocha, da 5ª Vara Federal de Brasília, negou, na sexta-feria, pedido de liminar feito pela Vale do Rio Doce para suspender a aplicação de restrição imposta pelo Cade à compra de oito mineradores pela companhia. De acordo com decisão do Cade, a Vale é obrigada a cumprir uma entre duas condições: venda da mineradora Ferteco ou perda do direito de preferência na compra de minério de ferro da Casa de Pedra, mina de propriedade da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN). A empresa recorreu à Justiça para não cumprir a decisão, mas, na terça-feira, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) foi favorável ao Cade. A mineradora pediu, então, uma nova liminar. Mas, a juíza Maria Cecília Rocha afirmou que o objetivo da Vale era o adiamento do cumprimento da decisão do Cade e negou o pedido. O procurador-geral do órgão antitruste, Arthur Badin, afirmou que "não é possível que depois de perder em 1ª instância, no TRF e no STJ, queira a Vale agora, como o Mito de Sísifo, recomeçar tudo de novo". Na votação de terça-feira da semana passada, o STJ rejeitou por quatro a zero o recurso da Vale. Desde 2005 a Vale vinha tentando argumentar que a decisão do Cade tinha problemas formais. A crítica é o voto proferido pela presidente do Cade , Elizabeth Farina, que teria sido contabilizado duas vezes. Com um placar de três votos por uma punição mais branda e dois votos pela punição mais severa, a presidente optou pela mais severa. Como o placar ficou empatado, a presidente aplicou o seu "voto de qualidade", dando maioria de quatro a três para a opção imposta à Vale. O julgamento de terça-feira foi encerrado após voto do ministro João Otávio de Noronha, que havia pedido vista do caso no início de agosto. "É impossível no atual regimento do Cade haver voto de qualidade que não seja computado", disse. "Eu não gosto do sistema do voto de qualidade, mas não temos outra solução." Havia votado no mesmo sentido a relatora, Eliana Calmon, e acompanharam a posição Herman Benjamin e Humberto Martins |
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Concurseiros, estudai!
| VAGAS DISTRIBUÍDAS |
| Mariana Flores |
| Correio Braziliense |
| 3/9/2007 |
Projeto de orçamento da União para o próximo ano abre oportunidades de contratações em todos os Poderes, se quiserem realizar novos concursos. Só para a Justiça Federal foram previstos 3.989 postos O volume não será necessariamente preenchido, mas o projeto abre a possibilidade. Com isso o número de vagas previsto nos editais não deve ser seguido ao pé da letra. A expectativa é que as provas selecionem mais pessoas que o divulgado, segundo previsão do diretor do Obcursos, José Wilson Granjeiro, há 18 anos no ramo. “Todo concurso chama muita gente do quadro de reserva. Em alguns, o volume de contratações chega a ser 10 vezes maior que o número de vagas anunciado inicialmente”, afirma. Com mais oportunidades, a expectativa é que um número maior de pessoas passem a se preparar para a concorrência, segundo ele. Nos cursinhos, a procura maior é pelas aulas preparatórias para os concursos dos tribunais e do Senado, previstos para serem realizados até meados de 2008. E as chances serão muitas, caso os órgãos contratem os volumes autorizados na proposta do orçamento. O Superior Tribunal de Justiça (STJ) poderá selecionar até 459 novos funcionários. O Superior Tribunal Federal (STF), 329. Já o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) pode contratar até 801 pessoas para ocupar, por exemplo, cargos que serão abertos com a criação de novas varas, como prevê o projeto de lei. A expectativa, de acordo com Granjeiro, é que o edital do concurso do TJDFT seja divulgado ainda neste ano. Executivo Também podem ter um incremento as carreiras de auditoria e fiscalização (2.700 vagas), indústria e comércio, infra-estrutura, agricultura e reforma agrária (2.665) e jurídica (1.850). Há ainda a previsão de seleção de servidores para ocupar cargos na área de regulação do mercado, dos serviços públicos e do sistema financeiro (1.041) |
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Deputado Giovanni Queiroz em entrevista ao SBT - Parte 2
Vejam a segunda parte da entrevista do grande líder trabalhista do Pará
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Zé Dirceu falará hoje no Canal Livre da Band sobre sua condição de chefe de quadrilha
O entrevistado deste domingo é o ex-ministro Chefe da Casa Civíl, José Dirceu.De acordo com o STF ele entende como ninguém como ser um Chefe.
