Como veio ao mundo

Mônica Veloso sobre ensaio nu: 'Fiquei tranqüila'


A jornalista Mônica Veloso, pivô da crise envolvendo o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), confirmou ao G1 nesta segunda-feira (20) que já fez as fotos para a revista masculina 'Playboy'. As imagens foram feitas na semana passada no Rio de Janeiro.

Mônica disse que, apesar de ter sido uma "situação incomum", ficou tranqüila. "As fotos foram feitas com muito profissionalismo, de maneira com que me sentisse tranqüila. Aos poucos eu fui ficando bem, acho que o resultado ficou positivo." A jornalista disse que ainda não viu o resultado final das fotos.

Mônica Veloso não contou mais detalhes sobre como foi a sessão de fotos para a Playboy. "Não posso contar porque ainda não sentei com o marketing da revista para eles me darem uma orientação de como é o procedimento do lançamento." Ela informou que deve ter um encontro com a direção da Playboy ainda nesta segunda.

Segundo Mônica, ela deve ser capa da edição de setembro. No entanto, a jornalista ainda não sabe qual o dia do lançamento.

Questionada sobre a situação de Renan Calheiros e se ele deveria deixar a presidência do Senado, Mônica Veloso desconversou. "Eu não comento esse assunto."

Mônica tem uma filha de três anos com o senador e denunciou, no fim de maio, que a pensão mensal era paga por um lobista. O Conselho de Ética investiga a origem dos recursos e se Renan tinha renda suficiente para arcar com a pensão. Após a denúncia da jornalista, apareceram outros dois escândalos envolvendo o senador, que responde atualmente a três processos por quebra de decoro parlamentar.

O segundo se refere a acusações de que Renan teria favorecido uma cervejaria e o terceiro, trata da denúncia de que o senador teria adquirido empresas de comunicação por meio de laranjas. Entenda mais sobre o caso Renan Calheiros.

(Foto: Paulo Valadares / Agência Estado)

Carajás

Cris Moreno pautando a discussão

Eu recomendo com louvor o blog da jornalista e professora de Comunicação Social Cris Moreno

Sobre a Divisão do Estado do Pará !

Os Deputados Giovanni Queiroz e Zenaldo Coutinho (PSDB-PA) foram sondados para um debate na Universidade da Amazônia (Unama), que já está agendando o encontro. Queiroz é autor do projeto que autoriza a realização do plebiscito, Coutinho é contra, e propôs a criação de uma Frente Parlamentar que valorize os Municípios e impeça a criação de novos Estados.

Mais Informações no site.

A Assembléia Nacional Constituinte de 1988 não se limitou a criar o Estado do Tocantins e concluiu pela necessidade de redivisão da Amazônia e da criação de novos Estados. As sugestões da Comissão de Assuntos Territoriais não foram adotadas até hoje mas o tema da redivisão do território nacional continua ocupando as atenções de um grande número de parlamentares.

A área em estudo para a criação do Estado do Carajás, está localizada no Sul/Sudeste do Estado do Pará, abrangendo 38 municípios que totalizam uma área de 284.721 Km² e uma população de 1,3 milhão de habitantes, com uma densidade demográfica de 4,66 Hab/ Km².

O futuro Estado do Carajás inclui a Represa de Tucuruí e a Serra dos Carajás - maior Província Mineral do Planeta - articula-se com outras regiões pelas bacias dos rios Xingu, Araguaia e Tocantins, pela Ferrovia dos Carajás e pelas Rodovias BR-230, BR-158, BR-222 e BR-153.

A economia está baseada na agropecuária - com frigoríficos e mais de 14 milhões de cabeças de bovinos, vários laticínios, setor madeireiro consolidado, exploração de minério de ferro e outros minérios, dez siderúrgicas de ferro gusa e uma aciaria em processo de implantação, além de investimentos intensivos em reflorestamento.

Divisão territorial do Brasil a partir do Pará

A verve da jornalista Cristina Moreno instiga e encanta. Antenada com o processo em curso no Brasil, debalde os segmentos contrários à criação de novos Estados. Cris começa a revelar um arsenal de pontos de vistas prá lá de interessantes.

