| Vale do Rio Doce perde contra o Cade no TRF |
| Fernando Exman e Luciana Collet |
| Gazeta Mercantil |
| 27/3/2007 |
Blanaru afirmou também que o fim do imbróglio torna a CSN ainda mais atraente a aquisições por parte de grandes grupos internacionais. |
Cade não concordou
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Tsunami na Amazônia
Blog Minha Notícia
Enviada por Reuel Damasceno
Uma onda de cerca de 15 metros de altura se formou no Rio Amazonas e atingiu uma área da cidade de Parintins, Amazonas, fazendo desmoronar quase 300 mil m² de um barranco, formando uma enseada no local.
A força das águas arremessou barcos, peixes, jacarés e destruiu duas palafitas.
Noticiários locais chegaram a especular que o fenômeno, ocorrido no dia 2, foi ocasionado por uma forte ventania.
Após estudos da Ufam (Universidade Federal do Amazonas) descobriu-se, entretanto, que um tremor de terra, semelhante a um pequeno terremoto foi o que realmente provocou a onda.
Os cientistas dizem que não está descartada a possibilidade de surgirem novas ondas provocadas por tremores.
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Justiça amapaense quer calar jornalistas
O texto abaixo é uma nota do Sindicato dos Jornalistas do Amapá em apoio à jornalista Alcinéa Cavalcante, que está sendo processada pelo senador José Sarney e pelo desembargador Honildo Amaral (do Tribunal de Justiça do Amapá), por injúria, calúnia e difamação. O relato a seguir, enviado pela jornalista amapaense Alcilene Cavalcante, resume o que pode acontecer quando a Justiça - que deveria ser cega - abre o "olhão".
O blog juntam-se ao demais companheiros jornalistas, blogueiros, publicitários, advogados, economistas, assessores de imprensa, relações públicas, radialistas, médicos, professores e demais integrantes do "cordão de solidariedade", agora também apoiado pelo Sindicato dos Jornalistas do Amapá e pela Asscon - Associação dos Assessores de Imprensa do Congresso Nacional, o qual sou diretor de Comunicação, em protesto aos últimos acontecimentos envolvendo a questão que fere frontalmente o direito de livre expressão.
Alcinéa é um dos nomes mais importantes da imprensa na Amazônia Brasileira e noticiou, como a nota deixa claro, informações de interesse da sociedade brasileira.
O Sindicato dos Jornalistas do Amapá pede apoio à luta em defesa de Alcinéa, por meio de divulgação da referida nota.
Saudações sindicais e democráticas e pela liberdade de expressão.
Informamos que várias entidades representativas da sociedade amapaense apóiam esta luta.
Assina: Volney Oliveira, presidente do Sindjor Amapá (96) 8114-7907
Processos, indiciamentos, censura, mordaça.....
Querem calar os jornalistas amapaenses
Carta Aberta à População
ABSURDO 1: O SENADOR JOSÉ SARNEY
Durante a campanha eleitoral do ano passado, a jornalista Alcinéa Cavalcante publicou no blog alcinea.zip.net, um dos mais acessados no Amapá, uma nota sobre José Sarney, que concorria a um novo mandato de senador pelo Estado. Um internauta acessou o blog e deixou um comentário afirmando que José Sarney fede, fede muito. Que fique bem claro: o comentário foi lançado por um internauta, um leitor, não pela jornalista. Mesmo assim, o blog foi censurado e retirado do ar pelo provedor, no caso a UOL. Como se não bastasse, Alcinéa Cavalcante foi indiciada pela Polícia Federal e está respondendo a processo por injúria, calúnia e difamação.
ABSURDO 2: O DESEMBARGADOR HONILDO AMARAL
Censurada e vendo a sua liberdade de expressão cerceada, Alcinea Cavalcante lançou um novo blog, o alcineacavalcante.blogspot.com. Operando no novo endereço virtual, a jornalista ousou publicar a fotografia de um prédio que está sendo construído (suntuoso para os padrões amapaenses) pelo desembargador Honildo Amaral de Mello e Castro no centro de Macapá, mais precisamente na esquina da rua São José com a avenida Coriolano Jucá. O jornalista Correa Neto, outro profissional dos mais respeitados da imprensa amapaense, reproduziu a fotografia em seu blog (correaneto.com.br) e fez alguns comentários a respeito da grandiosidade do prédio em questão, argumentando que os recursos investidos na construção são incompatíveis com os ganhos do desembargador Honildo Amaral. Detalhe: o nome do proprietário está estampado, para que todos leiam, na placa da construção. Sentindo-se ofendido, o desembargador decidiu processar Correa Neto e Alcinéa Cavalcante por injúria, calúnia e difamação.