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Abra o olho presidente Lula
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Deputado Giovanni Queiroz em entrevista ao SBT de Marabá - Parte I
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O jornal narigudo deveria mais era juntar alguns trocados e patrocinar um debate com lugar e hora marcados com os dois lados da moeda e não tentar impingir à sociedade paraense o título que patrocina em suas páginas -preconceituoso antes de tudo- de separatistas e outras adjetivações aos contrários aos seus interesses pela manutenção do Status Quo ao qual flana e desfrutava até um dia desses.
Leiam a peça apesar das superficiais perguntas.
O vice será condecorado em todas as Câmaras de Vereadores do Carajás, podem ter certeza. Leiam a matéria abaixo.
Para vice, divisão do Pará é inevitável
Odair Corrêa diz que, no governo, ele tem que ser neutro em plebiscito
O vice-governador do Pará, Odair Corrêa, é um homem disposto a comprar briga quando se trata de defender suas idéias políticas e a população do oeste do Estado. Exposto à metralhadora verbal de adversários, ele tem protagonizado nos últimos dias alguns episódios que fariam qualquer político imaturo tremer nas bases diante da pressão feroz dos críticos. Primeiro, viajou para Manaus (AM), onde debateu com políticos e empresários locais a divisão do Pará. Foi defender a criação do Estado do Tapajós, idéia que alimenta há 23 anos.
O mundo caiu na cabeça dele. 'Por que ele não foi lá defender a divisão do Amazonas, que é muito maior do que o Pará?', bradaram vozes iradas de seus novos desafetos políticos. Na Câmara Municipal de Belém, vereadores desceram das tamancas para costurar um título de persona non grata para Corrêa e querem ainda, por tabela, cassar uma comenda que lhe foi concedida, o Brazão D’Armas. Não faltou, por fim, quem o chamasse de traidor, sugerindo a perda do cargo de vice.
Calmo, medindo as palavras, mas sem medo de expor seu pensamento, o vice encara as críticas com naturalidade. Diz falar com conhecimento de causa. Acredita que seus adversários são movidos pelo desconhecimento dos fatos e pelo sentimentalismo ao atacá-lo. E avisa: não teme cara feia nem arreganho de ninguém. Aprendeu com outros nove irmãos a superar as adversidades da vida. O menino pobre, nascido e criado em Santarém, se diz pronto para enfrentar incompreensões e desafios.
Nesta entrevista ao repórter Carlos Mendes, de O LIBERAL, o vice explica que está 'acompanhando o bonde da história' ao defender a emancipação política do oeste paraense. Não pretende se expor ou correr o risco de alguém querer tirá-lo do cargo. 'Defendo a realização do plebiscito sobre o criação do Estado do Tapajós. Depois, é outra história', limita-se a dizer.
'O que eu não posso, como vice, depois de ter jurado manter a integridade do território paraense, é convocar as pessoas e tomar procedimentos para a divisão do Pará. Jamais farei isso', sustenta Corrêa. Na entrevista, não foge das perguntas sobre a divisão do Estado. Aponta motivos, destila argumentos favoráveis e vislumbra benefícios sociais.
O senhor tem se posicionado claramente a favor da criação do Estado do Tapajós. Mas seus adversários políticos afirmam que isso contraria o juramento feito ao assumir o cargo, juntamente com a governadora Ana Júlia, de defender a integridade do território paraense. Como o senhor reage diante dos críticos, que chegam a chamá-lo de traidor?
A questão que está sendo tratada é a da emancipação regional. Não estamos em estado beligerante, pegando no fuzil e na metralhadora para dizer que é separatismo. Os que usam a expressão separatismo se apóiam num termo forte para contradizer o procedimento da emancipação. Outra coisa: a emancipação regional do Tapajós é apenas uma das outras 15 em todo o País cujos projetos tramitam no Congresso Nacional. Ela trata de uma ação de plebiscito, que é democrático, baseada no artigo 18, parágrafo 3º da Constituição Federal, combinado com o artigo 12 e também com o artigo 49, da competência do Congresso. Estivemos por lá, trabalhando nos últimos 23 anos, defendendo a emancipação mista do Tapajós. Então, nós estamos há 23 anos fazendo a história, e não começando isso agora, como querem dar a entender.
Tem gente imaginando que o senhor pegou essa bandeira agora, de uns tempos para cá...