Cris nos convida para o debate essencial. Leiam.

Vamos pesquisar ?

Por e-mail, o professor Vicente Salles fala sobre a divisão do Pará:

Prezada Cristina

Quanto à divisão do Pará, pergunto-me: Por quê e para quê? Lembro-me de um antigo estudo do IBGE, nos tempos de Getúlio Vargas, talvez 1942 ou 43, que trata exatamente da redivisão do Brasil. É possivel que esse estudo, publicado na antiga Revista Brasileira de Geografia, ainda se encontre no Acervo Vicente Salles no Museu da UFPA. Você poderá obtê-lo, talvez mais facilmente, no próprio IBGE. A proposta daquela época é bem mais interessante, me parece, por que levou em conta interesses sócio-econômicos, mas como sempre não foi precedida de amplo debate, sequer de consulta popular. Ao examiná-la e ler as cartas elaboradas naquela época você talvez se surpreenda com a objetividade da proposta. A Amazônia foi contemplada com cerca de vinte (se me lembro) novas unidades federativas.... As propostas atuais são corporativistas-empresariais, a exemplo da redivisão do Mato Grosso e Goiás. Os donos do poder pretendem contemplar seus morgados, como nos tempos das capitanias. É aconselhável ler alguma coisa a respeito. Raimundo Faoro e outros impertinentes. E tentar descobrir a nossa identidade. Será que existe? Ou vamos nos comportar, ainda e sempre, como colonizados satisfeitos e conformados? Estou cansado para entrar nesse debate. Um abraço do Vicente Salles.

Pois é, professor, mas encontrei na Biblioteca Digital do IBGE, a sua referência. Ela está na RBG 1941 v3 n2. Nas páginas 318 a 370. Confesso que tem ligação com o texto do professor Paraguassú Eléres(Etiquetas:divisão/PA/Blog).

“Divisão Regional do Brasil”, do professor M. S. Guimarães, chefe da Secção de Estudos Geográficos do SGEP. No item - Base para a divisão prática - , está a pergunta:

"Deve-se tomar por base as regiões naturais ou as regiões humanas?." São pesquisas de vários estudiosos renomados. Vale a pena conferir e ter a sua opinião própria também.

Totalmente equivocado


'Os separatistas não são paraenses, não torcem por Remo e Paysandu, não são devotos de Nossa Senhora de Nazaré, porque a cultura deles é outra'.

Deputado estadual Joaquim Passarinho, criador de uma frente parlamentar para estudar as propostas de divisão territorial do Pará.

O blog lamenta profundamente o equívoco do Deputado Joaquim Passarinho. Faz-se necessário a reposição da verdade.

Nós torcemos sim pelo Remo, pelo Paysandu e pela Tuna. Torcemos e investimos no Águia Futebol Clube, agremiação de Marabá. Há outros times de craques na região do Carajás.

Somos devotos de Nossa Senhora de Nazaré, sim senhor Deputado.

Eu e meu pai estudamos no Colégio Marista Nossa Senhora de Nazaré. Meu pai e minha mãe acompanham o Círio de Marabá. Eu acompanho o Círio de Brasília.

Fomos educados e educamos nossos filhos segundo os preceitos cristãos, deputado Passarinho.

Assessorei com muito entusiasmo e orgulho o Deputado Federal Zequinha Marinho. Um servo de Deus que comunga na gloriosa Assembléia de Deus. Um homem de extraordinária humildade e forjado na prática do mais elevado espírito público.

Sou amigo pessoal dos Deputados Asdrubal Bentes e Bel Mesquita, queridos amigos de todas as horas e pessoas dotadas de invulgar inteligência. Asdrubal dispensa comentário: Foi diretor do Paysandu e atualmente é mantenedor como fundador e ex-presidente do Águia Futebol Clube. Passa por graves problemas quando o Paysandu joga contra o Águia, porém, torce pelo Águia.