OS DONOS DO PODER QUEREM CALAR OS JORNALISTAS
Ações judiciais desta natureza (entendemos como assédio judicial) confirmam que a situação está ficando insustentável para os jornalistas amapaenses. Tudo indica que os donos do poder estão decididos a estabelecer uma indústria da indenização, firmada em perseguições e represálias a jornalistas. Não se pode mais denunciar ou noticiar nada. O profissional que ousar cumprir o seu papel de jornalista está sujeito a ser processado. É um absurdo o que está acontecendo. É cerceamento da liberdade de pensamento e expressão, coisa que não se vê no restante do país – um prejuízo ao estado democrático e de direito, diriam senadores e desembargadores comprometidos com a democracia.
A situação é greve e causará sérios danos aos profissionais de imprensa - e o pior deles é a intimidação. Vamos acionar o Congresso Nacional, o Tribunal Superior Eleitoral, o Conselho Nacional de Justiça e, se preciso for, a Anistia Internacional, para garantir a liberdade de imprensa e o direito da sociedade à informação. Processar Alcinéa Cavalcante e qualquer outro jornalista é pisar na história da imprensa do Amapá, uma história que independe de desembargadores e de senadores importados.
Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Amapá
Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Pará
Federação Nacional dos Jornalistas
Sindicato dos Servidores Públicos Federais
Sindicato dos Bancários Pará/Amapá
Sindicato dos Urbanitários
Conlutas
Associação dos Moradores do Jardim Felicidade I
Associação de Mulheres Empreendedoras
Associação Amapaense de Escritores
Articulação de Mulheres do Amapá
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É a notícia do final de semana no meio da Comunicação e Publicidade
Radar da Veja (para assinantes).
GOVERNO
O ministro Franklin 20:59
Lula acaba de bater o martelo: Franklin Martins será ministro da Comunicação Social, uma nova e poderosa pasta que englobará a Secom, a Radiobrás (e a futura tevê pública), as verbas de publicidade do governo e a secretaria de Imprensa. Franklin, atualmente no iG e na Band, aceitou agora à noite o convite feito duas semanas atrás por Lula. A posse de Franklin ocorrerá já na semana que vem. O total de verbas de publicidade que o futuro ministro manejará chega perto de 1,5 bilhão de reais, entre a propaganda da administração direta e de estatais como o Banco do Brasil e a CEF. Fora as verbas da Radiobrás e da futura
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Toninho, o malvadeza.
CONGRESSO
ACM vai à luta | 15:56
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Amazônia: Esta ilustre desconhecida

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A Amazônia está levando a breca porque não há política de estado no Brasil e os governantes, todos eles, só pensam em votos, em reeleição, em fazer o sucessor, ou em se perpetuar - de alguma maneira - no poder. “Falam muito do fim da Amazônia pelo aquecimento, mas se esquecem de tudo aquilo que está acontecendo hoje em dia na Amazônia” – adverte Ab’Sáber, referindo-se à devastação da grande floresta por madeireiras e fazendeiros. “Ouvi da boca de um fazendeiro: A terra é minha, e faço com ela o que quiser e quando quiser. Hoje, ele desmata para a agropecuária, mas depois, se quiser, desmata mais da floresta para plantar soja ou cana-de-açúcar.” Para Ab’Sáber, a Amazônia é um estado paralelo: “Só conheço dois estados paralelos no Brasil: os morros do Rio e a Amazônia”.
De fato. A Amazônia só se mantém em pé graças ao dinheiro despejado principalmente da Alemanha, Estados Unidos, Japão e Holanda, R$ 108,9 milhões por ano, segundo levantamento da Agência Estado. ONGs internacionais injetam R$ 31,6 milhões por ano na floresta. A filial brasileira do Fundo Mundial para a Natureza (WWF), que tem sede na Suíça, manda para a amazônia, anualmente, R$ 10 milhões. Dos R$ 9,2 milhões aplicados na floresta, em 2006, o Instituto Socioambiental (ISA), ONG nacional, R$ 7,9 milhões foram captados no estrangeiro.
Em contrapartida, em 2005, os estados da Amazônia Clássica, mais Mato Grosso e Maranhão, aplicaram R$ 96,4 em meio ambiente. Em 2006, o Ministério do Meio Ambiente destinou à Amazônia R$ 58 milhões. O Central Park, de Nova York, dispõe de R$ 52,3 milhões por ano. Em 2005, o estado de São Paulo gastou R$ 824,1 milhões com o meio ambiente.