Nada disso, são 23 anos. Estamos apenas acompanhando o bonde da história. Na época do Império, o Tapajós era uma província, isso há mais de 150 anos. Por ser um democrata e ter sido eleito pelo voto, assumindo o governo do Estado na condição de vice, tenho uma posição tranqüila de defender a realização do plebiscito. E mais: não vejo razão para tanta tempestade em copo d’água. A Constituição Federal, que é legítima, estabelece o plebiscito para resolver ou não a criação de novos estados. Toda a população do Pará vai opinar a esse respeito.
Realizado o plebiscito e se ele for favorável à divisão do Pará, qual será a sua posição, mesmo ocupando o cargo de vice?
Eu não posso, com base na Constituição do meu Estado e na promessa que fiz no juramento de posse de manter a integridade territorial do Pará, chegar aqui e dizer: 'Olha, vamos tomar os procedimentos para a divisão do Pará'. Eu não farei isso. Não é por aí. Mas, com relação ao plebiscito, sim, defendo que deva ser realizado. Depois disso é uma outra história. Não se sabe quanto tempo isso (plebiscito) vai levar. Mesmo que o plebiscito fosse hoje eu não poderia me manifestar pela divisão do Estado. Sou o vice-governador e tenho respeito pelo meu Estado.
Outra questão levantada pelos opositores da divisão é a de que a idéia é defendida por parlamentares que nasceram em outros estados, mas que vivem no Pará e aqui se elegeram com os votos dos paraenses.
É bom que se diga: sou paraense nato. Meu pai nasceu em Breves, eu nasci em Santarém. Então, sou santareno, portanto, paraense. O que não posso fazer é desconhecer a minha história. Acredito muito nessa possibilidade, de estarmos juntos, mesmo que a separação ocorra mais tarde. Aposto numa reciprocidade entre irmãos fraternos, enquanto paraenses que somos.
O que seus conterrâneos da região oeste pensam disso? Não seriam criados antagonismos por conta da divisão?
Os que movimentam o projeto de criação do Tapajós em Brasília e o pessoal lá de Santarém entendem que não surgirá um fosso entre Pará e Tapajós, caso o novo Estado seja criado. Pelo contrário: à medida que se instalar um Estado com essa envergadura na região, que se criar 90 mil empregos diretos, com certeza a região precisará de muito técnico que hoje anda chutando lata em Belém. Essa mão-de-obra vai trabalhar conosco lá na região.
A tese contrária à divisão alega que a União teria grandes despesas para implantar o novo Estado, montando órgãos públicos. Qual a sua opinião a esse respeito?
Os que falam isso deveriam sair da retórica e mostrar o lado prático dessa idéia. Eles deveriam focar as coisas, por exemplo, na presença do Estado na região. Se fizessem isso seria uma beleza. O problema é que hoje temos uma região como a do oeste do Pará, de onde foram acossados para fora do Estado 480 mil habitantes em busca de melhores meios de vida no Amazonas, em Manaus. E nem todos tiveram a mesma chance. Há muitos paraenses em Manaus e isso traz um peso significativo no orçamento do Amazonas.
Se o Estado do Tapajós for criado, esses paraenses que foram para Manaus retornariam aos municípios de origem?
Queremos trazer essa população de volta. Há muitas pessoas que hoje estão inchando a periferia de Manaus e os presídios. Por que há discriminação do Amazonas com o Pará? Porque há paraenses que, segundo eles, estão tirando os empregos dos amazonenses e praticando crimes. Por outro lado, há muita gente competente que saiu do Pará e foi para Manaus tentar melhor sorte. Há pessoas daqui em boas posições lá no Amazonas. Respondendo à pergunta sobre gastos excessivos da União com a criação de um novo Estado, digo que isso não passa de ledo engano. É um desconhecimento total da realidade. Na época em que estive lá no comitê da Frente Popular pelo Estado do Tapajós fizemos vários levantamentos técnicos e científicos a respeito. Depois de fazer esses levantamentos estivemos em Belém, na Assembléia Legislativa, que também fez um levantamento técnico sobre o assunto. Esse levantamento era favorável à criação do Tapajós, embora os deputados tenham votado contra. Também mandamos buscar técnicos no Rio de Janeiro, treinados na Fundação Getúlio Vargas, para que não dissessem depois que estávamos querendo puxar a brasa para a nossa sardinha.
Que argumentos consistentes pesariam favoravelmente, na sua opinião, ao Estado do Tapajós?