Dotada de ternura, portadora de lindos olhos azuis, sorriso largo e contagiante. A deputada guerreira Bel Mesquita presidiu quando ainda residia em São Paulo, sua terra natal, a Frente Feminina pela Libertação da Palestina. O senhor sabe o quê é isso Deputado? Eu sei nobre Joaquim Passarinho, pois sou descendente de libaneses.

O senhor é meu convidado para o Círio de Marabá e de Brasília. Será recebido por pessoas maravilhosas em um culto na Assembléia de Deus em Marabá ou numa Mesquita Mulçumana aqui em Brasília. É nosso convidado especial para um jogo do Águia.

O seu colega Wandenkolk Gonçalves é conterrâneo meu. Explico: Marabá pertenceu a Itupiranga - sua terra natal.

Giovanni Queiroz é como se fosse um pai para mim. Sou um homem muito feliz e realizado por ter o privilégio de servir esse grupo.

Anime-se Deputado. Conheça as pessoas. São como o senhor, pessoas da melhor qualidade.

Giovanni Queiroz no programa Direto de Brasília

Baita entrevista! Vejam.

Prosseguem encontros discutindo o Estado do Carajás

Dgeison S. Peixoto

















A Bancada do PDT no Congresso Nacional reuniu-se ontem, em audiência com o presidente Luis Inácio Lula da Silva no Palácio do Planalto.

Todos os parlamentares tiveram voz. O Deputado Federal Giovanni Queiroz (PDT-PA) lembrou das caminhadas do presidente há vinte anos pelo Sul do Pará, com chapéu de palha e em cima de caminhões onde realizava seus comícios que inflamavam os simpatizantes do lider sindical.

Giovanni Queiroz conversou com o presidente sobre o Estado do Carajás. Lula lembrou que no Capítulo Amazônia de seu Programa de Governo de 2002, no Capítulo IV, a questão da redivisão geopolítica da Amazônia foi um dos itens de destaque.

Após a audiência, Queiroz revelou que as possibilidades políticas para a aprovação para a realização do plebiscito são favoráveis.

Debates em todo o Pará - Enquanto não se define a data exata para que a matéria entre no Plenário do Senado e da Câmara, cresce a ampliação do debate sobre a criação de novos Estados.

Os Deputados Giovanni Queiroz e Zenaldo Coutinho (PSDB-PA) foram sondados para um debate na Universidade da Amazônia (Unama), que já está agendando o encontro. Queiroz é autor do projeto que autoriza a realização do plebiscito, Coutinho é contra, e propôs a criação de uma Frente Parlamentar que valorize os Municípios e impeça a criação de novos Estados.
"Será uma ótima oportunidade para a classe estudantil e acadêmica de Belém, assistir os prós e contras de cada parte. Se bem que não acredito em argumentos contrários ao maior projeto de desenvolvimento da Amazônia", destacou Queiroz.

Aproximadamente 800 pessoas entre alunos e professores e sociedade organizada, assistiram o parlamentar em palestra proferida no Campi da Universidade Federal dos Pará, em Rondon do Pará, debatendo com a audiência um novo modelo de desenvolvimento para o Sul/Sudeste do Pará, a partir da criação do Estado do Carajás.

Na próxima terça-feira, 21, o Deputado Giovanni Queiroz participa de uma Conferência na Grande Loja do Pará, que abre discussão de três dias na sede da Loja Maçônica na Av. Almirante Tamandaré - Comércio, em Belém.

No último sábado, 11 a segunda-feira, 13, Giovanni Queiroz manteve encontros em São Felix do Xingu e em Tucumã, na respectivas Câmaras Municipais; em Ourilândia do Norte, em um Clube de Serviço, comandando uma conferência com os segmentos empresariais, comerciais, eclesiásticas e políticas, esclarecend as razões para a necessidade do projeto de criação do Estado do Carajás.

