Ouvidor agrário promete apurar denúncias contra o Incra

Foto: Ag. Câmara
























O ouvidor agrário nacional, Gercino José da Silva Filho, e o presidente do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), Rolf Hackbart, afirmaram que vão dar encaminhamento às denúncias apresentadas nesta tarde pelo deputado Giovanni Queiroz (PDT-PA) em audiência pública na Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural.

O deputado acusa o Incra de financiar invasões de fazendas no Pará. Segundo ele, após as invasões, os sem-terra saqueiam as fazendas e matam o gado.

O ouvidor disse que haverá uma reunião em Marabá, no próximo dia 22, para resolver a situação de fazendas ocupadas na região. Gersino Filho convidou o deputado a participar da reunião e solicitou cópia do vídeo apresentado na reunião de hoje. Ele disse que vai pedir providências.

O presidente do Incra também se ofereceu para participar de uma reunião no Pará com o Incra do estado para tratar das denúncias que o deputado apresentou.

Cestas básicas
Quanto às denúncias de que o Incra estaria financiando invasões de terra com a distribuição de cestas básicas, o ministro do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel, esclareceu que é política do Ministério do Desenvolvimento Social, e não da sua pasta, distribuir cestas para famílias em situações de risco. "O Incra em alguns estados ajuda nesta distribuição." Cassel considerou injusta a denúncia. "É uma simplificação do que ocorre."

3 comentários:

Lord disse...

Injustiça! Visitem os restos mortais de um blog !
Este blog foi fechado pelo wordpress a mando da poderosa Petrobrás, visitem os restos mortais
http://petrobrasdadosefatos.wordpress.com/
Hoje foi ele amanhã seremos nós!

Anônimo disse...

Há alguns anos estive no Mato Grosso e tive a oportunidade(?) de ver como o MST age. É impressionante a violência e a safadeza. Na ocasião, quando se defrontaram com a polícia e proprietários da fazenda, formaram uma barreira com crianças, depois a segunda barreira com mulheres e a última formada por homens armados com voice, pás, paus, pedras e tochas. Estão longe de serem bons cidadãos. Importante frisar que esses tinham caminhotes Cherokee e outros veículos caros, diria incompatíveis para grupo desprovido de condições de adquirir terra. Há alguns meses vi também em Brasília. Mais pareciam turistas do que trabalhadores reinvindicando condições de trabalho. Na minha opinião o MST é formado por aproveitadores e tem caraterísticas paramilitar.

Anônimo disse...

É difícil de acreditar que num País de dimensões continentais, se tenha a verdadeira guerra pela posse da terra. Um Governo realmente sério, este que está aí, não é, mentiu durante 20 anos, investiria primeiro em estradas de ferro, transporte hidroviário, Batalhões de Fronteiras; SÊCA, AQUÁTICA(MARÍTIMA E FLUVIAL) e Aérea[espaço aéreo-aeroportos(oficias e clandestinos).Escolas Agrícolas, toda infra-estrutura, para produção,manejo e comercialização daquilo que foi produzido. Esse dever de casa. só pessoas dignas têm condições de praticar. Já dizia a minha Avó; não mintas nunca menino, pois quem mente ROUBA!