No oeste do Pará, somos um PIB (Produto Interno Bruto) de R$ 6,5 bilhões. Isto aí é muito pano para manga. Com a emancipação territorial do Tapajós, ao invés de o remanescente Pará, que é nosso irmão, sair perdendo, irá sair ganhando. Vou dar um exemplo: se há uma transferência federal, hoje, da ordem de R$ 1,8 bilhão para o Estado do Pará e ele repassa R$ 300 milhões ao ano para a região, quando da criação de um novo Estado e com a reformulação das estruturas orçamentárias do País, o Tapajós receberá R$ 1,1 bilhão. Isto somado a R$ 1,5 bilhão do Pará, a região sairá ganhando como um todo.
Se é tão simples assim, por que há tantas vozes contrárias à divisão? Seria por desinformação ou ignorância?
No oeste, o projeto não é tratado com sentimentalismo. Esse mesmo sentimentalismo também foi demonstrado quando houve a divisão territorial da província do Amazonas, que era a do Rio Negro. Foram as mesmas reclamações que se ouvem hoje. A história de 150 anos atrás se repete. Naquela época se diziam as mesmas coisas, que estavam querendo dividir a pobreza, criar mais despesas. As experiências emancipacionistas do Brasil inteiro não podem ser ignoradas. Veja o bom exemplo da criação do Estado do Tocantins. A população melhorou de vida. O PIB é de mais de R$ 2 bilhões. A experiência do Mato Grosso do Sul, que inspira o Tapajós, é outra história de sucesso. No começo, eram apenas R$ 4,5 bilhões de dólares. Hoje, a somatória dos dois estados, do Mato Grosso do Sul e do Mato Grosso, dá mais de R$ 50 bilhões. Isto significa dizer que há ganhos no desenvolvimento regional com novos estados no País.
Na Câmara Municipal de Belém, alguns vereadores o consideram persona non grata e querem cassar a comenda do Brazão D’Armas, que já lhe foi entregue. Eles fazem isso sem conhecer o assunto que debatem, a divisão do Pará, ou porque estariam movidos pelo sentimentalismo?
o Não sei definir exatamente o que está movendo essas pessoas. Sou novato em Belém. Estou aqui há apenas sete ou oito meses, efetivamente. Tive uma campanha eleitoral muito forte e em função dessa campanha chegamos ao poder. Na campanha passada, um vereador propôs campanha de repúdio aos maus paraenses que queriam criar o Tapajós. Aí, alguns maus paraenses vieram de lá para explicar na Câmara Municipal de Belém. No final, esses maus paraenses conseguiram uma votação favorável de 19 a 2, a favor não da moção de repúdio, mas a uma moção de apoio ao plebiscito, que seria enviada à Câmara Federal. A questão é o conhecimento de causa e porque se pleiteia isto. Como a história nos diz que mais cedo ou mais tarde isto (a divisão do Estado) vai acontecer, eu não tenho muita preocupação.
n O senhor defende a emancipação do oeste, mas a governadora Ana Júlia é contra. Isto não cria um conflito de idéias entre o senhor e ela capaz de criar problemas no futuro?
o A governadora tem uma posição democrática e também respeita a questão plebiscitária. Ela só gostaria que o plebiscito não ocorresse agora. Não há nenhum conflito ou contradição entre eu e a governadora. Há, sim, um respeito mútuo. Se o plebiscito vier agora, nós sabemos que teremos de nos manter como juízes e não como pessoas interessadas em defender esta ou aquela posição. O Pará todo terá de ser ouvido e eu não tenho nenhum problema com relação a isso.
Há espíritos armados de paixão na discussão pró e contra a divisão do território paraense...
o Nenhuma pessoa sensata deseja um estado de beligerância nessa discussão. Nós não estamos mais na Cabanagem. Vivemos uma época de debate de idéias e de fazer fluir procedimentos de políticas públicas que possam atingir as demandas sociais deste povo, principalmente da Amazônia. E, com muita ênfase, a soberania nacional em relação à Amazônia.
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É isso aí Odair. Vai quente que a panela está fervente!
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Leite Filho linkado
Apresento um aperitivo de sua imensa competência, que você, leitor, pode ler abaixo.