Segmentos empresariais e políticos dos Municípios de São João do Araguaia, Palestina do Pará e

Na segunda-feira, 13, o deputado participa do encontro com Bispos da CNBB que coordenam a ação executiva da Igreja Católica Apostólica Romana, cujo tema da Campanha da Fraternidade deste ano é a Amazônia.

Os Bispos da Amazônia estão propondo uma refleção conjunta sobre os desafios e alternativas para o real desenvolvimento da Amazônia.

Queiroz apresentou números dos pífios índices sociais que flagelam o povo paraense. Pautou a discussão do Estado do Carajás como ação política essencial, de motivação transformadora. Nesse encontro participaram os Deputados Federais Wandenkolk Gonçalves (PSDB-PA), Paulo Rocha (PT-PA), os estaduais Miriquinho Barbosa e Joaquim Passarinho.

"Foi um ótimo encontro e os bispos da Amazônia são muito preparados, servos de Deus sensíveis. Coloquei que a Prelazia de Marabá, tendo a frente o bispo D. José Foralosso, aderiu no primeiro momento ao Projeto que emancipará a região sul/sudeste do Pará", conclui.

A inadiável necessidade da criação dos Estados do Carajás e do Tapajós

Comentário sobre a criação de novos estado no PA

Roberto C. Limeira de Castro disse...
Os cinco pequenos estados do Nordeste oriental, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas e Sergipe com pouco mais de 250.000 km juntos, têm todos os índices sociais e econômicos superiores ao Pará, que tem quase cinco vezes o território. Aliás, o Pará é maior que o Nordeste Oriental inteiro, incluindo mais a Bahia e o Ceará.
Esses sete estados do leste Nordestino perfazem juntos 970.743 km2 contra 1.247.689 do Pará. Cabem com folga dentro do território paraense e ainda dá para colocar o Maranhão ou o Piauí de lambuja. Esses sete estados têm 123 deputados federais e 21 senadores, conta 17 deputados federais e 3 senadores do Pará.
Por isso, o PIB do Nordeste, em território inferior e com poucas riquezas minerais e florestais e muita seca é de R$ 250 bilhões contra 35 do Pará. Isso porque se trata de uma das regiões mais pobres do Brasil.
O reordenamento territorial do Pará e de toda a Amazônia não devia nem ser discutido, mais feito imediatamente pelo governo federal com apoio intransigente dos governos estaduais. Ou divide e reorganiza ou a região norte viverá para sempre na pobreza e na barbárie, com dois séculos de atraso em relação ao restante do Brasil que não para de crescer.
Taí um tema que deveria ser unanimidade total e irrestrita de todos os Amazônidas. Detalhes completos sobre a criação de novos estados podem ser visto no Blog Brasil Novo http://obrasilnovo.blogspot.com/ com link direto para o Blog do Waldyr Silva e todos os blogs que apoiam a redivisão do Pará.

Os 10 Mandamentos da cidadania

O programa é embasado em 10 mandamentos (já adaptados ao nosso país):

  1. Você acha um absurdo a corrupção da polícia?
    Solução: Nunca suborne nem aceite suborno!
  2. Você acha um absurdo o roubo de carga, até mesmo com assassinatos dos motoristas?
    Solução: Exija a nota fiscal em todas as suas compras!
  3. Você acha um absurdo a desordem causada pelos camelôs?
    Solução: Nunca compre nada deles! A maior parte de suas mercadorias são produtos roubados, falsificados ou sonegados. (Apesar do grande mercado informal que emprega grande parte de nosso país, este mandamento é uma verdade indiscutível).
  4. Você acha um absurdo o poder dos marginais das favelas?
    Solução: Não compre e nem consuma drogas!
  5. Você acha um absurdo o enriquecimento ilícito?
    Solução: Não o admire, repudie-o.
  6. Você acha um absurdo a quantidade de pedintes no sinal ou de flanelinhas nas ruas?
    Solução: Nunca dê nada. Assistência social é obrigação do governo.
  7. Você acha um absurdo que qualquer chuva alague a cidade?
    Solução: Só jogue o lixo no lixo.
  8. Você acha um absurdo haver cambistas para shows e espetáculos?
    Solução: Não compre deles, nem que não assista ao evento.
  9. Você acha um absurdo o trânsito da sua cidade?
    Solução: Nunca feche o cruzamento.
  10. Você está indignado com o desempenho de seus representantes na política?
    Solução: Nunca mais vote neles e espalhe aos seus amigos seu desalento e o nome dos eleitos que o decepcionam.