Diz o pesquisador do Instituto do Meio Ambiente e do Homem na Amazônia (Imazon), Adalberto Veríssimo: “A verba nacional para a Amazônia é irrisória. Temos de pagar juros da dívida, cobrir os recursos obrigatórios de previdência, saúde, educação... Veja a questão da segurança pública... O meio ambiente tem de competir com todas essas demandas. O que sobra é pouco”.
E as populações da floresta? Vivem sob fogo cruzado. O estado não chega a elas. Só para dar um exemplo, no Marajó, Pará, a mais fantástica região do planeta, não há lei. Ratos d’água atacam casas de ribeirinhos e estupram tudo quando é mulher; até idosas.
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Em berço esplêndido
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Abissal
Gracián y Morales, Baltasar
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Ave! Darci
Este blog recebeu e divulga com a alma contaminada de saudades e inominável entusiasmo, a seguinte comunicação.Brasília, 23/03/2007
Dez anos sem o apóstolo da educação
O intelectual, escritor, professor e ex-senador Darcy Ribeiro foi homenageado pelo Senado em sessão especial nesta semana, uma sessão que marcou os dez anos da morte do antropólogo e educador, que se notabilizou pela luta em defesa do ensino público gratuito e de qualidade, dos índios brasileiros e das reformas sociais no país. Darcy Ribeiro elegeu-se senador em 1990, porém, o câncer impediu que ele concluísse seu mandato.
A reportagem mostra a opinião dos senadores sobre o educador e ainda traz um perfil completo de Darcy Ribeiro.
Subsecretaria de Divulgação e Integração do Senado Federal
Lídia Oyo - Marcio Varella
E-mail: ssdiv@senado.gov.br
Tel: 61- 3311.3335
É o cajado de homem que fugiu no entardecer da existência de uma Unidade de Tratamento Intensivo. Quando adoecer e se adoecer, este blogger fará a mesma cousa. Morrerá rindo da cara de todo mundo. Falta-me, ainda, o Cajado!! Hehehhe.
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Senador do Tocantins apresenta proposta plebiscitária do Estado do Carajás no Senado

Quintanilha é um dos artífices que, ao lado do ex-Deputado Federal e ex-Governador, Siqueira Campos, criaram o Estado do Tocantins, a partir de desmembramento do Estado do Goiás.
O senado tocantinense atendeu o pedido formulado pelo amigo e Deputado Federal Giovanni (PDT-PA).
Logo mais publicarei a íntegra do Projeto de Decreto Legislativo, cujo inteiro teor ainda não está disponível no Banco de Dados do Senado.
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Inda é Pará isso?
Cabeleireira e esteticista serão assessoras de governadora
DA AGÊNCIA FOLHA
A governadora do Pará, Ana Júlia Carepa (PT), nomeou como assessoras especiais, lotadas em seu gabinete, a cabeleireira Manuella Figueiredo Barbosa e a esteticista Franciheli de Fátima Oliveira da Costa, que costumam atendê-la.
Os decretos com as nomeações foram publicados no "Diário Oficial" do Estado de 14 de fevereiro e não informavam o salário nem a natureza da atividade que passariam a exercer. As duas profissionais mantêm atividades fora do governo.
A Folha tentou falar ontem com a governadora por meio de sua assessoria, mas não obteve retorno.
A reportagem tentou falar com a cabeleireira e com a esteticista, mas não conseguiu. No salão de beleza que pertence à Manuella Barbosa, a reportagem foi informada por telefone de que a governadora é cliente há "muitos anos" e que hoje a cabeleireira atende a petista no local de escolha desta.
A secretária de Manuella informou que ela não estava no salão ontem e que não podia ser localizada, mas que a cabeleireira entraria em contato hoje com o jornal.
A reportagem falou também com a secretária da esteticista, que informou que ela estava atendendo a uma paciente e só falaria hoje.
O deputado estadual José Megale, líder da bancada do PSDB na Assembléia Legislativa paraense, disse que a oposição irá se reunir nos próximos dias para definir quais medidas irá tomar sobre o assunto. (SÍLVIA FREIRE)
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Encontro dos feras
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Giovanni Queiroz no programa Direto de Brasília
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Duvido! Mas seria ótimo
O governo do Estado anunciou nesta segunda-feira, 18, durante sessão especial na Assembléia Legislativa, que está negociando com a presidência da República a assinatura de um decreto de revisão da reserva legal no Pará, que passaria de 80% para 50%.
O anúncio foi feito durante sessão solicitada pelo deputado estadual João Salame (PPS) para discutir a situação das indústrias de ferro-gusa de Marabá. A diminuição da reserva legal é uma antiga reivindicação do setor produtivo do Estado.