Até onde vale a pena estudar pela internet
O G1 traz interessante enquete sobre a validade de cursos, no caso, superiores, pela internet. Como verá o internauta, ainda existe certa resistência por parte daqueles que se aventuram nesta nova modalidade. Sou, no entanto, obrigado a discordar. Por experiência própria, devo dizer que é o melhor meio para aprender, justamente porque lhe deixa à vontade e sem as pressões e o estresse de tempo, de transporte, além da economia, claro. Agora, é óbvio, você tem de se concentrar e levar a coisa a sério, ou seja, ficar disciplinado. Não fiz nenhum curso superior pela internet, mas aprendi o básico de três línguas, o suficiente para ler uma notícia de jornal: francês, espanhol e italiano. E não paguei nada. Aí está outra dica, procure cursos superiores e de idioma ou qualquer um outro on line e free. O Google lhe mostrará o caminho das pedras. Algumas universidades públicas e o próprio governo têm um setor voltado para este tipo de ensino. Logo pesquisarei e incluirei alguns links neste neste nicho. Mas vamos às dicas do G1."Uma nova "moda" está surgindo no ensino superior: é a aula on-line. Mas, apesar da modernidade do nome, a promessa de revolução do currículo tem frustrado os alunos. É que nessa nova modalidade, até 20% das aulas com professor desaparecem. O aluno fica só com os textos via web e tem um fórum para tirar dúvidas.Veja aqui a matéria completa
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Não dá para competir
Orientado pelos assessores, o presidente Lula tentou colar a sua imagem ao do saudoso presidente Getúlio Vargas. Tentou, nunca conseguirá.Getúlio defendeu o Brasil do assédio dos trustes é o título do excelente texto do companheiro Beto Almeida que nos lembra quando na década de 30 o presidente Getúlio Vargas percebeu o assédio dos trustes internacionais sobre as fontes energéticas brasileira, tomou um conjunto de medidas que certamente levou-o a ser vítima de uma implacável e confessa desestabilização, terminando, tragicamente, com o suicídio de 24 de agosto de 1954. Reagindo ao assédio externo sobre nossas riquezas naturais Vargas nacionalizou o subsolo, posteriormente o petróleo, e, mais tarde criou a Petrobrás. Os barões do petróleo norte-americanos deixaram claro, em muitas ocasiões, que este presidente não poderia continuar no poder. Vargas foi derrubado em 1945. Continua aqui...
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Editorial do Site do PDT
A Frente ao legado trabalhista que o PDT carrega em sua história não cai bem o slogan "crescendo com o Brasil" que está sendo veiculado nas inserções de televisão, quando sabemos que o crescimento do país é quase todo queimado no superávit primário e vem servindo apenas para amortizar questionáveis juros de uma questionável dívida. Resta crer que o nosso partido está saindo na frente com essa, que logo o governo Lula acorda e deixará de servir à agiotagem internacional. Aliás, não custaria muito o presidente deixar as pretensões de lado e espelhar suas ações no que representou o trabalhismo em termos de soberania, suspendendo de imediato os leilões dos poços da Petrobras e ao menos tentando retomar a Vale do Rio Doce. Não seria levado à renúncia e nem precisaria apelar para o suicídio, estaria ainda bem distanciado dos pés de Jango e Getúlio.
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Vou com o coração repleto de alegria e emoção

A maior festa religiosa do Norte do país chega à capital federal. O “Círio de Nazaré Brasília 2007” iniciou no último dia 28 de agosto com a realização de novenas que prosseguem até a próxima quinta-feira, 6 de setembro. Em seguida, começam as festividades do evento com a realização da exposição “Círio de Nazaré: Patrimônio Imaterial da Cultura Brasileira”, de 6 a 9 de setembro, na Paróquia Nossa Senhora de Nazaré. A festividade é organizada há 35 anos por paraenses que moram na cidade e pela coordenação do Círio de Brasília. O governo do Estado é um dos apoiadores do evento, por meio da Secult, Seter, Paratur, Casa Civil e CCS.A abertura da programação será feita com a santa missa presidida pelo padre Roberto Rambo e co-celebrada pelo padre José Ramos das Mercês, diretor-presidente do Círio de Nazaré de Belém, às 19h30, na Paróquia. A procissão encerra a programação, no domingo (9), às 18h, com direito a uma corda de 90 metros. Logo após, haverá show pirotécnico e apresentação do Arraial do Pavulagem, além de barracas com pratos regionais, como pato no tucupi e maniçoba. No ano passado o evento reuniu mais de cinco mil pessoas pelas ruas de Brasília.