Estamos passando por uma fase de falta de cidadania e patriotismo, aliás, nunca soubemos o que é cidadania e o patriotismo só aparece de quatro em quatro anos quando o país se embevece por causa de uma maldita bola. Precisamos mudar nosso comportamento para que possamos viver num país onde tenhamos orgulho de dizer: Eu sou brasileiro!

Ficando parado, você não contribui com nada; portanto não pode reclamar. Pratique os pontos com os quais você concordou e tente praticar também os que você não concordou. Vamos todos viver, ou pelo menos tentar viver, com ética.

Ações da CVRD com perdas expressivas

A Companhia Vale do Rio Doce perdeu no butim da especulação mundial R$ 15 bilhões.

Crise na Bolsa: Prejuízos bilionários

Empresas listadas na Bovespa perdem US$ 273,6 bilhões em valor de mercado


Folha de S. Paulo
17/8/2007

Um dia após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmar que o Brasil não seria afetado pela crise financeira mundial originada nos Estados Unidos, 316 empresas listadas na Bolsa de Valores registraram perdas no seu valor de mercado de US$ 273,6 bilhões, segundo levantamento feito pela consultoria Economática.
O levantamento mostra que, no dia de 19 de julho, pouco antes de surgirem os primeiros problemas no setor imobiliário norte-americano, essas empresas que têm ações negociadas no mercado valiam US$ 1,003 trilhão. Exatamente quatro semanas depois, o valor delas caiu para US$ 729,2 bilhões.
A queda não foi exclusividade do Brasil. Nas sete principais economias da América Latina, a perda chegou a US$ 415,1 bilhões, envolvendo 775 empresas. Nos Estados Unidos, fonte do estresse atual vivido no mercado, 1.204 empresas pesquisadas perderam, em um mês, US$ 1,612 trilhão do seu valor.
O Brasil, por ser o maior mercado na América Latina e também um dos que mais registraram ingressos de capital estrangeiro nos últimos anos, sofre proporcionalmente ao seu tamanho. No México, por exemplo, segundo mercado da região, as 103 empresas pesquisadas valiam US$ 459,5 bilhões, em 19 de julho, menos da metade da Bolsa brasileira. Ontem, as companhias estavam avaliadas em US$ 383,1 bilhões, uma queda de US$ 76,4 bilhões.
"Os investidores estrangeiros têm vencimentos a honrar e, com as perdas registradas, encerram posições em mercados mais líquidos para fazer caixa. Por isso, a Bovespa sofre tanto", avalia Edison Garcia, ex-diretor da CVM (Comissão de Valores Mobiliários) e atualmente superintendente da Amec (Associação de Investidores do Mercado de Capitais).
Ele lembra que, nos últimos dois anos, 70% do dinheiro negociado nas ofertas públicas de ações no Brasil veio do exterior. "Há dois anos, o valor de mercado das empresas brasileiras também era bem menor. Os estrangeiros ajudaram a elevar. Agora, estamos pagando o preço disso", argumenta Luiz Leonardo Cantidiano, ex-presidente da CVM.
Segundo ele, o importante é não permitir que o pavor se instale no mercado. O gerente de operações da corretora Fator, Demetrius Borel Lucindo, diz que pavor foi justamente a palavra do dia, ontem, no mercado financeiro. "Na minha vida profissional tive três momentos de muito pânico: no caso Nahas, na queda das Torres Gêmeas e hoje [ontem]", afirmou, referindo-se ao episódio que desencadeou a quebra da Bolsa do Rio de Janeiro, na década de 80, e ao ataque terrorista ao World Trade Center, nos EUA.

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