Guerra nos bastidores para a presidência do Senado

Como era de se esperar, pode sobrar para o senador José Sarney a missão de ser o "pacificador" na guerra silenciosa que se passa nos bastidores do Senado Federal. Em disputa, a presidência da Casa.
Como regra, o PT costuma tomar decisões através de sua Executiva Nacional, em São Paulo. Quinze ou dezesseis pessoas, como rotina. Claro que quase sempre de comum acordo com o presidente Lula. Como está marcada para sexta-feira, em Brasília, reunião do Diretório Nacional do partido, com mais de 100 companheiros, a pergunta que se faz é se anda acontecendo coisa grave, ou mesmo explosiva, nos corredores petistas.
Divulga-se que no encontro será examinada e quem sabe decidida a questão das presidências da Câmara e do Senado. Porque o acordo anterior entre PT e PMDB era para a alternância nas presidências das casas do Congresso. Arlindo Chinaglia, do PT, seria sucedido por Michel Temer, do PMDB, na Câmara, enquanto no Senado Garibaldi Alves, do PMDB, cederia o lugar a Tião Viana, do PT.

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