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Ópera: Carmen, de Georges Bizet ao ar livre no Brasil
Trata-se de um detalhe que o evento ressentiu-se. Não havia um plano que pudesse superar a falta de condição da demanda maior que a oferta oferecida aos espaços seguros para a imprenssa. O ineditismo a que se propôs os responsáveis por sua organização sucumbiram, visto que superou a expectativa que permeia iniciativas dessa natureza, causa do efeito desassombrado de oferecer ao povo cultura de alta qualidade, a qual aplaudo.
Foi uma experiência de agradável surpresa testemunhar a novidade de que é possível, gratuitamente, pela primeira vez no mundo e ao ar livre, a exibição de uma da mais emocionantes árias de ópera jamais composta pela genialidade humana: "Carmen", de autoria do imortal Georges Alexandre César Léopold Bizet.
Lamentamos o fato e tentaremos na próxima, que há de aconter, proporcionar aos visitantes deste diário o registro pessoal do evento, dado o pleno sucesso do espetáculo.
É muito prazeroso falar de Ópera. Aprendi com meu sábio e amado pai, educar a alma ouvindo óperas.
"Camen" é paixão, está-lhe no sangue! CARMENA é a última ópera composta por Bizet, celebra e eterniza a relação fatídica entre a sensual e voluntariosa cigana protagonista e Don José, um pacato sargento cujos códigos morais serão perturbados por uma avassaladora e incontrolável paixão. Carmen, a personagem dominante, encarna o paradigma da liberdade individual sem concessões e sem limites, o arquétipo da mulher independente e confiante da sua beleza e poder de atração, impulsionada pelo desejo de viver apenas de acordo com a sua vontade e as suas próprias leis. À saída da fábrica de tabaco em Sevilha, local onde trabalha, Carmen, admirada e cobiçada por muitos decide dedicar a sua atenção a um reservado Don José que, apesar de acreditar estar enamorado e projetar casar com Micaela, uma jovem e virtuosa órfã criada pela sua mãe, não fica indiferente às insinuações da cigana. Chamado a prender Carmen, durante uma rixa entre colegas, Don José acaba por ceder aos encantos daquela mulher provocadora e exuberante e permite que esta se liberte em troca de uma promessa de amor. A evasão de Carmen leva a que o sargento acabe por ser preso, mas, assim que libertado, vai ao encontro da sua amada, e é para orgulhosamente preservar o alvo do seu desejo que acaba por se confrontar com o oficial Zuniga. Sem alternativas, o sargento abandona a carreira para seguir Carmen. O amor possessivo de Don José e os conflitos morais que esta paixão desencadeia provocam o gradual desinteresse de Carmen que o incita a partir e a acompanhar Micaela quando esta surge para lhe comunicar que a sua mãe estava a morrer. O afastamento de Don José possibilita a oportunidade de Escamillo, um triunfante toureiro, conquistar o coração de Carmen e é na sua companhia que regressa a Sevilha, local onde reencontra Don José. Sem receio de enfrentar o desespero e as súplicas deste, Cármen, desafia o destino e assume o novo amante. Don José apunhala mortalmente a cigana e sobre o seu corpo inerte é um homem destruído aquele que confessa o crime e declara o amor sentido pela sua “adorada Carmen”.
Jogos de sedução, conflitos e dilemas morais, paixão e liberdade, festa e tragédia desenham-se sobre uma trama de ambientes com um exótico "sabor" espanhol a colorir a sutil elegância de uma musicalidade francesa expressa pela prodigiosa orquestração de Georges Bizet.
Desde sempre, esta ópera tem conseguido conquistar indefectíveis gerações de admiradores. A oportunidade de vê-la ao vivo tornou-se um convite irrecusável…
Nota do blog: Não posso deixar de pesquisar em busca de meu auto-conhecimento. Apenas, mas não somente, os estudiosos da psicologia humana tentam explicar a cascata de lágrimas de emoção que arrebatam este poster ao ouvir, ver e sentir uma Ária de Ópera.
Arrisco um de outros vários palpites: É porque amo a mulher e as perdôo sob qualquer condição.
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Sim 25,00%
Essa é a vergonha nacional. O Ali Babá sequer foi denunciado.
No Massacre de Eldorado do Carajás, o Tchu Carramãe - pássaro que depois de velho desaparece - nunca foi ouvido nem cheirado.
Esse é o Brasil em que crio meus filhos. Esse é o Pará em que nasci.
