Líder do PDT na Câmara dos Deputados reafirma apoio aos aposentados e pensionistas

Em entrevista ao Jornal da Câmara, o líder do PDT na Câmara dos Deputados, deputado federal Dagoberto Nogueira (PDT-MS) disse que mesmo na base do governo, o PDT não vai abrir mão de questões históricas, dentre elas, o apoio aos aposentados e pensionistas.

Perguntado sobre como o PDT vai enfrentar o governo na questão do reajuste do salário mínimo para os aposentados? O parlamentar foi taxativo:

”O reajuste do salário mínimo para os aposentados é uma questão histórica do PDT e da qual não abriremos mão. E, se preciso for, iremos sim para o enfrentamento, porque considero inceitável a intransigência do governo com os aposentados. Assim, se não houver uma outra proposta concreta de reajuste, vamos trabalhar para que o Projeto de Lei 1/07, que restabelece a correção das aposentadorias de acordo com o aumento do salário mínimo, seja votado em Plenário.”

2 comentários:

Jose Correia C. Neto disse...

acho que o governo não quer abrir mão do fim do fator e quer dá um cala boca nos aposentados , acho que miseravelmente alem de outros ganhos o plano 80/95 seria uma saída mais vantajosa pra os aposentados e os que estão em vias de se aposentarem. aceitar a esmola dos 7% é inaceitavel.
Jose Correia de C. Neto

gilmar disse...

Caro Val
Segue abaixo a descrição no bloger do Hiroshi e que conto com o apoio dos demais deputados pois meu pai com quase seus 90 anos, cego por causa de um glaucoma foi soldado da borracha e durante o aniversario de um chefe de gabinete do estadoi do Pará com tantas presenças a não tão importante Conselho Nacional dos Seringueiros:

Soldados da Borracha
Comentarista que assina JNP reabre discussão a respeito do desprezo com que são tratados os chamados “Soldados da Borracha”.

O que diz JNP:


Dentre estas entidades participantes deste tão propagado aniversário, acho que você, Hiroshi, deveria dar uma mãozinha para o Conselho Nacional dos Seringueiros que tem como representante, no Pará, o Sr. Paulo Sampaio, que junto com vários marabaenses, durante a 2ª Guerra Mundial estiveram dentro das matas da Amazônia tirando a matéria prima da seringueira (a borracha) para exportação para os países aliados dos americanos, incluindo o Brasil.

A luta destes senhores é para equiparação salarial das aposentadorias dos mesmos a dos pracinhas que estiveram na guerra.

Se era uma guerra mundial, tanto para quem estava lá no "front", na Europa, como quem estava dentro da selva e viu seus amigos morrerem de malária, picadas de cobras venenosas, onças, jacarés e outros que perderam a vida ou ficaram deficientes ou ainda que deixaram viúvas para ganhar 2 míseros salários mínimos.

Meu pai, hoje cego, com seus quase 90 anos é um deles e acho humilhante, pelos serviços prestados a nação e ao mundo o descaso dos governantes deste pais.

Desculpe o desabafo mas gostaria que você pudesse fazer uma matéria em seu blog a este respeito e quem dos nossos representantes na câmara ou senado de qualquer lugar do Brasil está com este projeto.

Abraços,
JNP - 90 anos