Dá para acreditar?

O delegado licenciado e ex-Superintendente da Polícia Federal do Rio de Janeiro -- só para explicar, e não confundir --, é afilhado político do ex-Governador Anthony Garotinho (pré-candidato declarado ao governo do Estado).

É algo aterrador relembrar que, ao longo do governo do evangélico e santinho do pau ôco Garotinho, todos os indicadores de violência no Rio de Janeiro atingiram níveis exorbitantes; tendo como consequencia imediata, a "moda", terrível, registre-se, de "bondes" (em alusão a música 'Bonde do Tigrão') para dominar tudo a frente. E, sempre para o livre exercício do mal.

Pilhado em esquemas que as Leis dos Homens (os de bem) não abrirão mão, Garotinho, através de sua influência no governo de sua mulher, Rosinha Garotinho, colocaram o Rio de Janeiro, definitivamente, em "Estado de Sítio" para a população dos bairros cercados por favelas, e os turistas, que tiveram a coragem de desafiar a linha invisível de perambular pelo lugar mais bonito do Plante Azul.

Itagiba órfão após uma decisão do ex-Chefão da Polícia Federal, Carlos Lacerda, que o afastou numa "canetada", confunde mandato parlamentar com vingança pessoal.

Pelo menos é o que a 10 a cada 10 interlocutores que conheço do Rio me dizem sem pedido de reservas.

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