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Sem chance
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O Liberal só de nome
Forasteiro és tu, cara pálida!
A respeito da divisão do Estado do Pará, várias matérias saem todos os dias na grande imprensa da capital do Estado.
Umas com bastante equilíbrio, pois chamam a atenção da população para discutir com mais serenidade a questão, outras com tanto despreparo emocional que chegam a passar a impressão de que foram escritas no Mangueirão durante o intervalo de um emocionante Re x Pa, pois chegam a chamar aqueles que lideram o movimento de criação do Carajás e do Tapajós de forasteiros.
Ora, quem chama os líderes políticos, empresariais, sindicais e de movimentos sociais destas regiões de forasteiros é no mínimo um tremendo idiota.
A luta do povo desta região por independência administrativa é legítima e inegociável, basta de nos empurrar com a barriga e tentar nos impor uma condição que não nos interessa.
O povo do interior não quer mais saber de migalhas ou das sobras de Belém. Queremos ter a nossa independência por entender que temos muito mais direitos que hoje nos é facultado.
É sabido que a capital do Pará é uma das grandes referências culturais da Amazônia e do Brasil, mas não representa o que é vivido em nossa região, que é formada por uma grande miscigenação de povos de todos os estados do Brasil.
Também é sabido que a ausência do Estado em segurança pública, em saúde, em educação, na cultura, no esporte, em rodovias, na agricultura, em infra-estrutura em geral é o grande responsável por este sentimento do povo por independência.
Ai me vem a grande constatação.
Forasteiro és tu! Que fica ai sentado em sua poltrona, no ar condicionado, em frente a um computador de última geração, dissertando sobre uma realidade que não conheces.
Forasteiro és tu! Que do alto de sua ignorância ficas a dizeres bobagens sobre um povo trabalhador e progressista.
Forasteiro és tu! Que de tão acomodado não consegues enxergar um palmo adiante do seu nariz, não consegues enxergar a realidade de nossa gente.
Forasteiro és tu! Que finge estar tudo bem enquanto o nosso povo passa fome, sofre com a insegurança, com a falta de escolas de boa qualidade, com a falta de atendimento médico, pelo isolamento causado pelas péssimas condições de nossas estradas.
Forasteiros são todos aqueles que não conseguiram conquistar este espaço de chão e agora ficam de longe querendo impor suas vontades ao nosso povo.
Ivair Justino Gonçalves mora em Tucumã - Pará, na Rua da Pimenta n° 117 – Morumbi - Cep: 68.385-000 Telefone : 094-3433-1640.
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Telma Lobão ameaçada de morte na Bahia
O mês acabou e junto a vida da ambientalista Telma Lobão pode seguir o mesmo caminho via intolerância dos poderosos de plantão na Bahia.
Estão tentando assassinar a ambientalista Telma Lobão na Bahia devido às suas denuncias contra o Ibama e a COPPA - Policia Ambiental da Policia Militar. Os responsáveis seriam o Coronel Santana Comandante Geral da Policia Militar do Estado e Paulo Bezerra Secretário de Segurança Pública do estado (que indicou Santana para o cargo e também o atual Superintendente da Policia Federal na Bahia). Aliás a Policia Federal da Bahia inocentou sigilosamente o Ibama da Bahia de um monte de acusações e nem a Imprensa tomou conhecimento... A ambientalista vem sendo seguida por carros com vidros fechados fumês, registrou o caso na delegacia e esperamos que seu fim não seja igual ao de Antonio Conceição, o ambientalista assassinado em Salvador com 40 tiros pela Policia, que depois teve seu corpo sequestrado e ateado fogo. Porque a Bahia e o brasil odeia tanto ambientalista?
A notícia carece de checagem, mas, independente disso o blog pergunta: A quem interessa a morte de Telma?
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Veja como foi a sessão solene em Homenagem à Nossa Senhora de Nazaré 2024, na Câmara dos Deputados
Veja como foi a sessão solene em Homenagem à Nossa Senhora de Nazaré 2024, na Câmara dos Deputados A imagem peregrina da padroeira dos par...
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O relator do projeto de lei que extingue o fator previdenciário (PL 3299/08), deputado Pepe Vargas (PT-RS), disse na semana passada que pode...
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Sei não! Acho que ele não combinou com os Russos O senador Paulo Paim (PT-RS) disse nesta quarta-feira (24) que o projeto de lei que ext...