Os defensores da medida dizem que o Zoneamento Econômico-Ecológico do Estado definiu as áreas de preservação ambiental - transformadas em reserva - e de consolidação da produção. Estas áreas de consolidação já são alteradas pelo homem e teriam reserva legal de 50%.
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Onde o calo aperta
Democratização? Como?
Mino Carta
Revista Carta Capital num. 0436
Na mesa, o projeto da tevê estatal. As tradições do poder a brasileira não permitem grandes esperanças
Fala-se muito em democratização dos meios de comunicação, mas não está claro o que se entende por isso. Tempo atrás, a Federação Nacional dos Jornalistas propôs a criação de um Conselho Federal com poderes para definir regras éticas no cumprimento da profissão. O projeto foi abortado no nascedouro, em meio a um debate alimentado pelos inoxidáveis paladinos da chamada liberdade de imprensa.
Vale dizer, porém, que o Conselho Federal não resolveria o problema. A reclamada democratização da mídia depende, obviamente, do avanço geral da nossa incipiente democracia. E se estabelece, em primeiro lugar, por leis antimonopolistas capazes de impedir que um indivíduo, ou uma empresa, seja dono de todos os tipos de meios de comunicação.
É assunto para o Congresso, o qual trai, no entanto, as regras mais elementares da democracia ao permitir que deputados e senadores sejam donos de jornais, revistas, rádios, canais de tevê. A vocação coronelista, o autoritarismo predador dominam o cenário em todos os quadrantes, e qualquer tentativa de aderir à contemporaneidade do mundo parece destinada ao fracasso.
Estamos longe da Europa e dos Estados Unidos, muito longe. Por lá, as leis são severas e cumpridas, vinga a meritocracia, não há diretores de redação por direito divino, patrão é patrão, jornalista é jornalista. Nos EUA, a democratização foi favorecida pela abertura do capital das empresas midiáticas, e tanto ali quanto nas redações européias só entram profissionais.
Recordo que quando trabalhei na Itália, no La Gazzetta del Popolo, de Turim, nunca vi o dono, rico biscoiteiro piemontês, em visita ao jornal. Recordo também de um estágio na Time-Life. Surpreendeu-me que o filho do fundador, o lendário Luce, só tivesse alcançado em sua carreira de jornalista a direção da sucursal de Londres. E os diretores da redação da Time e da Life eram grandes profissionais premiados por currículos brilhantes.
Por aqui, a justa preocupação com a democratização dos meios de comunicação, excitada pela reeleição do presidente Lula contra o esforço maciço da mídia nativa para comprometê-lo aos olhos da opinião pública, deságua nestes dias no projeto de uma televisão estatal, apresentado pelo ministro Hélio Costa.
Caberia à emissora, segundo o ministro, “mostrar as idéias do governo”, levantar temas e relatar situações que a mídia privada descura, sem detrimento da possibilidade de criticar ações governistas, desde que a crítica fosse correta. Lembrei dos tempos da censura da ditadura fardada, quando os generais exigiam que a crítica fosse “construtiva”.
Ora, se não se confundir com calúnia e difamação, a convocar o emprego do Código Penal, todo cidadão, em democracia autêntica, tem direito à crítica, a favor ou contra. Resta ver qual seria o critério usado para decidir o que é correto e o que não é. Justifica largos receios a tradição do poder à brasileira, resumida no ditado “aos amigos tudo, aos inimigos a lei”.
Se o governo cogita de uma televisão pública dedicada a lhe enaltecer os feitos, é certo que não contribuirá à democratização dos meios de comunicação. Temos, nesse campo, o exemplo das estatais européias. Trata-se de instrumentos institucionais, cujo exercício transcende o tempo de um mandato de governo, perenes no serviço ao país e ao Estado. Algo assim como teria de ser um Banco Central.
Que eu saiba, a regra só teve exceção na Itália com Silvio Berlusconi, figura política de desfaçatez sem limites, capaz de impor a ditadura da maioria, enquanto contou com ela. Mas não foi assim antes dele, e não é agora.
Permito-me umas tantas dúvidas a respeito da idéia do nosso governo. Quer dizer, duvido que seja correta, e aqui o adjetivo cabe. Ou ainda, duvido que não contemple a oportunidade pura e simples da autopromoção. Além disso, confesso que, ao ver o ministro Hélio Costa na ribalta, pergunto aos meus botões, embora avessos a Lombroso, até onde vai a validade de outro antigo ditado, “as aparências enganam”.
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